Arlequina

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Harley Quinn
HarleyQuinn1.jpg
Arte de Terry Dodson
Dados da publicação
Publicado por DC Comics
Primeira aparição Batman: A Série Animada Episódio #22 "Joker's Favor" (1992)
Criado por Paul Dini
Bruce Timm
Características do personagem
Alter ego Dra. Harleen Frances Quinzel, M.D
Espécie Humana
Terra natal Gotham City
Afiliações Sociedade Secreta dos Super-Vilões
Sexteto Secreto
Sereias de Gotham (Mulher-Gato, Hera Venenosa)
Esquadrão Suicida
Coringa
Ocupação criminosa profissional (originalmente)
combatente do crime (a partir de Harley Quinn, 2013)
Psiquiatra (retornou a profissão em Harley Quinn)
Jogadora amadora de roller derby
Base de operações Gotham City
Nova Iorque
Inimigos Batman
Situação presente Ativa
Personagem de Batman
Codinomes conhecidos Princesa Palhaça do Crime, Arlequina
Habilidades Força e agilidade soberbas, ginasta altamente capacitada, ótima lutadora, imune a maioria das toxinas.
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

Arlequina (Harley Quinn, no original em Inglês), cujo nome real é Harleen Frances Quinzel, é uma personagem fictícia da DC Comics que comumente aparece como inimiga do super-herói Batman no Universo DC. Ela foi criada por Paul Dini e Bruce Timm para a série animada de televisão Batman: A Série Animada, aparecendo pela primeira vez no episódio "Joker's Favor" ("Um Favor para o Coringa"), que foi ao ar em setembro de 1992. Apesar de a intenção original de Dini e Timm ter sido para que Arlequina aparecesse apenas naquele episódio específico, a reação positiva do público e da crítica foi tanta, que eles a incluíram em diversos outros episódios de Batman: A Série Animada, culminando com a transição de Arlequina para os quadrinhos em setembro de 1993 e sua inclusão no Universo DC em 1999, com o quadrinho Batman: Harley Quinn. Atuando tanto como anti-heroína e vilã, ela pertence a trindade das mais icônicas vilãs do Batman, ao lado de Mulher Gato e Hera Venenosa.[1] O trio já formou uma gangue nos quadrinhos conhecida como Gotham City Sirens (Sereias de Gotham), que teve uma série em quadrinhos com 26 edições (2009-2011).[2]

A origem de Arlequina é contada no quadrinho "Mad Love" ("Louco Amor"), de fevereiro de 1994, vencedor do Prêmio Eisner. Seu nome foi baseado no arlequim, com a intenção de ser um trocadilho ao seu nome original, Harleen Quinzel. Arlequina foi introduzida como cúmplice, capanga e companheira amorosa do vilão Coringa, o qual ela conheceu enquanto trabalhava como psiquiatra no Asilo Arkham, onde o Coringa era paciente. Ele a manipulou, torturou e a jogou num tanque ácido que a transformou em psicótica. Em suas primeiras aparições ela foi retratada como uma personagem completamente dedicada ao Coringa, totalmente alheio à sua natureza psicótica e óbvia falta de afeição por ela; essa caracterização permaneceu mais ou menos consistente ao longo de suas aparições posteriores. Além do Coringa, Arlequina desenvolveu uma amizade genuína com Hera e viraram uma dupla de assaltantes famosa. Hera ejetou em Arlequina um soro que a tornou imune a maioria das toxinas. Ela é a única pessoa que conviveu com o Coringa ou Hera á longo prazo, personagens conhecidos pelo seu ódio a pessoas. Embora vilã do Batman, a maioria dos seus surtos de violência foram destinados ao Coringa em tentativas de retaliação, e Batman sempre está tentando ajuda-la sair da relação abusiva.

O reboot da Arlequina a partir de Os Novos 52, garantiu-lhe uma série própria, e a leva para Coney Island, Nova Iorque, longe das histórias do Batman e do Coringa. A partir de Os Novos 52, Arlequina foi retratada como uma anti-heroína, agindo como justiceira ao invés de criminosa,[3] e estando num relacionamento aberto com a Hera Venenosa.[1] O sucesso garantiu a renovação da série no DC Rebirth, com a primeira edição de Harley Quinn Rebirth #1 (agosto de 2016), vendendo 400,000 mil cópias. Para os analistas, as altas vendas foram influenciadas pelo marketing pesado do filme Esquadrão Suicida.[4]

A personagem foi originalmente dublada por Arleen Sorkin, inspiração para Arlequina, em Batman: A Série Animada e em diversos outros desenhos e filmes animados da DC, apesar de também ter sido dublada por Tara Strong e Hynden Walch. A primeira atriz a interpreta-lá foi Mia Sara, na série de televisão Birds of Prey. Arlequina estreou nos cinemas em 2016, no filme Esquadrão Suicida, sendo interpretada pela atriz Margot Robbie. A IGN a classificou em #45 na sua lista dos "100 Maiores Vilões dos Comics de Todos os Tempos".[5] Ela foi classificada como #16, na lista da Comics Buyer's Guide de "100 mulheres mais sexy em quadrinhos".[6]

História[editar | editar código-fonte]

Arlequina foi criada por Paul Dini e Bruce Timm para a série animada de televisão Batman: A Série Animada, aparecendo pela primeira vez no episódio 22, intitulado "Joker's Favor" ("Um Favor para o Coringa"), que foi ao ar em 11 de setembro de 1992. A intenção original foi que Arlequina aparecesse apenas naquele episódio específico, para ajudar o Coringa com seu plano: alguém precisaria saltar de dentro do bolo para sequestrar os policiais. Dini, então, criou uma ajudante feminina para o Coringa. Dini teve como inspiração a personagem da atriz Arleen Sorkin na novela Days of Our Lives, que uma vez apareceu na novela usando uma fantasia de bobo da corte.[7] Sendo amigo da atriz desde a faculdade, Dini incorporou aspectos da personalidade de Sorkin à Arlequina.[8] A reação positiva do público e da crítica foi tanta, que Dini e Bruce Timm a incluíram em diversos outros episódios de Batman: A Série Animada.

