Apeadeiro de Vesúvio

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Vesúvio IPcomboio2.jpg
Apeadeiro de Vesúvio.jpg
Linha(s) Linha do Douro (PK 158,435)
Coordenadas 41° 08′ 28,17″ N, 7° 15′ 43,32″ O
Concelho Vila Nova de Foz Côa
Serviços Ferroviários Logo CP 2.svgBSicon LSTR red.svgIRBSicon LSTR orange.svgR
Horários em tempo real
Serviços Acesso para pessoas de mobilidade reduzida


Logos IP.png
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BSicon HST grey.svgFreixo de Numão (Sentido Pocinho)
BSicon HST grey.svgVesúvio
BSicon BHF grey.svgVargelas (Sentido Ermesinde)
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O Apeadeiro de Vesúvio, originalmente denominado de Vezuvio, é uma interface da Linha do Douro, que serve a Quinta do Vesúvio, em Numão, no concelho de Vila Nova de Foz Côa, em Portugal.

Quinta do Vesúvio, com a via férrea atrás.

História[editar | editar código-fonte]

Gravura da Quinta do Vesúvio, da revista Occidente n.º 787, 1900. À esquerda está o apeadeiro do Vesúvio.

Este apeadeiro situa-se no troço entre as Estações de Tua e Pocinho da Linha do Douro, que abriu à exploração em 10 de Janeiro de 1887.[1]

Em 1901, estava em construção a ligação rodoviária entre esta interface, então com a categoria de estação, e a Estrada Real n.º 34.[2][3] No relatório da Junta Autónoma de Estradas dos trabalhos aprovados para o exercício de 1934 a 1935, encontra-se a execução de terraplanagens na estrada 35-2.ª, da Estação do Vesúvio e Porto de Bois, totalizando 3 Km.[4] O objectivo era ligar a estação à localidade de Numão, embora tenham surgido dificuldades em atravessar a Ribeira de Teja, estando a ponte ainda por construir em 1932.[5] No relatório de 1931 a 1935 da Junta Autónoma das Estradas, publicado em 1936, foi reportado que esta estrada, que se ligava à Estrada Nacional 6-1ª em Numão, já estava concluída.[6] Posteriormente, a gare do Vesúvio foi ligada a Cedovim por via rodoviária.[7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 69 (1652). 16 de Outubro de 1956. p. 528-530. Consultado em 21 de Maio de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  2. SOUSA, José Fernando de (16 de Março de 1903). «A Viação Ordinária e as linhas do estado» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 16 (366). p. 81-82. Consultado em 21 de Maio de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  3. «Parte Official» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 16 (368). 16 de Abril de 1903. p. 119-131. Consultado em 21 de Maio de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  4. «Junta Autónoma de Estradas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 46 (1112). 16 de Abril de 1934. p. 212-213. Consultado em 21 de Maio de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  5. ALCOBAÇA, Viscondede (1 de Dezembro de 1932). «Estradas Afluentes à Linha do Douro: Troço da Régua a Barca D'Alva» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 45 (1079). p. 559-561. Consultado em 21 de Maio de 2013 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  6. «Publicações Recebidas» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 49 (1177). 1 de Janeiro de 1937. p. 21. Consultado em 22 de Setembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
  7. MAIO, José (1 de Março de 1950). «A infeliz linha do Douro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. Ano 63 (1494). p. 17-20. Consultado em 22 de Setembro de 2015 – via Hemeroteca Digital de Lisboa 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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