Arlequina

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Harley Quinn
HarleyQuinn1.jpg
Arte de Terry Dodson
Dados da publicação
Publicado por DC Comics
Primeira aparição Batman: A Série Animada Episódio #22 "Joker's Favor" (1992)
Criado por Paul Dini
Bruce Timm
Características do personagem
Alter ego Dra. Harleen Frances Quinzel
Espécie Humana
Terra natal Gotham City
Afiliações Sociedade Secreta dos Super-Vilões
Sexteto Secreto
Sereias de Gotham
Esquadrão Suicida
Ocupação Ex-psiquiatra e criminosa profissional
Base de operações Gotham City
Inimigos Batman
Situação presente Ativa
Codinomes conhecidos Princesa Palhaça do Crime, Arlequina
Habilidades Força e agilidade soberbas, ginasta altamente capacitada, ótima lutadora, imune a maioria das toxinas.
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

Arlequina (Harley Quinn, no original), cujo nome real é Harleen Frances Quinzel, é um personagem fictício, supervilã inimiga do Batman no Universo DC. Não deve ser confundida com a vilã da Era de Ouro, Arlequim (Molly Mayne), inimiga e mais tarde esposa do Lanterna Verde (Alan Schott)

Seu nome é baseado no arlequim e foi proposto pelo Coringa como um trocadilho ao seu nome original, Harleen Quinzel. Isto é explicado no romance gráfico Mad Love, criado por Paul Dini e Bruce Timm em fevereiro de 1994 (depois adaptada na série animada The New Batman Adventures em 1999[1] ), premiada com o Prêmio Eisner de Melhor História no mesmo ano.[1] essa história foi publicada no Brasil 2 vezes, a primeira em 2 edições em formatinho na revista Batman - O Desenho da TV pela Abril Jovem em 1995[2] . Em 2002 foi republicada pela Opera Graphica no formato 16 x 23 cm e em preto e branco.[3]

História[editar | editar código-fonte]

Harleen Quinzel destacou-se durante o período escolar como uma ágil ginasta, o que lhe permitiu obter uma bolsa de estudos para estudar Medicina na Universidade de Arkham. Em algumas histórias, para conseguir boas notas, usou por diversas vezes de artifícios censuráveis, como paquerar seus professores.

Posteriormente, trabalhou como psiquiatra no Manicômio Arkham, onde conheceu Coringa, seu paciente. Enganada pela história de que ele havia tido uma infância infeliz, Quinzel apaixona-se profundamente. As autoridades suspeitaram que ela tenha sido a responsável por ajudar o Coringa a escapar por diversas vezes do asilo e, por isso, a aprisionaram. Durante um terremoto em Gotham City, Quinzel escapa da prisão e transforma-se Harley Quinn, parceira de Coringa no crime. Ajudante, parceira de crime, namorada e eventual empregada doméstica do Príncipe Palhaço do Crime, a bela Harley Quinn está sempre a postos para atender as vontades do seu amado Coringa, e sua devoção ao criminoso chega a tal ponto que ela só chama o sorridente vilão de “Senhor Coringa”, “Senhor C.” ou – pior ainda – “Pudim” ou “Pudinzinho”. O relacionamento entre Coringa e Harley Quinn é um dos mais complexos do Universo DC.

No episódio "Harley and Ivy" do desenho animado Batman: A Série Animada, Harley Quinn está frustrada e, então, resolve roubar o Diamante Arlequim do museu de Gotham City para provar o seu valor. No mesmo instante, Hera Venenosa rouba plantas tóxicas do museu. As duas rapidamente tornam-se amigas e Hera Venenosa a leva para o seu lar, em um local de despejo de lixo tóxico. Hera Venenosa aplica-lhe uma injeção de soro que torna Harley Quinn imune a todas as toxinas e venenos, além de uma melhoria em sua força e agilidade. Juntas, praticam diversos delitos, ficando conhecidas como as "Rainhas do Crime" de Gotham City. A amizade é várias vezes abalada pela reprovação de Hera ao relacionamento entre Harley Quinn e Coringa, pois sente que o Coringa não dá o devido valor a sua companheira, sabendo que ele a maltrata às vezes. Por isso, Hera está sempre tentando persuadir Harley Quinn a desistir de sua paixão, sem sucesso.

