Athletic Club

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Athletic Club
Athletic Club de Bilbao.png
Nome Athletic Club
Alcunhas Los Leones
Fundação 1898 (118 anos)
Estádio San Mamés
Capacidade 53,289
Localização Bilbau, Espanha
Presidente Espanha Josu Urrutia
Treinador Espanha Ernesto Valverde
Patrocinador Espanha Kutxabank
Material esportivo Estados Unidos Nike
Competição Espanha La Liga
Espanha Copa do Rei
União Europeia Liga Europa
LL 2016–17
CR 2016–17
LE 2016–17
Em disputa
Em disputa
Em disputa
Website athletic-club.eus
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Athletic Club, mais conhecido na mídia lusófona como Athletic de Bilbao ou Athletic Bilbao, é um clube de futebol espanhol da cidade de Bilbau, e é um símbolo emblemático da identidade basca, por não permitir que atletas não nascidos, não desenvolvidos ou não descendentes no País Basco, Navarra ou Iparralde possam vestir sua camisa.[1]

Nem sempre o Athletic admitiu somente jogadores bascos, uma vez que foi fundado por britânicos - daí o seu nome em inglês. Durante a ditadura de Francisco Franco, que proibia o uso oficial de outra língua que não a castelhana na Espanha, o clube foi obrigado a mudar de nome para "Club Atlético de Bilbao". Como reação à opressão franquista, desenvolveu-se como representante do nacionalismo basco. O nome original, em inglês, voltou a ser utilizado imediatamente após o fim da proibição, depois da morte de Franco.

A mascote do clube é um leão. O clube também originou o Atlético de Madrid, que surgiu como uma filial da equipe basca na capital espanhola - daí também a similaridade nos nomes, escudos e camisas (com listras verticais alvirrubras).

História[editar | editar código-fonte]

O time campeão da primeira Copa do Rei, em 1903. Na época, o Athletic ainda era alviazul.

A equipe foi fundada por britânicos estabelecidos em Bilbao em virtude da industrialização da cidade - daí o nome em inglês do time - e por jovens da elite bilbaína que haviam voltado dos estudos na Grã-Bretanha. Alguns jogadores dos primeiros elencos do Athletic tinham os sobrenomes MacLenan, Evans, Langford, Davies, Mills, Cockram e Dyer.[2]

A regra para apenas bascos surgiu como resposta às reclamações dos rivais Unión Ciclista de San Sebastián (atual Real Sociedad), Basconia e Racing de Irún (atual Real Irun), que só utilizavam jogadores da região e queixavam-se da presença britânica nas escalações do Athletic.[2]

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

O distintivo dos Leones procurou fazer referências a significativos ícones de Bilbao e da região basca: nele estão contidos imagens referentes à Árvore de Guernica, que sobreviveu aos bombardeios de alemãs e italianos na cidade em meio à Guerra Civil Espanhola; à Igreja de Santo Antão; e à Ponte de mesmo nome, atravessada pelo rio Nervión, conhecido como estuário Bilbao em seu trecho final.[3]

Cores e uniforme[editar | editar código-fonte]

O primeiro uniforme do time era alviazul: camisa divida ao meio em azul e branco, com calças e meias azuis. Era o uniforme do Blackburn Rovers. Em certo momento, o encarregado de trazer os uniformes do clube inglês não pôde fazê-lo, levando consigo, no lugar, os do Sunderland: camisas com listras verticais alvirrubras, e calças e meias na cor preta, desde então adotados pelo Athletic. Curiosamente, a diferença entre as vestimentas dele com as do Atlético de Madrid (então Athletic Club de Madrid) surgiram aí: a filial manteve os calções e meias azuis do Blackburn.[4]

