Apeadeiro de Durrães

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Durrães
BSicon BAHN.svg
Identificação:[1] 06262 DUR (Durrães)
Denominação: Apeadeiro de Durrães
Administração: Infraestruturas de Portugal (norte)[2]:3.3.3.2
Classificação: A (apeadeiro)[3][4]
Linha(s): Linha do Minho (PK 64,974)
Altitude: 75 m (a.n.m)
Coordenadas: 41°38′20.59″N × 8°40′1.54″W

(≍+41.63905;−8.66709)

(mais mapas: 41° 38′ 20,59″ N, 8° 40′ 01,54″ O)
Concelho: bandeiraBarcelos
Serviços: R IR
Equipamentos: Servicios adaptados.svg
Website:
Disambig grey.svg Nota: Para outras interfaces ferroviárias com nomes semelhantes ou relacionados, veja Transporte ferroviário na Albânia § Estação de Durrës.

O Apeadeiro de Durrães é uma gare da Linha do Minho, que serve a localidade de Durrães, no concelho de Barcelos, em Portugal.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Comboio a passar pelo Viaduto de Durrães, perto do apeadeiro.

Caraterização física[editar | editar código-fonte]

A plataforma situa-se do lado norte da via (lado direito do sentido ascendente, para Monção).[5]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Em dados de 2022, esta interface é servida por comboios de passageiros da C.P. de tipo regional e inter-regional com oito circulações diárias em cada sentido ligando respetivamente Porto-Campanhã e Nine a Valença e Viana do Castelo.[6]

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Linha do Minho § História

Entrada ao serviço[editar | editar código-fonte]

Este apeadeiro insere-se no troço da Linha do Minho entre Darque e Barcelos, que entrou ao serviço no dia 24 de Fevereiro de 1878.[7] Foi construído pelo governo, como parte da divisão dos Caminhos de Ferro do Minho e Douro.[8]

Século XX[editar | editar código-fonte]

Em 1927, os Caminhos de Ferro do Estado foram integrados na Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, que começou a explorar as antigas redes do Sul e Sueste e do Minho e Douro em 11 de Maio daquele ano.[9]

Em 1934, a Comissão Administrativa do Fundo Especial de Caminhos de Ferro autorizou obras de ampliação na plataforma deste apeadeiro,[10] cujo projecto foi elaborado no mesmo ano, pela Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses.[11]

Um despacho da Direcção-Geral de Caminhos de Ferro de 7 de Julho de 1950, publicado no Diário do Govêrno n.º 162, III Série, de 14 de Julho, aprovou um projecto da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses para aditamento aos quadros das distâncias de aplicação nas linhas do Minho do Douro, no qual foram atribuídas distâncias próprias ao Apeadeiro de Durrães.[12]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
  2. Diretório da Rede 2021. IP: 2019.12.09
  3. Instrução de exploração técnica nº 2 : Índice dos textos regulamentares em vigor. IMTT, 2012.11.06
  4. Instrução de Exploração Técnica N.º 50. INTF («Entrada em vigor 11 de Dezembro de 2005»): p.5
  5. (anónimo): Mapa 20 : Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1985), CP: Departamento de Transportes: Serviço de Estudos: Sala de Desenho / Fergráfica — Artes Gráficas L.da: Lisboa, 1985
  6. Horário Comboios Longo Curso / Regional : Linha do Minho : Porto ⇄ Valença ⇄ Vigo (em vigor desde 2021.10.17)
  7. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 20 de Novembro de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  8. TORRES, Carlos Manitto (16 de Fevereiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 70 (1684). p. 91-95. Consultado em 4 de Abril de 2017 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  9. REIS et al, 2006:63
  10. «Notícias Ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 46 (1111). 1 de Abril de 1934. p. 190. Consultado em 19 de Novembro de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  11. «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 19 de Novembro de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  12. NONO, Carlos (1 de Setembro de 1950). «Parte Oficial» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 63 (1505). p. 259. Consultado em 4 de Abril de 2017 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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