Apeadeiro de Tancos

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Tancos
Abrigo do Apeadeiro de Tancos
Linha(s) L.ª da B. Baixa (PK 113,748)
Coordenadas 39° 27′ 40,57″ N, 8° 23′ 43,17″ O
Concelho Vila Nova da Barquinha
Serviços Ferroviários Regional
Horários em tempo real

O Apeadeiro de Tancos é uma gare ferroviária da Linha da Beira Baixa, que serve a localidade de Tancos, no Distrito de Santarém, em Portugal.

História[editar | editar código-fonte]

Em Agosto de 1855, o engenheiro Thomaz Rumball estudou 3 percursos possíveis para uma linha férrea de Lisboa a Badajoz, tendo sido escolhido o que passava por Santarém, Tancos, Ponte de Sor, Crato e Monforte.[1] Originalmente, Rumball previa que a linha iria passar pela margem esquerda do Rio Tejo pouco depois de Abrantes, seguindo pelo Arrepiado, perto de Tancos.[2] Pouco depois, quando já se tinham iniciado as obras, o engenheiro Wattier também foi encarregado de analisar os traçados das Linhas do Norte e Leste, tendo-se debruçado especialmente sobre o problema da passagem do Rio Tejo; uma dos locais possíveis para construir a ponte era em Tancos, mas o percurso restante até Badajoz seria mais longo, e o entroncamento com a linha para o Porto seria feito em piores condições.[2] Em vez disso, apresentava como melhor solução continuar a linha pela margem direita até Constância, onde se faria o atravessamento do rio.[2]

Este apeadeiro situa-se no troço entre as Estações de Santarém e Abrantes, que abriu no dia 7 de Novembro de 1862, como parte do então denominado Caminho de Ferro do Leste.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. GAMA, Eurico (16 de Março de 1956). «Achegas para a História do Caminho de Ferro do Leste» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1638). pp. 144–146. Consultado em 10 de Março de 2016 
  2. a b c ABRAGÃO, Frederico (16 de Abril de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal: Algumas notas para a sua história» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 69 (1640). pp. 190–193. Consultado em 10 de Março de 2016 
  3. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). pp. 9–12. Consultado em 5 de Dezembro de 2012 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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