Atlético Clube Goianiense

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Atlético Goianiense
AtleticoGO2017.png
Nome Atlético Clube Goianiense
Alcunhas Dragão
Dragão Campineiro
Locomotiva rubro-negra
O mais querido dos goianos
O maior campeão brasileiro do Centro-Oeste
Torcedor/Adepto Atleticano
Mascote Dragão
Fundação 2 de abril de 1937 (80 anos)
Estádio Antônio Accioly
Capacidade 12.000 pessoas
Localização Brasão de Goiania Goiânia, Goiás GO, Brasil Brasil
Mando de jogo em Serra Dourada
Olímpico
Capacidade (mando) 41.574 pessoas
13.500 pessoas
Presidente Brasil Maurício Sampaio
Treinador Brasil João Paulo Sanches
Patrocinador Brasil Caixa
Brasil Luztol
Brasil Unifan
Alemanha Volkswagem
Brasil PBF idiomas
Brasil Água Iza
Brasil Autotrac
Material (d)esportivo Brasil Numer
Competição Goiás Campeonato Goiano
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Brasil Primeira Liga

Goiás GO 2017
Brasil CB 2017
Brasil A 2017

4° colocado
A disputar
A disputar

Goiás GO 2016
Brasil CB 2016
Brasil B 2016

3° colocado
1ª fase
Campeão Aumento

Goiás GO 2015
Brasil CB 2015
Brasil B 2015

6° colocado
2ª fase
14° colocado
Ranking nacional Aumento 27º lugar, 5 443 pontos[1]
Website Atlético Clube Goianiense
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar

Atlético Clube Goianiense é uma agremiação esportiva de Goiânia, no estado de Goiás, fundada em 2 de abril de 1937.

Seus torcedores são conhecidos como atleticanos e seu estádio é o Estádio Antônio Accioly que atualmente encontra-se em obras de reconstrução e ampliação (de 8.000 para 12.000 pessoas).

O Atlético geralmente manda seus jogos no Estádio Serra Dourada, com capacidade para 41.574 pessoas, mas voltou a usar também o Estádio Olímpico Pedro Ludovico Teixeira.

História[editar | editar código-fonte]

Equipe do Atlético Goianiense na década de 1940.

Foi fundado a 2 de abril de 1937, o clube tem raízes no bairro goianiense de Campinas, tendo um Dragão como mascote.

Seu uniforme é constituído por camisa com listras horizontais em vermelho e preto, calções brancos ou pretos e meias listradas na mesma cor da camisa.

Por escolha da maioria dos fundadores, o uniforme tem as cores vermelha e preta, inspirados no nome do Atlético Mineiro e o escudo, que segue os moldes do São Paulo. Participaram de sua fundação, os irmãos Nicanor Gordo – primeiro presidente do Conselho Deliberativo -, Alberto Alves Gordo e Afonso Gordo, Edson Hermano, primeiro goleiro do clube, João de Brito Guimarães, João Batista Gonçalves, Ondomar Sarti, Benjamim Roriz, entre outros.

O primeiro presidente foi Antônio Accioly, descrito por atleticanos que o conheceram como um homem que vivia pelo Atlético. Foi ele quem conseguiu o terreno para a construção do estádio do clube que leva o seu nome. Era conhecido por resolver todos os problemas do clube, principalmente os financeiros.

Antônio Accioly faleceu em 1973, em plena segunda-feira, um dia após o Atlético-GO ter vencido o Goiânia, seu maior rival na época, pelo placar de dois a zero. Em sua homenagem o nome do estádio do Atlético-GO leva o nome "Antônio Accioly"

Futebol[editar | editar código-fonte]

O Atlético-GO é o pioneiro do futebol goiano, [2].

Comprovando ser uma das maiores forças do Estado de Goiás, o Atlético foi campeão estadual 13 vezes e vice-campeão estadual por 21 vezes, além de ser vice da Copa Brasil Central em 1967.

A melhor colocação do Dragão em Campeonatos Brasileiros da 1ª Divisão foi a 13º, em 2011, entre 20 participantes . Entre suas maiores revelações de craques, estão Baltazar (Grêmio, Atlético de Madrid, que em 1978 marcou 31 gols pelo Atlético, sendo recordista de gols em um só Campeonato Goiano), Gilberto (destaque e campeão pelo Fluminense no estadual do RJ de 1980), Luiz Carlos Goiano (ex-Grêmio), Valdeir (ex-Botafogo), Gaúcho e Julio César "Imperador" (ex-Flamengo), Lindomar e Romerito (ex-Corinthians).

O Atlético Goianiense ressurgiu das cinzas. O time estava na segunda divisão do Campeonato Goiano e teve o seu estádio demolido para a construção de um shopping, em 2001. Um grupo de torcedores e a diretoria embargaram a obra e em seguida reconstruíram o estádio.

O rubro-negro foi campeão goiano da segunda divisão em 2005, e em 2006 o Atlético chegou a final do Campeonato Goiano contra o Goiás, com mais de 36.000 torcedores no Estádio Serra Dourada no jogo final.

