Piraí

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Município de Piraí
"Cidade Natureza"
Prefeitura Municipal de Piraí

Prefeitura Municipal de Piraí
Bandeira de Piraí
Brasão de Piraí
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 17 de outubro de 1837 (180 anos)
Gentílico piraiense
Prefeito(a) Luiz Antônio da Silva Neves (PDT)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Piraí
Localização de Piraí no Rio de Janeiro
Piraí está localizado em: Brasil
Piraí
Localização de Piraí no Brasil
22° 37' 44" S 43° 53' 52" O22° 37' 44" S 43° 53' 52" O
Unidade federativa Rio de Janeiro
Região
intermediária

Volta Redonda–Barra Mansa IBGE/2017[1]

Região
imediata

Volta Redonda–Barra Mansa IBGE/2017[1]

Municípios limítrofes Barra do Piraí, Itaguaí, Mendes, Paracambi, Pinheiral, Rio Claro e Volta Redonda
Distância até a capital 89 km
Características geográficas
Área 505,466 km² [2]
População 26 309 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 52,05 hab./km²
Altitude 387 m
Clima Tropical de Altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,776 (RJ: 31º) – elevado PNUD/2000[4]
PIB R$ 680 302,343 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 26 407,20 IBGE/2008[5]
Página oficial
Prefeitura www.pirai.rj.gov.br
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Piraí é um município do Vale do Paraíba Fluminense, no Sul Fluminense, no interior do estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Localizado a 89 km da capital fluminense, sua população estimada em 2015, era de 25 762 habitantes.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O topônimo "Piraí" é uma referência ao rio Piraí. O nome tem origem na língua tupi e significa "rio dos peixes", através da junção dos termos pirá (peixe) e 'y (rio).[6]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Possui uma área de 504,6 km², correspondentes a 8,1% da área da Região Médio Paraíba. É subdividido nos distritos de Piraí (sede), Vila Monumento (2º distrito), Arrozal (3º distrito) e Santanésia (4º distrito).

O município possui uma posição geográfica estratégica, entre duas grandes metrópoles — Rio de Janeiro e São Paulo —, numa extensão de 42 km de Rodovia Presidente Dutra.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes aos períodos de 1961 a 1983, 1986 a 1991, 1993 e 1997 a 2006, a menor temperatura registrada em Piraí foi de 3,3 °C em 23 de junho de 2000,[7] e a maior atingiu 40,3 °C em 24 de dezembro de 1968.[8] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 160,3 milímetros (mm) em 27 de março de 1966. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram 145,2 mm em 23 de janeiro de 1967 e 117,6 mm em 3 de dezembro de 2002.[9] Janeiro de 1967, com 524,2 mm, foi o mês de maior precipitação.[10]

Dados climatológicos para Piraí
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 39,7 38 37,9 36 34,4 32,3 33,8 37,1 39,1 38,9 38,7 40,3 40,3
Temperatura máxima média (°C) 31,4 31,2 30,7 29,4 26,3 25,6 24,9 26,7 26,2 27,8 29 30 28,3
Temperatura mínima média (°C) 19,8 19,8 19,5 18 15 13,1 12,5 13,3 15,1 16,5 17,9 19,4 16,7
Temperatura mínima recorde (°C) 12,1 11,8 12 8,6 5,4 3,3 3,8 4,5 5 8 9,6 10,6 3,3
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[11] recordes de temperatura: 01/01/1961 a 31/12/1983, 01/01/1986 a 30/04/1990, 01/10/1991 a 31/12/1991, 01/10/1993 a 30/11/1993 e 01/05/1997 a 04/12/2006)[7][8]

Economia[editar | editar código-fonte]

Piraí tem, como principais atividades econômicas: agricultura, pecuária, silvicultura, pesca, indústria, produção e distribuição de eletricidade, construção civil, comércio e prestação de serviços.

Atualmente, Piraí possui três condomínios industriais. Nesses condomínios, encontramos diversas empresas, tais como: AmBev, Maria Moura Confecções, DPI, SINASC, Injeções Termoplásticas, Kedelícia, Cobra Tecnologia, Masgovi, Usimateq, Rede Construir, Produtos Goiana, Tuko, JRO, Tecnocell, Carta Fabril.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Em Piraí, está localizado o Monumento Rodoviário da Rodovia Presidente Dutra.

