Apeadeiro de Couto de Cucujães

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Couto de Cucujães
BSicon BAHN.svg
Identificação:[1] 44297 CCU (C.Cucujães)
Denominação: Apeadeiro de Couto de Cucujães
Administração: Infraestruturas de Portugal (norte)[2]:3.3.3.2
Classificação: A (apeadeiro)[3][4]
Linha(s): Linha do Vouga (PK 28+590)
Altitude: 133.03 m (a.n.m)
Coordenadas: 40°52′4.98″N × 8°29′38.78″W

(≍+40.86805;−8.49411)

(mais mapas: 40° 52′ 04,98″ N, 8° 29′ 38,78″ O)
Concelho: bandeiraOliveira de Azeméis
Serviços: R
Conexões:
Ligação a autocarros
🚌︎
Endereço: Travessa dos Caminhos de Ferro, s/n
à Rua do Mosteiro
PT-3720-350 Vila de Cucujães OAZ
Website:
Disambig grey.svg Nota: Para outras interfaces ferroviárias com nomes semelhantes ou relacionados, veja Apeadeiro de Couto de Cambeses ou Estação Couto Fernandes.
Edifício de passageiros de Couto de Cucujães, ao abandono em 2010.

O Apeadeiro de Couto de Cucujães é uma gare da Linha do Vouga, que serve a Vila de Cucujães, no Distrito de Aveiro, em Portugal.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Caraterização física[editar | editar código-fonte]

A superfície dos carris (plano de rolamento) ao PK 28+600 situa-se à altitude de 13 303 cm acima do nível médio das águas do mar.[5] O edifício de passageiros situa-se do lado poente da via (lado direito do sentido ascendente, a Aveiro).[6][7]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Em dados de 2022, esta interface é servida por comboios de passageiros da C.P. de tipo regional, com oito circulações diárias em cada sentido, entre Espinho-Vouga e Oliveira de Azeméis.[8]

História[editar | editar código-fonte]

A Gazeta dos Caminhos de Ferro de 1 de Maio de 1894 noticiou que o empresário Frederico Pereira Palha já tinha enviado ao governo o ante-projecto da primeira secção da Linha do Vouga, entre Espinho e as margens do Rio Caima, estando prevista a construção de uma estação em Couto de Cucujães, que tinha acesso pela estrada municipal entre aquela povoação e Oliveira de Azeméis.[9]

Em 16 de Janeiro de 1895, a Gazeta dos Caminhos de Ferro reportou que os promotores do projecto tinham apresentado o seu programa para toda a rede do Vouga, de Espinho a Viseu e Aveiro, mantendo-se a intenção de servir a povoação de Couto de Cucujães.[10]

Este apeadeiro encontra-se no primeiro troço da Linha do Vouga, entre as Estações de Espinho e Oliveira de Azeméis, que foi inaugurado no dia 21 de Dezembro de 1908.[11]

Na XIII edição do Concurso das Estações Floridas, organizado em 1954 pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e pelo Secretariado Nacional de Informação, a estação de Couto de Cucujães recebeu um diploma de menção honrosa simples.[12]

Tinha originalmente estatuto de estação,[5] tendo sido mais tarde[quando?] (entre 1988 e 2010)[7][1] despromovido à categoria de apeadeiro.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Diretório da Rede 2021. IP: 2019.12.09
  3. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
  4. Instrução de Exploração Técnica N.º 50. INTF («Entrada em vigor 11 de Dezembro de 2005»): p.5
  5. a b Linha do Vale do Vouga. Companhia Portugueza para a Construção e Exploração de Caminhos de Ferro: s.l., s.d. (Mapa e tabela de distâncias e altitudes.)
  6. (anónimo): Mapa 20 : Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1985), CP: Departamento de Transportes: Serviço de Estudos: Sala de Desenho / Fergráfica — Artes Gráficas L.da: Lisboa, 1985
  7. a b Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1988), C.P.: Direcção de Transportes: Serviço de Regulamentação e Segurança, 1988
  8. Horário Comboios : Aveiro ⇄ Sernada ⇄ Espinho (em vigor desde 2018.09.09)
  9. CORDEIRO, Xavier (1 de Maio de 1934). «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1113). p. 244. Consultado em 26 de Abril de 2017 
  10. «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 40. Consultado em 26 de Abril de 2017 
  11. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 9 de Abril de 2015 
  12. «XIII Concurso das Estações Floridas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 67 (1608). 16 de Dezembro de 1954. p. 365. Consultado em 26 de Abril de 2017 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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