Arquivos de Epstein
Arquivos de Epstein | |
|---|---|
| País | Estados Unidos |
| Tipo de documento | documentos judiciais, conjunto de dados |
Arquivos de Epstein ou ficheiros Epstein (em inglês: Epstein files) são quase 3,5 milhões de páginas de documentos, imagens e vídeos que detalham as atividades criminosas do financista estadunidense e pedófilo condenado Jeffrey Epstein e do seu círculo social de figuras públicas, que incluía políticos e celebridades.[1]
Durante a sua campanha presidencial de 2024, Donald Trump cogitou a ideia de divulgar os arquivos de Epstein,[2] embora tenha afirmado posteriormente que os arquivos são invenções de membros do Partido Democrata.[3]
Em 18 de novembro de 2025, a Câmara dos Representantes aprovou a Epstein Files Transparency Act ("Lei de Transparência dos Arquivos Epstein") por 427 votos a 1,[4] depois aprovada por unanimidade pelo Senado.[5] Trump sancionou a lei no dia seguinte, quando ela chegou à sua mesa.[6] O Departamento de Justiça dos EUA divulgou uma quantidade relativamente pequena dos arquivos de Epstein até ao prazo final da lei, em 19 de dezembro de 2025, o que gerou críticas de ambos os partidos Democrata e Republicano. Em 30 de janeiro de 2026, foram divulgadas 3,5 milhões de páginas, incluindo 2000 vídeos e 180 000 imagens.[7] Embora o Departamento de Justiça tenha reconhecido que um total de mais de 6 milhões de páginas poderia ser qualificado como arquivos que teriam que ser divulgados de acordo com a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein,[8] afirmou que a divulgação de 30 de janeiro seria a última e que havia cumprido suas obrigações legais.[9][10] Os arquivos divulgados mencionavam diversas figuras públicas e levaram a um maior escrutínio de suas atividades.[11]
Desde a divulgação dos arquivos, três homens foram alvo de investigações criminais devido a seus vínculos com Epstein, sendo que uma delas já resultou em acusações criminais: o ex-primeiro-ministro norueguês Thorbjørn Jagland, acusado de corrupção agravada,[12] Andrew Mountbatten-Windsor, preso em 19 de fevereiro de 2026 sob suspeita de má conduta em cargo público,[13] e o político britânico Peter Mandelson.[14]
Em fevereiro de 2026, as pessoas cujos nomes aparecem com frequência nos arquivos incluem: a assistente de Epstein, Lesley Groff (157.613 menções), o contador Richard Kahn (52.781 menções), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua esposa, Melania Trump (mais de 38.000 referências),[15] o advogado Darren Indyke (17.783 menções), a traficante sexual e socialite Ghislaine Maxwell (13.169 menções) e o agente de modelos Jean-Luc Brunel (4.727 menções).[16]
Em 19 de fevereiro de 2026, o "Jmail", um arquivo online dedicado aos arquivos de Epstein, havia arquivado um total de 1.412.250 arquivos e 2.474.242 páginas; 1.401.320 dos quais foram divulgados pelo Departamento de Justiça, com 8.624 documentos provenientes do Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes.[17]
Em fevereiro de 2026, um painel de especialistas independentes nomeado pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas declarou que os arquivos de Epstein representavam uma "organização criminosa global" que englobava atos criminosos que atingiriam o limiar legal de crimes contra a humanidade sob o direito internacional.[18]
Contexto
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Jeffrey Epstein foi indiciado em 2006[21] e aceitou um acordo judicial em 2008.[22] Ele foi indiciado novamente em 2019[23] e morreu na prisão. Epstein cultivou um círculo social de figuras públicas, que incluía políticos e celebridades.[24] Isso alimentou teorias da conspiração de que Epstein mantinha uma lista de clientes para os quais traficava meninas, que a usava para chantageá-los e que foi morto por eles; essas teorias foram amplamente divulgadas após sua morte em 2019, inclusive pelo então presidente Donald Trump,[25] e novamente em 2025.[26][27]
O termo "arquivos de Epstein" refere-se a documentos coletados como provas nos processos criminais contra Epstein e seus associados, armazenados em mais de 300 gigabytes de dados, além de outras mídias, no sistema de gerenciamento de casos Sentinel do FBI.[28] Esses itens incluem sua agenda de contatos, registros de voo de seus aviões e documentos judiciais; alguns foram divulgados publicamente em versão editada.[29][30] Por exemplo, documentos judiciais e registros de voos indicam que várias personalidades proeminentes viajaram com Epstein ou estiveram em contato com ele.[31]
Conteúdo
[editar | editar código]Minuta de acusação de 2007
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O FBI iniciou a investigação de Epstein em 2006, após denúncias de que ele pagava meninas menores de idade por sexo em sua casa na Flórida. Em 2007, promotores federais prepararam uma denúncia preliminar com 32 acusações contra Epstein e dois de seus funcionários por aliciamento de menores e tráfico sexual.[32][33] Por fim, o procurador dos EUA, Alexander Acosta, aprovou um acordo que permitiu a Epstein evitar um processo federal; em vez disso, Epstein se declarou culpado de uma acusação estadual de aliciamento de prostituição de uma pessoa menor de 18 anos e recebeu uma sentença de 18 meses de prisão. Nenhuma acusação foi apresentada contra seus funcionários.[33]
A minuta da acusação descrevia Epstein como "um indivíduo com altíssimo risco de fuga e, segundo informações que recebemos, um perigo constante para a comunidade devido ao seu aliciamento contínuo de garotas menores de idade".[34] O documento descrevia muitos crimes que, no fim das contas, não foram processados em função do acordo judicial firmado por Epstein.[32]
Documentos de 2019 sobre a investigação de supostos cúmplices
[editar | editar código]E-mails de 2019 mostram que, logo após a prisão de Epstein em 2019, agentes do FBI discutiram o contato com 10 supostos cúmplices para entregar-lhes intimações do grande júri. Os e-mails não nomeiam a maioria dos supostos cúmplices, mas indicam a cidade ou o estado em que cada um se encontra. Um agente do FBI observou no e-mail que "3 foram localizados na Flórida e intimados [pelo grande júri]; 1 em Boston, 1 em Nova Iorque e 1 em Connecticut foram localizados e intimados". Um e-mail do dia seguinte identificou Ghislaine Maxwell como uma das supostas cúmplices.[35]
Procuradores federais do Distrito Sul de Nova Iorque produziram um memorando de 86 páginas intitulado "Investigação sobre possíveis cúmplices de Jeffrey Epstein", que foi enviado ao procurador dos EUA, Geoffrey Berman, em 19 de dezembro de 2019. O memorando contém declarações de 24 mulheres que relataram ter sido abusadas por Epstein quando menores de idade e de 14 que relataram ter sido abusadas por Epstein quando adultas. Uma das mulheres relatou aos promotores que Epstein a instruiu a fazer massagens em dois homens em 2011 ou 2012, e que um dos homens tentou agredi-la sexualmente, enquanto o outro a "forçou a tocar seus genitais e depois a estuprou". O FBI não comentou se os homens foram investigados ou não.[36][37]
Documentos da investigação
[editar | editar código]Os arquivos também continham anotações de entrevistas do FBI com um funcionário da propriedade de Epstein na Flórida, que descreveu tarefas como espalhar notas de 100 dólares em uma mesa perto da cama de Epstein, descartar preservativos usados e colocar uma arma entre os colchões de Epstein.[33] O funcionário também contou ao FBI em 2007 que Epstein certa vez o instruiu a comprar flores e entregá-las a uma aluna da Royal Palm Beach High School para comemorar sua atuação em uma peça escolar.[33]
Um documento detalhava um diagrama do círculo íntimo de Epstein, incluindo Ghislaine Maxwell, seu advogado Darren Indyke e seu contador Richard Kahn.[38] O diagrama, sem data, também mostrava Jean-Luc Brunel, um agente de modelos francês com laços antigos com Epstein, que enfrentou acusações de estupro na França antes de morrer por suicídio em uma prisão francesa em 2022.[39] O documento listava outros associados próximos, incluindo o chef pessoal de Epstein, pilotos e Peter Listerman, um olheiro de modelos descrito no arquivo como um "sujeito/testemunha" e "casamenteiro" de modelos.[39] A lista também incluía Les Wexner, o magnata bilionário que empregou Epstein como gestor de investimentos e afirmou ter rompido relações com Epstein em 2007.[39] Embora o diagrama indicasse que o Departamento de Justiça estava investigando pessoas próximas a Epstein por possível envolvimento, outros indivíduos identificados eram funcionários conhecidos de Epstein, nenhum dos quais foi indiciado.[39] O Departamento de Justiça ocultou os nomes e as fotografias de outras cinco pessoas no diagrama, incluindo a assistente de Maxwell e quatro funcionárias de Epstein, uma das quais foi listada como "namorada/funcionária".[39] Vítimas e defensores criticaram o Departamento de Justiça pelo que caracterizaram como extensas, porém inconsistentes, redações de nomes e detalhes nos documentos divulgados.[39]
Conexões sociais e encontros
[editar | editar código]O comunicado também detalhou as relações de Epstein com inúmeras personalidades proeminentes.[40][41][42][38][33] Os documentos ilustraram ainda como os relacionamentos de Epstein com figuras poderosas persistiram mesmo depois de ele ter sido condenado por crimes sexuais em 2008, contradizendo ou minando anos de negações públicas por parte de alguns associados.[43][44]
Vazamentos do governo do Reino Unido
[editar | editar código]Os arquivos contêm informações confidenciais e secretas do mercado financeiro, originárias do núcleo do governo do Reino Unido, que aparentemente foram enviadas a Epstein por Peter Mandelson.[45][46][47] Um e-mail enviado a Epstein de um endereço oculto em agosto de 2009 parece ter revelado o pseudônimo do primeiro-ministro Gordon Brown, "John Pond", juntamente com o endereço de e-mail seguro de Brown.[45][46][47]
Manipulação do artigo de Epstein na Wikipédia
