Apeadeiro de Durrães

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Durrães IPcomboio2.jpg
Comboio a passar pelo Viaduto de Durrães, perto do apeadeiro.
Linha(s) Linha do Minho (PK 64,974)
Coordenadas 41° 38′ 20,59″ N, 8° 40′ 01,54″ O
Concelho Barcelos
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR orange.svgRBSicon LSTR red.svgIR
Horários em tempo real
Serviços Servicios adaptados.svg


Logos IP.png
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BSicon BHF grey.svgBarroselas (Sentido Valença)
BSicon HST grey.svgDurrães
BSicon BHF grey.svgTamel (Sentido Porto)
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O Apeadeiro de Durrães é uma gare da Linha do Minho, que serve a localidade de Durrães, no concelho de Barcelos, em Portugal.

História[editar | editar código-fonte]

Mapa dos caminhos de ferro em Portugal em 1895, onde se pode ver a localização do Apeadeiro de Durrães.

Entrada ao serviço[editar | editar código-fonte]

Este apeadeiro insere-se no troço da Linha do Minho entre Darque e Barcelos, que entrou ao serviço no dia 24 de Fevereiro de 1878.[1] Foi construído pelo governo, como parte da divisão dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro.[2]

Século XX[editar | editar código-fonte]

Em 1927, os Caminhos de Ferro do Estado foram integrados na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, que começou a explorar as antigas redes do Sul e Sueste e do Minho e Douro em 11 de Maio daquele ano.[3]

Em 1934, a Comissão Administrativa do Fundo Especial de Caminhos de Ferro autorizou obras de ampliação na plataforma deste apeadeiro[4], cujo projecto foi elaborado no mesmo ano, pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses.[5]

Um despacho da Direcção-Geral de Caminhos de Ferro de 7 de Julho de 1950, publicado no Diário do Govêrno n.º 162, III Série, de 14 de Julho, aprovou um projecto da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses para aditamento aos quadros das distâncias de aplicação nas linhas do Minho do Douro, no qual foram atribuídas distâncias próprias ao Apeadeiro de Durrães.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 20 de Novembro de 2013 
  2. TORRES, Carlos Manitto (16 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1684). p. 91-95. Consultado em 4 de Abril de 2017 
  3. REIS et al, 2006:63
  4. «Notícias Ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1111). 1 de Abril de 1934. p. 190. Consultado em 19 de Novembro de 2013 
  5. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 19 de Novembro de 2013 
  6. NONO, Carlos (1 de Setembro de 1950). «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 63 (1505). p. 259. Consultado em 4 de Abril de 2017 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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