A origem de Arlequina é contada no quadrinho "Mad Love" ("Louco Amor"), de fevereiro de 1994, que faz parte da série em quadrinhos The Batman Adventures, baseada em Batman: A Série Animada. [9] No Brasil, The Batman Adventures era traduzida como Batman - O Desenho da TV, sendo a publicada pela pela Abril Jovem. "Mad Love" foi publicada no Brasil pela primeira em duas edições em formatinho em 1995. [10]. Em 2002 foi republicada pela Opera Graphica no formato 16 x 23 cm e em preto e branco.[11]

Arlequina como ela aparece na Batman: a série animada, sua caracterização foi inspirada no bobo da corte e arlequim.

"Mad Love" conta que Harleen Quinzel destacou-se durante o período escolar como uma ágil ginasta, o que lhe permitiu obter uma bolsa de estudos para estudar Medicina na Universidade de Arkham. Posteriormente, trabalhou como psiquiatra no manicômio Arkham, onde conheceu Coringa, seu paciente. Enganada pela história de que ele havia tido uma infância infeliz, Quinzel apaixona-se profundamente, ajudando Coringa a escapar por diversas vezes do asilo. Quando Coringa é trazido de volta para Arkham após uma luta com Batman, a imagem de seu paciente gravemente ferido leva Harley à loucura, fazendo com que ela largue seu trabalho como psiquiatra, roube uma fantasia de arlequim, invada Arkham e liberte Coringa, tornando-se Arlequina.[12] "Mad Love" foi premiada com o Prêmio Eisner de Melhor História no mesmo ano. [9]

O relacionamento entre Coringa e Arlequina é abusivo e um dos mais complexos do Universo DC. No episódio "Harley and Ivy" de Batman: A Série Animada, o Coringa expulsa Arlequina violentamente de sua gangue, deixando-a extremamente frustrada. Ela, então, resolve roubar o Diamante Arlequim do museu de Gotham City para provar o seu valor. No mesmo instante, Hera Venenosa rouba plantas tóxicas do museu. As duas rapidamente tornam-se amigas e Hera Venenosa a leva para o seu lar, em um local de despejo de lixo tóxico. Hera Venenosa aplica-lhe uma injeção de soro que torna Harley Quinn imune a todas as toxinas e venenos, além de uma melhoria em sua força e agilidade. Juntas, praticam diversos delitos, ficando conhecidas como as "Rainhas do Crime" de Gotham City. A amizade é várias vezes abalada pela reprovação de Hera ao relacionamento entre Harley Quinn e Coringa, pois sente que o Coringa não dá o devido valor a sua companheira, sabendo que ele a maltrata às vezes. Por isso, Hera está sempre tentando persuadir Harley Quinn a desistir de sua paixão, sem sucesso.

A revista Batman: Harley Quinn apresenta outra versão sobre a origem da amizade entre Harley Quinn e Hera Venenosa. Em dúvidas se realmente sente algo por Harley Quinn ou não, Coringa deixa o seu lado mau prevalecer. Ele a amarra em um foguete, que aterrissa em Robinson Park. Hera Venenosa a encontra e a salva, quando reconhece que se trata da Dra. Harleen Quinzel, que ela conheceu no Asilo Arkham. O plano inicial de Hera Venenosa é matá-la, porém tal ideia foi vencida pela curiosidade. Hera convence Harley Quinn a contar toda sua história e acaba notando alguma semelhança na história de Harley Quinn com a sua. Ela propõe a Harley Quinn a proposta de juntas elas se vingarem de Batman e se reconciliar com o Coringa. Harley Quinn aceita.

Depois do sucesso em Batman: A Série Animada e The New Batman Adventures, Harley faz várias outras aparições animadas. Ela aparece como uma das quatro principais personagens femininas do web cartoon Gotham Girls. Ela também fez aparições em outros desenhos animados no universo animado da DC, aparecendo no episódio "Wild Cards" (ao lado do Coringa) da Liga da Justiça e no episódio "Hard as Nails" (ao lado de Hera).

Transição para os quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn e o Coringa, arte de Alex Ross para Batman: Harley Quinn (1999).

