Aristides Pacheco Leão

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Aristides Pacheco Leão
Dados pessoais
Nascimento 3 de agosto de 1914
Morte 14 de dezembro de 1993 (79 anos)
Profissão Neurofisiologia e pesquisador

Aristides Azevedo Pacheco Leão (Rio de Janeiro, 3 de agosto de 191414 de dezembro de 1993) foi um neurofisiologista e pesquisador brasileiro. Descreveu a "depressão alastrante de Leão". Foi presidente da Academia Brasileira de Ciências entre 1967 e 1981. Em 1993, tornou-se presidente emérito dessa entidade.[1]

Contribuição à ciência[editar | editar código-fonte]

Aristides Leão descobriu o fenômeno ao trabalhar em sua tese em Harvard, em 1944. O fenômeno foi batizado por ele de "depressão alastrante", porém ficou conhecido com "a onda de Leão". Não se sabem as verdadeiras causas dessa depressão, mas ela pode ser induzida por choques elétricos. A descrição dessa doença ajudou no diagnóstico de outras doenças como a epilepsia. De acordo com as investigações posteriores de Leão, ela não ocorre apenas no cérebro, mas também em outras estruturas neurais.

O pesquisador também é lembrado por sua marcante atuação como presidente da Academia Brasileira de Ciências entre 1967 e 1981. Sua contribuição à ciência lhe rendeu importantes prêmios científicos, como o Prêmio Einstein em 1961; o Prêmio Almirante Álvaro Alberto em 1973 e o Prêmio Moinho Santista (atual Prêmio Fundação Bunge) em 1977. Também recebeu homenagem póstuma da Academia Brasileira de Ciências, sendo eleito presidente emérito dessa instituição, cuja biblioteca ganhou seu nome.

Referências

  1. «Aristides Leão». Canal Ciência. Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. Consultado em 9 de junho de 2018. 
Precedido por
Carlos Chagas Filho
Presidente da Academia Brasileira de Ciências
19671981
Sucedido por
Maurício Matos Peixoto
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