Atualmente a fanática torcida do Dragão, clube localizado no bairro de Campinas, comparece ao clube até em treinos.

Após 19 anos sem conquistar o Campeonato Goiano, o Atlético venceu o Goiás por 2 a 1 no segundo jogo da decisão de 2007 (no primeiro houve empate por 2 a 2) com gols de Fábio Oliveira (artilheiro do campeonato) e Anaílson, descontando Romerito (também formado nas categorias de base do clube na década de 1990) para o Goiás, sagrando-se campeão goiano perante 31.088 torcedores pagantes.

Na Série C, o Dragão obteve o sexto lugar e por pouco não conseguiu promoção para a Série B.

Em 2008 o clube fez campanha expressiva no Campeonato Brasileiro Série C, conseguindo o acesso a Série B com quatro rodadas de antecedência e logo depois o segundo título do Campeonato Brasileiro Série C (fato inédito até este momento) sem entrar em campo, com a derrota do Campinense, seu adversário mais próximo na tabela de classificação no momento.

Ao fim deste campeonato, o Atlético havia disputado 32 partidas, com 21 vitórias, 5 empates e 6 derrotas, 84 gols-pró e 30 contra, saldo de 54 gols, 68 pontos na classificação geral deste campeonato (15 a mais que o segundo colocado, o Guarani), tendo 13.490 torcedores (11.405 pagantes) comparecido ao Estádio Serra Dourada na vitória de 2 a 0 no jogo festivo contra o Brasil de Pelotas. O atacante rubro-negro Marcão, com 25 gols, sagrou-se o artilheiro da Série C 2008.

Em 21 de novembro de 2009, confirmando de vez a sua ascensão meteórica, o Atlético conquistou o acesso à Série A do Brasileirão com uma vitória por 3 a 1 diante do Juventude no Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul, tendo terminado este campeonato em quarto lugar.

O Dragão começou o ano de 2010 conquistando o Campeonato Goiano, ao vencer o Santa Helena por 4 a 0 na primeira partida da final disputada no Estádio Serra Dourada perante 11.512 pagantes, e depois por 3 a 1 na partida decisiva disputada na casa do adversário.

O Dragão também surpreende na Copa do Brasil 2010, tendo chegado nas semifinais, eliminando equipes como Bahia, Santa Cruz e Palmeiras, porém diante do tradicional Vitória foi eliminado.

O Atlético livrou-se do rebaixamento no ano 2010 em um jogo histórico contra o mesmo Vitória, pois precisando de um empate para se manter na primeira divisão, manteve o 0 a 0 para festa de sua torcida.

Jogo Atlético Goianiense versus Corinthians.

Mas, em 2011, o Dragão começa o ano muito bem. Conquista o Campeonato Goiano pela 12ª vez em sua história. Mas, na Copa do Brasil, o time não repetiu a boa campanha feita ano anterior e acabou sendo eliminado na 2ª fase da competição, pelo Coritiba.

O Campeonato Brasileiro começa mal para o Dragão, sendo nas primeiras rodadas, ocupando a zona de rebaixamento. Mas, com a chegada de Hélio dos Anjos, o time ganhou uma nova cara e acabou permanecendo na Série A para a próxima temporada.

Em 2012, o Dragão não começou bem o ano. Perdeu o título estadual e o tricampeonato (que seria inédito na história do clube) para o Goiás, após dois empates nas finais. Em meio ao estadual, a equipe foi eliminada pela Ponte Preta na Copa do Brasil, ainda na 2ª fase.

Jogando a Copa Sul-Americana, o Atlético se classifica para as oitavas de final após dois empates com o time do Figueirense e conquistar a vitória nos pênaltis. O adversário foi a Universidad Católica, que venceu o time goiano no primeiro confronto por 2 a 0. No jogo de volta, o Atlético quase conquistou a vaga, vencendo o adversário por 3 a 1, mas terminou sendo eliminado pela regra do gol fora de casa. Neste mesmo ano, o Atlético teve uma campanha ruim na série A, ocasionado sua queda para a 2ª divisão do campeonato brasileiro.

No ano seguinte em 2013, o Dragão tinha ficado boa parte do 1ª turno do Campeonato Goiano de Futebol de 2013 perto da zona de rebaixamento, mas o Atlético não se abalou com isso, dando a volta por cima desta situação, o Atlético acabou chegando à final, mas infelizmente acabou perdendo o título para seu arquirrival, o Goiás.

Neste mesmo ano, o Atlético não conseguíra o mesmo feito do Campeonato Goiano de Futebol na Copa do Brasil de Futebol de 2013, e acabou sendo eliminado na 3ª fase de goleada para o Cruzeiro Esporte Clube. Já no Campeonato Brasileiro de Futebol - Série B do mesmo ano o Atlético teve um mal início no campeonato, o deixando boa parte da competição perto da queda para a série C, mas quem disse que o Dragão tem fogo de palha, só na última rodada do campeonato, o Atlético conseguiu livrar-se da queda com uma vitória histórica em cima do Guaratinguetá Futebol Ltda nos minutos finais da partida, diante de mais de 16.000 pagantes no Estádio Serra Dourada.

