Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final

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Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final
 Brasil
2015 •  cor •  100 min 
Direção Roberto Santucci
Marcelo Antunez
Coprodução Paris Filmes
Miravista Filmes
RioFilme
Globo Filmes
Elenco Leandro Hassum
Camila Morgado
Kiko Mascarenhas
Julia Dalavia
Emanuelle Araújo
Bruno Gissoni
Aílton Graça
Sílvia Pfeifer
Leonardo Franco
Gênero Comédia
Distribuição Paris Filmes
Downtown Filmes (co-distribuidor)
Lançamento 24 de dezembro de 2015
Orçamento R$ 8 milhões
Receita R$ 39.287.689
Cronologia
Até que a Sorte nos Separe 2

Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final é o terceiro e último filme da franquia brasileira de comédia, Até que a Sorte nos Separe, lançado no final de dezembro de 2015. O filme é uma paródia da crise econômica brasileira de 2015, e continuação do filme de 2013.

Inicialmente, o filme iria ser estreado na véspera de ano novo, porém, foi antecipado para véspera de Natal, no dia 24.[1] O longa foi inspirado na obra de Gustavo Cerbasi, Casais Inteligentes Enriquecem Juntos.[2] O filme foi executado entre o mês de setembro e outubro, filmado no bairro carioca de Vargem Pequena.[3] O argumento do filme foi lançado em março de 2015.[4] Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final teve um orçamento de R$ 8 milhões.[5]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Após perder a herança da família em Las Vegas, Tino, já falido, arranja um trabalho de camelô na rua. Um dia é atropelado pelo filho do empresário mais rico do país, ficando assim por meses em coma. Quando acorda, Tino descobre que o jovem que o atropelou está apaixonado por sua filha, e os dois pretendem se casar.[6]

Para gerar dinheiro para pagar pelo casamento, Tino é convidado pelo pai do seu genro para trabalhar em sua empresa. No exercício de suas novas funções, Tino leva a empresa à falência, mergulhando o país em uma grande crise financeira.[2]


Elenco[editar | editar código-fonte]

Participação Especial[editar | editar código-fonte]

Sátiras[editar | editar código-fonte]

O personagem de Rique Barelli é uma extensa sátira a Eike Batista: o homem mais rico do Brasil com uma companhia chamada KHX (Grupo EBX), casado com uma capa da Playboy que usa uma gargantilha com o nome do marido (Luma de Oliveira), com um filho que atropela Tino (Thor Batista atropelou e matou um ciclista), e que perde sua fortuna por más decisões financeiras. Há também referências à política do Brasil, com imitadores de Dilma Rousseff e Nestor Cerveró, citações à momentos infames da presidente - Dilma numa bicicleta "dando suas pedaladas", dizendo ser uma mulher sapiens e saudando uma mandioca - e escândalos políticos de 2015 como a Operação lava-jato e os desvios de dinheiro da Petrobras. Considerando que o lançamento do filme coincidiu com o Brasil sendo atingido por uma recessão econômica, o roteirista Paulo Cursino chegou a dizer que "brincamos de Nostradamus nesse filme. O filme tratar disso é bem legal, mas a nossa vontade é que o Brasil vá para frente e que as pessoas tenham dinheiro para ir ao cinema ver o nosso filme".[7][8]

Críticas[editar | editar código-fonte]

Em seu lançamento, o filme não foi bem recebido por críticos. A Folha de S. Paulo publicou uma resenha intitulada "'Até que a Sorte Nos Separe 3' bate todos os índices de ruindade", reclamando em especial de uma abordagem materialista e preconceituosa contra os pobres.[9] Nayara Reynaud, do Cineweb, reagiu positivamente à participação de Daniel Filho e o fato do filme ser "oportuno, mas não necessariamente criativo", mas ressaltou que o filme tem uma execução apressada e piadas questionáveis.[10]

Também foram divididas muitas opiniões entre a comunidade do AdoroCinema.[11]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências