Antonio de Oliveira Godinho

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Antônio de Oliveira Godinho
Nascimento 23 de janeiro de 1920
Carmo da Cachoeira,  Minas Gerais
Morte 17 de outubro de 1992 (72 anos)
São Paulo,  São Paulo
Nacionalidade  brasileiro
Ocupação Sacerdote
Político

Antônio de Oliveira Godinho (Carmo da Cachoeira 23 de janeiro de 1920 - São Paulo, 17 de outubro de 1992) foi um sacerdote e político brasileiro.

Em 1959 iniciou seu primeiro mandato de quatro anos como deputado estadual em São Paulo, pela UDN. Foi eleito deputado em dois mandatos subsequentes: 1963 a 1967 e 1967 a 1971 pela coligação da União Democrática Nacional (UDN) com o Partido Democrata Cristão (PDC) e o Partido Rural Trabalhista (PRT).[1] Membro da Academia Sul Mineira de Letras

Foi cassado em 1969 e teve seus direitos políticos suspensos por 10 anos. Sem os recebimentos de deputado, Antonio Godinho passa a fazer traduções das obras de literatura italiana, tais como as de Pasolini e Alberto Moravia. Em 1962, traduziu do latim a Encíclica Mater e Magistra.

Em novembro de 1979, com extinção do bipartidarismo, recupera os direitos políticos e filia-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Nos anos 80 passa a ser mais conhecido pela opinião pública devido ao seu ingresso na equipe de comentaristas do telejornal vespertino Record em Notícias (1973-1996), chamado popularmente de Jornal da Tosse.

Padre Godinho escreveu alguns livros, entre eles um livro de memórias e o Catolicismo, comunismo e outros assuntos (1947).

Em 1979 assumiu a diretoria do Museu de Arte Sacra de São Paulo.[2] Em 1983 publicou o livro Museu de Arte Sacra de São Paulo.

Faleceu em São Paulo, em 17 de outubro de 1992.

Referências

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