Arthur Motta
| Arthur Motta | |
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| Nascimento | |
| Morte | |
| Nacionalidade | |
| Alma mater | Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo |
| Ocupação | engenheiro, professor e escritor |
Arthur Motta (Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 1879 — São Paulo, 14 de setembro de 1936[1]), foi um engenheiro, professor e literato brasileiro, membro da Academia Paulista de Letras. Autor de Vultos e Livros, publicado em 1921 pela Monteiro Lobato & Cia., contendo notas bibliográficas e esboços biográficos dos membros da Academia Brasileira de Letras e seus patronos[2], segundo Tristão de Athayde “um verdadeiro comprimido de história e crítica, ponto de partida e fundamento de qualquer estudo de nossa vida literária”.[3]
Integralismo
[editar | editar código]Em 1932, Arthur Motta assistiu à segunda sessão pública da Ação Integralista Brasileira desde sua fundação. Em seu discurso improvisado de agradecimento a uma saudação formal, feita por Ulisses Paranhos, Motta disse que, sendo matemático, compreendeu que "somente seria num sigma político, formado por todos os valores diferenciais da Nação, que o Brasil acharia salvamento". Após encerrada a reunião, Iraci Igayara, Lopes Casali e Miguel Reale desenharam o Sigma em uma folha de papel, num café na rua Líbero Badaró. Este se tornaria o símbolo oficial do Integralismo.[4]
Referências
- ↑ «Dados biográficos de Arthur Motta». academiapaulistadeletras.org.br. Consultado em 10 de abril de 2026
- ↑ Jornal O Paiz, 31 de outubro de 1921, pág. 3.
- ↑ Coluna "Vida Literária" em O Jornal de 14 de agosto de 1921, pág. 1.
- ↑ MELLO, Olbiano (1935). Razões do Integralismo. Rio de Janeiro: Schmidt. p. 79-80
Obras
[editar | editar código]- Estudos preliminares para o reforço do abastecimento de água de São Paulo (1911)
- Vultos e Livros (1921)
- José de Alencar: sua vida e sua obra (1921)
- História da Literatura Brasileira: época de formação - sécs. XVI e XVII (1930)
| Precedido por Carlos de Campos |
1929 — 1936 |
Sucedido por Francisco Pati |