O sucesso e a popularidade de Arlequina em Batman: A Série Animada foi tanto, que a DC Comics a incluiu nas histórias em quadrinhos de Batman.[13] A primeira vez que Arlequina foi retratada nos quadrinhos foi em setembro de 1993, na edição número 12 de The Batman Adventures (Batman - O Desenho da TV). Sua inclusão oficial no Universo DC foi em Batman: Harley Quinn, lançada em outubro de 1999. Entretanto, assim como as histórias em quadrinhos do Coringa, as de Harley Quinn são mais psicóticas e com menos humor excêntrico do que as da série animada. Apesar de seu comportamento visivelmente mais violento, Harley mostra misericórdia e compaixão de tempos em tempos; ela nomeadamente pára Hera Venenosa de matar Batman, e convencê-la a deixar o herói pendurado amarrado e amordaçado em uma grande estátua. Batman é posteriormente desatado por Batgirl. Enquanto a versão da personagem nos romances gráficos ela ainda está ligada romanticamente com o Coringa, um desenvolvimento mais recente tem Harley também envolvida romanticamente com a Hera Venenosa.[14]

Uma série da Harley Quinn foi publicada mensalmente pela DC Comics durante 38 edições, entre 2001 e 2003[15]. Entre os criadores do título estão Karl Kesel, Terry Dodson, A.J. Lieberman e Mike Huddleston. A série termina com Harley Quinn retornando por conta própria ao Asilo Arkham. Ela então aparece na série Batman:Hush, de Jeph Loeb. Reaparece na edição de Villains United como um dos principais vilões que escapam de Arkham, porém perde a consciência durante a fuga. É brevemente mencionada em Detective Comics #823, voltando a aparecer em Batman #663 (onde ajuda o plano do Coringa a matar seus capangas, sem perceber que é uma armadilha onde é a verdadeira vítima; quando descobre ser o alvo, Harley Quinn dá um tiro no ombro de Coringa).

A aparição seguinte de Harley Quinn se dá na Detective Comics #831, escrita por Paul Dini. Ela ainda esta à beira da loucura, mas aparentemente curada. Seu pedido de liberdade condicional fora rejeitado por Bruce Wayne, membro da comissão médica de Arkham. É seqüestrada por Sugar, a versão feminina do Ventríloquo, que lhe oferece um serviço. Harley Quinn recusa o serviço em respeito à memória de Arnold Wesker, o Ventríloquo original, e ajuda Batman e o Comissário Gordon a capturar Sugar. Apesar da fuga da nova Ventríloquo, Wayne impressiona-se com o esforço de Harley Quinn e lhe concede a liberdade condicional.

Na versão em Quadrinhos de Aves de Rapina, Harley Quinn aparece como o sexto membro do Sexteto Secreto na edição #105, e descobre que um companheiro do sexteto traiu o grupo e foi assassinado, o que a levou a sair do grupo (edição #108).

Em Countdown to Final Crisis #43, Harleen Quinzel é mostrada como uma amazona, tendo abandonado a roupa de bobo-da-corte. Ela ajuda Holly Robinson a substituir a Mulher-Gato e a convence a juntar-se a ela no hospício em que trabalha como assistente. Ambas são levadas até Temiscira por "Atena" e são treinadas como amazonas (na realidade, esta "Atena" é Vovó Bondade disfarçada, e o treinamento era para se juntarem às Fúrias de Darkseid).

Reapareceu como co-protagonista em "Gotham City Sirens", ao lado da Mulher Gato e de Hera Venenosa; na série mensal, as três decidem dividir um esconderijo. Elas têm uma série de bons momentos juntas, até que Harley decide ir sozinha ao Asilo Arkham para matar o Coringa - porém, ele rapidamente a convence a voltar para o lado dele, iniciando uma rebelião e traindo suas companheiras.[16] Harley e Coringa são eventualmente derrotados por Batman e Mulher-Gato e Harley a vêem pela última vez sendo levado para longe, enquanto amarrado em uma camisa de força e focinho.[17] Pouco depois, Hera vai na cela Harley e tenta matá-la por sua traição, mas em vez disso oferece libertá-la se ela ajuda a matar Mulher-Gato, que tinha deixado suas duas companheiras em Arkham. Harley concorda, e as duas atraem Mulher-Gato em uma armadilha. Durante a luta que se seguiu, Mulher-Gato diz que ela bondade nelas e só queria ajudar. Assim quando Batman está prestes a prendê-las, Mulher-Gato ajuda as duas escapar.[18]

Os Novos 52[editar | editar código-fonte]

Após o reboot da DC Comics (com "Os Novos 52"), Harley Quinn aparece como uma das protagonistas da revista mensal "Suicide Squad" para que ela seja mais relevante dentro das HQs da DC devido à sua popularidade, na nova cronologia Harley tem sua origem semelhante a do Coringa, onde depois da primeira fuga do Arkhan é jogada em um tonel de substâncias químicas que o supostamente transformou em Coringa, pelo próprio, dando a ela um aspecto semelhante ao dele (pele branca e cabelos coloridos), publicada no Brasil como "Esquadrão Suicida & Aves de Rapina".[19]