Em 2014, o Dragão teve um início incrível, mesmo com alguns abalos no Campeonato Goiano de Futebol, o Atlético conseguiu o título em cima de seu maior rival no momento, o Goiás Esporte Clube, em um jogo emocionante ao qual o gol só saíra aos 48 minutos do segundo tempo, o autor dele seria o zagueiro Lino, até então, novato. Já na Copa do Brasil deste mesmo ano o Dragão não repetira o mesmo feito do estadual sendo eliminado pelo ABC na segunda fase em pleno o estádio Serra Dourada, na série B foi por um triz o Atlético não ter subido para a primeira divisão do nacional, o Dragão precisava de apenas uma vitória em cima do Santa cruz na última rodada da competição em pleno o estádio Serra Dourada mas acabara perdendo de virada pelo placar de (2 a 3) com gol do adversário no último minuto, assim então ficando em 7ª lugar na competição.

O ano de 2015 começou com tudo no Dragão, com um time praticamente reformulado, o Atlético simplesmente contratou mais dez jogadores só no mês de janeiro, sendo que alguns deles contém passagem em times grandes tanto nacionais como internacionais, como exemplo o Flamengo, Benfica e o Atlético de Madrid. Houve também grandes mudanças na diretoria do time, como a saída do presidente Valdivino José de Oliveira que estava na presidência do clube desde 2005 na ascensão do clube para a entrada de Maurício Sampaio e entre outros nomes ao qual mudaram, assumiram e saíram de alguns cargos do Atlético, como exemplo o do deputado federal Jovair Arantes(PTB-GO) que virou presidente do conselho deliberativo do Dragão.

No dia 3 de junho de 2015, o clube demite o técnico Marcelo Martelotte, que havia substituído o técnico Marcelo Chamusca que fazia campanha ruim no Campeonato Goiano, após a entrada de Martelotte, o Dragão apresentou evolução mesmo sem ter se classificado para a semifinal do estadual. No Campeonato Brasileiro 2015 - Série B, o time estreou com vitória contra o Boa Esporte por 1 a 0, no entanto, não marcou gols em nenhuma das quatro partidas seguintes e aproximou da zona de rebaixamento, e a eliminação do clube na Copa do Brasil de Futebol de 2015 para o América-RN, pesou na saída de Marcelo Martelotte.[3]Consequentemente o Atlético fizera um Campeonato Brasileiro muito irregular chegando até ser ameaçado em certos momentos da competição por uma possível queda. No final da competição o Dragão permanecera no campeonato na 14º colocação, assim confirmado para a segunda divisão do nacional de 2016, novamente. Para que isso ocorrera o atlético contou com a volta de ídolos, como o Jorginho e Junior viçosa e também a passagem de técnicos, como o "velho polêmico" Jorginho(bastante conhecido no futebol nacional), e também um velho conhecido dos atleticanos, Gilberto Pereira, responsável pela permanência do Dragão na Série B de 2013 e por uma sequencia inédita na história do atlético, aonde o clube ficara 10 jogos invictos na competição de 2015. Na reta final do competição houve também a participação do interino João Paulo Sanches. Após o término da competição, o diretor do clube, Adson Batista, vem fazendo um ardo trabalho a fim de reparar os danos e erros cometidos na temporada de 2015 e também com o objetivo de preparar um clube forte para a temporada de 2016, para lutar pelo título do estadual, promover uma boa campanha na Copa do Brasil e também conquistar o "tão sonhado" acesso à elite do futebol nacional. Em 2016, o Dragão fez uma péssima Copa do Brasil, já no Campeonato Goiano o rubro negro foi eliminado na semi final, abaixo de suas expectativas, já que o time esperava conquistar o título. Após o término do estadual, o Dragão decidiu manter a base e fazer poucas contratações. Durante a série B, o Atlético perdeu um de seus maiores ídolos para o Goias E.C., o goleiro Márcio. Foi uma surpresa no futebol goiano e também perdeu o volante Willian Schuster para o Futebol Árabe. Mas quem disse que isso abalou o Dragão, com três ótimos goleiros para substituir a vaga deixada por Márcio e também, um elenco que em seu coletivo demonstra um poder de fogo acima do normal, o time de do bairro de Campinas passou simplesmente 37 rodadas no G4 e foi lider por 10 rodadas, conquistando o título inédito de forma incontestável,e com duas rodadas de antecedência do Campeonato Brasileiro da Série B 2016.