Lago do Convento

O lago do Convento localiza-se no bairro Koop Land em área de propriedade do antigo Hotel Fazenda Espelho D'Água, hoje Convento da Transfiguração do Senhor - Instituto dos Frades de Emaús. Sua área é de aproximadamente 100 000 metros quadrados, de formato irregular e com águas transparentes e frias. Às suas margens, destacam-se quaresmas, espatódeas, pinheiros e amendoeiras. A pesca no local é proibida, mas os banhos e os passeios em pequenas embarcações, são permitidos e frequentes. Em seu entorno, há casas residenciais e as instalações do Convento da Transfiguração do Senhor - Instituto dos Frades de Emaús.

Rio Piraí

O rio Piraí nasce na serra do Sinfrônio, no município de Rio Claro, atravessado todo o município de Piraí e desemboca parte dele no rio Paraíba do Sul. durante seu trajeto, em Piraí, não há presença de cachoeiras, nem de praias fluviais, mais sim de formações de lagoas e lagos, sendo o maior expressão o lago do Kopp, situado na localidade de Koppland. A vegetação que circunda o atrativo é terciária, composto basicamente de espécie como canela, jacaré, embaúba, ipê amarelo, quaresma, eucalipto, árvores frutíferas, além de áreas de pasto em toda a sua extensão. Suas águas, em grande volume, são claras, transparentes e de temperaturas amena. Outrora, o rio era navegável por embarcações de médio porte, mas atualmente só é possível através de pequenas embarcações (botes, canoas, etc.). Isso ocorreu, devido a instalação de usinas e barragens que utilizam grande parte de suas águas. A Barragem de Tocos, localizada ainda no município de Rio Claro, desvia suas águas para o Reservatório Ribeirão das Lajes e a Usina Elevatória do Vigário, na sede de Piraí, subsistema da Usina Nilo Peçanha, "rouba" suas águas de forma natural e o excedente continua seu percurso. Na divisa dos municípios de Piraí e Barra do Piraí, há o subsistema de Santana que capta de forma artificial a água do rio Paraíba do Sul para o rio Piraí, fazendo com que este suba ao invés de descer, para que a água seja aproveitada pela Usina do Vigário. O excedente percorre outro caminho e por fim desemboca no Rio Paraíba do Sul. A paisagem circundante do atrativo é caracterizada pela serra das Araras, a sede de Piraí, o lago Kopp e a Usina Elevatória de Vigário.

Rio Paraíba do Sul

O rio Paraíba do Sul, com sua nascente em São Paulo, atravessa diversos municípios do Estado de Rio de Janeiro e desagua no oceano Atlântico, na altura do município de São João da Barra. Em Piraí, o rio Paraíba do Sul atravessa o município de Pinheiral, apresentando em suas margens pequenas praias localizadas entre vegetação terciária, onde destacam-se imbaúbas, canelas, jacarés além de diversas espécies de aves. Compondo sua ambiência registra-se a presença, próxima, de áreas de pastagem e no seu leito pequenas ilhas arborizadas. Águas barrentas e de baixa temperatura, não são propícias a banhos devido ao índice de poluição do rio, que vem recebendo grande quantidade de resíduos desde o Estado de São Paulo. Neste trecho o rio é navegável apenas para pequenas embarcações. Destaca-se pelo seu entorno, onde estão presentes o Posto Zootécnico, a Estrada de Ferro Pinheiral-Piraí além de sítios e fazendolas da região.

Cachoeira dos Três Saltos

O atrativo tem altura aproximada de dez metros, possuindo três saltos. Suas águas são claras, transparentes e de temperatura baixa. No final da queda, há boas possibilidades de banhos, com presença de uma excelente ducha natural. A paisagem que circunda o atrativo é formada por áreas de pastagem, bananeiras, bambuzais, canelas, eucaliptos e jacarés, além da sede da Fazenda dos Três Saltos e suas benfeitorias.

Prefeitura de Piraí

No ano de 1837, o prédio onde atualmente funciona a Prefeitura de Piraí teve permissão para a construção pelo governo da província em terreno doado por Magalhães Pusso, proprietário da Sesmaria de Palmeira. Para dar suporte as atividades no ano seguinte foi criada uma comissão nomeada pelo Presidente da Província cabendo aos membros a organização de uma subscrição para a construção dos prédios públicos ou seja a Câmara Júri e Cadeia. Em 1838, passou então a funcionar no primeiro pavimento do prédio a cadeia e no segundo pavimento a Sala das Audiências, a Secretaria, o Reservado (para os réus), a Secreta (para os jurados) e a Sala do Tribunal. Em 1917, a cadeia foi transferida para outro prédio. No ano de 1922, passou a ser sede da prefeitura.