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Os arquivos contêm um e-mail do final de 2010 de Al Seckel para Epstein, no qual ele menciona a foto de Epstein na Wikipédia e que estava tentando substituí-la por uma foto amigável, além de remover o termo "criminoso sexual" do artigo na Wikipédia, num momento em que Epstein estava tentando reconstruir sua imagem pública após ser libertado da prisão em julho de 2009.[48]
A lista de Epstein
[editar | editar código]A lista de Epstein é um suposto documento dentro desse conjunto, que contém os nomes de clientes de alto perfil para os quais Epstein traficava garotas. Epstein cultivou um círculo social de figuras públicas que incluía políticos e celebridades, alimentando alegações de que ele mantinha essa lista para chantagear esses associados — e que sua morte em 2019 não foi um suicídio (como relatado oficialmente), mas um assassinato para proteger seus clientes. As alegações sobre a existência de uma lista de clientes surgiram logo após a morte de Epstein, ganhando maior destaque em 2025 após um tuíte, agora apagado, do ex-conselheiro sênior da Casa Branca e associado do Departamento de Eficiência Governamental, Elon Musk, alegando que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava "nos arquivos de Epstein". Em 7 de julho de 2025,[49] o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), sob a segunda administração Trump, divulgou um memorando afirmando que a lista não existia e que "nenhuma evidência crível foi encontrada de que Epstein tenha chantageado indivíduos proeminentes como parte de suas ações. Não descobrimos evidências que pudessem fundamentar uma investigação contra terceiros não acusados". O memorando foi recebido com ceticismo por comentaristas políticos de todo o espectro político, como Alex Jones[50] e John Oliver.[51]
"O livro negro de Epstein" ou "o livrinho negro de Epstein" refere-se a uma agenda de 97 páginas contendo nomes, números de telefone, e-mails e endereços residenciais que um ex-funcionário retirou da casa de Epstein em 2005 e posteriormente tentou vender. O site Gawker publicou uma versão editada em 2015, e uma versão sem edições foi divulgada no 8chan em 2019.[52][53][54][55] Um segundo livro de contatos, às vezes chamado de "o outro caderninho preto de Epstein", foi publicado pelo Business Insider em 2021 e é datado de outubro de 1997.[56] Segundo a jornalista investigativa Julie K. Brown, a lista telefônica foi compilada por Ghislaine Maxwell, então namorada de Epstein, e incluía nomes de celebridades, além de jardineiros, cabeleireiros, barbeiros e eletricistas de Epstein. Brown afirmou que "a tal lista é, na verdade, uma cortina de fumaça" e que "sempre que Epstein ou Maxwell encontravam alguém importante, eles obtinham as informações de contato e as colocavam nesse arquivo... Portanto, ficou bastante claro que não se tratava de uma agenda telefônica no sentido de que esses eram todos os seus clientes. Era apenas uma lista telefônica".[57][58] O memorando do Departamento de Justiça dos EUA, de julho de 2025, afirmou que não existe nenhuma lista de clientes nos arquivos de Epstein e que os investigadores não encontraram provas credíveis de que Epstein tenha usado esse material para chantagear associados. O memorando também confirmou que a morte de Epstein foi um suicídio.[1]
Relacionamento entre Trump e Epstein
[editar | editar código]Trump e Epstein se conheciam desde o final da década de 1980 até meados da década de 2000. Em uma entrevista de 2002 para a revista New York, Trump chamou Epstein de "um cara fantástico" que "gosta de mulheres bonitas tanto quanto eu, e muitas delas são bem jovens".[59] O relacionamento entre eles esfriou no início dos anos 2000, sendo as razões mais citadas disputas sobre funcionários e um negócio imobiliário de 2004 em Palm Beach, na Flórida, no qual Trump ofereceu um lance maior que o de Epstein por uma mansão à beira-mar. Em 2003, Trump contribuiu com uma carta para um álbum encadernado de felicitações de aniversário dado a Epstein em seu 50º aniversário; o Wall Street Journal noticiou que a carta continha conteúdo sugestivo, o qual Trump negou ter escrito.[60][61] Em outubro de 2007, Trump revogou a filiação de Epstein ao clube Mar-a-Lago.[62]
A morte de Epstein
[editar | editar código]Os arquivos divulgados incluíam e-mails entre investigadores sobre a morte de Epstein, incluindo a observação de um investigador de que sua comunicação final não parecia ser uma nota de suicídio.[63] Várias investigações determinaram que a morte de Epstein foi suicídio.[63] Os registros também detalhavam uma tática que os funcionários da prisão usaram para fugir da mídia reunida fora do Centro Correcional Metropolitano quando o corpo de Epstein foi removido: a equipe usou caixas e lençóis para criar o que parecia ser um corpo e o carregou em uma van branca rotulada como pertencente ao Gabinete do Médico Legista.[63] Os repórteres seguiram a van quando ela saiu da prisão, sem saber que o corpo real de Epstein havia sido carregado em um veículo preto, que passou "despercebido", segundo as notas da entrevista.[63]
Registros financeiros
[editar | editar código]Epstein assinou um testamento de 32 páginas dois dias antes de sua morte. O documento nomeia 40 beneficiários de seu patrimônio de US$ 600 milhões. Ele deixou US$ 100 milhões para sua namorada, a dentista bielorrussa Karyna Shuliak. Ele também deixou US$ 50 milhões para seu advogado pessoal, Darren Indyke, e US$ 25 milhões para seu contador, Richard Kahn. Indyke e Kahn foram nomeados co-executores do testamento de Epstein. Ele deixou US$ 10 milhões para Ghislaine Maxwell e US$ 10 milhões para seu irmão Mark Epstein, além de US$ 5 milhões para o professor de matemática de Harvard, Martin Nowak. Não está claro quanto os beneficiários receberam, já que o patrimônio diminuiu devido a impostos e pagamentos às vítimas. Pelo menos um dos beneficiários nomeados, Mark Epstein, afirmou desconhecer que havia sido incluído como beneficiário do espólio.[64]
Ocultações
[editar | editar código]Técnicas de ocultação falhas na versão divulgada em dezembro de 2025, permitiram que membros do público recuperassem conteúdo ocultado, revelando informações que as autoridades pretendiam reter.[65][66] Usuários de redes sociais descobriram que textos ocultos em certos documentos podiam ser revelados copiando e colando-os em outro aplicativo; a falha foi identificada em um processo judicial de 2021 movido pelo gabinete do procurador-geral das Ilhas Virgens em um caso civil de extorsão, que o Departamento de Justiça havia incorporado ao seu comunicado.[67] Pelo menos 550 páginas da versão inicial divulgada em dezembro foram completamente censuradas, incluindo uma série de documentos consecutivos de 255 páginas e uma transcrição de 119 páginas do depoimento perante o grande júri.[68] Entre o conteúdo recuperado estava uma denúncia não verificada do FBI alegando que Trump havia testemunhado o assassinato e o descarte do corpo de um bebê nascido de uma vítima de tráfico humano de 13 anos.[69][70]
A divulgação em janeiro de 2026 gerou ainda mais críticas devido a falhas na ocultação. O Departamento de Justiça publicou dezenas de imagens de nudez sem ocultação, mostrando mulheres jovens ou possivelmente adolescentes com seus rostos visíveis; as imagens foram em grande parte removidas depois que o The New York Times começou a notificar o departamento.[71] Advogados das vítimas disseram que os nomes de pessoas que nunca haviam sido publicamente ligadas a Epstein apareceram sem qualquer tipo de ocultação nos arquivos.[72] Uma investigação do Wall Street Journal revelou que os nomes completos de pelo menos 43 vítimas foram expostos, incluindo mais de duas dezenas que eram menores de idade quando sofreram os abusos; alguns nomes apareceram mais de 100 vezes, e endereços residenciais ficaram visíveis em buscas por palavras-chave.[73] Brad Edwards e Brittany Henderson, advogados que forneceram ao Departamento de Justiça uma lista com 350 vítimas em 4 de dezembro para garantir que seus nomes fossem omitidos, afirmaram que o departamento não realizou uma busca básica por palavras-chave para verificar seu processo de sanitização de nomes; Edwards afirmou que havia "literalmente milhares de erros".[72][73] A vítima Anouska de Georgiou, que testemunhou contra Ghislaine Maxwell, disse que sua carteira de motorista estava entre os documentos expostos e acusou o governo de "profundo descaso pela segurança, proteção e bem-estar das vítimas".[73]
O Departamento de Justiça criou um e-mail para as vítimas relatarem erros de ocultação e disse que removeria os documentos afetados enquanto se aguarda a correção.[72] As advogadas Jennifer Freeman e Sigrid McCawley criticaram o tratamento da liberação; Freeman chamou as ocultações de "desajeitadas" e acusou o departamento de "esconder os nomes dos perpetradores enquanto expõe as sobreviventes".[74] Funcionários do departamento reconheceram que muitos registros nos arquivos eram duplicados; os revisores pareciam ter aplicado padrões diferentes ao ocultar nomes e outras informações de identificação, com alguns documentos mostrando um nome deixado exposto numa cópia, mas oculto em outra.[33]
Em 1º de fevereiro de 2026, advogados representando mais de 200 supostas vítimas, pediram aos juízes federais Richard Berman e Paul Engelmayer que ordenassem a remoção imediata do site Epstein Files do Departamento de Justiça, chamando a divulgação de "a violação mais flagrante da privacidade da vítima já feita na história dos Estados Unidos".[75] O procurador-geral adjunto, Todd Blanche, defendeu os procedimentos do departamento, dizendo que os erros de ocultação afetaram "cerca de 0,001%" de todos os materiais e que o departamento agiu rapidamente na correção dos erros quando notificado.[75]
Posicionamento da administração Trump