Depois de uma briga com o Coringa, ela entra em um frenesi assassino, contra as pessoas responsáveis ​​pela prisão do Coringa. Capturada por Canário Negro, ela é forçosamente introduzido no Esquadrão Suicida por Amanda Waller.[20] No entanto, quando ela descobre que o Coringa pode estar morto, isto enlouquece ainda mais sua mente já confusa, e ela trai o Esquadrão Suicida, colocando sua segurança e sigilo em risco, entrando no Departamento de Polícia de Gotham em uma trama para ganhar acesso à face da pele do Coringa.[21] Seu plano aparentemente compensa, e ela consegue recuperar o rosto, embora em mais um episódio psicótico, Harley captura, amarra Pistoleiro e coloca o rosto do Coringa no rosto de Pistoleiro, para que ela possa "conversar" com seu amante morto. Pistoleiro atrai Harley para perto, atirando e ferindo gravemente ela durante a conversa.[22] Após o Coringa regressar a Gotham no arco "Death of the Family", ele á obriga disfarçar-se em seu velho traje de Chapeuzinho Vermelho e enganar Batman em ir para a fábrica de produtos químicos onde se conheceram. Batman, em seguida, cai em um tanque e exige Harley para lhe dizer onde Coringa está. Mas ela só responde, em lágrimas, que ele não é mais o Coringa que ela havia se apaixonado.[23]

Harley Quinn #7, em Os Novos 52, agosto de 2014. Na capa, Arlequina e Hera Venenosa.

Em 16 de Julho de 2013, a DC anunciou que uma nova série de quadrinhos em curso, Harley Quinn, que começou a publicação em novembro de 2013, co-escrita por Amanda Conner e seu marido Jimmy Palmiotti, capa ilustrada por Conner e ilustrações por Chad Hardin.[24] A série tem nomeadamente distanciado-se das publicações da "Família Batman" tanto em tom e premissa, com a Harley não tendo qualquer conexão significativa para Batman ou o Coringa na sequência do enredo de "Death of the Family". Na série, Harley Quinn tornou-se uma senhoria em Coney Island, é uma membro a tempo parcial de uma equipe de roller derby e voltou ao trabalho psiquiátrico com seu nome real, indicando que a verdadeira identidade de Harley não é do conhecimento público no novo status quo.

Sob a escrita de Conner e Palmiotti, Harley foi reinventada como um anti-heroína, que valoriza a vida humana e ativamente tenta melhorar a vida no seu bairro. Entre as edições de #11 e #13, Harley formou uma breve parceria com uma amnésica Poderosa e lutou contra o Rei Relógio e Mestre dos Esportes antes da memória de Poderosa ser restaurada e ela deixou Harley no topo da Torre Eiffel, como punição por tê-la enganado.[25] Harley tenta coagir uma ligação romântica com seu inquilino Mason, mas foi incapaz de namorarem devido ao grande número de responsabilidades em sua vida, equilibrando seus dois trabalhos com sua equipe de roller derby e sua carreira como uma combatente do crime.[26] Com o apoio de sua companheira, Hera Venenosa, Harley fez as pazes com Mason e utiliza a internet para recrutar outras jovens mulheres fortes, em uma equipe de combate ao crime que ela está se formando.[27] Esta equipe, compostas de mulheres de várias origens étnicas e um homem gay chamado Harvey Quinn, eles lutam contra Capitão Horatio, um capitão do mar que quer ganhar força sobre-humana após a ingestão de plantas marinhas viciantes, em uma homenagem ao Popeye. Harley concorda em ajudar uma mulher cuja filha foi sequestrada por uma gangue em Hollywood.[28]

Harley Quinn tem apresentado alguns especiais independentes que não estão diretamente ligados à série principal e apresentam vários artistas. No spin-off anual, Harley voltou brevemente a Gotham para salvar Hera Venenosa, que está no Asilo Arkham submetida a uma lavagem cerebral para criar um patógeno alucinógeno.[29] No especial de Dia dos Namorados, Harley voltou a Gotham após ganhar um encontro prêmio com Bruce Wayne (que sem o conhecimento dela é Batman) e encontra-se lutando contra um chantagista vilão dos direitos dos animais que virou super. Ela compartilha um breve momento íntimo com Bruce Wayne. Em Coney Island, Batman informa Harley que, enquanto ele ainda desconfia dela, ele a admira tentativa de heroísmo e promete não interferir. Harley beija Batman e diz-lhe para obter "lições" de beijos Bruce Wayne, ao qual Batman sorri em particular.[30]

Em Futures End, uma série definida cinco anos no futuro, Harley vai para Bahamas em uma tentativa de economizar dinheiro em passagens aéreas. O avião que a transportava falha sobre o oceano durante o vôo através de uma tempestade e Harley é levada para cima das costas de uma ilha habitada por uma tribo. A tribo rapidamente declara ela uma deusa e está determinado a casa-la com seu deus-rei que acaba por ser o Coringa. Depois de uma briga e a reconciliação, Harley descobre que o Coringa foi viver na ilha como um deus e fazendo com que os habitantes se vestem como vários super-heróis e segui-los, enquanto brinca com eles. Ela é inicialmente animada com o casamento pendente até que ela descobre que os dois serão sacrificados ao vulcão da ilha quando a cerimônia de casamento terminar.[31]

Uma série spin-off intitulada "Harley Quinn e Power Girl" foi lançada em junho de 2015. A série é definida entre as seis primeiras edições e ocorre enquanto Harley convenceu a amnésica Poderosa a virar um duo de combate ao crime.[32] A história segue as duas quando são enviadas a uma parte do espaço profundo conhecida como La Galaxia Del Sombrero durante os eventos invisíveis mencionados no Harley Quinn #12 e, em seguida, narra sua jornada para retornar à Terra.[33]

Arte presente na primeira edição de Harley Quinn #1 no selo DC Rebirth (agosto de 2016), continuação da sua série de 2013.

