Aroeira-brava

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Aruera.jpg
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Sapindales
Família: Anacardiaceae
Género: Lithraea
Espécie: L. molleoides
Nome binomial
Lithraea molleoides
(Vell.) Engl., 1876
Sinónimos
  • Lithraea aroeirinha March. ex Warm.
  • Rhus clausseniana Turcz.
  • Schinus leucocarpus Mart. ex Engl. in Mart. & Eichl.
  • Schinus molle L.
  • Schinus molleoides Vell.

A aroeira-brava (nome científico: Lithraea molleoides) é nativa do Brasil e do Uruguai.[1]

Usos[editar | editar código-fonte]

Cultivada em arborização urbana e paisagismo no sul e sudeste do Brasil. Seus frutos são usados como xarope, e toda a planta tem uso medicinal, como adstringente, balsâmica, diurética, emenagoga, purgativa, estomáquica, tônica e vulnerária.

Efeitos tóxicos[editar | editar código-fonte]

Essa planta é responsável pelos casos mais graves de dermatites fitogênicas conhecidos. Estas dermatites são desencadeadas por ação alergizante, na qual as lesões dependem da prévia sensibilização do sistema imunológico. Os componentes alergênios de toda a família estão dentro de um grupo de substâncias denominadas coletivamente de "urushiois". Estas substâncias complexam com proteínas presentes dentro do tecido das pessoas que entram em contato com a planta, causando uma inflamação.

Os sintomas são: queimação, eritema e prurido intenso, seguido do desenvolvimento de vesículas. As lesões aparecem primariamente nas áreas expostas, podendo ocorrer lesões secundárias nas genitálias ou em outras áreas para as quais os catecóis possam ter se espalhado.

Referências


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