Arthur Phillip

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Arthur Phillip
Capitão Arthur Phillip, 1786, por Francis Wheatley
Político(a) de Primeiro Governador de Nova Gales do Sul
Período 7 de fevereiro de 178810 de dezembro de 1792
Dados pessoais
Nascimento 11 de outubro de 1738
Cheapside, Londres,  Reino da Grã-Bretanha
Morte 31 de agosto de 1814 (75 anos)
Bath, Somerset,  Reino da Grã-Bretanha
Serviço militar
Serviço/ramo Marinha Real Britânica
Portugal Marinha Portuguesa
Patente Almirante do Azul
Conflitos Guerra dos Sete Anos

Guerra hispano-portuguesa (1776-1777)

Guerra de Independência dos Estados Unidos


Arthur Phillip (Londres, 11 de outubro de 1738 - Bath, 31 de agosto de 1814)[1][2] foi um oficial da Marinha Real que se tornou o governador fundador da Colônia de Nova Gales do Sul, na Austrália.

Phillip foi educado na Escola Hospitalar de Greenwich entre junho de 1751 a dezembro de 1753. Depois, se tornou um aprendiz no baleeiro Fortune. Depois, por causa do início da Guerra dos Sete Anos, se alistou na Marinha Real Britânica como capitão servo de Michael Everitt, no HMS Buckingham. Ambos também serviram juntos no HMS Union e no HMS Stirling Castle. Phillip foi promovido a tenente em 7 de junho de 1761, antes de se aposentar no fim da guerra, em 25 de abril de 1763. Entrou na comissão de serviço da Marinha Portuguesa em 1774, onde lutou na guerra contra a Espanha. Voltou a servir a Marinha Real Britânica em 1778, e em 1782 comandou o HMS Europa, com a missão de capturar colônias espanholas na América do Sul, mas um armistício foi assinado antes de chegar ao seu destino. Em 1784, Phillip foi contratado pelo governo, sob as ordens do secretário Evan Nepean, para examinar as defesas dos franceses na Europa.

Em 1786, Phillip foi nomeado por Lorde Sydney como comandante da Primeira Frota, cujos passageiros dos 11 navios deveriam criar uma colônia penal e assentamentos em Botany Bay, Nova Gales do Sul. Na chegada, Phillip considerou o local impróprio para uma colônia e foi atrás de um lugar mais habitável, quando chegou em Port Jackson, localizado aonde hoje está Sydney, Austrália. Ele foi apontado como governador, e percebeu que precisaria criar uma administração civil e um sistema de emancipação para os prisioneiros. Porém, seu plano de trazer pessoas especializadas na Primeira Frota foi rejeitado. Por isso, sofreu inúmeros problemas envolvendo trabalho, disciplina e suprimentos. Phillip queria ter relações amigáveis com as populações indígenas, pois acreditava que todos os membros da colônia eram cidadãos britânicos, portanto protegidos pela Lei. Eventualmente, as diferenças culturais entre os dois grupos resultaram em conflitos. A chegada das Segunda e Terceira Frota botaram ainda mais pressão nos suprimentos, que já eram escassos. Quando Phillip voltou para casa, a colônia já estava em formação, com um sistema de distribuição de terras oficial, cultivo sistêmico e suprimento de água.

No dia 11 de dezembro de 1792, Phillip voltou para a Grã-Bretanha para receber tratamento médico por causa de pedras no rim. Ele queria voltar para a Austrália, mas os médicos recomendaram que ele renunciasse. Ele se recuperou e voltou à marinha em 1796, onde comandou uma série de navios, até que se tornou o comandante das Cercas Marítimas de Hampshire. Se retirou da atividade naval em 1805. Passou seus últimos dias em Bath, Somerset, quando morreu em 31 de agosto de 1814. Por ter sido o governador de Nova Gales do Sul, diversas localidades da Austrália têm o seu nome, como a Baía de Port Phillip, as Ilhas Phillip, a Rua Phillip, em Sydney, o Subúrbio de Phillip, em Camberra, a Torre Governador Phillip, além de diversas outras ruas, parques e escolas.