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2013, a DC Comics anunciou um concurso para fãs e artistas, "Break into comics with Harley Quinn!",[34] em que os concorrentes tinham que desenhar Harley em quatro diferentes cenários de suicídio. Esta competição atraiu controvérsia, não somente porque foi anunciada perto da semana americana de prevenção do suicídio, mas porque alguns artistas não gostaram do retrato sexualizado de Harley no quarto cenário, em que Harley tinha que se suicidar enquanto despida numa banheira.[35][36]

DC Rebirth[editar | editar código-fonte]

Usando o final da iniciativa Novos 52 como um ponto de partida, a DC Comics começou um segundo relançamento de toda a sua linha de títulos denominada DC Rebirth em junho de 2016. Harley Quinn vol. 3, nº 1 foi a estréia no relançamento bimestral da série Harley Quinn.

O novo visual de Arlequina é semelhante ao do Novo 52, no qual ela usa um top sem mangas, shorts apertados e botas. A cor do cabelo mudou para loiro com coloração azul no lado esquerdo e rosa no lado direito, mais semelhante à versão de Margot Robbie no filme Esquadrão Suicida.

No DC Rebirth, a mesma história de Os Novos 52 é recriada. Desta vez, Arlequina gerencia uma propriedade que inclui um show de teatro e freak em Staten Island. Além disso, ela tem dezenas de animais de estimação, uma gangue de subordinados conhecida como sua "Gangue de Harleys." E ela também é responsável por um museu de cera. No primeiro arco de histórias de Harley Quinn Rebirth, ela tem que combater uma epidemia de zumbis e recebe ajuda de "Red Tool", paródia com Deadpool da Marvel. A história apresenta uma distinção que Harley é obrigada a ser o adulto responsável por uma vez.[37]

Habilidades[editar | editar código-fonte]

Arlequina não apresenta nenhum poder, porém graças ao soro dado pela Hera Venenosa, sua força e agilidade foram aumentadas significativamente. O soro também lhe deu a capacidade de resistir a maioria das toxinas, incluindo o gás do riso do Coringa e o gás do medo do Espantalho.

Arlequina supostamente é muito inteligente possuindo grande conhecimento na área da psiquiatria podendo fazer rápidos diagnósticos de heróis e vilões. Porém ela é constantemente ludibriada por mentes mais brilhantes, tornando assim os seus momentos de "esperteza" algo raro nas HQs convencionais. Contudo, após os Novos 52 os autores modificaram a personagem a colocando mais em situações de protagonismo e independência.

Harley é ginasta altamente capacitada devido ao seu treinamento na juventude. Ela também se demonstra uma ótima lutadora devido sua flexibilidade, força e agilidade. Assim como o Coringa ela pode ser extremamente violenta e imprevisível em combate, mas por mais que sua imprevisibilidade seja marcante ela tem um estilo de luta bem diferente do de seu "pudinzinho", enquanto o Coringa tem um estilo de luta mais focado e muitas vezes utilizando armas brancas e de fogo, Harley também usa armas, porém tem um estilo mais aéreo com acrobacias e chutes altos.

Outras mídias[editar | editar código-fonte]

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Filmes[editar | editar código-fonte]

Batman Triunfante[editar | editar código-fonte]

Antes do lançamento de Batman & Robin, Mark Protosevich foi autorizado pela Warner Brothers a escrever um roteiro para o quinto filme do Batman, intitulado Batman Triunfante, que seria dirigido por Joel Schumacher. Harley Quinn estaria incluída no filme como um dos três vilões, junto com Espantalho e Morcego Humano.

Em julho de 2000, Protosevich confirmou Harley Quinn e Espantalho como os dois únicos vilões. Especulava-se que Harley Quinn seria interpretada por Madonna, sendo que o roteiro foi reescrito de forma que Harley Quinn seria a filha do Coringa em busca de vingança, ao invés de sua amante ou ajudante. Devido à fraca bilheteria de Batman & Robin, maus rumores circulando na internet e a análise negativa dos críticos, Batman Triunfante nunca foi rodado e a franquia enfrentou um hiato de oito anos.

Liga da Justiça: A Nova Fronteira[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn faz uma rápida aparição na animação longa metragem 'Liga da Justiça: A Nova Fronteira' (2008). Ela é vista durante o discurso do presidente John F. Kennedy.

Batman: Assault on Arkham[editar | editar código-fonte]

No longa metragem Batman: Assault on Arkham (2014), Harley é uma dos seis personagens principais (junto com: Pistoleiro; Aranha Negra; Nevasca, Tubarão-Rei e Capitão Bumerangue). No filme, está em uma missão especial da Força Tarefa X (mais conhecida como "Esquadrão Suicida") comandada por Amanda Waller, com o intuito de matar o Charada, que tem em mãos informações confidenciais.

Margot Robbie interpreta a personagem nos cinemas.

Universo Cinematográfico DC

Esquadrão Suicida[editar | editar código-fonte]

A personagem ira ser introduzida no Universo Cinematográfico DC, fazendo sua estreia no filme Esquadrão Suicida e sera interpretada pela atriz Margot Robbie. O filme estreou em 4 de agosto de 2016.