O clube foi uma das últimas grandes equipes a não possuir o logotipo de um patrocinador em seu uniforme. Em julho de 2008, entretanto, passou a estampar o logo da petrolífera Petronor, o que rendeu muita polêmica mesmo a empresa sendo da região basca. Antes, durante a temporada 2004-05, em sua participacão na Copa da UEFA, os uniformes chegaram a carregar a marca do Governo Basco, com a mensagem "Euskadi", que significa "Pátria Basca". A estampa na época não carregou a mesma polêmica, por ser em prol da região, em um apelo ao turismo no local.[5] Em maio de 2011, estreou seu novo segundo uniforme, nas cores da Ikurriña (a bandeira do País Basco), com o verde predominante.[6]

Orgulho basco[editar | editar código-fonte]

O Athletic é famoso por seu estatuto a restringir jogadores. O embrião da regra surgiu em 1911 e era bem mais rígido: por um tempo, foram aceitos apenas atletas da província de Biscaia, posteriormente passando a aceitar jogadores de províncias bascas vizinhas. Um novo abrandamento veio mais tarde, com o clube admitindo estrangeiros, desde que possuíssem origens bascas. Atualmente, o clube aceita estrangeiros sem raízes bascas, só que eles precisam ter sido educados na cultura basca ou formados em clubes do futebol do País Basco ou de Navarra.[2]

A concessão a estrangeiros permitiu que alguns forasteiros de sangue basco defendessem o time: o chileno Higinio Ortúzar (1939-1943), o filipino Ignacio Larrauri (1941-42), o brasileiro Vicente Biurrun (1986-1990), o venezuelano Fernando Amorebieta (2005-2013) e o mexicano Javier Iturriaga (2006-07). Há ainda os casos de Santiago Ezquerro e David López, que nasceram na província de La Rioja, por vezes considerada como basca, embora não por muitos; e também o de jogadores de origens bascas vindos de outras províncias espanholas, como Mario Bermejo (da Cantábria), presente na temporada 1997/98, e Loren (Castela e Leão), que passou pelo clube entre 1989 e 1991.[2]

Mesmo com a região histórica do País Basco abrangendo também território da França, só dois bascos franceses jogram no Athletic: Bixente Lizarazu, que esteve apenas em parte da temporada 1996/97, e Aymeric Laporte, que estreou em 2012.[7] Em 2009, foi integrado o primeiro negro do time principal: Jonás Ramalho, filho de um angolano com uma basca. Em 2015, Iñaki Williams, filho de pai ganês, mãe liberiana e crescido no País Basco, tornou-se o primeiro negro a marcar um gol pelo Athletic.[8]

Antes de 1911, quando a regra para a exclusividade basca passou a existir, o Athletic chegou a jogar com atletas vindos do Reino Unido. Alguns, inclusive, foram fundadores do time.[2] A restrição não é estendida a técnicos.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa listrada verticalmente em vermelho e branco, calção e meias pretas;
  • 2º - Camisa verde, calção e meias verdes;
  • 3º - Camisa preta, calção e meias vermelhas;
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro

Uniformes anteriores[editar | editar código-fonte]

  • 2015–16
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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Terceiro
  • 2014–15
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Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
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Cores do Time
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Segundo

Competições[editar | editar código-fonte]

O Athletic é um dos dois únicos clubes (o outro é o Real Madrid, em 1931/1932) que conseguiram ser campeões invictos na Liga Espanhola, alcançando esta marca na temporada 1929/1930, além de deter a maior goleada da história da Liga, obtida neste mesmo campeonato: 12 a 1 sobre o Barcelona e o segundo maior goleador da história da Liga (ultrapassado em 2014 por Lionel Messi), Telmo Zarra, com 251 gols em 279 jogos, entre 1939 e 1955, sendo que Zarra também detinha, junto com Hugo Sánchez, do Real, a marca de maior número de gols em um único campeonato: 38 gols. Essa marca durou até a temporada 2010/2011, quando Cristiano Ronaldo marcou 40 gols com a camisa do Real Madrid. O ex-jogador Bata (em 1930/1931), junto com László Kubala, do Barcelona, (1951/1952), são os jogadores que mais marcaram gols em uma mesma partida (7).