A revista Batman: Harley Quinn apresenta outra versão sobre a origem da amizade entre Harley Quinn e Hera Venenosa. Em dúvidas se realmente sente algo por Harley Quinn ou não, Coringa deixa o seu lado mau prevalecer. Ele a amarra em um foguete, que aterrissa em Robinson Park. Hera Venenosa a encontra e a salva, quando reconhece que se trata da Dra. Harleen Quinzel, que ela conheceu no Asilo Arkham. O plano inicial de Hera Venenosa é matá-la, porém tal ideia foi vencida pela curiosidade. Hera convence Harley Quinn a contar toda sua história e acaba notando alguma semelhança na história de Harley Quinn com a sua. Ela propõe a Harley Quinn a proposta de juntas elas se vingarem de Batman e se reconciliar com o Coringa. Harley Quinn aceita.

Quadrinhos[editar | editar código-fonte]

A primeira vez que Harley Quinn é retratada nos quadrinhos foi em Batman: Harley Quinn, lançada em outubro de 1999, tendo surgido primeiramente nos desenhos animados (mais precisamente em Batman: A Série Animada). O sucesso da personagem no desenho levou ao seu aparecimentos também nas histórias do Batman em quadrinhos. Entretanto, assim como as histórias em quadrinhos do Coringa, as de Harley Quinn são mais psicóticas e com menos humor excêntrico do que as da série animada.

Uma série da Harley Quinn foi publicada mensalmente pela DC Comics durante 38 edições, entre 2001 e 2003[4] . Entre os criadores do título estão Karl Kesel, Terry Dodson, A.J. Lieberman e Mike Huddleston. A série termina com Harley Quinn retornando por conta própria ao Asilo Arkham. Ela então aparece na série Batman: Hush, de Jeph Loeb. Reaparece na edição de Villains United como um dos principais vilões que escapam de Arkham, porém perde a consciência durante a fuga. É brevemente mencionada em Detective Comics #823, voltando a aparecer em Batman #663 (onde ajuda o plano do Coringa a matar seus capangas, sem perceber que é uma armadilha onde é a verdadeira vítima; quando descobre ser o alvo, Harley Quinn dá um tiro no ombro de Coringa).

A aparição seguinte de Harley Quinn se dá na Detective Comics #831, escrita por Paul Dini. Ela ainda esta à beira da loucura, mas aparentemente curada. Seu pedido de liberdade condicional fora rejeitado por Bruce Wayne, membro da comissão médica de Arkham. É seqüestrada por Sugar, a versão feminina do Ventríloquo, que lhe oferece um serviço. Harley Quinn recusa o serviço em respeito à memória de Arnold Wesker, o Ventríloquo original, e ajuda Batman e o Comissário Gordon a capturar Sugar. Apesar da fuga da nova Ventríloquo, Wayne impressiona-se com o esforço de Harley Quinn e lhe concede a liberdade condicional.

Na versão em Quadrinhos de Aves de Rapina, Harley Quinn aparece como o sexto membro do Sexteto Secreto na edição #105, e descobre que um companheiro do sexteto traiu o grupo e foi assassinado, o que a levou a sair do grupo (edição #108).

Em Countdown to Final Crisis #43, Harleen Quinzel é mostrada como uma amazona, tendo abandonado a roupa de bobo-da-corte. Ela ajuda Holly Robinson a subsitituir a Mulher-Gato e a convence a juntar-se a ela no hospício em que trabalha como assistente. Ambas são levadas até Temiscira por "Atena" e são treinadas como amazonas (na realidade, esta "Atena" é Vovó Bondade disfarçada, e o treinamento era para se juntarem às Fúrias de Darkseid).