Televisão[editar | editar código-fonte]

Birds of Prey[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Birds of Prey

No seriado "Birds of Prey", a personagem foi a principal vilã da série, estando por trás de todos os inimigos combatidos por Oráculo, Caçadora e Dinah, apesar de só se revelar no último episódio. Foi interpretada por Mia Sara, aparecendo como uma psicanalista da heroína, Helena Kyle (a Caçadora, filha de Batman e da Mulher-Gato).Nesta série batman tem um breve romance com arlequim

Arrow

Ver artigo principal: Arrow

A aparição da Harley Quinn na verdade foi um enorme easter-egg da série, com a personagem sendo interpretada por Cassidy Alexa e sendo dublada por Tara Strong, a mesma voz utilizada pela personagem na série de jogos Batman: Arkham. No episódio "Suicide Squad", a personagem foi listada simplesmente como uma "fêmea desajustada no Esquadrão". A personagem possui apenas uma fala (Vocês queridinhos precisam se consultar? Sou uma terapeuta treinada), porém, a personagem pode vir a aparecer outras vezes durante a série.

Batman: Return of The Joker[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn aparece no flashback do que ocorreu com Tim Drake, e foi dada como morta após cair num abismo junto a Arkham. Ao final do filme ela reaparece viva e idosa, como a avó das gêmeas Dee Dee, que faziam parte da gangue de Jokerz, pagando a fiança das mesmas, mas dando-lhes uma bronca por se envolverem com o crime.

The Batman[editar | editar código-fonte]

Introduzida no episódio Two of a Kind da série animada The Batman, na quarta temporada, Harley Quinn é Harleen Quinzel, anfitriã de um programa de TV sobre psicologia popular intitulado "Heart to Heart with Harley". É o programa favorito de Coringa. Com o pretexto de obter a graduação online de Psicologia, ela dá consulta a seus visitantes. Seu chefe cancela o programa após ela tentar constranger Bruce Wayne, convidado do programa, com a justificativa de que esta havia distorcido o real objetivo do programa, de ajudar as pessoas e que Harley o havia transformado num circo. Sua demissão é transmitida ao vivo e vista pelo Coringa, que decide tomar vantagem da situação e acaba convencendo-a a ser sua cúmplice. Sua voz foi interpretada pela atriz e dubladora Hynden Walch.

Batman: The Brave and the Bold[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn aparece no episódio "Emperor Joker", da segunda temporada, tendo um breve caso amoroso com o Batmirim. Ao invés do traje tipicamente associado a ela, Harley aparece com um visual típico da década de 1920, e em preto-e-branco.

Videogames[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn faz algumas aparições em alguns jogos sobre as séries animadas de Batman. Ela aparece como personagem secundário em The Adventures of Batman & Robin para Super Nintendo e como chefe para Sega Genesis. Aparece em "Injustice Gods Among Us" como uma personagem selecionável, em The Adventures of Batman & Robin para Sega CD e também em Batman: Chaos in Gotham. Ela não é chefe no jogo Batman Vengeance, mas desempenha importante papel no enredo. Inicialmente, ela se apresenta como sendo Mary Flynn em uma armadilha do Coringa para o Batman. Então, Harley Quinn atua do começo ao fim do jogo, fazendo o trabalho sujo do Coringa após ele fingir ter morrido. Nos dois jogos para Sega CD, sua voz é feita por Arleen Sorkin.

Lego[editar | editar código-fonte]

Aparece no jogo Lego Batman: The Videogame, lançado em 2008; no jogo Lego Batman 2: DC Superheroes, de 2012, e no mais recente, Lego Batman 3: Beyond Gotham, de 2014. Nas duas últimas versões, a Palhaça Princesa do Crime é dublada por Laura Bailey. Em todos os jogos de Lego (e nos apresentados anteriormente), o uniforme clássico é o principal. No entanto, em Lego Batman 3: Beyond Gotham, a versão dos Novos 52 está disponível para download, na DLC "O Esquadrão" (juntamente com personagens como: Exterminador, El Diablo, Tubarão Rei, Amanda Waller, Capitão Bumerangue e Pistoleiro).

Arkham Asylum[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn também tem importante papel no jogo de 2009 Batman: Arkham Asylum, onde ela ajuda Coringa a executar seu plano de tomar o controle do Asilo Arkham e obter a fórmula da toxina Titan - químico projetado pela Dra. Penelope Young, que torna simples homens, em verdadeiros tanques de guerra - além de sequestrar o diretor do Asilo Arkham, Quincy Sharp, e roubar seu cartão de acesso à todas as alas do hospital, se tornando assim, brevemente, a "diretora" do Asilo. (SPOILERS) É derrotada por Batman e presa em uma cela de contenção, onde fica pelo resto do jogo (possuí diálogos interativos).

No jogo é mostrada sua relação com a ex-botânica Dra. Pamela Lilian Isley, a vilã Hera Venenosa. As duas são muito próximas e a própria editora DC Comics já confirmou que há um romance lésbico entre as duas. No jogo, sua roupa é parecida com um uniforme de enfermeira, mostrando parte de seu busto, e uma saia de enfermeira com meias longas (provavelmente uma adaptação radical no seu antigo uniforme de psiquiatra). Suas cores passam a ser não mais vermelho e preto, mas branco, vermelho e azul arroxeado. Também utiliza uma máscara (possivelmente de seu antigo uniforme) e uma carregada maquiagem branca.