O Athletic é um dos três clubes que jamais caíram para a segunda divisão (os outros são Real Madrid e Barcelona) e o quinto maior pontuador da La Liga em todos os tempos, somando-se os pontos conquistados em todas as temporadas. Segundo o ranking histórico mundial de clubes é, em termos de currículo, o 5º maior clube espanhol (atrás de Real Madrid, Barcelona, Valencia e Atlético de Madrid, respectivamente).[carece de fontes?]

Seu centenário, em 1998, foi celebrado em grande estilo, em amistoso contra a Seleção Brasileira, empatado em 1 a 1.[9] A partida, em 31 de maio, foi um dos amistosos preparativos do Brasil para a Copa do Mundo de 1998, iniciada no mês seguinte. No jogo, Rivaldo marcou para os brasileiros, e Carlos García fez para o Athletic.[10]

Na virada do milênio, o Athletic sofreu com péssimas campanhas, ao ponto de se salvar do rebaixamento na última rodada da temporada 2006-07. Após o susto, os bascos melhoraram seu desempenho e o clube voltou a figurar entre os protagonistas do campeonato. Em 2012, a equipe contrata o técnico argentino Marcelo Bielsa para comandar a equipe nas competições das quais o Athletic participava. Com um futebol muito ousado e ofensivo, Bielsa levou o Athletic à duas finais naquela temporada: da Liga Europa da UEFA, onde eliminou gigantes como Manchester United, Paris Saint-Germain e Schalke 04, mas acabou derrotado pelo Atlético Madrid na final pelo placar de 3 a 0, e também da Copa do Rei, perdendo para o Barcelona pelo mesmo placar da outra final.

Após alguns desentendimentos, Bielsa deixou o Athletic no fim da temporada 2013. Em seu lugar, a equipe trouxe Ernesto Valverde. Em sua primeira temporada, o novo treinador fez grande campanha, levando o Athletic ao 4º lugar na Liga Espanhola e garantindo uma vaga nos play-offs da Liga dos Campeões da UEFA, algo que o time não conseguia desde 1998. O adversário dos bascos foi o Napoli da Itália. Após empate no jogo de ida, no San Paolo, o Athletic venceu o jogo de Volta por 3 a 1, classificando-se para a fase de grupos do torneio. No entanto, o Athletic acabou sendo eliminado da competição ao finalizar em 3° no grupo H, ganhando o direito de disputar a Liga Europa daquela temporada, mas o time basco também foi eliminado pelo Torino.

Apesar das eliminações nas competições europeias, o Athletic chegou à final da Copa do Rei onde enfrentou o Barcelona no Camp Nou, sendo o time catalão o vencedor ao derrotar o Athletic pelo placar de 3 a 1.

Como o Barcelona venceu as duas competições nacionais da Espanha, o Athletic, por ter sido vice-campeão da Copa do Rei, ganhou o direito de disputar a Supercopa da Espanha contra o próprio Barcelona. Contrariando todas as expectativas, o Athletic goleou no jogo de ida aplicando 4 a 0 e conquistou o título da competição ao empatar em 1 a 1 no jogo da volta em Barcelona. Além de ter impedido o "Sextete" do Barcelona na temporada, o Athletic conquistou o seu primeiro título em 31 anos, uma vez que a última vez que o Athletic havia sido campeão fora no ano de 1984.

O 7° lugar na Liga Espanhola deu ao clube basco o direito de disputar a Liga Europa novamente. Após avançar à fase de Grupos, o Athletic classificou-se para a fase eliminatória como líder da sua chave. O centroavante Aduriz, em grande fase, comandou o Athletic e fez gols decisivos para que o time basco eliminasse o Olympique de Marseille e o Valencia. Todavia, nas quartas-de-final, o Athletic acabou sendo eliminado para o Sevilla nos pênaltis (5 a 4), após ambas equipes conquistarem vitórias por 2 a 1 como visitantes.

