Arquidiocese de Cuiabá
Arquidiocese de Cuiabá Archidiœcesis Cuiabensis | |
|---|---|
| Localização | |
| País | |
| Dioceses sufragâneas | Barra do Garças Diamantino Juína Primavera do Leste-Paratininga Rondonópolis-Guiratinga São Félix Cáceres Sinop |
| Estatísticas | |
| Área | 24.542 km² |
| Informação | |
| Rito | Romano |
| Estabelecida | 6 de dezembro de 1745 (280 anos) |
| Elevação a arquidiocese | 10 de março de 1910 (115 anos) |
| Catedral | Catedral Metropolitana Basílica do Senhor Bom Jesus |
| Padroeiro(a) | Senhor Bom Jesus |
| Liderança | |
| Arcebispo | Mário Antônio da Silva |
| Arcebispo emérito | Mílton Antônio dos Santos |
| Jurisdição | Arquidiocese Metropolitana (Região Oeste 2) |
| Mapa | |
| Sítio oficial | |
| arquidiocesecuiaba | |
| dados em catholic-hierarchy.org | |
A Arquidiocese de Cuiabá (Archidioecesis Cuiabensis) é uma circunscrição eclesiástica da Igreja Católica na cidade de Cuiabá, estado de Mato Grosso.[1]
História
[editar | editar código]A prelazia territorial de Cuiabá foi erigida em 6 de dezembro de 1745, com o breve Candor lucis aeternae do Papa Bento XIV, tomando seu território da Diocese do Rio de Janeiro (hoje arquidiocese). Era originalmente sufragânea da Arquidiocese de São Salvador da Bahia.
Inicialmente, o território da prelazia se estendia por aproximadamente 1.400.000 km², incluindo os atuais estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia.
Apesar da instituição canônica da prelazia territorial, o primeiro prelado a chegar a Cuiabá foi Luiz de Castro Pereira, em 1808. Até então, apenas um outro prelado havia sido nomeado, em 1782, trinta e seis anos após a instituição da prelazia, mas ele nunca foi a Cuiabá, sendo finalmente transferido para a prelazia territorial de Goiás em 1788. Seu sucessor foi nomeado dezesseis anos depois e levou mais quatro anos para tomar posse da sé.
Em 15 de julho de 1826, a prelazia territorial foi elevada à categoria de diocese com a bula Sollicita Catholici Gregis Cura do Papa Leão XII.
Em 27 de abril de 1892, passou a fazer parte da Província Eclesiástica do Rio de Janeiro.
Em 5 de abril de 1910, a diocese cedeu partes de seu território em favor da ereção das dioceses de Corumbá e São Luiz de Cáceres e, ao mesmo tempo, foi elevada à categoria de arquidiocese metropolitana com a bula Novas constituere do Papa Pio X.[2]
Em 12 de maio de 1914, 22 de março de 1929 e 13 de julho de 1940, cedeu outras porções de território para o estabelecimento das dioceses de Registro do Araguaia (posteriormente Diocese de Guiratinga), Diamantino e a prelazia territorial da Chapada (atual Diocese de Rondonópolis-Guiratinga), respectivamente. Em 25 de junho de 2014, cedeu algumas porções de território em benefício da diocese de Rondonópolis, que na mesma época assumiu o nome de Rondonópolis-Guiratinga.
Bispos e arcebispos
[editar | editar código]| Nome | Período | Notas | |
|---|---|---|---|
| Arcebispos | |||
| 6º | Mário Antônio da Silva | 2022- | Atual |
| 5º | Mílton Antônio dos Santos, S.D.B. | 2004-2022 | Arcebispo emérito |
| 4º | Bonifácio Piccinini, S.D.B. | 1981-2004 | |
| 3º | Orlando Chaves, S.D.B. | 1956-1981 | |
| 2º | Francisco de Aquino Correia, S.D.B. | 1921-1956 | |
| 1º | Carlos Luís d'Amour | 1877-1921 | |
| Bispos | |||
| 4° | José Antônio dos Reis | 1832-1876 | |
| 3° | José Maria de Macerata, O.F.M.Cap. | 1823-1831 | |
| 2° | Luís de Castro Pereira, CSJ | 1804-1822 | |
| 1° | José Nicolau de Azevedo Coutinho Gentil | 1782-1788 | Nomeado bispo de Goiás |
| Bispo coadjutor | |||
| Cyrillo de Paula Freitas | 1905-1911 | Nomeado bispo de Corumbá | |
| Arcebispos coadjutores | |||
| Mílton Antônio dos Santos, S.D.B. | 2003-2004 | ||
| Bonifácio Piccinini, S.D.B. | 1975-1981 | ||
| Bispos auxiliares | |||
| Francisco de Aquino Correia, S.D.B. | 1914-1921 | Elevado a arcebispo | |
| Antônio Campelo de Aragão, S.D.B. | 1950-1956 | Nomeado bispo de Petrolina | |
Referências
- ↑ «Arquidiocese de Cuiabá» (em inglês)
- ↑ La bolla, assente negli Acta Apostolicae Sedis, si trova online nella Revista Philologus, nell'articolo di Carolina Akie Ochiai Seixas Lima: As consoantes geminadas latinas no português do século XVIII: uma análise filológica de manuscritos, anno 18, nº 53, maggio/agosto 2012, pp. 132-152.