Quando menos se espera, o Dragão nos surpreende. Pouco cotado para grandes objetivos no Campeonato Brasileiro da Série B de 2016 devido a sua baixa performance no estadual e Copa do Brasil na mesmo temporada, o Atlético provou por que o futebol é tão querido e amado por bilhões no mundo todo. Com pouco orçamento, elenco menor em relação aos seus adversários e muitos problemas, o Atlético faz um verdadeiro milagre na Série B. O Dragão conquista o acesso tão sonhado na Série B, junto com o seu maior e inédito título, passando 37 rodadas no G4 e 10 rodadas na liderança (além dele, somente o Vasco assumiu também a liderança), não perdendo nenhum clássico e goleando seu maior rival, o Goiás, no segundo turno. Quebrou uma invencibilidade do Vasco de simplesmente 34 jogos sem perder. Inaugurou o Estádio Olímpico de Goiânia com todos os seus jogos acima de 11 mil torcedores presentes e fez a sexta melhor campanha da história da Série B, ficando há 10 pontos acima do segundo colocado, Avaí, e há 16 pontos acima do quinto colocado, Náutico. Tudo isso se resume em um nome: Atlético Clube Goianiense.


Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • 1937 - É fundado em 02 de abril.
  • 1938 - Ganha seu primeiro campeonato, Torneio Citadino de Goiânia.
  • 1944 - Participa da primeira edição do Campeonato Goiano, ao qual se consagra o primeiro campeão (invicto) da competição. O jogo que lhe rendeu o título, foi a vitória em cima do seu maior rival na época (Goiânia E.C.), pelo placar de 4-2.
  • 1947 - Se consagra bicampeão Goiano, em sua quarta participação na competição se acirrando mais ainda a disputa por títulos contra seu maior rival, o Goiânia.
  • 1949 - É tricampeão Goiano, após empatar com o Goiânia em 0-0.
  • 1955 - Depois de um jejum de cinco anos sem ganhar o Campeonato Goiano, vendo o seu maior rival (Goiânia) ganhar todos as cinco edições, o Atlético finalmente quebra a hegemonia do Goiânia e ganha seu 4º título estadual de forma invicta, após bater o Goiânia por 2-1.
  • 1957 - Conquista seu 5º título estadual, novamente de forma invicta.
  • 1964 - Conquista seu 6º Campeonato Goiano.
  • 1965 - Participa de seu primeiro campeonato nacional, a Taça Brasil, atualmente conhecida como: Campeonato Brasileiro de Futebol. O Dragão foi eliminado na semifinal da Zona Sul pelo Siderúrgica.
  • 1968 - Participa novamente do Campeonato brasileiro, fazendo sua melhor campanha (sexto colocado na classificação geral), com os brasileiros unificados. É campeão da Copa Goiás.
  • 1970 - É campeão estadual pela sétima vez, ao empatar com o Vila Nova em 0-0.
  • 1971 - Conquista um de seus maiores títulos, também um feito histórico por ser o primeiro título nacional conquistado por um time goiano na época, o Torneio Integração da CBD (atual CBF), em cima da Ponte Preta, no estádio Olímpico.
  • 1972 - Faz uma campanha impecável a primeira fase do Campeonato Goiano, mas peca na final, e é derrotado pelo seu atual maior rival, Goiás Esporte Clube.
  • 1979 - Volta a disputar uma final de Campeonato Goiano, apos sete anos, mas perde o título para o Vila Nova, após empate em 0-0. No mesmo ano, volta a competir o Campeonato Brasileiro depois de onze anos. É eliminado ainda na primeira fase.
  • 1980 - Pela primeira vez na história participa do Campeonato Brasileiro de forma consecutiva (1979-1980). É eliminado na segunda fase.
  • 1981 - Participa pela primeira vez da Série B (Taça de Prata). É eliminado ainda na primeira fase.
  • 1985 - Depois de um jejum de 15 anos sem título estadual e sete anos sem ao menos chegar em uma final, o Atlético volta a conquistar, pela oitava vez, o Campeonato Goiano, ao empatar com o Goiás em 0-0.
  • 1986 - Não obtém o mesmo sucesso no estadual, como no ano anterior, perde o título para o Goiás pelo placar de 2-1. Consegue a classificação para a segunda fase no Campeonato Brasileiro - Série A e permanece para a disputa da edição seguinte.
  • 1987 - Novamente é vice campeão goiano, pelo mesmo Goiás. É eliminado ainda na primeira etapa do módulo amarelo do Campeonato Brasileiro.[4]
  • 1988 - Se consagra nove vezes campeão estadual, ao bater o Anápolis, em pleno Jonas Duarte. É 13º colocado na Série B.
  • 1989 - Participa da primeira edição da Copa do Brasil, mas acaba eliminado na primeira fase da competição pelo Tiradentes, pelo placar de 1-0. É terceiro colocado no estadual e eliminado na primeira fase da Série B do mesmo ano.
  • 1990 - Ganha seu primeiro título brasileiro (Campeonato Brasileiro-Série C) ao bater o América-MG nos pênaltis (primeiro clube goiano a ganhar um campeonato brasileiro).
  • 1991 - É vice campeão estadual, perdendo o troféu para o Goiás, não faz uma boa Série B e acaba voltando pra terceira divisão.