Dois jogadores do Athletic estiveram no grupo da Seleção Espanhola que conquistou a Copa do Mundo de 2010, a primeira vencida pela Furia: Javi Martínez e Fernando Llorente, que foram reservas.

Mais recentemente o volante San José também passou a ser convocado. Além dele, o atacante Aduriz, com 35 anos, também ganhou uma chance com o técnico Vicente del Bosque graças a sua grande fase no Athletic.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Joseba Etxeberria atuou pela Real Sociedad antes de tornar-se símbolo de fidelidade ao Athletic.

Real Sociedad[editar | editar código-fonte]

Dentro do País Basco, seu maior rival é a Real Sociedad, da cidade de San Sebastián. Este clube é menos radical: admite livremente desde 1989 jogadores de outros países, mas, quanto aos espanhóis, ainda hoje também se limita àqueles de origens bascas.[11] A rivalidade é amplamente favorecedora ao Athletic, que possui mais títulos de expressão e maior número de vitórias, assim como é um dos três times a jamais ter sido rebaixado à segunda divisão, ao lado de Real Madrid e Barcelona.

Ambas as torcidas têm um relacionamento relativamente pacífico, com as hostilidades concentrando-se mais entre as diretorias. Joseba Etxeberria, um jogador-símbolo dos Leones, iniciou a carreira nos alviazuis, e sua transferência foi polêmica; de 2008 até aposentar-se, um ano depois, doou todo o salário de volta ao Athletic, como agradecimento.[12] Roberto López Ufarte, Vicente Biurrun, Loren e Ion Andoni Goikoetxea também passaram pelos dois rivais. O clássico já foi palco de uma das primeiras manifestações livres de nacionalismo basco após o franquismo: em 1976, um ano após a morte do ditador Francisco Franco, José Ángel Iríbar, ex-goleiro a atual presidente honorário do Athletic, entrou em campo empunhando uma bandeira do País Basco (proibida havia 40 anos)[13] juntamente com o jogador rival Inaxio Kortabarría. Semanas depois, a bandeira, ainda muito relacionada ao grupo terrorista ETA, pôde ser legalizada.[14]

Real Madrid[editar | editar código-fonte]

Real x Athletic em 2010.

O Real Madrid também desperta uma certa animosidade, uma vez que carrega a imagem de símbolo do próprio governo espanhol que, na ditadura de Francisco Franco (torcedor do Atlético de Madrid, mas apoiador do Real por ser um clube madrilenho), tanto oprimiu a cultura basca. Curiosamente, na temporada 2002/03, o Athletic teve de decidir-se em quais dos dois poderia "favorecer": na última rodada, jogaria no Santiago Bernabéu contra os madrilenhos, que disputavam o título espanhol com a Sociedad, que só seria campeã se o Athletic vencesse. A equipe da capital acabou derrotando os alvirrubros por 3 a 1 e levando a taça. O ex-zagueiro Rafael Alkorta é o mais famoso a ter feito em ambos. O último a realizar a troca entre os times foi Aitor Karanka.

Barcelona[editar | editar código-fonte]

Barcelona x Athletic em 2007.

Nas décadas de 1930 e 1940, o clube disputava acirradamente os títulos espanhóis com o Barcelona. Tanto que eram os dois maiores vencedores de La Liga até a ascensão do Real Madrid, iniciada na década de 1950. Não tardou para que a rivalidade diminuísse bastante, inclusive pelo fato das duas equipes passarem a detestar o Real - o Barcelona, em caso similar ao Athletic, representava outra região de cultura a línguas discriminada por Franco, a Catalunha.