[editar | editar código]Durante a campanha presidencial de 2024, Donald Trump e seus aliados prometeram divulgar arquivos relacionados a Jeffrey Epstein que estavam em poder do governo federal. Trump afirmou em entrevistas que "provavelmente" tornaria públicos registros adicionais de Epstein,[76] enquanto aliados como J. D. Vance e Donald Trump Jr. acusaram o governo Biden de ocultar uma lista de clientes de Epstein.[77] Após assumir o cargo, a Procuradora-Geral Pam Bondi anunciou em fevereiro de 2025 que estava revisando o material relacionado a Epstein sob a direção do presidente Trump,[78] e o FBI realizou uma extensa revisão de aproximadamente 100.000 registros.[79]
Em julho de 2025, o Departamento de Justiça divulgou um memorando concluindo que não existia nenhuma "lista de clientes" nos arquivos de Epstein, que não havia provas credíveis que sustentassem as alegações de que Epstein havia chantageado indivíduos proeminentes e que sua morte foi um suicídio.[78][80][1] O anúncio gerou críticas tanto de apoiadores de Trump quanto de parlamentares democratas.[78][81] Reportagens do The Wall Street Journal e do The New York Times revelaram posteriormente que Bondi havia informado Trump em maio que seu nome constava nos arquivos ao lado de "boatos não verificados" e que autoridades haviam aconselhado a não divulgar a informação publicamente.[82][83] Trump classificou os arquivos como documentos falsificados criados por oponentes políticos[84] e entrou com um processo por difamação contra o Wall Street Journal devido à sua cobertura.[85]
Em 19 de novembro de 2025, Trump sancionou o Epstein Files Transparency Act ("Lei de Transparência dos Arquivos Epstein"), aprovado pelo Congresso para obrigar a divulgação de registros do Departamento de Justiça relacionados a Epstein.[86] A assinatura ocorreu sem a presença de jornalistas.[87]
Promessas de campanha (2024)
[editar | editar código]Durante o governo Biden, aliados de Trump, incluindo Kash Patel, promoveram alegações de que o FBI estava retendo uma "lista de clientes" de Epstein e pressionaram por sua divulgação. Em junho de 2024, Donald Trump Jr. acusou o governo, durante a convenção Turning Point Action, de manter a lista em segredo para proteger pedófilos; em outubro, J. D. Vance afirmou: "Precisamos divulgar a lista de Epstein".[77]
Trump, apesar de ter mencionado uma ligação entre Epstein e Bill Clinton na Conservative Political Action Conference de 2015,[88] raramente citou os arquivos de Epstein durante esse período; no entanto, ele não refutou as alegações de seus aliados.[89] Em duas ocasiões durante sua campanha presidencial de 2024, Donald Trump prometeu divulgar os arquivos de Epstein. Em uma entrevista à Fox News em junho de 2024, quando questionado se desclassificaria os documentos, Trump respondeu: "Sim, sim, eu desclassificaria". O vídeo foi compartilhado por uma conta oficial da campanha de Trump no Twitter. A resposta sem cortes, exibida posteriormente, mostra Trump dizendo que não tinha certeza se participaria porque "você não quer afetar a vida das pessoas se houver coisas falsas lá dentro, porque há muita coisa falsa naquele monte de coisas".[90][76] Numa entrevista concedida a Lex Fridman em setembro de 2024, Trump afirmou que "não teria problema algum" em divulgar arquivos adicionais sobre Epstein e que "provavelmente" tornaria pública a lista de clientes.[91][76]
Divulgação inicial e revisão do FBI (fevereiro a maio de 2025)
[editar | editar código]A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, foi questionada em 21 de fevereiro de 2025 pelo jornalista da Fox News, John Roberts, sobre se o Departamento de Justiça publicaria "a lista de clientes de Jeffrey Epstein", e Bondi respondeu: "Está aqui na minha mesa neste exato momento, para ser analisado. Foi uma diretriz do presidente Trump. Estou analisando".[78][92]
Em 27 de fevereiro, ela divulgou documentos que não continham nenhuma informação nova significativa.[79] Diante da indignação pública, Bondi exigiu que o diretor do FBI, Kash Patel, fornecesse o extenso material que ela havia solicitado inicialmente.[93] Michael Seidel, chefe da Seção de Registros/Divulgação de Informações do FBI, contestou a ordem de Bondi e foi forçado a renunciar.[93] O FBI trabalhou nos registros de Epstein por duas semanas no final de março, de acordo com o senador Dick Durbin. Ele escreveu posteriormente:
[Bondi] pressionou o FBI para colocar aproximadamente 1.000 funcionários em turnos de 24 horas para revisar cerca de 100.000 registros relacionados a Epstein, a fim de produzir mais documentos que pudessem ser divulgados em um prazo arbitrariamente curto. Esse esforço... foi complementado de forma improvisada por centenas de funcionários do escritório de campo do FBI em Nova Iorque, muitos dos quais não possuíam a experiência necessária para identificar informações protegidas por lei sobre crianças vítimas e testemunhas infantis ou para lidar adequadamente com pedidos da Lei da Liberdade de Informação (FOIA). Meu escritório foi informado de que esses funcionários receberam instruções para "sinalizar" quaisquer registros em que o presidente Trump fosse mencionado.[79][94]
Nos documentos, o FBI encontrou dezenas de nomes de alto perfil, incluindo o de Trump. Uma equipe de agentes da Lei de Liberdade de Informação (FOIA), citando exceções na lei, ocultou o nome de Trump porque, embora ele fosse presidente em exercício na época, era um cidadão comum quando a investigação federal sobre Epstein começou em 2006.[93]
O advogado e professor de direito Alan Dershowitz afirmou, em entrevista a Sean Spicer em 19 de março de 2025, que conhecia os nomes de indivíduos em tal lista e arquivos não divulgados relacionados a Epstein, acrescentando: "Eu sei por que eles estão sendo suprimidos. Eu sei quem está suprimindo essas informações" e que ele estava "[...] vinculado por sigilo judicial e pelos processos, e não posso divulgar o que sei".[95][27] Dershowitz havia feito parte da equipe jurídica que negociou um acordo de não persecução penal para Epstein em 2006.[27]
Em maio, Bondi informou Trump de que seu nome constava nos arquivos de Epstein. Ela também afirmou que os arquivos continham "boatos não verificados" sobre Trump e outras pessoas, pornografia infantil e informações que identificavam as vítimas de Epstein. Por isso, as autoridades recomendaram que os arquivos não fossem divulgados. O diretor de comunicação da Casa Branca, Steven Cheung, negou as notícias de que Trump teria sido aconselhado a não divulgar os arquivos, e Bondi afirmou que "como parte de nosso briefing de rotina, informamos o presidente sobre as descobertas".[82][96] Pouco depois, Bondi cancelou sua participação na Cúpula Internacional contra o Tráfico de Seres Humanos da CPAC, alegando uma ruptura na córnea.[97] Segundo o Politico, "após o briefing divulgado em maio, Trump parece ter tentado restringir as divulgações públicas do governo para evitar a liberação de informações".[98] Em 18 de maio, Patel e o vice-diretor do FBI, Dan Bongino, disseram à Fox News que Epstein havia cometido suicídio.[99]
Em 6 de junho, o podcast Joe Rogan Experience exibiu uma entrevista com Kash Patel, que disse sobre o caso Epstein: "analisamos todas as informações e o público americano receberá tudo o que pudermos divulgar. Ele se matou... Você realmente acha que eu não lhe daria essa [prova em vídeo], se ela existisse?"[100]
Memorando do Departamento de Justiça e resposta da administração (julho–novembro de 2025)
[editar | editar código]Em 6 de julho de 2025, a Axios noticiou que o Departamento de Justiça e o FBI concluíram, em um memorando de duas páginas, que não havia provas de que Epstein mantivesse uma "lista de clientes", chantageasse indivíduos proeminentes ou tivesse sido assassinado; o memorando também confirmou a conclusão do legista de que Epstein morreu por suicídio.[78][101] O Departamento de Justiça divulgou o memorando publicamente em 7 de julho, afirmando que "não descobriu evidências que pudessem fundamentar uma investigação contra terceiros não acusados" e que não divulgaria mais documentos relacionados a Epstein.[102][80][103] Questionada sobre o que Bondi quis dizer em fevereiro quando afirmou que o material de Epstein estava "em sua mesa", a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que Bondi se referia a "todo o acervo de documentos" relacionados aos crimes de Epstein, e não a uma lista específica de clientes; Bondi ofereceu um esclarecimento semelhante em uma reunião de gabinete no dia seguinte.[104][105][106]
A posição do governo gerou críticas de todo o espectro político. Representantes democratas contestaram as conclusões,[81] enquanto ativistas e influenciadores de direita — incluindo os irmãos Hodgetwin, Alex Jones, Rogan O'Handley e Liz Wheeler — expressaram ceticismo.[26][78] Bondi enfrentou críticas particularmente severas de muitos no movimento MAGA.[107][108][109] O podcaster Joe Rogan chamou a mudança de posição do governo de "um divisor de águas", especialmente para os apoiadores que haviam apoiado Trump com base na transparência prometida.[110][111] Numa reunião na Casa Branca em 9 de julho, que contou com a presença de Bondi, Dan Bongino, Kash Patel e a chefe de gabinete Susie Wiles, Bongino e Patel teriam sido confrontados sobre o memorando; Bongino chegou a considerar a possibilidade de renunciar.[112][113] Em 18 de agosto, Bondi e Patel anunciaram que o procurador-geral do Missouri, Andrew Bailey, dividiria o cargo de vice-diretor do FBI com Bongino, com Bailey tomando posse em 15 de setembro.[114] Algumas figuras apoiaram a versão do governo de que mais divulgações eram desnecessárias, incluindo o ex-advogado de Epstein, David Schoen, que ajudou a negociar um acordo judicial em 2008.[115]
Donald Trump @realDonaldTrump em inglês: Their new SCAM is what we will forever call the Jeffrey Epstein Hoax, and my PAST supporters have bought into this 'bullshit,' hook, line, and sinker. [...] Let these weaklings continue forward and do the Democrats work, don't even think about talking of our incredible and unprecedented success, because I don't want their support anymore!