  • 1996 - Volta a ser vice campeão estadual depois de cinco anos , mas novamente acaba sendo vice campeão para o goiás. É 12º na classificação geral da Série B.
  • 2000 - É rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Goiano, pela primeira vez na história iria disputar a divisão de acesso do estadual. Sobe novamente para a elite do Campeonato Goiano no mesmo ano, após a FGF antecipar a competição para o mesmo ano.
  • 2001 - O clube entra em uma crise financeira e tem seu estádio demolido para a construção de um shopping.
  • 2003 - É novamente rebaixado para a divisão de acesso do estadual e eliminado na segunda fase da Série C do Brasileiro.
  • 2004 - Após uma excelente primeira fase na divisão de acesso, o Dragão é eliminado na fase final e acaba amargando mais uma temporada sem participar da elite do estadual e também de uma competição nacional.
  • 2005 - Com uma reformulação na diretoria, o Atlético reforma o estádio e conquista a divisão de acesso ao golear a Rioverdense pelo placar de 6-0, no Antônio Accioly.
  • 2006 - Volta a disputar a elite do estadual, chega a final do estadual depois de 10 anos, mas acaba sendo derrotado pelo Goiás na final pelo placar de 1-0. Volta a disputar um torneio nacional (série C) depois de 3 anos, acaba ficando em 25º na colocação geral.
  • 2007 - Depois de 19 anos, se consagra campeão estadual pela 10º vez na história, ao bater o Goiás pelo placar de 2-1 no Serra Dourada. Participa da Copa do Brasil novamente, depois de 18 anos, sendo eliminado nas oitavas de final pelo Atlético Paranaense. É eliminado na fase final da Série C, após perder para o Barras por 2-1, ficando em sexto lugar na classificação geral.
  • 2008 - É bicampeão brasileiro da Série C, ao bater o Brasil de pelotas por 2-0, na Copa do Brasil é eliminado nas oitavas de final, após ter feito história ao eliminar o grêmio nas penalidades, em plena casa do adversário.
  • 2009 - É vice campeão estadual, após perder a final para o Goiás pelo placar de 2-0. Depois de 11 anos volta a disputar a Série B, com uma excelente campanha, acaba ficando em 4º lugar, conquistando o acesso para Elite do futebol brasileiro depois de 23 anos.
  • 2010 - É campeão estadual pela 11º vez, faz uma excelente Copa do Brasil, parando nas semifinais e permanece na elite do brasileiro, rebaixando o Vitória em pleno Barradão.
  • 2011 - Pela primeira vez na história é bicampeão goiano consecutivo, ao empatar com o Goiás em 1-1. Faz um ótimo Campeonato Brasileiro e se classifica para a Copa sul-américa.
  • 2012 - É vice campeão estadual, empatando com o Goiás pelo placar de 1-1, assim perdendo o título. Faz uma Copa do Brasil pífia, é eliminado na Sul-américa pelo Universidad Católica e acaba sendo rebaixado para à Série B.
  • 2013 - Novamente perde o estadual para o Goiás, vai mal na Copa do Brasil. Na Série B, faz uma campanha abaixo do esperado (cotado até mesmo ao título), e somente escapa de um novo rebaixamento (agora pra Série C) na última roda, após vencer e rebaixar o Guaratinguetá.
  • 2014 - É campeão estadual pela 13º vez em cima do Goiás, com um gol no minuto final. Faz uma boa campanha na Série B, mas peca na última rodada, deixando o acesso escapar.
  • 2015 - Faz um péssimo Campeonato Goiano, sendo eliminado na primeira fase, eliminado na Copa do Brasil pelo América de Natal e faz uma campanha irregular na Série B, ficando em 14º na classificação geral.
  • 2016 - Faz uma excelente primeira fase no estadual, mas acaba sendo eliminado na semifinal pelo Anápolis, em pleno Serra Dourada e faz uma terrível Copa do Brasil, sendo eliminado na primeira fase pelo Ypiranga de Erechim. Já na Série B, entra desacreditado, mas acaba fazendo o ápice de sua história, além de conquistar o acesso, o Dragao foi campeão da Série B ao bater o Tupi por 5-3 no Olímpico, conquistando o seu maior título.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Ao longo dos anos, o Dragão conquistou Quatro títulos em âmbito nacional. O primeiro foi o Torneio Integração da CBD de 1971, que foi disputado por 16 equipes de diferentes estados brasileiros em 1971. O Atlético ainda foi tricampeão nacional (maior campeão nacional do centro oeste), com os títulos do Campeonato Brasileiro Série C em 1990 e 2008 e um título do Campeonato Brasileiro Série B conquistado em 2016.Porém, o clube passou por dificuldades no começo do século XXI devido más administrações e chegou próximo de seu fim, inclusive com a demolição e abandono do estádio Antônio Accioly. Em 2000, pela primeira vez em sua história, o clube caiu para a divisão de acesso. Conseguiu subir no mesmo ano, já que a FGF permitiu que ele disputasse a segunda divisão junto com o Vila Nova em 2000.