Abandonando seu característico martelo, sua "arma" no game é um cetro confiscado de Quincy Sharp, com o símbolo de Arkham (uma letra A) no topo, envolto com uma esfera rosada. Como já dito anteriormente, Harley também abandonou seu uniforme clássico, mas seu gorro preto e vermelho com pompons brancos, pode ser encontrado em sua antiga sala de trabalho. Encontrar sua sala faz parte dos vários desafios do Charada. Sua dublagem no original é feita por Arleen Sorkin (não há dublagem brasileira).

Arkham City[editar | editar código-fonte]

A personagem também aparece em Batman: Arkham City, continuação (um ano após) de Batman: Arkham Asylum para as plataformas PC, PS3, XBOX 360 e Wii U, lançado em 2011. Sua participação na história principal não é tão notória quanto fora a vista em Arkham Asylum, [SPOILER], mas é a personagem destaque na DLC "Harley Quinn's Revenge". ou "A Vingança da Harley Quinn", que se passa uma semana após o final de Arkham Cirty, onde a mesma sequestra vários policias do DPGC, para chamar atenção da Bat-família, e se vingar pela morte de seu pudinzinho no final do jogo.

No jogo, sua roupa é muito diferente da vista no anterior. A essência da Harley Quinn Clássica foi retomada pelos produtores da Rocksteady (produtora da série Arkham, com exceção do jogo de 2013, Batman Arkham Origins), e ela adota novamente as cores vermelho e preto, mas de uma maneira um tanto sexy. Duas tatuagens são vista, uma no braço direito, e uma na barriga, do lado esquerdo. [SPOILER] Na DLC HQ's Revenge, sua roupa continua a mesma vista em Arkham City, mas se tornou inteiramente preta com alguns detalhes em vermelho. Seu cabelo foi pintado de preto, com a ponta de sua maria-chiquinha direita em vermelho.

Curiosidade: a cor preta de seu cabelo na DLC HQ's Revenge é muito provavelmente a cor natural de seu cabelo. Essa teoria é muito aceitável pois o jogo tem muitas ligações com a série animada, onde a personagem diz (no episódio "Arlequinada") que não é loira de verdade.

Arkham Origins[editar | editar código-fonte]

Harley também faz uma aparição no jogo Batman: Arkham Origins, 2013 (que se trata de uma prévia dos jogos anteriores, produzida pela WB Montreal). No jogo, ela ainda é psiquiatra e trabalha na prisão Blackgate e corresponde por seu nome real: Harleen Frances Quinzel. Ela aparece inicialmente quando Batman derrota o Coringa (logo após a luta com o Bane, na cobertura do Hotel Royal de Gotham), que é levado para Blackgate, onde tem uma consulta com a Dra. Quinzel; no final da consulta, pode-se notar o início da paixão de Harley pelo palhaço. Depois de um tempo no jogo, Batman tem de salvá-la, pois esta foi feita refém pelos capangas do Coringa. Ao completar o "resgate" o jogador adquiri um modelo 3D da Doutora Quinzel, que pode ser acessado no menu principal do jogo. Algo curioso sobre esse modelo de persongem é que Harleen está segurando uma prancheta, e se o jogador der um zoom nela, poderá levar com certa dificuldade que está escrito Suicide Squad (Esquadrão Suicida). O que poderia indicar que Harley fora convocada, juntamente com Slade Wilson (o Exterminador, um dos assassinos contratados para matar o Batman no jogo) para participar da equipe. No entanto, este é um grande erro da produtora, pois Harleen ainda não começou sua carreira como vilã. Portanto, pode-se especular que a prancheta foi confiscada por ela (ou foi simplesmente um erro dos designers).

Arkham Knight[editar | editar código-fonte]

No novo (e último) game da série Arkham, Batman: Arkham Knight (antes previsto para 14/10/14 mas com a data de lançamento oficialmente mudada para o dia 25/06/15), Harley é umas das vilãs principais. E é uma personagem jogável! O novo uniforme da personagem retorna com as cores apresentadas em Arkham Asylum (vermelho, azul e branco). Porém, tem um estilo mais parecido com o de Arkham City.

Na trama principal, (talvez contenha spoilers), Harley não participa diretamente da operação do Espantalho. Ela aparece por volta do meio do jogo (ainda na trama principal, e não como missão secundária), como nova líder da antiga gangue do Coringa (que agora possuí uniformes vermelhos e pretos, parecidos com o da DLC HQ's Revenge) e invade o "esconderijo do Batman" nos Estúdios Panessa. Suas motivações parecem estar longe das do Espantalho (como é dito por ela em sua DLC), pois está buscando matar o Batman pelo que ele fez com o Coringa, em Arkham City.

(SPOILERS) Harley liberta os novos Coringas de suas celas de conteção nos Estúdios Panessa, causando uma grande confusão. É impedida por Batman e Robin e fica presa pelo resto do jogo nas celas de contenção. É uma das poucas vilãs que não é encaminhada para o Departamento de Polícia de Gotham City (DPGC). Pode ser visitada a qualquer momento e possuí diálogos interativos (o que é muito parecido com o que ocorre em Arkham Asylum).

"Episódios de Arkham: A História da Arlequina" é o nome da DLC do jogo onde se pode jogar com a personagem.