O novo GOLPE deles é o que sempre chamaremos de Farsa de Jeffrey Epstein, e meus antigos apoiadores engoliram essa mentira sem questionar. [...] Deixem esses fracotes seguirem em frente e fazerem o trabalho dos Democratas, nem pensem em falar do nosso sucesso incrível e sem precedentes, porque eu não quero mais o apoio deles!
16 de julho de 2025[84]
A partir de meados de julho, Trump caracterizou os arquivos de Epstein como documentos falsificados criados por oponentes políticos, incluindo o governo Biden, Barack Obama e Hillary Clinton.[116][84] Em 16 de julho, o Departamento de Justiça demitiu Maurene Comey, a procuradora federal que havia processado Epstein; ela é filha de James Comey, que foi demitido por Trump do cargo de diretor do FBI em 2017.[117] Em 17 de julho, dia em que o The Wall Street Journal noticiou que Trump havia escrito uma carta incluída em um livro que celebrava o 50º aniversário de Epstein, 22 anos antes, Trump anunciou no Truth Social que havia instruído Bondi a buscar aprovação judicial para divulgar "todos e quaisquer depoimentos pertinentes do Grande Júri", chamando a atenção em curso de "UMA FARSA, perpetuada pelos Democratas".[118] Bondi respondeu que estava "pronta para recorrer ao tribunal amanhã".[119] Observadores jurídicos notaram que não se esperava que as transcrições contivessem informações novas significativas.[120] No dia seguinte, Trump processou o Wall Street Journal — incluindo dois repórteres, o proprietário Rupert Murdoch e as empresas controladoras Dow Jones e News Corp — por difamação e calúnia.[85] Em 21 de julho, a Casa Branca removeu um repórter do Wall Street Journal da equipe de imprensa que acompanharia Trump em sua viagem à Escócia.[121]
Os pedidos do Departamento de Justiça para a divulgação de documentos do grande júri foram negados por juízes federais. Em 23 de julho, a juíza Robin Rosenberg decidiu que não poderia atender a um pedido de acesso a documentos do grande júri da Flórida com base unicamente no "amplo interesse público" fora de um processo judicial, ordenando, em vez disso, a abertura de um novo caso.[122] Os advogados de Ghislaine Maxwell se opuseram à divulgação, classificando-a como "uma ampla intrusão no sigilo do grande júri", considerando as "opções legais" restantes de Maxwell e seus "direitos ao devido processo legal".[123] Em 8 de agosto, o Departamento de Justiça ampliou seu pedido para incluir provas do grande júri nos casos de Maxwell e Epstein.[124] O juiz Paul Engelmayer negou o pedido referente ao caso Maxwell em 11 de agosto, decidindo que "toda a premissa da administração — de que os materiais do grande júri no caso Maxwell trariam à luz novas informações significativas sobre os crimes de Epstein e Maxwell, ou sobre a investigação do governo a respeito deles — é comprovadamente falsa"; ele classificou as explicações públicas do governo como "dissimuladas".[125][126] O juiz Richard Berman negou posteriormente um pedido semelhante para obter os materiais do caso Epstein.[127]
O vice-procurador-geral Todd Blanche se reuniu com Ghislaine Maxwell nos dias 24 e 25 de julho no escritório do procurador federal em Tallahassee.[128][129] O Departamento de Justiça divulgou a transcrição e a gravação de áudio da entrevista em 22 de agosto.[130][131] Maxwell, que havia sido condenada a 20 anos de prisão, estava encarcerada na prisão federal FCI Tallahassee na época das entrevistas.[132] Ela recebeu imunidade limitada durante os interrogatórios, o que significa que suas respostas às perguntas dos entrevistadores não podem ser usadas contra ela.[133] Blanche é o advogado pessoal de Trump e seu indicado político. No ano anterior, Blanche havia se referido ao advogado de Maxwell, David Oscar Markus, como um "amigo".[134]
Maxwell disse a Blanche: "certamente nunca vi o presidente em nenhum desses lugares — não me lembro de tê-lo visto na casa dele [Epstein], por exemplo. Na verdade, nunca vi o presidente em nenhum tipo de ambiente de massagem. Eu nunca presenciei o presidente em qualquer situação inadequada. O presidente nunca teve um comportamento inadequado com ninguém".[135] A CNN observou que Maxwell mentiu sobre seus próprios crimes e sobre os crimes de Epstein na entrevista, e que ela pareceu estar tentando bajular Trump com declarações como "admiro sua extraordinária conquista de se tornar presidente" e "gosto dele, e sempre gostei dele".[136] Em relação à credibilidade de Maxwell durante o interrogatório de dois dias, Blanche disse à CNN em 17 de setembro que seria "impossível" avaliá-la, já que "determinar se uma testemunha é credível leva semanas e semanas e semanas". Ele acrescentou: "cabe ao povo americano determinar se acredita que as respostas dela foram credíveis".[137] George Conway observou que "o interrogatório de Todd Blanche a Ghislaine Maxwell foi (a) completamente incompetente; ou (b) intencionalmente elaborado para não obter fatos que incriminassem Trump". Blanche respondeu: "quando entrevistei Maxwell, as autoridades policiais não tinham acesso aos materiais que o espólio de Epstein escondeu durante anos e que só agora foram entregues ao Congresso".[138]
Em 25 de julho, quando um repórter da CNN perguntou a Trump se ele planejava perdoar Maxwell, ele respondeu evasivamente: “Estou autorizado a fazê-lo, mas é algo em que não pensei”.[139] Em 1º de agosto, o Bureau of Prisons confirmou que, após a entrevista, Maxwell foi transferida para o Campo Prisional Federal Bryan,[140][141] em Bryan, Texas,[142] uma instalação de segurança mínima com alojamento em estilo dormitório, geralmente considerado menos desagradável do que outras prisões federais.[143][144] Em novembro, teria recebido privilégios especiais e planejava requerer a comutação da sua pena; a denunciante foi demitida da prisão.[145][146] Annie Farmer, que fez acusações contra Epstein e Maxwell, disse a Kaitlan Collins da CNN: "mesmo sabendo que o DOJ se reuniria com ela [Maxwell] foi extremamente perturbador. ... com esta transferência da prisão, acho que novamente parece que ela está recebendo tratamento preferencial ... e é realmente preocupante para nós o que pode estar por vir".[147] Em 23 de agosto, a família de Giuffre respondeu à transcrição da entrevista de Maxwell-Blanche, dizendo à CBS que as declarações de Maxwell estavam "em contradição direta" com sua "condenação por tráfico sexual infantil" e que Blanche "nunca a desafiou sobre suas mentiras comprovadas pelo tribunal". A família disse que o Departamento de Justiça comunicou assim “que o tráfico sexual de crianças é aceitável e será recompensado”.[148]
Em 4 de setembro de 2025, o ativista político James O'Keefe, fundador do grupo de extrema-direita Project Veritas, postou uma gravação secreta com o vice-chefe interino de Operações Especiais do DOJ, Joseph Schnitt. Na gravação, Schnitt reconhece a existência dos arquivos de Epstein, dizendo que há “milhares e milhares de páginas de arquivos” e que “eles irão censurar [os nomes de] cada pessoa republicana ou conservadora nesses arquivos, deixando todas as pessoas liberais e democratas nesses arquivos”. Schnitt afirmou que a transferência de Maxwell para uma prisão de segurança mínima foi "contra a política [do Federal Bureau of Prisons] porque ela é uma criminosa sexual condenada" e que "eles estão oferecendo a ela algo para manter a boca fechada". Ele também descreveu Bondi como "uma pessoa do sim" e que ela "quer tudo o que Trump quiser".[149][150] Em resposta à gravação, Schnitt afirmou que não tinha ideia de que estava sendo gravado e disse que conheceu a repórter disfarçada de O'Keefe no aplicativo Hinge. Ele disse que seus comentários foram baseados no que ele “aprendeu na mídia” e não no DOJ. Em resposta, o DOJ afirmou que as declarações de Schnitt eram falsas, dizendo que "Joseph Schnitt não teve nenhum papel na revisão interna do Departamento dos materiais de Epstein" e postou uma captura de tela do iPhone de um e-mail que Schnitt enviou a seus superiores descrevendo as gravações como acontecendo em duas datas em agosto de 2025.[150]
Até 14 de novembro de 2025, Trump continuou a afirmar que os arquivos eram documentos falsificados criados por oponentes políticos, incluindo a administração Biden, Barack Obama e Hillary Clinton, referindo-se ao assunto como uma "farsa democrata".[151]
Ação do Congresso
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Em 18 de novembro de 2025, a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou a Lei de Transparência de Arquivos de Epstein em uma votação de 427-1. O deputado Clay Higgins (R-LA) deu o único voto dissidente.[152] Mais tarde, no mesmo dia, o Senado votou por unanimidade pela aprovação da mesma versão do projeto de lei, enviando-o à mesa de Trump.[152][153] O projeto foi formalmente repassado do gabinete do Senado à mesa do presidente na manhã do dia 19 de novembro de 2025.[154]
Defesa das vítimas e pressão inicial
[editar | editar código]As vítimas de Epstein e os seus defensores pressionaram o Congresso para obrigar a divulgação de registos federais. Os irmãos de Virginia Giuffre, Sky Roberts e Danny Wilson, e a cunhada de Giuffre, Amanda Roberts, disseram aos repórteres em julho de 2025 que queriam que documentos relevantes fossem divulgados. Amanda Roberts acrescentou que Giuffre também disse que queria que os documentos fossem divulgados e que Virgínia teria sido a favor da "transparência e justiça". Virginia Giuffre morreu por suicídio no início do ano.[155]