A rixa esteve um pouco renovada nos anos 1980, em que o jogador Andoni Goikoetxea chegou a quebrar as pernas dos barcelonistas Diego Maradona e Bernd Schuster. Em outra partida, decisiva pela Copa do Rei de 1984, vencida pelo Athletic, Maradona chegou a provocar uma briga campal entre as duas equipes. Jesús Garay, Andoni Zubizarreta, Julio Salinas e Ion Andoni Goikoetxea (que não é o mesmo que fraturou Schuster e Maradona) são os que fizeram mais sucesso com as duas camisas. O último a ter defendido as duas foi Santiago Ezquerro.

Após uma sequência de triunfos do time catalão em finais contra o Athletic, principalmente na Copa do Rei, o time basco conseguiu conquistar um título novamente após 31 anos, justamente em cima do Barcelona. A conquista da Supercopa da Espanha de 2015, com direito à uma goleada de 4 a 0 no San Mamés, não somente voltou a dar uma Taça ao Athletic, como também impediu que o Barcelona conquistasse o chamado "Sextete", no qual o Barcelona seria campeão de todas as competições que disputou em 2015.

Atlético de Madrid[editar | editar código-fonte]

A histórias dos dois clubes está ligada. Por ter inicialmente sido uma filial do time basco, a equipe madrilenha por vezes viu-se impedida de disputar, em seus primeiros anos, a Copa do Rei (competição mais expressiva até a criação do campeonato espanhol, em 1929), mesmo quando qualificada por torneios classificatórios. Com isso, naturalmente surgiu um descontentamento com a matriz, levando ao rompimento da relação original entre ambos.[4] Além disso, no início da ditadura franquista, foi o Atlético o clube capitolino mais ligado ao governo espanhol, e não o Real.[15]

Os dois já disputaram acirradamente La Liga duas vezes, em 1941 e em 1970, com os colchoneros levando o título em ambas. Já na Copa do Rei, o retrospecto dos bilbaínos é mais favorável: venceram duas das três finais travadas por criador e criatura, em 1921 e 1956, perdendo a de 1985. A rixa foi realimentada em 2012, quando a rivalidade atleticana decidiu entre si pela primeira vez um torneio europeu, a Liga Europa da UEFA.[4]Javier Irureta, Andoni Goikoetxea e Julio Salinas foram alguns dos que passaram por criador e criatura. O último a fazer o mesmo entre elas também foi Santiago Ezquerro.

Dados do Clube[editar | editar código-fonte]

San Mamés Barria, estádio do Athletic Club.
  • Sócios: 34.373.
  • Temporadas na Primeira Divisão (1928-2014): 85.[16]
  • Temporadas na Segunda Divisão (1928-2014): 0.
  • Posição histórica na Liga Espanhola: 2° (24 vezes).
  • Melhor posição na Liga Espanhola: 1°.
  • Pior posição na Liga Espanhola: 17º.
  • Jogos disputados: 2.648.
  • Jogos vencidos: 1.157.
  • Jogos empatados: 609.
  • Jogos perdidos: 882.
  • Gols pró: 4.478.
  • Gols contra: 3.571.
  • Pontos: 3.188.
  • Saldo de gols: 907.
  • Maior goleada conseguida na Liga no San Mames: Athletic de Bilbao 12 - 1 FC Barcelona (1930-31).
  • Maior goleada conseguida na Liga fora de San Mames: Osasuna 1 - 8 Athletic de Bilbao (1958-59).
  • Maior goleada sofrida na Liga: FC Barcelona 7 - 0 Athletic de Bilbao (2000-01).
  • Maior goleada conseguida na Copa del Rey: Athletic de Bilbao 12 - 1 Celta de Vigo (1946/47).
  • Maior goleada conseguida em competições europeias: Standard de Liege 1 - 7 Athletic de Bilbao (2004-05).

