Arquidiocese de Cracóvia

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Arquidiocese de Cracóvia
Archidiœcesis Cracoviensis
Catedral de Wawel
Localização
País Polônia
Dioceses sufragâneas Diocese de Bielsko–Żywiec
Diocese de Kielce
Diocese de Tarnów
Estatísticas
Área 5 730 km²
Informação
Rito romano
Criação da diocese século X
Elevação a arquidiocese 28 de outubro de 1925 (95 anos)
Governo da arquidiocese
Arcebispo Marek Jędraszewski
Bispo auxiliar Janusz Edward Mastalski
Damian Andrzej Muskus, O.F.M.
Jan Szkodoń
Robert Jósef Chrzaszcz
Arcebispo emérito Stanisław Dziwisz
Bispo auxiliar emérito Jan Zając
Jurisdição Metropolitana
Contatos
Endereço Kuria Metropolitalna, ul. Franciszkanska 3, 31-004
Página oficial www.diecezja.pl
dados em catholic-hierarchy.org

A Arquidiocese de Cracóvia (Archidiœcesis Cracoviensis, Archidiecezja krakowska) é uma arquidiocese da Igreja Católica situada em Cracóvia, na Polônia.[1] É fruto da elevação da Diocese de Cracóvia. Seu atual arcebispo é Marek Jędraszewski.[1] Sua é a Catedral Basílica dos Santos Estanislau e Venceslau.

Possui 447 paróquias servidas por mais de 2 mil padres, contando com 1,5 milhão de habitantes batizados, 97,4% da população.[1]

História[editar | editar código-fonte]

A diocese de Cracóvia foi erigida no século X, pouco antes de 1000, talvez pelo rei Miecislau U no ano 984. A invasão da Boêmia de 1039 levou à destruição de arquivos eclesiásticos, por isso as origens da diocese e os nomes dos três primeiros bispos permanecem incertos ou lendários. Era originalmente um sufragânea da Arquidiocese de Gniezno.

A primeira cronologia foi compilada em 1266, a segunda em 1347. Originalmente, a diocese incluiu a cidade de Sandomir e Lublin, e toda a Pequena Polônia. De 1443 a 1791, os bispos de Cracóvia também foram Duques de Siewierz.

Em 1772, a diocese perdeu território ao sul do rio Vístula. Em 1790, ele perdeu a cidade de Lublin (agora Arquidiocese) e Kielce, onde duas novas dioceses foram erguidas.

No início do século XX, havia 850.000 católicos, 4.000 protestantes e 60.000 judeus em 197 paróquias da diocese. O imperador da Áustria tinha o privilégio de nomear o príncipe-bispo, após consulta com os bispos da Galícia.

Em 19 de agosto de 1807, devido à bula papal Quoniam carissimus do Papa Pio VII tornou-se parte da província eclesiástica de Lviv. Em 1818 tornou-se uma sufragânea da Arquidiocese de Varsóvia e em 1880, imediatamente sujeita à Santa Sé.

Foi elevada à categoria de arquidiocese metropolitana em 28 de outubro de 1925 pelo Papa Pio XI com a bula Vixdum Poloniae unitas, sendo atribuídas como Dioceses sufragâneas Tarnów, Kielce, Częstochowa e Katowice.

De 1964 a 1978 foi governado por Karol Józef Wojtyla, eleito Papa com o nome de Papa João Paulo II. Cracóvia é a primeira diocese não-italiana que teve seu ordinário eleito papa após 486 anos, pois o último foi Tortosa cujo arcebispo foi eleito papa sob o nome de Papa Adriano VI em 1522.

Em 8 de dezembro de 1981, o motto proprio Beata Hedvigis de João Paulo II instituiu a Pontifícia Academia de Teologia de Cracóvia, agora a Pontifícia Universidade Papa João Paulo II, que se origina da Faculdade de Teologia da Universidade Jaguelônica, fundada em 1397 pelo Papa Bonifácio IX.

Em 25 de março de 1992, a diocese perdeu uma parte de seu território, para o benefício da construção da nova diocese de Bielsko–Żywiec.

Prelados[editar | editar código-fonte]

Bispos[1][editar | editar código-fonte]

Arcebispos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d Cheney, David M. (2019). «Diocese of Kraków {Cracow}». The Hierarchy of the Catholic Church. Consultado em 16 de julho de 2019. Cópia arquivada em 6 de abril de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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