Em 3 de setembro de 2025, os sobreviventes falaram publicamente fora do Capitólio dos EUA, exigindo que a procuradora-geral Bondi divulgasse todos os arquivos.[156] Frustrados com décadas de falta de responsabilização, alguns sobreviventes anunciaram planos para compilar a sua própria lista interna de associados de Epstein se as autoridades continuassem a reter informações.[157] Um mês depois, a acusadora Annie Farmer disse à CNN que criar e divulgar sua própria lista "não era a maneira mais eficaz de avançarmos como grupo".[158]
Em julho, os representantes democratas Jamie Raskin e 15 colegas enviaram uma carta a Bondi acusando o Departamento de Justiça de reter documentos para proteger Trump.[159] Os representantes Ro Khanna e Marc Veasey introduziram propostas separadas para forçar a Câmara a votar a exigência da divulgação de todos os registros relacionados a Epstein mantidos pelo Departamento de Justiça.[160] A proposta de Khanna perdeu por 211–210 ao longo das linhas partidárias.[161]
Audiências de supervisão e intimações
[editar | editar código]Em julho, o Comitê de Supervisão da Câmara intimou Ghislaine Maxwell[162] e, em agosto, emitiu intimações para apresentação de documentos a Bill Clinton, a ex-funcionários do Departamento de Justiça e ao próprio Departamento de Justiça.[163] O comitê exigiu que o Departamento de Justiça fornecesse os arquivos de Epstein até 19 de agosto; em 18 de agosto, as autoridades informaram ao comitê que começariam a fornecer os registros em 22 de agosto.[164]
A partir de setembro, o comitê divulgou lotes de documentos que havia recebido do Departamento de Justiça e, em resposta a uma intimação, do espólio de Epstein. Essas divulgações incluíam partes dos registros de contato, correspondências e fotografias de Epstein. O diretor do FBI, Kash Patel, prestou depoimento perante o Comitê Judiciário do Senado em 16 de setembro e perante o Comitê Judiciário da Câmara no dia seguinte.[165][166] A Procuradora-Geral Pam Bondi prestou depoimento perante o Comitê Judiciário do Senado em 7 de outubro e perante o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes em 9 de outubro.[167][168]
Petição de destituição e deserções partidárias
[editar | editar código]Em setembro de 2025, os representantes Thomas Massie (republicano do Kentucky) e Ro Khanna (democrata da Califórnia) apresentaram uma petição para forçar a Câmara a votar uma legislação que obrigava o Departamento de Justiça a divulgar os arquivos. Trump e os líderes republicanos lançaram uma campanha de pressão contra a iniciativa, com um funcionário anônimo classificando a assinatura da petição como um "ato muito hostil à administração".[169]
Apesar da oposição da administração Trump, vários republicanos romperam com a liderança do partido para assinar a petição. Nancy Mace, Lauren Boebert e Marjorie Taylor Greene juntaram-se a Massie poucos dias depois.[170][171] As 214 assinaturas restantes vieram de democratas, sendo as últimas fornecidas por James Walkinshaw e Adelita Grijalva após vencerem eleições especiais para o Congresso no final de setembro.[172][173] À medida que a petição se aproximava da conclusão, Trump convocou a deputada Lauren Boebert à Casa Branca; a secretária de imprensa, Karoline Leavitt, confirmou que a reunião havia ocorrido.[174]
Em 8 de outubro, o deputado Eric Swalwell afirmou que "muitos republicanos da Câmara" lhe disseram em particular que não pretendiam continuar defendendo Trump sobre o assunto, e um deles chegou a dizer: "a bomba Epstein está prestes a explodir".[175] O deputado Khanna previu que entre 40 e 50 republicanos poderiam votar a favor da libertação, e Massie antecipou de forma semelhante que o apoio republicano poderia crescer exponencialmente.[176] Após receber a assinatura final em 12 de novembro, o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, anunciou que a Câmara votaria na semana seguinte sobre a divulgação dos arquivos de Epstein.[177] Os assessores de Trump informaram-no em privado de que ele havia perdido a questão e que a divulgação dos arquivos parecia inevitável.[178] Em 16 de novembro, Trump reverteu publicamente sua posição, escrevendo no Truth Social que "os republicanos da Câmara deveriam votar pela divulgação dos arquivos de Epstein".[179]
Aprovação da Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein
[editar | editar código]Em 18 de novembro de 2025, a Câmara votou por 217 a 210 para aprovar uma regra processual que indeferiu o pedido de desarquivamento, mas garantiu uma votação sobre a Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein.[152] Mais tarde naquele dia, a Câmara aprovou a lei por 427 votos a 1; o deputado Clay Higgins (republicano da Louisiana) foi o único voto contrário.[152][180] O Senado aprovou o projeto de lei por unanimidade no mesmo dia.[153][181]
O projeto de lei foi formalmente encaminhado à mesa do presidente na manhã de 19 de novembro.[154] Trump assinou a lei ainda naquele dia, sem a presença de repórteres.[86][87][182] A lei exigia que o Departamento de Justiça divulgasse os arquivos relacionados a Epstein até 19 de dezembro de 2025.
Revisão de arquivos não editados pelo Congresso em 2026
[editar | editar código]Em fevereiro de 2026, membros do Congresso foram autorizados a revisar arquivos de casos não editados relacionados a Jeffrey Epstein em instalações federais seguras operadas pelo Departamento de Justiça. O acesso ocorreu após a aprovação da Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein e a supervisão contínua do Congresso sobre a implementação da lei. Os legisladores puderam examinar os documentos no local sob condições controladas, mas não tiveram permissão para remover, copiar ou reproduzir os materiais. A revisão fez parte dos esforços contínuos do Congresso para monitorar a divulgação e o tratamento dos registros relacionados a Epstein.[183][184][185] Diversos parlamentares criticaram a forma como os arquivos foram tratados, com o deputado Jamie Raskin acusando o Departamento de Justiça de ocultar informações por meio de ocultações inexplicáveis após a revisão dos materiais.[186]
Cronologia de divulgações e liberações
[editar | editar código]| Data | Fonte / Lote | Tipo | Descrição | Notas |
|---|---|---|---|---|
| Janeiro de 2024 | Deslacração ordenada pelo tribunal em litígios cíveis (por exemplo, "Giuffre v. Maxwell"); | Liberado pelo tribunal | Deslacração de depoimentos, documentos e materiais relacionados a litígios civis anteriores por difamação, envolvendo Ghislaine Maxwell. | Materiais divulgados em cumprimento a ordens judiciais federais. |
| Setembro de 2025 | Lote de e-mails da Bloomberg News | Jornalismo investigativo (aquisição independente) | Publicação e reportagem baseadas em aproximadamente 18.000 e-mails de uma conta do Yahoo associada a Epstein. | Não faz parte das divulgações da Lei de Transparência do Departamento de Justiça. |
| 2 de setembro de 2025 | Divulgação de documento do Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA | Liberação congressual | Aproximadamente 30.000 páginas de documentos obtidos do Departamento de Justiça e entidades relacionadas foram divulgadas pelo Comitê. | Separado dos lançamentos posteriores escalonados de "conjuntos de dados" do Departamento de Justiça. |
| Novembro de 2025 (meados) | Negação Distribuída de Segredos (DDoSecrets) – "Arquivos de Epstein" | Arquivo independente de vazamentos | Publicação de um grande arquivo (estimado em centenas de gigabytes) contendo documentos divulgados publicamente, materiais judiciais e dados adicionais de e-mails atribuídos a contas de Epstein. | O acesso é parcialmente restrito a jornalistas e pesquisadores devido a preocupações com a privacidade. |
| 26 de novembro de 2025 | DDoSecrets – primeiro lote público de e-mails | Vazamento independente | Divulgação pública de aproximadamente 13.000 e-mails de uma conta supostamente associada a Epstein, que fazem parte de um conjunto de dados de e-mails maior. | Diverge dos conjuntos de dados da Lei de Transparência do Departamento de Justiça. |
| 19 de dezembro de 2025 | DOJ "Conjuntos de dados 1–5" | Liberação do Poder Executivo (Lei da Transparência) | Divulgação inicial de documentos em conformidade com a Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein, incluindo arquivos de investigação, registros e materiais judiciais. | Trechos bastante censurados. |
| 202-23 de dezembro de 2025 | DOJ "Conjuntos de dados 6–7" | Liberação do poder executivo | Lotes adicionais incluem materiais do grande júri, registros de voo e arquivos internos. | Publicado incrementalmente no site do Departamento de Justiça. |
| Dezembro de 2025 (final) | Postagens e remoções temporárias do Departamento de Justiça | Liberação do poder executivo | Arquivos adicionais foram disponibilizados brevemente online e posteriormente removidos ou substituídos por versões revisadas. | Noticiado por diversos veículos de comunicação. |