Injustice: Gods Among Us[editar | editar código-fonte]

No jogo lançado dia 3 de abril de 2013, para Android, iOS, PlayStation 4, PlayStation 3, PlayStation Vita, Xbox 360, Wii U, Microsoft Windows, a Harley faz uma participação como personagem jogável (fazendo também sua participação na campanha principal). Suas duas versões (Insurgência e Regime) no jogo tem aparências bem distintas, mas não deixa de ser a Harley que se conhece. As 'skins' para Harley no jogo são: Regime (que já vem com o jogo); Insurgência (liberada com pontos, adquiridos no próprio jogo); Arkham City (liberada ao comprar qualquer carta do Coringa na versão para IOS); Clássica (de Arlequim - adquirida via DLC); Ame-Comi (adquirida via DLC); Clássica (textura da série animada - que pode ser adquirida APENAS na versão para IOS). No game, a dublagem é feita originalmente por Tara Strong, e no Brasil, por Iara Riça.

Recepção[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn foi lida como tendo transtorno de personalidade dependente, bem como mostrando comportamento anti-social tipicamente de vilão.[38] Kate Roddy descreve Harley Quinn como uma "mulher ambisiosa com uma carreira que desiste de sua autonomia para se tornar uma ajudante abusada", e discute as respostas dos fãs para a personagem.[39]

Chris Sims descreve a abordagem da série animada a mostrando como "uma versão da personagem que está tendo suas aventuras agora", e considera que a escolha como sendo uma parte fundamental da produção da Harley Quinn. Chris Sims a descreve como o Robin do Coringa.[40]

Embora a personagem é amplamente conhecida por ter um relacionamento romântico com o Coringa, ela também é conhecida por sua amizade com Pamela Isely. Em Junho de 2015, foi confirmado pelos autores da sua série Jimmy Palmiotti e Amanda Conner, que ela está em um relacionamento romântico não-monogâmico com Hera Venenosa.[41]

Referências

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  2. «DC». DC. Consultado em 2016-11-27. 
  3. "HARLEY QUINN AND HER GANG OF HARLEYS #1". DC.
  4. (2016-08-04) "Harley Quinn #1 Sells Over 400,000 Copies" (em en-US). Screen Rant.
  5. "Top 100 Comic Book Villains: 45. Harley Quinn"IGN.
  6. Frankenhoff, Brent (2011). Comics Buyer's Guide Presents: 100 Sexiest Women in ComicsKrause Publications. p. 19. ISBN 1-4402-2988-0.
  7. Jankiewicz, Pat. «Quinn-tessentials. Arleen Sorkin gets a kick out of being the Joker's wench». Starlog. Harley's Haven. Consultado em May 5, 2015. 
  8. Dini, Paul; Chip, Kidd (1998). Batman Animated HarperCollins Publishers [S.l.] ISBN 978-0-06-107327-4. 
  9. a b Cláudio Roberto Basílio (29/07/2008). «CORINGA - O PALHAÇO DO CRIME - PARTE 3». HQManiacs. Consultado em 21/05/2010. 
  10. Eloyr Pacheco (27 de outubro de 2004). «HQ: com cronologia ou sem cronologia?». site sobrecarga. Consultado em 21/05/2010. 
  11. «Batman: Louco Amor, de Paul Dini e Bruce Timm, chega às lojas do HQ Club». Universo HQ. 08/11/2002. Consultado em 21/05/2010. 
  12. Jankiewicz, Pat. «Quinn-tessentials. Arleen Sorkin gets a kick out of being the Joker's wench». Starlog. Harley's Haven. Consultado em May 5, 2015. 
  13. Goldstein, Hilary (24 May 2005). "Batman: Harley Quinn Review"IGN
  14. Evan Narcisse. "DC Comics: Harley Quinn & Poison Ivy Are Girlfriends "Without Monogamy""Kotaku
  15. André Craveiro. «BATMAN - HARLEY QUINN». Universo HQ. 
  16. Gotham City Sirens #20–23. DC Comics
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  26. Harley Quinn #14 (February 2015). DC Comics
  27. Harley Quinn #15 (March 2015). DC Comics
  28. Harley Quinn## #16-19(June–August 2015)
  29. Harley Quinn Annual #1 (October 2014). DC Comics
  30. Harley Quinn Valentines Day Special #1 (Feb 2015). DC Comics
  31. "Future's End: Harley Quinn" (2014). DC Comics
  32. "CONNER, PALMIOTTI Talk HARLEY QUINN, June POWER GIRL Spin-Off, Female Readers". Newsarama.
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  35. Sieczkowski, Cavan (September 12, 2013). "Awful Comic Contest Asks For Drawings of Naked Woman Committing Suicide"The Huffington Post.
  36. Callie Beusman. "DC Comics Contest: Draw a Naked Woman Committing Suicide"Jezebel
  37. «Harley Quinn: Rebirth Gets a Deadpool Team Up (Sort Of)». Screenrant. 
  38. Crippa, J. A. S.; Hallak, J. E. C. (2 April 2012). "Dr Harley Quinn, the villain from Gotham City with dependent personality disorder - psychiatry in pictures".The British Journal of Psychiatry200 (4): 267–267.doi:10.1192/bjp.bp.111.102020.
  39. Roddy, Kate Ellen (2011). "Masochist or machiavel? Reading Harley Quinn in canon and fanon". Transformative Works and Cultures (8).doi:10.3983/twc.2011.0259.
  40. "Ask Chris #173: The Trouble With Harley Quinn".Comics Alliance.
  41. Evan Narcisse. "DC Comics: Harley Quinn & Poison Ivy Are Girlfriends "Without Monogamy""Kotaku