Em 2005, com a ajuda de verdadeiros torcedores e abnegados, dentre eles o atual presidente Valdivino José de Oliveira, o vice Maurício Sampaio, o presidente do Conselho, Marco Antônio Caldas, o ex-presidente Wilson Carlos e outros importantes beneméritos, o clube ressurgiu, o estádio Antônio Accioly foi reconstruído e o Dragão foi o campeão da divisão de acesso, conseguindo o retorno à elite do futebol goiano.

Dois anos depois, após 19 anos de jejum, o Atlético voltou a conquistar um título estadual, em uma campanha que ficou marcada na memória do torcedor rubro negro.

Vale ressaltar que o Atlético Clube Goianiense é o time com mais títulos de âmbito nacional na região centro oeste do Brasil. O fato se confirmou após o título conquistado da Série B de 2016. O título do Torneio Integração de 1971 não é reconhecido pela CBF, mesmo assim, o Dragão ainda mantém essa posição, já que, os outros três títulos nacionais são suficientes para superar seus rivais da região.

Honorários
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Taça dos Invictos (Campeonato Goiano) 1 1957
Logo PLACAR.png O mais querido dos goianos[5] 1 1973
Nacionais
Competição Títulos Temporadas
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 2016
Trofeu Camp Brasileiro serie C.jpg Campeonato Brasileiro - Série C 2 1990 e 2008
CBD.png Torneio Integração Nacional[6] 1 1971
Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Goiás Campeonato Goiano 13 1944Cscr-featured.png, 1947, 1949, 1955Cscr-featured.png, 1957Cscr-featured.png, 1964, 1970, 1985, 1988, 2007, 2010, 2011 e 2014
Goiás Campeonato Goiano - Segunda Divisão 1 2005
Goiás Copa Goiás 2 1968 e 1998
Goiás Torneio Início 5 1944, 1952, 1956, 1962 e 1984
Municipais
Competição Títulos Temporadas
Bandeira de Goiania.png Copa Goiânia 1 1998
Bandeira de Goiania.png Taça Cidade de Goiânia 1 1971[7]
Bandeira de Goiania.png Torneio Citadino de Goiânia 1 1938[8]
Bandeira de Goiania.png Torneio Início Citadino de Goiânia 1 1940
Bandeira de Goiania.png Triangular Campineiro 1 1956
Torneios de aspirantes
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Campeonato Goiano de Aspirantes 1 1950
Torneios amistosos
Competição Títulos Temporadas
WikiCup Trophy Gold.png Torneio Goiás-Maranhão 1 1972
WikiCup Trophy Gold.png Torneio Goiás-Pará 1 1973

Cscr-featured.png Campeão invicto

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Atlético Clube Goianiense
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Brasil Copa do Brasil 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2010)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 1 (2016) 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (2009)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 2 (1990, 2008) 0 (não possui) 0 (não possui) 2 (1995, 2001)
Goiás Campeonato Goiano 13 vezes 18 vezes 11 vezes 11 vezes

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2017
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Goiás Campeonato Goiano 73 Campeão (13 vezes) 1944 2018 2
2ª Divisão 3 Campeão (2005) 2000 2005 2
Brasil Campeonato Brasileiro 9 6º colocado (1968) 1965 2017 1
Série B 14 Campeão (2016) 1981 2016 2 1
Série C 12 Campeão (1990 e 2008) 1990 2008 3
Copa do Brasil 11 Semifinal (2010) 1989 2017
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Sul-Americana 1 Oitavas de final (2012) 2012 2012

Partidas[editar | editar código-fonte]

Recordes de público[editar | editar código-fonte]

Campeonato goiano
  • Jogos acima de 20 mil.[9]
  1. Atlético 1 a 1 Vila Nova, 56.854, 30 de junho de 1976
  2. Atlético 1 a 1 Goiás, 48.761, 4 de julho de 1976
  3. Atlético 1 a 1 Goiânia, 41.156, 7 de julho de 1976
  4. Atlético 1 a 1 Vila Nova, 40.609, 16 de junho de 1976
  5. Atlético 0 a 1 Goiás, 38.531, 1 de abril de 2006
  6. Atlético 2 a 1 Goiás, 31.088, 6 de maio de 2007
  7. Atlético 1 a 1 Goiás, 21.663, 15 de maio de 2011
  8. Atlético 2 a 1 Goiás, 21.415, 26 de abril de 2009
Competições nacionais
* Maiores Públicos em Campeonatos Brasileiros e Copa do Brasil do Atlético.[10]
  • Acima de 20 mil.
  1. Atlético 0 a 0 Flamengo, 37.828, 20 de novembro de 2011
  2. Atlético 1 a 1 São Paulo, 27.938, 28 de novembro de 2010
  3. Atlético 1 a 2 Flamengo, 23.887, 23 de setembro de 2012
  4. Atlético 1 a 0 Palmeiras, 23.505, 5 de maio de 2010
  5. Atlético 3 a 0 São Paulo, 23.487, 23 de julho de 2011
  6. Atlético 1 a 3 Palmeiras, 22.691, 7 de setembro de 2013