Formação[editar | editar código-fonte]

Arthur Phillip nasceu em 11 de outubro de 1738, na Paróquia de All Hallows, Bread Street, Londres. Seu pai era Jacob Phillip, um imigrante de Frankfurt, que, de acordo com diversas fontes, foi um professor de línguas, dono de uma embarcação mercante, capitão mercante ou um marinheiro comum. Sua mãe, Elizabeth Breach, era a viúva de um marinheiro chamado John Herbert, que morreu de uma doença que contraiu na Jamaica a bordo do HMS Tartar em 13 de agosto de 1732.[3] Quando Arthur Phillip nasceu, sua família vivia uma vida modesta como inquilinos perto de Cheapside, na Cidade de Londres.[4]

Não há registros sobreviventes da infância de Phillip. Seu pai, Jacob, morreu em 1739, e sua família passou a ser de baixa renda.[5] Arthur foi para o mar em uma embarcação bretã aos nove anos.[6] Em 22 de junho de 1751, foi aceito na Escola Hospitalar de Greenwich, uma escola de caridade para os filhos de homens do mar indigentes.[6] De acordo com o currículo da escola, sua educação foi focada em alfabetização, aritmética, e navegação, incluindo cartografia. Seu diretor, o Reverendo Francis Swinden, escreveu que sua personalidade era "modesta, razoável, profissional ao menor grau em tudo o que faz".[7]

Phillip permaneceu na Escola Hospitalar de Greenwich por dois anos e meio, mais do que a média de um ano.[8] No fim de 1753, foi contratado como aprendiz por sete anos no Fortune, um baleeiro de 210 toneladas comandado pelo marinheiro mercante William Readhead. Phillip deixou a escola no dia 1 de dezembro e passou alguns meses a bordo do navio, esperando a temporada de caça às baleias de 1754 começasse.[7]

Quadros da época retratam Phillip como mais baixo do que a média, com tez azeitonada e olhos escuros.[9] De acordo com a descrição de Robert Hughes, seu nariz comprido e lábio inferior pronunciado dominavam seu "crânio liso como uma pêra".[10]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Expedições como baleeiro e mercante[editar | editar código-fonte]

Em abril de 1754, a Fortune foi caçar baleias em Svalbard, no mar de Barents.[11] Como aprendiz, entre as responsabilidades de Phillip estava retirar a gordura da carcaça da baleia e coletá-la em barris.[12] A comida era escassa, e os 30 marinheiros incrementavam sua dieta com ovos, grama de escorbuto e, quando possível, renas.[13] O navio voltou para a Grã-Bretenha em 20 de julho de 1754. A tripulação foi paga e reposta por doze marinheiros que viajariam no inverno pelo Mediterrâneo. Phillip permaneceu a bordo da Fortune e foi a uma viagem mercantil para Barcelona e Livorno, carregando sal e passas, e voltou por Roterdão carregando grãos e cidra.[14] O navio voltou a Grã-Bretanha em abril de 1755 e partiu imediatamente para Svalbard para a temporada de caça daquele ano. Phillip ainda fazia parte da tripulação, mas abandonou seu posto de aprendiz quando o navio voltou em 27 de julho.[15]

Marinha Real Britânica e a Guerra dos Sete Anos[editar | editar código-fonte]

HMS Buckingham, o primeiro navio que Phillip serviu quando entrou para a Marinha em 1755. A pintura retrata o navio nas docas de Deptford, em 1751. Foi pintada por John Cleveley the Elder, e se encontra no Museu Marítimo Nacional, Londres.