Reapareceu como co-protagonista em "Gotham City Sirens", ao lado da Mulher Gato e de Hera Venenosa; na série mensal, as três decidem dividir um esconderijo. Elas têm uma série de bons momentos juntas, até que Harley decide ir sozinha ao Asilo Arkham para matar o Coringa - porém, ele rapidamente a convence a voltar para o lado dele, iniciando uma rebelião e traindo suas companheiras. Harley acaba presa, mas Hera a liberta pouco depois.

Após o reboot da DC comics (com "Os Novos 52"), Harley Quinn aparece como uma das protagonistas da revista mensal "Suicide Squad" para que ela seja mais relevante dentro das HQs da DC devido à sua popularidade, na nova cronologia Harley tem sua origem semelhante a do Coringa, onde depois da primeira fuga do Arkhan é jogada em um tonel de substâncias químicas que o supostamente transformou em Coringa, pelo próprio, dando a ela um aspecto semelhante ao dele (pele branca e cabelos coloridos), publicada no Brasil como "Esquadrão Suicida & Aves de Rapina"; nela, após o desaparecimento e suposta morte do Coringa (desmentida em Batman#2), Harley é presa e recrutada para o grupo de mesmo nome da revista, formado por ela e outros vilões em busca de redução da pena.

Habilidades[editar | editar código-fonte]

Arlequina não apresenta nenhum poder, porém graças ao soro dado pela Hera Venenosa, sua força e agilidade foram aumentadas significativamente. O soro também lhe deu a capacidade de resistir a maioria das toxinas, incluindo o gás do riso do Coringa e o gás do medo do Espantalho.

Arlequina supostamente é muito inteligente possuindo grande conhecimento na área da psiquiatria podendo fazer rápidos diagnósticos de heróis e vilões. Porém ela é constantemente ludibriada por mentes mais brilhantes, tornando assim os seus momentos de "esperteza" algo raro nas HQs convencionais. Contudo, após os Novos 52 os autores modificaram a personagem a colocando mais em situações de protagonismo e independência.

Harley é ginasta altamente capacitada devido ao seu treinamento na juventude. Ela também se demonstra uma ótima lutadora devido sua flexibilidade, força e agilidade. Assim como o Coringa ela pode ser extremamente violenta e imprevisível em combate, mas por mais que sua imprevisibilidade seja marcante ela tem um estilo de luta bem diferente do de seu "pudinzinho", enquanto o Coringa tem um estilo de luta mais focado e muitas vezes utilizando armas brancas e de fogo, Harley também usa armas, porém tem um estilo mais aéreo com acrobacias e chutes altos.

Outras mídias[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Batman Triunfante[editar | editar código-fonte]

Antes do lançamento de Batman & Robin, Mark Protosevich foi autorizado pela Warner Brothers a escrever um roteiro para o quinto filme do Batman, intitulado Batman Triunfante, que seria dirigido por Joel Schumacher. Harley Quinn estaria incluída no filme como um dos três vilões, junto com Espantalho e Morcego Humano.

Em julho de 2000, Protosevich confirmou Harley Quinn e Espantalho como os dois únicos vilões. Especulava-se que Harley Quinn seria interpretada por Madonna, sendo que o roteiro foi reescrito de forma que Harley Quinn seria a filha do Coringa em busca de vingança, ao invés de sua amante ou ajudante. Devido à fraca bilheteria de Batman & Robin, maus rumores circulando na internet e a análise negativa dos críticos, Batman Triunfante nunca foi rodado e a franquia enfrentou um hiato de oito anos.

Liga da Justiça: A Nova Fronteira[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn faz uma rápida aparição na animação longa metragem 'Liga da Justiça: A Nova Fronteira' (2008). Ela é vista durante o discurso do presidente John F. Kennedy.

Batman: Assault on Arkham[editar | editar código-fonte]

No longa metragem Batman: Assault on Arkham (2014), Harley é uma dos seis personagens principais (junto com: Pistoleiro; Aranha Negra; Nevasca, Tubarão-Rei e Capitão Bumerangue). No filme, está em uma missão especial da Força Tarefa X (mais conhecida como "Esquadrão Suicida") comandada por Amanda Waller, com o intuito de matar o Charada, que tem em mãos informações confidencias.