Médias de público do Atlético nas últimas temporadas[editar | editar código-fonte]

Médias:
Temporadas: Campeonato Goiano: Campeonato Brasileiro(A, B e C):
2008 4.770 Série C: 4.060
2009 7.832 Série B: 4.780
2010 5.375 Série A: 7.891
2011 5.912 Série A: 9.497
2012 5.329 Série A: 5.587
2013 3.695 Série B: 3.688
2014 1.802 Série B: 2.067
2015 1.705 Série B: 1.885
2016 2.122 Série B: 5.145[11]

Jogos internacionais[editar | editar código-fonte]

Jogadores[editar | editar código-fonte]

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Pelo Atlético passaram os maiores goleadores do futebol goiano. Aqui nos atemos aos jogadores atleticanos que chegaram ao final dos campeonatos como os principais artilheiros: 1944 - Ari - 8 gols 1947 - Dido - 17 gols 1948 - Tarzan - 21 gols 1949 - Tarzan - 18 gols 1955 - Fábio - 21 gols 1970 - Dadi - 13 gols 1972 - Dadi - 12 gols 1978 - Baltazar - 31 gols (Recordista absoluto) 1985 - Bill - 21 gols 2002 – Rubsen – 15 gols 2007 – Fábio Oliveira - 18 gols

Elenco atual

Soccerball current event.svg Última atualização: 4 de Janeiro de 2017.[12][13]

Goleiros
Jogador
Brasil Felipe
Brasil Kléver
Brasil Marcos
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Bonfim Z
Brasil Ricardo Silva Z
Brasil Roger Carvalho Z
Brasil Eduardo Gabriel Z
Brasil Eduardo LD
Brasil Jonathan LD
Brasil Bruno Pacheco LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Betinho V
Brasil Evanderson V
Brasil Igor Henrique V
Brasil Ikaro V
Brasil Silva V
Brasil Jorginho M
Brasil Luiz Fernando M
Brasil Andrigo M
Atacantes
Jogador
Brasil Ayrton
Brasil João Pedro
Brasil João Vitor
Brasil Walter
Brasil Jefferson Nem
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Doriva T
Brasil João Paulo Sanches AS
Brasil Rodolfo Oliveira AS


Jogadores destacados[editar | editar código-fonte]

Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Atlético Goianiense:

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes dos jogadores[editar | editar código-fonte]

  • 1º - Camisa listrada vermelha e preta, calção branco e meias listradas em vermelho e preto;
  • 2º - Camisa branca, calção preto e meias brancas;
  • 3º - Camisa preta, calção e meias pretas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro

Uniforme dos goleiros[editar | editar código-fonte]

  • Camisa vermelha, calção e meias pretas;
  • Camisa amarela, calção e meias amarelas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
'

Outras temporadas[editar | editar código-fonte]

  • 2015-16
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2011-12
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2010-11
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Terceiro
  • 2009-10
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Primeiro
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Segundo

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Clássico Vovô[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico Vovô (Goiânia)

O Clássico Vovô é uma das grandes rivalidades disputada entre Goiânia e Atlético Goianiense. O nome refere-se as datas dos clubes, pois ambos são os times mais antigos de Goiânia.[14].

Em 31 de julho de 1938, ocorreu o primeiro confronto entre os clubes, onde foi vencido pelo Goiânia pelo placar de 1 a 0, partida disputada no campo de Campinas.

Os anos de ouro da rivalidade foi na década de 1940, onde decidiram o Campeonato Goiano em 1944, 1946, 1947, 1948 e 1949.

Rival J V E D GP GC
Goiânia 189 61 61 64 252 259
Desde a última vez em que o Atlético enfrentou o Goiânia em um jogo oficial, muitos fatos ocorreram nas duas equipes, enquanto o Goiânia caía para a segunda divisão do Campeonato Goiano de 2008 e não conseguira voltar até os dias de hoje para a primeira divisão do estadual se afundando em crises que parecem não ter fim, o Atlético vive um dos melhores momentos se não o melhor de sua história, tendo feitos incríveis desde de seu último confronto com o Goiânia, o Dragão conseguiu ser campeão goiano em 2007, 2010, 2011 e 2014, o bicampeonato (2010-2011) consecutivo ao qual seria fato inédito em sua história, o título do Brasileirão série C de 2008, o Campeonato Brasileiro Série B de 2016 (sua maior conquista) e a promoção para a primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol em 2009 ao qual permanecera por três anos consecutivos na série A e também não podemos deixar de mencionar a primeira participação do Dragão em uma competição internacional seria ela a Copa Sul-Americana de Futebol de 2012 e sua inédita chegada as semifinais de uma Copa do Brasil.