| 30 de janeiro de 2026 | DOJ "Conjuntos de dados 8–12" | Liberação do poder executivo (último lote principal) | Última publicação importante nos termos da Lei de Transparência, totalizando milhões de páginas, incluindo arquivos de investigação e materiais relacionados. | O Departamento de Justiça descreveu isso como plena conformidade com os requisitos legais. |
| 5 de março de 2026 | Sexta liberação do DOJ | Liberação do poder executivo | 16 novas páginas de registros foram liberadas, após uma revisão realizada pelo Departamento de Justiça e pelo FBI.[187] | Divulgado após a declaração do Departamento de Justiça, em 30 de janeiro, de total conformidade com a Lei da Transparência. |
Documentos relacionados a Epstein e seus associados tornaram-se públicos por meio de uma combinação de liberações ordenadas pela justiça, divulgações do Congresso, revelações do Departamento de Justiça, investigações jornalísticas e vazamentos inadvertidos. Documentos judiciais do processo de difamação contra Ghislaine Maxwell foram liberados em janeiro de 2024, embora contivessem poucas informações que já não fossem de conhecimento público.[188] Em setembro de 2025, a Bloomberg News obteve, de forma independente, 18.000 e-mails da conta pessoal de Epstein.[189] Após a aprovação da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein em novembro de 2025, o Departamento de Justiça dos EUA divulgou os arquivos em etapas: um lote inicial no prazo estipulado pela lei, em 19 de dezembro, que gerou críticas bipartidárias devido às extensas redações e ao descumprimento dos requisitos legais,[190][191] seguido por mais de 3 milhões de páginas em 30 de janeiro de 2026.[7] Em outra frente, o Comitê de Supervisão da Câmara divulgou dezenas de milhares de páginas obtidas do Departamento de Justiça e do espólio de Epstein a partir de setembro de 2025. O Departamento de Justiça afirmou que a divulgação dos dados em 30 de janeiro o colocou em total conformidade com a lei,[9] mas parlamentares, incluindo o deputado Ro Khanna, contestaram essa afirmação, observando que o departamento havia identificado mais de 6 milhões de páginas como potencialmente relevantes, mas divulgou apenas metade desse total.[8][192]
Liberação do caso Maxwell (2023-2024)
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Em 2023, quatro anos após a morte de Epstein, uma juíza de Nova Iorque, Loretta Preska, ordenou a divulgação de documentos do processo de difamação de 2015 contra Ghislaine Maxwell.[193] Qualquer pessoa que tivesse seu nome contido nesses documentos tinha até 1º de janeiro de 2024 para apresentar um recurso solicitando a remoção de seu nome, após o qual os documentos seriam liberados.[194] Os documentos judiciais divulgados em janeiro de 2024 continham poucas informações que já não fossem de conhecimento público.[188] Entre as pessoas mencionadas nos documentos judiciais divulgados estão: Andrew Mountbatten-Windsor (anteriormente Príncipe Andrew, Duque de York), os ex-presidentes dos EUA Bill Clinton e Donald Trump, o ex-governador do Novo México Bill Richardson, o advogado Alan Dershowitz, o cantor Michael Jackson e o físico Stephen Hawking. A maioria foi mencionada de passagem e não foi acusada de qualquer delito.[24][195] O olheiro de modelos Jean-Luc Brunel, acusado de abuso sexual por uma das vítimas de Epstein, morreu por suicídio em 2022 em Paris, França, enquanto era investigado por estupro e tráfico sexual de menores.[196]
E-mails de Epstein obtidos pela Bloomberg (setembro de 2025)
[editar | editar código]Em setembro de 2025, a Bloomberg News obteve de forma independente aproximadamente 18.700 e-mails de uma das contas pessoais de Epstein no Yahoo, abrangendo de 2002 a 2022.[189] O meio de comunicação utilizou verificação criptográfica, análise de metadados e corroboração com fontes externas para autenticar o cache; quatro especialistas independentes revisaram a metodologia e não encontraram nenhuma evidência significativa de falsificação. A conta esteve mais ativa entre outubro de 2005 e agosto de 2008, com lacunas significativas após o encarceramento de Epstein.[197]
Os e-mails documentavam as relações de Epstein com acadêmicos da Universidade de Harvard e de outras instituições. A correspondência mostrou pesquisadores, incluindo o psicólogo Stephen Kosslyn e o geneticista George Church, propondo projetos financiados por Epstein, como uma "iniciativa do genoma do prazer" que explora correlatos neurais do prazer e um laboratório de genética e cérebro para estudar "ideias extravagantes como o prolongamento da vida".[197] O psicólogo do desenvolvimento Howard Gardner disse à Bloomberg que "nunca teve o menor conhecimento ou mesmo sugestão dos lados mais sombrios" e gostaria de "ter feito mais perguntas".[197]
O repositório revelou aspectos da estratégia de defesa legal de Epstein durante a sua acusação de 2006. Anotações feitas por um assistente de pesquisa de Alan Dershowitz registraram Dershowitz caracterizando as acusadoras como "autodenominadas prostitutas" que "não se sentem prejudicadas" durante uma reunião em fevereiro de 2006 com os promotores.[197] Dershowitz disse à Bloomberg que os memorandos eram "comunicações privilegiadas entre advogados e clientes” e que ele "estava agindo como qualquer advogado responsável deveria: defendendo meu cliente no caso".[197]
Os e-mails continham rascunhos de cartas públicas de desculpas preparadas para Epstein pela estrategista de crise Merrie Spaeth, ex-diretora de relações com a mídia do governo Reagan, em fevereiro de 2008. Spaeth treinou Epstein em técnicas de comunicação, incluindo como responder perguntas "sem ficar preso aos parâmetros" e forneceu listas de "palavras boas" e "palavras ruins" para entrevistas.[197] Embora Epstein tenha expressado interesse num rascunho referenciando o filósofo William James, e descrevendo a introspecção durante uma "hora de terror", ele nunca emitiu um amplo pedido público de desculpas.[197] Spaeth disse à Bloomberg que ela "finalmente encerrou o relacionamento por causa do meu desconforto com ele".[197]
Liberações do Comitê de Supervisão da Câmara (setembro a dezembro de 2025)
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A partir de setembro de 2025, o Comitê de Supervisão da Câmara divulgou lotes de documentos recebidos do Departamento de Justiça e, em resposta a uma intimação, do espólio de Epstein.[198]
Em 2 de setembro, o comitê divulgou 33.295 páginas de arquivos de Epstein, embora a maior parte da informação já fosse de conhecimento público ou estivesse disponível.[198] O espólio de Epstein começou a enviar arquivos ao comitê em 8 de setembro, incluindo um álbum encadernado de felicitações de aniversário que Epstein recebeu em seu 50º aniversário.[199] Em 26 de setembro, o comitê democrata divulgou seis páginas mostrando que Epstein teve reuniões com o financista Peter Thiel, Elon Musk e Steve Bannon.[200]
Em 17 de outubro, o comitê divulgou 8.500 páginas do espólio de Epstein. Estes mostraram que Matthew Menchel, o principal promotor criminal do Ministério Público de Miami, que estava por trás do acordo judicial de Epstein em 2007, teve reuniões aparentemente pessoais com Epstein em 2011, 2013 e 2017.[201]
Em 12 de novembro, os democratas do comitê divulgaram três e-mails de Epstein relacionados a Trump, incluindo uma troca de mensagens de 2011 com Maxwell, na qual Epstein se referia a Trump como "o cachorro que não latiu" porque Trump havia "passado horas na minha casa" com uma vítima.[202][203] Horas depois, os republicanos do comitê divulgaram 20.000 páginas adicionais do acervo de Epstein; Trump foi mencionado mais de mil vezes, embora nenhum dos e-mails de Epstein tenha sido enviado diretamente para Trump ou sua equipe.[204][205] Em 14 de novembro, a Zeteo publicou uma versão pesquisável dos 26.039 documentos.[206]
Em dezembro, o comitê divulgou imagens da propriedade de Epstein. No dia 3 de dezembro, divulgou fotos e vídeos da ilha particular de Epstein, incluindo um que mostra nomes escritos na discagem rápida de um telefone.[207] Em 12 de dezembro, divulgou fotos de pessoas como Trump, Bill Clinton, Steve Bannon, Bill Gates e Richard Branson.[208] Em 18 de dezembro, divulgou fotos adicionais, incluindo Noam Chomsky e Bill Gates.[209]
Divulgações do Departamento de Justiça ao abrigo da Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein
[editar | editar código]Divulgações de dezembro de 2025
[editar | editar código]O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou um conjunto inicial de arquivos fortemente censurados a 19 de dezembro de 2025, prazo estabelecido pela Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein. A divulgação gerou críticas bipartidárias por não cumprir os requisitos da lei, com mais de 500 páginas totalmente ocultadas.[210][211] Menos de um dia após a divulgação, dezesseis arquivos desapareceram da página pública, sem qualquer explicação.[212]
As falhas nas seções censuradas dos arquivos digitais permitiram ao público recuperar o conteúdo censurado, revelando informações que as autoridades pretendiam ocultar, incluindo detalhes sobre os membros e métodos da rede de tráfico.[213][214] No início de janeiro de 2026, menos de um por cento dos arquivos tinham sido divulgados publicamente, de acordo com uma carta do Departamento de Justiça ao juiz distrital dos EUA, Paul A. Engelmayer.