Em 16 de outubro de 1755, Phillip se alistou na Marinha Real Britânica como servo de capitão a bordo do HMS Buckingham,[16] comandado pelo primo de sua mãe, Capitão Michael Everitt.[3] Ele serviu em águas inglesas até se juntar à frota do Mediterrâneo do Almirante John Byng.[11] O Buckingham estava sob o comando do Contra-Almirante Temple West na Batalha de Minorca em 1756.[3]

Em 1 de agosto de 1757, Phillip e Everett se alistaram no navio com 90 armas HMS Union, que participou da Invasão de St Marlo nos dias 5 a 12 de junho de 1758. No dia 28 de dezembro de 1758, Phillip e Everett se alistaram no HMS Stirling Castle,[3] que foi para as Índias Ocidentais para participar no Cerco de Havana.[11] No dia 7 de junho de 1761, Phillip ganhou a patente de tenente por reconhecimento aos seus serviços.[11] Com a chegada da paz em 25 de abril de 1763, ele se aposentou recebendo metade de seus soldos.[11]

Aposentadoria e a Marinha Portuguesa[editar | editar código-fonte]

Em julho de 1763, Phillip se casou com Margaret Charlotte Denison (Originalmente, Tibbott), conhecida como Charlott, uma viúva 16 anos mais velha do que ele, e se mudou para Glasshayes, Lyndhurst, Hampshire, onde estabeleceu uma fazenda.[17] O casamento era infeliz, e o casal se separou em 1769, quando Phillip voltou à Marinha.[17] No ano seguinte, foi alistado como segundo tenente a bordo do HMS Egmont, um navio de linha recém-construído com 74 canhões.[17]

Em 1774, serviu a Marinha Portuguesa como capitão de mar e guerra por comissão de serviço, na Guerra hispano-portuguesa. Durante seus serviços, Phillip comandou a Nossa Senhora do Pilar, uma fragata de 26 canhões. Ele levou o destacamento de tropas do Rio de Janeiro até a Colônia do Sacramento, no Rio da Prata (Oposto a Buenos Aires), para auxiliar a guarnição. Ele também levou uma remessa de condenados para trabalhar na Colônia. Após uma tempestade no meio da viagem, os condenados foram postos para trabalhar no navio, e chegando em Colônia, Phillip recomendou que eles fossem recompensados pelos serviços com uma redução de pena.[18][19] Em 19 de abril de 1777, Phillip foi importante na captura do navio espanhol San Augustín, na costa de Santa Catarina.[18] A Marinha de Portugal a rebatizou para Santo Agostinho, sob o comando de Phillip.[18] A captura foi noticiada nos jornais ingleses:

Madri, 28 ago. Cartas de Lisboa trazem o seguinte do Rio de Janeiro: Que o Santo Agostinho, de 70 canhões, se separou do esquadrão do S. Casa Tilly, foi atacado por dois navios portugueses e se defenderam por um dia e uma noite, mas no dia seguinte, foi cercado pela frota portuguesa e foi obrigado a se render.[20]

Recomissionamento para a Marinha Real Britânica[editar | editar código-fonte]

“[Phillip] é um comandante de educação e princípio, ele ouve a razão, ou não ouve, quando ele cai em um exagerado e insuportável excesso de temperamento ... ele é muito bem-arrumado; é um comandante de grande valor e muito bravo; e não é bajulador, fala o que pensa, mas sem temperamento, vontade ou respeito.”

— Correspondência de Luís de Almeida Portugal, 2° Marquês do Lavradio, Vice-Rei do Brasil, 1778.[17]

Em 1778, com a Bretanha em guerra novamente, Phillip foi chamado novamente para o serviço a Marinha Real Britânica e em 9 de outubro foi nomeado primeiro-tenente do HMS Alexander, com 74 canhões, como parte da frota do Canal.[21] Foi promovido a comandante em 2 de setembro de 1779, onde lhe foi dado o comando do brulote HMS Basilisk.[3] Com a entrada da Espanha no conflito, Phillip participou de diversas reuniões com o Primeiro Lorde do Almirantado Conde de Sandwich, e compartilhou seus mapas e conhecimentos sobre a costa sul-americana.[22] No dia 30 de novembro de 1781, Phillip foi promovido a pós-capitão e lhe foi dado o comando do HMS Ariadne, de 20 canhões. O navio foi enviado para o rio Elba para escoltar um navio de transporte contendo tropas hanoverianas, que chegaram no porto de Cuxhaven no dia 28 de dezembro, mas o estuário congelou, prendendo o navio no porto. Em março de 1782, Phillip chegou na Grã-Bretanha com as tropas.[23] Nos meses seguintes, Ariadne ganhou um novo tenente, Philip Gidley King, que foi acolhido por Phillip. Eles patrulhavam o Canal, quando em 30 de junho, capturaram a fragrata francesa Le Robecq.[18]