Estádio[editar | editar código-fonte]

Até junho de 2013, o Athletic jogava no antigo Estádio San Mamés. Desde então manda seus jogos em seu novo estádio de mesmo nome. Com capacidade para 53 289 espectadores, ele substituiu um dos campos mais antigos da Espanha. A nova casa do clube basco teve um custo de 173 milhões de euros e foi confirmada pela UEFA como uma das 13 sedes da Eurocopa de 2020.[17]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacionais
Competição Títulos Temporadas
Liga trophy (adjusted).png
Campeonato Espanhol 8 1929–30, 1930–31, 1933–34, 1935–36, 1942–43, 1955–56, 1982–83, 1983–84
RFEF - Copa del Rey.svg
Copa do Rei da Espanha 23 1903, 1904, 1910, 1911, 1914, 1915, 1916, 1921, 1923, 1930, 1931, 1932, 1933, 1942–43, 1943–44, 1944–45, 1949–50, 1954–55, 1955–56,1957–58, 1968–69, 1972–73, 1983–84
Supercopa de España (rfef).svg
Supercopa da Espanha 2 1984, 2015
Flag of Spain.svg
Copa Eva Duarte 1 1950
Athletic Club de Bilbao.png
Total (Nacionais) 34
Regionais
Competição Títulos Temporadas
Flag of the Basque Country.svg
Copa Basca 18 1914, 1915, 1916, 1920, 1921, 1923, 1924, 1925, 1926, 1928, 1929, 1931, 1932, 1933, 1934, 1935, 1939, 1940
Outros
Competição Títulos Temporadas
Flag of Venezuela.svg
Pequena Taça do Mundo 1 1967

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido


Goleiros
Jogador
1 Espanha Gorka Iraizoz Capitão
13 Espanha Iago Herrerín
26 Espanha Kepa Arrizabalaga
Defensores
Jogador Pos.
3 Espanha Gorka Elustondo Z
4 França Aymeric Laporte Z
16 Espanha Xabier Etxeita Z
27 Espanha Yeray Álvarez Z
2 Espanha Eneko Bóveda LD
15 Espanha Iñigo Lekue LD
18 Espanha Óscar de Marcos LD
24 Espanha Mikel Balenziaga LE
25 Espanha Enric Saborit LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Espanha Javier Eraso V
6 Espanha Mikel San José V
8 Espanha Ander Iturraspe V
17 Espanha Mikel Rico V
7 Espanha Beñat Etxebarria M
12 Espanha Mikel Vesga M
14 Espanha Markel Susaeta M
22 Espanha Raúl García M
23 Espanha Ager Aketxe M
Atacantes
Jogador
10 Espanha Iker Muniain
11 Espanha Iñaki Williams
19 Espanha Sabin Merino
20 Espanha Aritz Aduriz
Comissão técnica
Nome Pos.
Espanha Ernesto Valverde T
Espanha Jon Aspiazu AS
Espanha Carlos Gurpegui AS
Espanha José Antonio Pozanco PF
Espanha Xabier Clemente PF
Espanha Aitor Iru TG

Treinadores[editar | editar código-fonte]

 
Nome Anos
Brasil Martim Francisco 1958-1960
Flag of the Basque Country.svg Juan Antonio Ipiña 1960-1962
Flag of the Basque Country.svg Ángel Zubieta 1962-1963
Flag of the Basque Country.svg Juan Ochoantezana 1963-1964
Espanha Antonio Barrios 1964-1965
Flag of the Basque Country.svg Agustín Gaínza 1965-1968
Flag of the Basque Country.svg Rafael Iriondo 1968-1969
Inglaterra Ronnie Allen 1969-1971
Espanha Salvador Artigas 1971-1972
Jugoslávia Milorad Pavic 1972-1974
Flag of the Basque Country.svg Rafael Iriondo 1974-1975
Flag of the Basque Country.svg Koldo Aguirre 1975-1979
Áustria Helmut Senekowitsch 1979-1981
Flag of the Basque Country.svg Iñaki Sáez 1981
Flag of the Basque Country.svg Javier Clemente 1981-1986
Flag of the Basque Country.svg José Ángel Iribar 1986-1987
Inglaterra Howard Kendall 1987-1989
Flag of the Basque Country.svg Txetxu Rojo 1989-1990
 