Casarão de Arrozal

O Prédio Imperial de São João Batista de Arrozal da Irmandade do S. S. Sacramento doado pelo Coronel Quincas Ribeiro é um marco na região por ter hospedado por diversas vezes D. Pedro II e sua comitiva imperial. Arrozal outrora possuía grandes áreas com a cultura de arroz cuja maior parte de sua destinada ao abastecimento da corte no Rio de Janeiro. A aprazível localidade tem suas histórias iniciada no final do século XVIII quando o capitão-mor José Souza Breves chegou à região como desbravador sendo o primeiro senhor das terras organizando a Fazenda Cachoeira e criando a Vila de São João Batista do Arrozal.

Banda de Música de Arrozal

Contam os antigos moradores e os descendentes de escravos que havia na localidade duas bandas: uma composta de brancos e outra de negros escravos que gozavam de certas regalias havendo entre elas uma disputa pela superioridade de repertórios. O episódio testemunha as raízes centenárias da Banda que com a queda da escravidão e decadência da lavoura cafeeira assistiu ao êxodo da população e conseqüentemente dos músicos.

Igreja de Sant'Ana
Igreja matriz da paróquia de Sant'Anna

A igreja matriz da paróquia de Sant'Ana foi construída entre 1829 e 1841. Foi reformada entre 1954 e 1952, ocasião em que o teto foi pintado com cenas de passagens bíblicas de autoria do artista Geraldo de Oliveira. Em 2007 recebeu iluminação noturna.

Seu altar-mor tem revestimento de pedra-sabão e abriga uma imagem de Sant'Ana, a padroeira do município.[12]

Casa de Cultura

No majestoso prédio do século XX retrata a história de Piraí, desde a sua fundação, como cenário do poderio do Ciclo do Café em nossa Região até o Programa de Desenvolvimento Local.

Parque Florestal Mata do Amador

O Parque com uma área de 164 000 metros quadrados, foi criado através da Lei Municipal 447, de 8 de abril de 1997, com o objetivo de preservar a principal área florestal próxima a cidade. Sua criação visa promover a educação ambiental, atividades culturais e educacionais.

Lago de Caiçara, Piraí.
Parque do Caiçara

Com área aproximadamente de 50 000 metros quadrados, com forma irregular, possui águas transparentes e frias. Destaca-se por uma praia lacustre, utilizada para piqueniques e banhos.

Condomínio da Arte

O projeto "Condomínio da Arte" foi iniciado, no atual formato, em setembro de 2004, com o propósito de gerar trabalho e renda, garantindo a inserção do artesão na economia do Município. O projeto previu ainda, uma evolução sustentável da atividade artesanal e o desenvolvimento das "Oficinas de Produção". Nos quatro anos de existência como Condomínio da Arte, o projeto, que, inicialmente, contava com três oficinas de artesanato, uma oficina de confecção e uma oficina de panificação, tem, atualmente, oito oficinas de produção, formando e informando artesãos sobre as tendências de um mercado competitivo e sobre a necessidade de constante capacitação, contribuindo, dessa forma, para sua profissionalização e para a transformação do segmento artesanal em negócio.

A estratégia de trabalho privilegiou: a revitalização do produto artesanal, buscando uma identidade cultural (tilápia, macadâmia e café); a mobilização e o fortalecimento das oficinas de produção, com o olhar voltado para o nosso foco principal que é o aproveitamento de materiais e a orientação e organização da loja, principal ponto de escoamento do produto. Chamar a atenção para a importância da arte e do artesanato, também, para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que têm como fonte ou complementação de renda a produção de peças artesanais, bem como divulgar a arte e o artesanato de Piraí, tem sido o objetivo do Condomínio. Nas lojas do Condomínio da Arte, você encontra lindas peças artesanais e lanchonete. A loja fica localizada na Avenida Guadalajara, 67.

Piraí Digital[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Piraí Digital

Piraí Digital é um projeto de disseminação da cultura digital no município, que envolve ações de inclusão digital, educação para novas mídias e informatização da gestão. Abrange os telecentros, escolas de todos os níveis e outras instituições públicas como o sistema de saúde do município.