Com a mudança de governo em 27 de março de 1782, Sandwich se aposentou do almirantado e o Conde de Shelburne substituiu Lorde Germain como Secretário de Estado de Assuntos Internos e Americanos, e em outra mudança de governo em 10 de julho de 1782, Thomas Townshend o substituiu, assumendo a responsabilidade de organizar a expedição contra a América Espanhola. Assim como Sandwich e Germain, ele também confiava em Phillip para aconselhamento estratégico.[24] O plano era que três navios da linha e a fragata bombardeassem Buenos Aires e Montevidéu, saquear as costas do Chile, Peru e México, e cruzar o Pacífico para se juntar ao esquadrão da Marinha Britânica da Índia do Leste para atacar Manila.[25] No dia 27 de dezembro de 1782, Phillip passou a comandar o HMS Europa, com 64 canhões.[25] A expedição, que era formada pelo HMS Grafton, 70 canhões, HMS Elizabeth, 74 canhões, Europa, e HMS Iphigenia, 32 canhões, partiu em 16 de janeiro de 1783 sob o comando do Comodoro Robert Kingsmill.[25] Pouco depois da partida, um armistício findou a guerra entre a Grã-Bretanha e a Espanha. Phillip descobriu sobre o armistício em abril, quando consertava o navio após uma tempestade no Rio de Janeiro. Na cidade, Phillip escreveu como estava decepcionado com o fim da Guerra de Independência dos Estados Unidos por ter roubado a oportunidade da glória naval na América do Sul.[26]

Espionagem na Europa[editar | editar código-fonte]

Depois de voltar a Grã-Bretanha em 1784, Phillip se manteve próximo de Townshend, agora Lorde Sydney, e o Subsecretário de Assuntos Internos Evan Nepean. De outubro de 1784 a setembro de 1786, Nepean, que comandava o Serviço Secreto sobre os Bourbon, França e Espanha, o contratou para espionar os arsenais navais franceses no Toulon e outros portos.[27] Havia o temor de que a Bretanha entraria em guerra por causa da Revolução Batava na Holanda.[28][29]

Serviço Colonial[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Convictos na Austrália

Lorde Sandwich e o membro da Sociedade Real S. Joseph Banks, o cientista que acompanhou o tenente James Cook em sua viagem de 1770, advogavam a favor do estabelecimento de uma colônia em Botany Bay, Nova Gales do Sul.[30][31] Em julho de 1783, Banks aceitou a oferta de ajuda do lealista James Matra. Sob a orientação de Banks, Matra rapidamente produziu a Proposta para Estabelecer uma Colônia em Nova Gales do Sul (24 de agosto de 1783), com uma série de argumentos para que os colonos fossem lealistas americanos, chineses e ilhéus do Mar do Sul (mas não prisioneiros).[32] Thomas Townshend, o Lorde Sydney, sendo Secretário de Estado para Assuntos Internos e ministro interino, decidiu oficialmente propor uma colônia na Austrália.[33] A decisão foi tomada por dois motivos: por ser uma opção para transportar os criminosos da América do Norte após a Revolução Americana e pela necessidade de uma base no Pacífico para resistir a expansão francesa.[34] Em setembro de 1786, Phillip foi nomeado comodoro da como ficou conhecida Primeira Frota. Sua missão era transportar prisioneiros e soldados para estabelecer uma colônia em Botany Bay. Na chegada, Phillip deveria assumir as posições de capitão-general e de governador. Uma segunda colônia deveria ser estabelecida na Ilha Norfolk por recomendação de S. John Call e S. George Young, para utilizar o linho nativo (harakeke) e a madeira para motivos navais.[35][36]