Margot Robbie irá interpretar a personagem nos cinemas.

Universo Cinematográfico DC

A personagem ira ser introduzida no Universo Cinematográfico DC, fazendo sua estreia no filme Esquadrão Suicida e sera interpretada pela atriz Margot Robbie. O filme tem estreia prevista para 5 de agosto de 2016.

Televisão[editar | editar código-fonte]

Batman: A Série Animada[editar | editar código-fonte]

A primeira aparição de Harley Quinn foi no desenho animado Batman: A Série Animada, no episódio 22 intitulado Joker's Favor, em setembro de 1992. Na ocasião, Harley Quinn era apenas uma figurante, seguidora do Coringa. Sua voz foi feita por Arleen Sorkin, a qual serviu de inspiração para a criação da personagem. Sorkin estrelou a novela Days of our Lives, onde aparecia vestida como bobo-da-corte, o que levou Paul Dini a criar a personagem do desenho exclusivamente para que Sorkin fizesse a voz. Além disso, Dini acrescentou aspectos da personalidade de Sorkin em Harley Quinn.

Birds of Prey[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Birds of Prey

No seriado "Birds of Prey", a personagem foi a principal vilã da série, estando por trás de todos os inimigos combatidos por Oráculo, Caçadora e Dinah, apesar de só se revelar no último episódio. Foi interpretada por Mia Sara, aparecendo como uma psicanalista da heroína, Helena Kyle (a Caçadora, filha de Batman e da Mulher-Gato).Nesta série batman tem um breve romance com arlequim

Arrow

Ver artigo principal: Arrow

A aparição da Harley Quinn na verdade foi um enorme easter-egg da série, com a personagem sendo interpretada por Cassidy Alexa e sendo dublada por Tara Strong, a mesma voz utilizada pela personagem na série de jogos Batman: Arkham. No episódio "Suicide Squad", a personagem foi listada simplesmente como uma "fêmea desajustada no Esquadrão". A personagem possui apenas uma fala (Vocês queridinhos precisam se consultar? Sou uma terapeuta treinada), porém, a personagem pode vir a aparecer outras vezes durante a série.

Batman: Return of The Joker[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn aparece no flashback do que ocorreu com Tim Drake, e foi dada como morta após cair num abismo junto a Arkham. Ao final do filme ela reaparece viva e idosa, como a avó das gêmeas Dee Dee, que faziam parte da gangue de Jokerz, pagando a fiança das mesmas, mas dando-lhes uma bronca por se envolverem com o crime.

The Batman[editar | editar código-fonte]

Introduzida no episódio Two of a Kind da série animada The Batman, na quarta temporada, Harley Quinn é Harleen Quinzel, anfitriã de um programa de TV sobre psicologia popular intitulado "Heart to Heart with Harley". É o programa favorito de Coringa. Com o pretexto de obter a graduação online de Psicologia, ela dá consulta a seus visitantes. Seu chefe cancela o programa após ela tentar constranger Bruce Wayne, convidado do programa, com a justificativa de que esta havia distorcido o real objetivo do programa, de ajudar as pessoas e que Harley o havia transformado num circo. Sua demissão é transmitida ao vivo e vista pelo Coringa, que decide tomar vantagem da situação e acaba convencendo-a a ser sua cúmplice. Sua voz foi interpretada pela atriz e dubladora Hynden Walch.

Batman: The Brave and the Bold[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn aparece no episódio "Emperor Joker", da segunda temporada, tendo um breve caso amoroso com o Batmirim. Ao invés do traje tipicamente associado a ela, Harley aparece com um visual típico da década de 1920, e em preto-e-branco.