A base tecnológica do projeto é uma infraestrutura pública de comunicação SHSW (Sistema Híbrido com Suporte Wireless) com cobertura em todo o município,[13] inaugurada em 6 de fevereiro de 2004.

Piraí também tem, como marco, o fato de ser o primeiro município do Rio de Janeiro a implantar o projeto "Um Computador por Aluno" do governo federal em sua rede de ensino.

Calendário[editar | editar código-fonte]

  • Feira dos Artesãos - primeiro sábado de cada mês - na Praça da Preguiça
  • Fevereiro ou Março: Carnaval na Praça
  • Abril: Café, cachaça e chorinho
  • Abril: Festa de São Benedito (Arrozal)
  • Maio: Festa do Trabalhador (Santanésia)
  • Junho: Causos e Caldos
  • Junho: Forró Para o Povo
  • Julho: Cavalgada da Amizade
  • Julho: Festa Julhina (Instituto dos Frades de Emaús)
  • 26 de Julho: Dia da Padroeira - Senhora Sant'Ana
  • Agosto: Festival de Música de Piraí
  • Outubro: Festa de São Francisco de Assis (Instituto dos Frades de Emaús)
  • Setembro: Arrozal em Festa
  • Outubro: Piraí Fest Paladar - Festival Gastronômico de Piraí.
  • Dezembro: Cantata de Natal

A partir de 2013 a Cavalgada e a Festa do Folclore foram integradas em uma única festa, o "Arrozal em Festa", que acontece sempre na primeira quinzena de setembro.[14]

Personalidades[editar | editar código-fonte]

Esportes[editar | editar código-fonte]

Política[editar | editar código-fonte]

Prefeitos
Nome Período
Emílio Silva 1970-1972
Aurelino Gonçalves Barbosa 1977-1982
Aurelino Gonçalves Barbosa 1982-1986
Nurldim Noro Hassum 1986-1989
Arthur Henrique Gonçalves Ferreira ("Tutuca") 1990-1996
Luís Fernando de Souza ("Pezão") 1997-2003
Arthur Henrique Gonçalves Ferreira ("Tutuca") 2004-2008
Arthur Henrique Gonçalves Ferreira ("Tutuca") 2008-2012
Luiz Antonio da Silva Neves 2013-2016
Luiz Antonio da Silva Neves 2016-Atualmente

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Segurança e criminalidade[editar | editar código-fonte]

Polícia Militar

O policiamento ostensivo da cidade está a cargo da Quinta Companhia do 10º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, com sede no Centro da cidade. Existem, ainda, três destacamentos de policiamento ostensivo nas localidades de Arrozal, Santanésia, Cacaria subordinados a essa companhia e um posto da polícia rodoviária do Batalhão de Polícia Rodoviária na localidade de Rosa Machado, no entroncamento da RJ-145 com a RJ-133.

Polícia Civil

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro mantém no município a 94ª Delegacia Policial, subordinada à Nona Coordenadoria Regional de Polícia do Interior.

Corpo de Bombeiros Militar

O município é assistido pelo Quarto Destacamento do 22º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, cuja sede fica na Vila de Ribeirão de São Joaquim, próximo às instalações da Represa de Lages, pertencente à Light S/A e da Rodovia Presidente Dutra.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Bairros
  • Asilo
  • Rosa Machado
  • Ponte de Cimento
  • Casa Amarela
  • Morro da Prefeitura
  • Ipê
  • Santanésia[15]
  • Vila Monumento
  • Querosene
  • Varjão
  • Arrozal
  • Ponto Quarenta
  • Vale Verde
  • Cacaria
  • Ponte das Laranjeiras
  • Morro do Sarole
  • Serra do Matoso
  • Jaqueira
  • Enseada das Garças

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 1 de dezembro de 2017. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  6. NAVARRO, E. A. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3ª edição. São Paulo. Global. Ática. 2005. p. 42.
  7. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Piraí». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de julho de 2018. 
  8. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Piraí». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de julho de 2018. 
  9. «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Piraí». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de julho de 2018. 
  10. «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Piraí». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de julho de 2018. 
  11. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 9 de julho de 2018. 
  12. «Matriz de Sant'Ana». Prefeitura Municipal de Piraí. Consultado em 4 de junho de 2018. 
  13. «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.cultura.gov.br 
  14. «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.pirai.rj.gov.br 
  15. «IBGE» (PDF). biblioteca.ibge.gov.br 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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