Referências

  1. Robert J. King, "Arthur Phillip Defensor de Colónia, Governador de Nova Gales do Sul", Anais de História de Além-Mar, 2005 (6), pp.339-349.
  2. «Arthur Phillip» (em inglês). Australian Dictionary of Biography. Consultado em 20 de agosto de 2010 
  3. a b c d e Richard Hiscocks (2018). «Arthur Phillip». more than Nelson (em inglês). Consultado em 4 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2022 
  4. Pembroke, Michael (2013). Arthur Phillip : sailor, mercenary, governor, spy. Hardie Grant Books: [s.n.] p. 5. OCLC 867748503 
  5. Parker, Derek (2009). Arthur Phillip : Australia's first governor. [S.l.]: Woodslane Press. p. 2-3. OCLC 439699182 
  6. a b Pembroke, Michael (2013). Arthur Phillip : sailor, mercenary, governor, spy. [S.l.]: Hardie Grant Books. p. 9. OCLC 867748503 
  7. a b Pembroke, Michael (2013). Arthur Phillip : sailor, mercenary, governor, spy. [S.l.]: Hardie Grant Books. OCLC 867748503 
  8. Parker, Derek (2009). Arthur Phillip : Australia's first governor. [S.l.]: Woodslane Press. p. 12. OCLC 439699182 
  9. The governors of New South Wales 1788-2010. David Clune, Ken Turner. [S.l.]: Federation Press. 2009. p. 30-31. OCLC 460729253 
  10. Hughes, Robert (1988). The fatal shore : a history of the transportation of convicts to Australia, 1787-1868. [S.l.]: Pan Books in association with Collins. p. 67. OCLC 17948306 
  11. a b c d e The governors of New South Wales 1788-2010. David Clune, Ken Turner. [S.l.]: Federation Press. 2009. p. 30. OCLC 460729253 
  12. Pembroke, Michael (2013). Arthur Phillip : sailor, mercenary, governor, spy. [S.l.]: Hardie Grant Books. p. 15. OCLC 867748503 
  13. Frost, Alan (1987). Arthur Phillip, 1738-1814 : his voyaging. [S.l.]: Oxford University Press. p. 16. OCLC 16811498 
  14. Frost, Alan (1987). Arthur Phillip, 1738-1814 : his voyaging. [S.l.]: Oxford University Press. p. 22. OCLC 16811498 
  15. Frost, Alan (1987). Arthur Phillip, 1738-1814 : his voyaging. [S.l.]: Oxford University Press. p. 25. OCLC 16811498 
  16. Parker, Derek (2009). Arthur Phillip : Australia's first governor. [S.l.]: Woodslane Press. p. 5. OCLC 439699182 
  17. a b c d The governors of New South Wales 1788-2010. David Clune, Ken Turner. [S.l.]: Federation Press. 2009. p. 31. OCLC 460729253 
  18. a b c d «Arthur Phillip: Defender of Colônia, Governor of New South Wales». V Simpósio de HistóriaMarítimo e Naval Iber-americano, 25 a 29 de outubro de 1999. Consultado em 5 de novembro de 2022 
  19. GOLDSTON-MORRIS, Maurine (1997). THE LIFE OF ADMIRAL ARTHUR PHILLIP R.N. 1738-1814. [S.l.]: Naval Historical Society of Australia. p. 4 
  20. «Norfolk Chronicle». Monday's Post. 20 de setembro de 1777 
  21. Pembroke, Michael (2013). Arthur Phillip : sailor, mercenary, governor, spy. [S.l.]: Hardie Grant Books. p. 65. OCLC 867748503 
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  23. Pembroke, Michael (2013). Arthur Phillip : sailor, mercenary, governor, spy. [S.l.]: Hardie Grant Books. p. 71. OCLC 867748503 
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  36. King, Robert J. (2003). «NORFOLK ISLAND: PHANTASY AND REALITY, 1770-1814». The Great Circle (2): 21-22. ISSN 0156-8698. Consultado em 6 de novembro de 2022 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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