Divulgações de janeiro de 2026
[editar | editar código]Em 30 de janeiro de 2026, o Departamento de Justiça divulgou mais de 3 milhões de páginas de documentos, 180.000 imagens e 2.000 vídeos relacionados com Epstein.[215][216] O vice-procurador-geral Todd Blanche afirmou que a divulgação colocava o departamento em conformidade com a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein e seria a última grande divulgação.[217] Os procuradores federais tinham inicialmente identificado seis milhões de páginas como potencialmente relevantes para a lei de divulgação, mas o Departamento de Justiça apenas liberou metade, alegando que as autoridades tinham exagerado na "colheita excessiva".[218] O deputado Ro Khanna e outros deputados democratas contestaram a alegação de conformidade e acusaram o departamento de violar a lei ao reter "as declarações de entrevistas com vítimas do FBI (Formulário 302), um rascunho de acusação e memorando de processo preparado durante a investigação na Flórida em 2007, e centenas de milhares de e-mails e arquivos dos computadores de Epstein".[219][220]

Blanche afirmou que a Casa Branca "não teve nada a ver" com a verificação dos documentos e que os nomes de homens poderosos associados a Epstein não foram ocultados.[221] O Departamento de Justiça observou que o comunicado pode conter material "falso ou falsamente apresentado" e, na sua declaração complementar, descreveu certas alegações contra o Presidente Trump como "infundadas e falsas". O departamento reteve aproximadamente 200.000 páginas sob vários privilégios legais, bem como material que retrata o abuso sexual de crianças ou identifica vítimas.[222][223]
As partes censuradas deveriam ter sido qualificadas de acordo com a lei, e até o momento, nenhuma qualificação desse tipo foi divulgada juntamente com os arquivos.[224] O Departamento de Justiça admitiu algumas falhas na ocultação de informações relacionadas à identidade das vítimas e informou ter corrigido alguns arquivos divulgados.[225]
Da mesma forma, o Departamento de Justiça admitiu ter ocultado os nomes de indivíduos que aparentemente não se enquadram nos critérios da Lei, depois que membros do Congresso tiveram acesso aos arquivos sem ocultação num servidor do governo.[226] Após o Departamento de Justiça anunciar que permitiria que representantes individuais visualizassem arquivos no servidor, a pressão de Thomas Massie sobre o motivo da ocultação de certos nomes levou o Departamento de Justiça a revelar o nome de Les Wexner, um proeminente empresário listado como co-conspirador em documentos do FBI.[227][228]
Em 10 de fevereiro de 2026, Ro Khanna listou o empresário emiradense Sultan Ahmed Bin Sulayem como um dos seis homens cujos nomes haviam sido omitidos dos arquivos de Epstein, mas que Khanna conseguiu identificar após passar duas horas analisando os arquivos sem as partes omitidas.[229]
Devido ao processo utilizado pelo Departamento de Justiça para converter e-mails em formato PDF, os arquivos divulgados contêm diversos artefatos de codificação, como o sinal de igual (=).[230]
Reação e consequências
[editar | editar código]A divulgação dos documentos resultou em inúmeras renúncias, investigações e inquéritos formais em todo o mundo relacionados a figuras e organizações implicadas nos arquivos de Epstein. Miroslav Lajčák, conselheiro de segurança nacional do primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, e ex-presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, renunciou em 31 de janeiro de 2026, após uma declaração conjunta de políticos da oposição pedindo sua saída e crescente pressão da mídia; Fico concordou e aceitou a renúncia.[33]
Lajčák explicou que suas interações com Jeffrey Epstein foram estritamente profissionais e sociais, caracterizando-as como parte necessária de suas funções diplomáticas em Nova Iorque, onde Epstein era uma figura influente que "abriu muitas portas". Lajčák afirmou não se lembrar de nenhuma mensagem ou conversa com Epstein sobre garotas.[231] Lajčák reconheceu que a comunicação foi um "erro" e "inaceitável", afirmando: "quando leio essas mensagens hoje, me sinto um tolo. Era uma conversa privada. No mínimo, cometi um erro de julgamento. Estou pagando o preço por isso".[232]
Em 1º de fevereiro de 2026, o nobre britânico Peter Mandelson renunciou à sua filiação ao Partido Trabalhista para evitar causar "mais constrangimento" ao partido por estar envolvido nos arquivos.[233][234] Em 3 de fevereiro, Mandelson anunciou sua renúncia da Câmara dos Lordes, com efeito a partir do dia seguinte;[235] no dia do anúncio, a Polícia Metropolitana informou que abriria formalmente uma investigação criminal contra Mandelson.[236] O chefe de gabinete de Downing Street, Morgan McSweeney, também renunciaria após assumir "total responsabilidade" por ter aconselhado a nomeação de Mandelson.[237]
Em 1º de fevereiro de 2026, a Aliança EUA-Irlanda decidiu renomear uma bolsa de estudos que era conhecida como "Programa de Bolsas de Estudo George J. Mitchell", com base em alegações, negadas por Mitchell, de que ele, juntamente com Epstein e Maxwell, abusou de Virginia Giuffre.[238][239] As revelações reacenderam as dúvidas sobre se o ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor deveria cooperar com as autoridades estadunidenses. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, sugeriu em 1º de fevereiro que Mountbatten-Windsor contasse aos investigadores estadunidenses o que sabia sobre as atividades de Epstein.[33] Mountbatten-Windsor não respondeu a um pedido de membros do Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA por uma "transcrição da entrevista" sobre sua "longa amizade" com Epstein.[33]
Em 2 de fevereiro de 2026, Joanna Rubinstein renunciou ao cargo de presidente do ACNUR na Suécia, parceiro nacional do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados. Os arquivos revelaram que Rubinstein visitou a ilha particular de Epstein em 2012, visita que ela confirmou posteriormente, alegando desconhecer a extensão total dos crimes cometidos por ele na época. O conselho do ACNUR sueco declarou não ter conhecimento prévio desses eventos e aceitou sua saída para proteger a reputação da organização.[240]
Um grupo de acusadoras de Epstein divulgou uma declaração criticando a divulgação dos documentos, afirmando que eles tornaram muito fácil identificar as vítimas, enquanto "os cúmplices de Epstein continuam a se beneficiar do sigilo".[33] O deputado Jamie Raskin, principal democrata na Comissão Judiciária da Câmara, defendeu que os legisladores tivessem permissão para revisar as versões não editadas dos arquivos, a fim de avaliar se as omissões foram feitas de forma legal.[33] O deputado Robert Garcia, da Califórnia, principal democrata na Comissão de Supervisão da Câmara, afirmou que o Departamento de Justiça desrespeitou a intimação emitida pela comissão em 5 de agosto.[221]
Diferentemente da Lei de Transparência dos Arquivos de Epstein, que permite a censura de trechos, a intimação exigia que a Procuradora-Geral Pam Bondi liberasse os arquivos Epstein na íntegra e sem sanitizações para o comitê, incluindo quaisquer materiais e informações confidenciais relacionados a investigações em andamento.[221] O vice-procurador-geral Blanche declarou em 2 de fevereiro de 2026 que não haveria novas acusações relacionadas a Epstein. Blanche afirmou que havia "muita correspondência, muitos e-mails e muitas fotografias", mas acrescentou que o material não "nos permitia necessariamente processar alguém".[241]
O deputado Ro Khanna indicou que ele e o deputado Thomas Massie considerariam iniciar processos por desacato ou impeachment contra altos funcionários caso o cumprimento da lei de transparência não melhorasse. A Câmara dos Representantes deveria votar sobre a possibilidade de declarar Bill e Hillary Clinton em desacato por se recusarem a atender uma intimação para depor; os advogados dos Clintons alegaram que as intimações eram "inválidas e juridicamente inexequíveis".[241] David A. Ross renunciou ao cargo de diretor da Escola de Artes Visuais de Nova Iorque.[242]
Os documentos incluíam uma minuta de declaração do Departamento de Justiça dos EUA mencionando a morte de Epstein em 9 de agosto, um dia antes de sua morte real. Questionado, o Departamento de Justiça afirmou que se tratava de um "lamentável erro de digitação".[243]
Nos Estados Unidos, as revelações também levaram ao escrutínio das instituições acadêmicas. Setenta membros do corpo docente do Barnard College, afiliado à Universidade Columbia, assinaram uma carta pedindo uma investigação sobre um membro do conselho administrativo cujo nome constava nos arquivos de Epstein. A Universidade Harvard anunciou que estava revisando os laços de um ex-reitor com Epstein.[244][245]
Investigações governamentais
[editar | editar código]Diversos países anunciaram investigações após revelações de que seus cidadãos podem ter sido vítimas de Epstein ou de seus associados. Em 3 de fevereiro de 2026, promotores turcos analisaram arquivos de Epstein recém-divulgados como parte de uma investigação sobre alegações de que ele traficava crianças turcas. O Ministério Público de Ancara iniciou a investigação em dezembro de 2025, depois que o deputado Turhan Çömez, do partido de oposição Iyi, destacou uma referência nos arquivos que supostamente alegava que Epstein transportava meninas menores de idade da Turquia, da República Tcheca, da Ásia e de outros países.[246]
Também no dia 3 de fevereiro, o presidente lituano Gitanas Nausėda solicitou uma investigação policial sobre um possível caso de tráfico de seres humanos, o que foi posteriormente anunciado pelos procuradores lituanos, após a imprensa do país ter noticiado que os nomes de várias modelos e figuras artísticas lituanas constavam dos autos.[247]
Em 5 de fevereiro, o presidente da Letônia, Edgars Rinkēvičs, pediu uma investigação depois que a emissora pública letã noticiou que os documentos de Epstein incluíam dados de passaporte e detalhes de viagens de várias mulheres letãs; a Polícia Estatal da Letônia anunciou uma investigação que envolve promotores e o Departamento de Combate ao Crime Organizado sobre "o possível recrutamento de cidadãos letões para exploração sexual nos Estados Unidos".[248]
Segundo relatos, em 6 de fevereiro, a Noruega planejava abrir uma investigação, com o apoio do parlamento, sobre seu Ministério das Relações Exteriores, após vários funcionários terem aparecido nos arquivos, incluindo os ex-ministros das Relações Exteriores Thorbjørn Jagland e Børge Brende, e a diplomata Mona Juul e seu marido Terje Rød-Larsen.[249]