Nome Anos
Flag of the Basque Country.svg Javier Clemente 1990-1991
Flag of the Basque Country.svg Iñaki Sáez
Flag of the Basque Country.svg Jesús Aranguren
1991-1992
Alemanha Jupp Heynckes 1993-1994
Flag of the Basque Country.svg Javier Irureta
Flag of the Basque Country.svg J.M Amorrortu
1994-1995
Jugoslávia Dragoslav Stepanovic 1995-1996
França Luis Fernández 1996-2000
Flag of the Basque Country.svg Txetxu Rojo 2000-2001
Alemanha Jupp Heynckes 2001-2003
Flag of the Basque Country.svg Ernesto Valverde 2003-2005
Flag of the Basque Country.svg José Luis Mendilibar
Flag of the Basque Country.svg Javier Clemente
2005-2006
Flag of the Basque Country.svg Félix Sarriugarte
Espanha José Manuel Esnal
2006-2007
Espanha Joaquín Caparrós 2007-2011
Argentina Marcelo Bielsa 2011-2013
Flag of the Basque Country.svg Ernesto Valverde 2013-

Jogadores Históricos[editar | editar código-fonte]

   

Referências

  1. «Primeiro gol de um negro prova como filosofia do Athletic pode evoluir com a sociedade». Trivela UOL. Consultado em 8 de outubro de 2016. 
  2. a b c d e HOFMAN, Gustavo (dezembro de 2008). Os forasteiros de San Mamés. Trivela n. 34. Trivela Comunicações, pp. 56-57
  3. STEIN, Leandro (26/04/2012). «Guernica, 75 anos depois». Trivela. Consultado em 08/05/2012. 
  4. a b c STEIN, Leandro (08/05/2012). «As histórias cruzadas de Athletic e Atlético». Trivela. Consultado em 08/05/2012. 
  5. ESPINA, Ricardo (setembro de 2008). Tradição quebrada. Trivela n. 31. Trivela Comunicações, p. 10
  6. El 'verde Athletic' salta al campo, Elcorreo
  7. «Bilbao makes easy work of Hapoel IKS». Trivela. 29/11/2012. Consultado em 29/09/2013. 
  8. STEIN, Leandro (19/02/2015). «Primeiro gol de um negro prova como filosofia do Athletic pode evoluir com a sociedade». Trivela. Consultado em 19/02/2015. 
  9. ARRUDA, Marcelo Leme de (26/02/2009). «Brazil National "A" Team - Unofficial Matches». RSSSF. Consultado em 03/09/2010. 
  10. MATTA, Fernando; WOODS, Dennis David (26/02/2009). «Seleção Brasileira (Brazilian National Team) 1998-1999». RSSSF. Consultado em 03/09/2010. 
  11. LEAL, Ubiratan (novembro de 2006). Decadência basca. Trivela n. 9. Pool Editora, p. 53
  12. ESPINA, Ricardo (janeiro de 2009). Top 10 Casos de fidelidade a um clube. Trivela n. 35. Trivela Comunicações, p. 9
  13. FUJITA, Fábio (janeiro de 2009). A luta continua. Trivela n. 35. Trivela Comunicações, pp. 56-57
  14. STEIN, Leandro (05/12/2016). «O dia em que Athletic Bilbao e Real Sociedad desafiaram as autoridades em prol do orgulho basco». Trivela. Consultado em 06/12/2016. 
  15. SETTI, Daniel (abril de 2009). Especial Barça. FUT Lance! n. 05. Areté Editorial, pp. 30-49
  16. RSSSF - Spanish Premier Division All-Time Table 1928-2014 (83 Leagues), página editada em 5 de fevereiro de 2015 e disponível em 1 de fevereiro de 2016, em inglês
  17. «San Mamés será una de las sedes de la Eurocopa 2020». MARCA.com (em espanhol). 2014-09-19. Consultado em 2016-10-05. 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]