Videogames[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn faz algumas aparições em alguns jogos sobre as séries animadas de Batman. Ela aparece como personagem secundário em The Adventures of Batman & Robin para Super Nintendo e como chefe para Sega Genesis. Aparece em "Injustice Gods Among Us" como uma personagem selecionável, em The Adventures of Batman & Robin para Sega CD e também em Batman: Chaos in Gotham. Ela não é chefe no jogo Batman Vengeance, mas desempenha importante papel no enredo. Inicialmente, ela se apresenta como sendo Mary Flynn em uma armadilha do Coringa para o Batman. Então, Harley Quinn atua do começo ao fim do jogo, fazendo o trabalho sujo do Coringa após ele fingir ter morrido. Nos dois jogos para Sega CD, sua voz é feita por Arleen Sorkin.

Lego[editar | editar código-fonte]

Aparece no jogo Lego Batman: The Videogame, lançado em 2008; no jogo Lego Batman 2: DC Superheroes, de 2012, e no mais recente, Lego Batman 3: Beyond Gotham, de 2014. Nas duas últimas versões, a Palhaça Princesa do Crime é dublada por Laura Bailey. Em todos os jogos de Lego (e nos apresentados anteriormente), o uniforme clássico é o principal. No entanto, em Lego Batman 3: Beyond Gotham, a versão dos Novos 52 está disponível para download, na DLC "O Esquadrão" (juntamente com personagens como: Exterminador, El Diablo, Tubarão Rei, Amanda Waller, Capitão Bumerangue e Pistoleiro).

Arkham Asylum[editar | editar código-fonte]

Harley Quinn também tem importante papel no jogo de 2009 Batman Arkham Asylum, onde ela ajuda Coringa a executar seu plano de tomar o controle do Asilo Arkham e obter a fórmula da toxina Titan - químico projetado pela Dra. Penelope Young, que torna simples homens, em verdadeiros tanques de guerra - além de sequestrar o diretor do Asilo Arkham, Quincy Sharp, e roubar seu cartão de acesso à todas as alas do hospital, se tornando assim, brevemente, a "diretora" do Asilo. (SPOILERS) É derrotada por Batman e presa em uma cela de contenção, onde fica pelo resto do jogo (possuí diálogos interativos).

No jogo é mostrada sua relação com a ex-botânica Dra Pamela Lilian Isley, a vilã Hera Venenosa. As duas são muito próximas e a própria editora DC Comics já confirmou que há um romance lésbico entre as duas.

No jogo, sua roupa é parecida com um uniforme de enfermeira, mostrando parte de seu busto, e uma saia de enfermeira com meias longas (provavelmente uma adaptação radical no seu antigo uniforme de psiquiatra). Suas cores passam a ser não mais vermelho e preto, mas branco, vermelho e azul arroxeado. Também utiliza uma máscara (possivelmente de seu antigo uniforme) e uma carregada maquiagem branca.

Abandonando seu característico martelo, sua "arma" no game é um cetro confiscado de Quincy Sharp, com o símbolo de Arkham (uma letra A) no topo, envolto com uma esfera rosada.

Como já dito anteriormente, Harley também abandonou seu uniforme clássico, mas seu gorro preto e vermelho com pompons brancos, pode ser encontrado em sua antiga sala de trabalho. Encontrar sua sala faz parte dos vários desafios do Charada.

Sua dublagem no original é feita por Arleen Sorkin (não há dublagem brasileira).

Arkham City[editar | editar código-fonte]

A personagem também aparece em Batman-Arkham City, continuação (um ano após) de Batman: Arkham Asylum para as plataformas PC, PS3, XBOX 360 e Wii U, lançado em 2011. Sua participação na história principal não é tão notória quanto fora a vista em Arkham Asylum, [SPOILER], mas é a personagem destaque na DLC "Harley Quinn's Revenge". ou "A Vingança da Harley Quinn", que se passa uma semana após o final de Arkham Cirty, onde a mesma sequestra vários policias do DPGC, para chamar atenção da Bat-família, e se vingar pela morte de seu pudinzinho no final do jogo.

No jogo, sua roupa é muito diferente da vista no anterior. A essência da Harley Quinn Clássica foi retomada pelos produtores da Rocksteady (produtora da série Arkham, com exceção do jogo de 2013, Batman Arkham Origins), e ela adota novamente as cores vermelho e preto, mas de uma maneira um tanto sexy. Duas tatuagens são vista, uma no braço direito, e uma na barriga, do lado esquerdo. [SPOILER] Na DLC HQ's Revenge, sua roupa continua a mesma vista em Arkham City, mas se tornou inteiramente preta com alguns detalhes em vermelho. Seu cabelo foi pintado de preto, com a ponta de sua maria-chiquinha direita em vermelho.

Curiosidade: a cor preta de seu cabelo na DLC HQ's Revenge é muito provavelmente a cor natural de seu cabelo. Essa teoria é muito aceitável pois o jogo tem muitas ligações com a série animada, onde a personagem diz (no episódio "Arlequinada") que não é loira de verdade.

Arkham Origins[editar | editar código-fonte]

Harley também faz uma aparição no jogo Batman Arkham Origins, 2013 (que se trata de uma prévia dos jogos anteriores, produzida pela WB Montreal). No jogo, ela ainda é psiquiatra e trabalha na prisão Blackgate e corresponde por seu nome real: Harleen Frances Quinzel. Ela aparece inicialmente quando Batman derrota o Coringa (logo após a luta com o Bane, na cobertura do Hotel Royal de Gotham), que é levado para Blackgate, onde tem uma consulta com a Dra. Quinzel; no final da consulta, pode-se notar o início da paixão de Harley pelo palhaço. Depois de um tempo no jogo, Batman tem de salvá-la, pois esta foi feita refém pelos capangas do Coringa. Ao completar o "resgate" o jogador adquiri um modelo 3D da Doutora Quinzel, que pode ser acessado no menu principal do jogo. Algo curioso sobre esse modelo de persongem é que Harleen está segurando uma prancheta, e se o jogador der um zoom nela, poderá levar com certa dificuldade que está escrito Suicide Squad (Esquadrão Suicida). O que poderia indicar que Harley fora convocada, juntamente com Slade Wilson (o Exterminador, um dos assassinos contratados para matar o Batman no jogo) para participar da equipe. No entanto, este é um grande erro da produtora, pois Harleen ainda não começou sua carreira como vilã. Portanto, pode-se especular que a prancheta foi confiscada por ela (ou foi simplesmente um erro dos designers).

Arkham Knight[editar | editar código-fonte]

No novo (e último) game da série Arkham, Batman Arkham Knight (antes previsto para 14/10/14 mas com a data de lançamento oficialmente mudada para o dia 25/06/15), Harley é umas das vilãs principais. E é uma personagem jogável! O novo uniforme da personagem retorna com as cores apresentadas em Arkham Asylum (vermelho, azul e branco). Porém, tem um estilo mais parecido com o de Arkham City.

Na trama principal, (talvez contenha spoilers), Harley não participa diretamente da operação do Espantalho. Ela aparece por volta do meio do jogo (ainda na trama principal, e não como missão secundária), como nova líder da antiga gangue do Coringa (que agora possuí uniformes vermelhos e pretos, parecidos com o da DLC HQ's Revenge) e invade o "esconderijo do Batman" nos Estúdios Panessa. Suas motivações parecem estar longe das do Espantalho (como é dito por ela em sua DLC), pois está buscando matar o Batman pelo que ele fez com o Coringa, em Arkham City.

(SPOILERS) Harley liberta os novos Coringas de suas celas de conteção nos Estúdios Panessa, causando uma grande confusão. É impedida por Batman e Robin e fica presa pelo resto do jogo nas celas de contenção. É uma das poucas vilãs que não é encaminhada para o Departamento de Polícia de Gotham City (DPGC). Pode ser visitada a qualquer momento e possuí diálogos interativos (o que é muito parecido com o que ocorre em Arkham Asylum).

"Episódios de Arkham: A História da Arlequina" é o nome da DLC do jogo onde se pode jogar com a personagem.