Em 19 de fevereiro, a polícia britânica prendeu Andrew Mountbatten-Windsor, filho da rainha Elizabeth II e ex-Duque de Iorque, sob suspeita de má conduta em cargo público devido ao seu relacionamento com Jeffrey Epstein.[250][251] Dez horas depois, ele foi libertado da custódia, embora ainda esteja "sob investigação".[252] Mountbatten-Windsor é o primeiro membro da Casa de Windsor a ser preso em toda a sua história e, por extensão, o primeiro membro de uma família real britânica a ser preso em 379 anos.[253][254] Isso foi seguido pela prisão do político britânico Peter Mandelson em frente à sua casa, em 23 de fevereiro, também por má conduta em cargo público,[255] embora Mandelson tenha sido libertado sob fiança pouco tempo depois.[256]
Em entrevista divulgada em 17 de março, o vice-procurador-geral Todd Blanche afirmou que não havia novas provas a serem usadas em processos judiciais.[257]
Nações Unidas
[editar | editar código]Um painel do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas afirmou que os arquivos de Epstein sugerem uma "organização criminosa global" que cometeu crimes contra a humanidade.[258]
Opinião pública
[editar | editar código]Uma pesquisa da Reuters realizada em dezembro de 2025 revelou que 23% dos estadunidenses aprovavam a forma como Trump lidou com o caso Epstein.[259] Uma pesquisa da CNN de janeiro de 2026 revelou que 49% dos estadunidenses estavam insatisfeitos com a quantidade de arquivos de Epstein que "o governo federal divulgou até o momento", enquanto 6% estavam satisfeitos; dois terços dos entrevistados disseram que o governo estava retendo informações deliberadamente.[260]
Na Rússia, o Kremlin apontou para várias revelações nos arquivos como uma prova da decadência moral do Ocidente; a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, disse: "agora sabemos como a elite ocidental trata as crianças, incluindo as suas próprias".[261] Foi contra-argumentado na mídia ocidental, que Epstein também manteve contatos com autoridades russas, como Sergei Belyakov.[261] A acusação de decadência ocidental também foi levantada nos meios de comunicação ligados à China.[262][263]
Significativa cobertura global sobre os arquivos de Epstein continuou no início de 2026, com reportagens e artigos de opinião publicados por agências de notícias como Al Jazeera,[264] BBC[265] e Le Monde.[266] Dada a natureza dos crimes cometidos por eles ou pelos quais foram acusados, ter tido algum tipo de relacionamento com Maxwell e/ou Epstein, gerou descontentamento público entre eleitores de outros países, principalmente na Europa e no Reino Unido.[267][268]
Classe Epstein
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Como resultado da opinião pública negativa, em relação ao conteúdo dos arquivos de Epstein, surgiu um neologismo político chamado "classe Epstein".[269] O termo tem sido usado no discurso público contemporâneo para denotar indivíduos ou dinastias considerados ricos, poderosos e influentes, que operam com impunidade perante a lei e a justiça, especialmente em relação a Jeffrey Epstein. Eles são vistos como parte da classe dominante e da classe capitalista transnacional que detém capital em vários países. Seu uso foi amplamente impulsionado pelos representantes da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Ro Khanna e Thomas Massie, bem como pelo senador dos Estados Unidos, Jon Ossoff.[270][271]
Num editorial do The Wall Street Journal de 19 de março de 2026, a expressão "classe Epstein" foi caracterizada como um dos "clichês antigos sobre riqueza e influência judaica" por Jonathan Cowan e Lily Cohen.[272]
O Brasil nos arquivos
[editar | editar código]Menções a Lula e a Bolsonaro
[editar | editar código]O atual presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são citados em conversas de Epstein com pessoas próximas dele. No caso de Lula, a menção ocorre através do filósofo estadunidense Noam Chomsky, que visitou Lula na prisão em setembro de 2018. Num e-mail de 29 de dezembro de 2018 enviado a Epstein, Chomsky referiu-se a Lula como "o prisioneiro político mais importante do mundo", vítima de "um golpe da direita", e que as acusações feitas contra ele eram "ridículas". Segundo o escritor Barry Levine, Chomsky era um dos muitos clientes financeiros de Epstein, cujos aconselhamentos lhes permitiam economizar bilhões de dólares em impostos.[273]
Lula e Chomsky também são mencionados numa conversa entre Epstein e Steve Bannon, ex-conselheiro de Trump. Bannon manifestou interesse em conhecer o filósofo, e Epstein recomendou a Bannon que tivesse cautela ao se referir a Bolsonaro, pois Chomsky e sua esposa brasileira, Valéria, "são amigos de Lula".[273]
As menções a Jair Bolsonaro também aparecem em 2018, no contexto da eleição presidencial brasileira daquele ano. Em 21 de setembro, Epstein diz a um interlocutor não identificado que Chomsky havia ligado para ele da prisão onde estava Lula (algo que foi negado pela esposa de Chomsky, já que a Polícia Federal não permitia a entrada de telefones na cela). O interlocutor responde, dizendo que "meu cara vai ganhar no 1º turno". Epstein concorda, respondendo: "Bolsonaro é o cara".[274]
Numa mensagem de texto por celular, datada de 8 de outubro de 2018 (um dia após a votação do primeiro turno das eleições), Bannon conversa com alguém não identificado, mas que presumivelmente é Epstein. Este afirma que "Bolsonaro é um revolucionário", que não obedecia ordens de Bruxelas (sede da União Europeia) e que só faltava "recuperar a economia". Em resposta, Bannon diz ser "muito próximo desses caras", e indaga ao interlocutor se deveria aceitar ser conselheiro da família Bolsonaro. O interlocutor lhe responde que isso seria "reinar no inferno".[275]
Em 12 de outubro, Epstein disse a Bannon que não havia gostado da atitude de Bolsonaro, em negar "qualquer associação" com Bannon e que isso "seria fake news". Bannon replica dizendo que teria que "manter essa coisa do Jair nos bastidores. Meu poder vem do fato de não ter ninguém para me defender".[275]
O CPF de Epstein
[editar | editar código]Em 12 de fevereiro de 2026, foi revelado que Jeffrey Epstein não somente possuía um CPF, mas que havia cogitado obter a nacionalidade brasileira. A possibilidade foi levantada depois do período em que o financista esteve preso, entre 2008 e 2009, por abuso de menores.[276]
A Receita Federal informou à reportagem, que o CPF continuava válido em seu sistema e que "o estrangeiro sem residência no Brasil deve se inscrever no CPF para controle da Receita Federal, sem finalidade de identificação civil".[276]
Pegadinha do Programa Silvio Santos
[editar | editar código]Uma pegadinha do Programa Silvio Santos foi encontrada nos arquivos Epstein. No vídeo, hospedado no site do Departamento de Justiça junto a outros arquivos do caso Jeffrey Epstein, atores usam um jato semelhante ao de um extintor de incêndio contra transeuntes que passam perto de uma obra. É possível ouvir risadas do público e de Silvio Santos durante a pegadinha. Alguns trechos estão censurados com tarjas pretas para cobrir rostos.[277][278] O vídeo da pegadinha do programa tem apenas um minutos e 46 segundos de duração, e foi disponibilizado em baixa resolução. Uma pegadinha, que era uma das partes dos arquivos do caso, foi apontada por um usuário brasileiro da rede social X (antigo Twitter).[279]
Menção a Luciana Gimenez
[editar | editar código]O nome da apresentadora brasileira Luciana Gimenez apareceu em documentos dos arquivos Epstein. Em nota publicada nas redes sociais em 9 de fevereiro de 2026, Gimenez afirmou que “nunca conheceu Jeffrey Epstein” e que “jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro” com o empresário. A apresentadora declarou ainda que não compactuou nem compactuaria com práticas ilícitas e repudiou qualquer tentativa de associar seu nome ao caso.[280]
Segundo o comunicado, ao identificar a menção a seu nome nos documentos, Gimenez entrou em contato com o Deutsche Bank Trust Company Americas, instituição onde mantinha conta, para esclarecer a origem da vinculação. De acordo com informações preliminares atribuídas ao banco e divulgadas por sua assessoria, as autoridades estadunidenses teriam solicitado registros financeiros referentes a determinados períodos, sem seleção individualizada, o que teria resultado na inclusão de nomes de diversos clientes que realizaram transações no mesmo intervalo.[280]
A nota afirma que as movimentações mencionadas referem-se exclusivamente a transferências internas entre contas de titularidade da própria apresentadora. Gimenez declarou permanecer à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.[280]
Em 11 de fevereiro de 2026, o jornalista Leandro Demori refutou completamente a informação, revelando que o valor atribuído a Luciana Gimenez, era, na verdade, de um fundo (The Haze Trust) do próprio Epstein. Numa crítica ao sensacionalismo da imprensa, Demori conclui:[281]
| “ | Casos envolvendo Epstein são, por natureza, explosivos. Mas explosão não pode ser método. Quando a imprensa abdica da leitura técnica e opta pela associação automática, produz manchete, levanta a audiência, gera polêmicas e debates, mas não cumpre seu papel de produzir informação confiável. E, neste e em outros casos, diverte a opinião pública com inocentes famosos enquanto os verdadeiros criminosos dão graças pela proteção em meio ao barulho.[281] | ” |
Portugal nos arquivos
[editar | editar código]As referências a Portugal ou portugueses na lista de ficheiros revelados do caso Epstein remonta a 2002 e 2003, quando o jato privado, nomeado como Lolita Express do predador sexual fez três paragens na ilha de Santa Maria, nos Açores.
Uma segunda referência a Portugal envolve o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros do PS, Luís Amado. O nome do antigo ministro surge no meio de outras 14 personalidades estrangeiras. Em reação, o ex-ministro achou o assunto "ridículo", garantindo "nunca ter visto" Epstein "na vida".[282]
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Ver também
[editar | editar código]Ligações externas
[editar | editar código]- «Caso Epstein: arquivos revelam que Trump foi acusado de abuso sexual de adolescente». ICL Notícias. 31 de janeiro de 2026. Consultado em 31 de janeiro de 2026