Injustice: Gods Among Us[editar | editar código-fonte]

No jogo lançado dia 3 de abril de 2013, para Android, iOS, PlayStation 4, PlayStation 3, PlayStation Vita, Xbox 360, Wii U, Microsoft Windows, a Harley faz uma participação como personagem jogável (fazendo também sua participação na campanha principal). Suas duas versões (Insurgência e Regime) no jogo tem aparências bem distintas, mas não deixa de ser a Harley que se conhece. As 'skins' para Harley no jogo são: Regime (que já vem com o jogo); Insurgência (liberada com pontos, adquiridos no próprio jogo); Arkham City (liberada ao comprar qualquer carta do Coringa na versão para IOS); Clássica (de Arlequim - adquirida via DLC); Ame-Comi (adquirida via DLC); Clássica (textura da série animada - que pode ser adquirida APENAS na versão para IOS). No game, a dublagem é feita originalmente por Tara Strong, e no Brasil, por Iara Riça.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Série Arkham[editar | editar código-fonte]

- No segundo jogo da série Arkham (Batman: Arkham City), na Siderúgica, é possível encontrar um teste de gravidez de Harley, cujo resultado é positivo. Nos créditos do jogo, é possível ouvir a Harley Quinn cantando sua própria versão mórbida de "Hush Little Baby" - uma canção de ninar, muito conhecida nos EUA. A música, na versão da Harley, em tradução livre, diria algo como: "Silêncio bebezinho, não diga uma palavra, mamãe vai matar a droga do mundo inteiro pra você"

- No entanto, durante a DLC: Harley Quinn's Revenge, no local onde antes havia o teste de gravidez positivo, há inúmeros outros teste de gravidez, de resultado negativo.

Batman do Futuro: O Retorno do Coringa[editar | editar código-fonte]

- O filme de animação Batman Beyond: Return of the Joker tem lugar no futuro, muito tempo após os acontecimentos em Batman: The Animated Series. Este filme possuí uma cena de flashback em que Harley cai em um abismo profundo durante uma batalha com a Batgirl, sendo que em um diálogo entre a agora comissária Barbara Gordon e Terry McGinnis (o Batman do Futuro), é mencionado que Harley nunca mais foi vista após esse acontecimento. No final do filme, um par de meninas gêmeas, as Dee Dee, que estavam trabalhando para um Coringa renascido são liberadas sob fiança pela sua avó, que com raiva as repreende e lamenta o quão decepcionada ela estava com elas, sendo que elas respondem: "Oh, cale a boca, Vovó Harley Quinn."

Injustice[editar | editar código-fonte]

- Na HQ intitulada "Injustice: Gods Among Us - Ano Dois: Capítulo 13", durante uma luta com Canário Negro, momentos antes de acertar um martelo em sua cabeça, Harley descobre que Canário está grávida(do Arqueiro Verde, é claro), e se recusa a continuar lutando, pois, em suas palavras, se lembra de "como é se sentir assim". É então revelado que, quatro anos antes, tivera uma filha (cujo pai é o Coringa) chamada Lucy, mas que mora com a irmã de Harleen longe o suficiente para que o pai não saiba de sua existência, já que, com anos convivência com o palhaço, Harley sabe que ele mataria a filha. Isso mostra que embora Quinn seja uma psicopata, no fundo ela tem um lado maternal, responsável e piedoso, se recusando a matar a heroína grávida.

Série Animada

- No episódio da Série Animada do Batman intitulado "H Harley Quinnde" ('' Arlequinada' no Brasil), a própria Harley revela não ser loira de verdade. Mas ainda não se sabe a verdadeira cor de seu cabelo.

Referências

  1. a b «CORINGA - O PALHAÇO DO CRIME - PARTE 3». HQManiacs. 29/07/2008. Consultado em 21/05/2010.  |coautores= requer |autor= (Ajuda)
  2. «HQ: com cronologia ou sem cronologia?». site sobrecarga. 27 de outubro de 2004. Consultado em 21/05/2010.  |coautores= requer |autor= (Ajuda)
  3. «Batman: Louco Amor, de Paul Dini e Bruce Timm, chega às lojas do HQ Club». Universo HQ. 08/11/2002. Consultado em 21/05/2010. 
  4. André Craveiro. «BATMAN - HARLEY QUINN». Universo HQ.