Clássico "AtleTigre"[editar | editar código-fonte]

Os confrontos entre Atlético Goianiense e Vila Nova constituem um importante clássico do futebol de Goiás, por reunir dois dos maiores campeões do Campeonato Goiano.

Durante a década de 1970, chegou a ser o maior clássico do Centro-Oeste. Um fato bastante interessante entre ambas equipes é o fato de serem times populares, ou seja, desde seus inícios, ambos estiveram entrelaçados com o "povão".

A primeira partida ocorreu em 16 de julho de 1944, no Estádio Olímpico, com vitória do Dragão pelo placar de 11-0.

Vale ressaltar que Atlético e Vila Nova já se enfrentaram 12 vezes pelo Campeonato Brasileiro, sendo que, o Vila Nova nunca conseguira derrotar o Dragão em uma Campeonato Brasileiro.
Rival J V E D GP GC
Vila Nova 222 80 69 73 326 273

Clássico do Equilíbrio[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico do Equilíbrio

Têm-se esse nome devido ao fato de sempre haver equilíbrio entre as duas equipes, principalmente nos últimos anos, em que, ambas equipes decidiram vários títulos, se enfrentaram em competições importantes e raramente mantém tabus em cima do adversário.

Com a ascensão incrível do Dragão nos últimos anos, o Clássico do Equilíbrio vem se tornando a principal atração no futebol goiano, com o Goiás roubando o posto do Goiânia, como o maior rival do Atlético, e o Atlético, roubando o posto do Vila Nova, como maior rival do Goiás.

O Goiás representa a pequena burguesia comercial e industrial com ligações com o poder estadual, e o Atlético, o próspero bairro de Campinas.

Entre 2006 e 2014, aconteceram 7 decisões do Campeonato Goiano entre Atlético-GO e Goiás. O alviverde conquistou 4 títulos (2006, 2009, 2012 e 2013) contra 3 do rubro-negro (2007, 2011 e 2014). Vale ressaltar que ambos já se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro Série A em 1986 e 2010, e também, pela Série B em 2016.

A primeira partida entre ambas equipe ocorreu em 8 de agosto de 1943, no Estádio Olímpico, com uma vitória do Dragão pelo placar de 5-2.
Rival J V E D GP GC
Goiás 245 81 64 100 300 338

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Vista Interna do estadio Antonio accioly.jpg

A estrutura do Atlético tem como ponto forte o Centro de Concentração e Treinamentos do Dragão e o Estádio Antônio Accioly. O time profissional realiza todas as atividades necessárias sem precisar se deslocar por diferentes locais de treinamentos. E a estrutura não para de melhorar. A cada dia, o Dragão cresce um pouco mais, tanto no futebol, quanto em suas condições estruturais.

O Centro de Treinamentos possui três campos de futebol com medidas oficiais, academia, banheiras para recuperação física dos atletas, departamento de fisioterapia, fisiologia e nutrição. A Concentração conta com 20 suítes duplas, refeitório, sala de TV e de jogos e auditório. No mesmo complexo, ainda se encontra a administração do clube.
Atlético Goianiense - Antonio Accioly.jpg
Já o Estádio Antônio Accioly possui sala de primeiros socorros e tratamento médico, além de áreas para descanso, fisioterapia e massagem, sala para a realização de reuniões com equipamentos multimídia e sala privada para a gerência da delegação, e atualmente encontra-se em obras.

A instalação conta também com uma forte equipe de segurança que monitora o acesso ao local. O Estádio possui uma capacidade para cerca de 8.000 pessoas (com arquibancadas móveis) mas está passando por obras que visão a ampliação para 12.000 pessoas.

Mandos de Campo[editar | editar código-fonte]

Estádios[editar | editar código-fonte]

O Atlético manda seus jogos em três estádios, como vimos acima, sendo o Estádio Olímpico o mais usado ultimamente, devido sua localização e pelo fato do Antônio Accioly estar interditado.

Olímpico[editar | editar código-fonte]

Desde sua reinauguração em 2016, Olímpico vem sendo um ponto forte para o Atlético, devido sua localidade e a aproximação do campo com a arquibancada, o estádio se torna um verdadeiro "caldeirão", sempre recebendo bons públicos e o Atlético sendo um mandante difícil de ser batido.

O Olímpico sempre esteve presente na história do Atlético, fato que, os únicos títulos de âmbito nacional conquistados no estádio (Torneio Integração CBD e Brasileiro Série B), são pertencidos ao Dragão.

Desempenho no "Novo" Estádio Olímpico[editar | editar código-fonte]

Novo Estádio Olímpico Pedro Ludovico - Números (Jogos) do Atlético
J V E D GP GC SG AP
18 08 05 03 31 19 12 55%
  • Última atualização: 18 de Julho de 2017

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Hino[editar | editar código-fonte]

Hino oficial do Atlético Goianiense:

Meu Atlético,

meu estandarte

modéstia à parte tem a força

quente de um dragão

Meu Atlético tem a mania de dar

alegria pro meu coração...

Meu rubro negro, eu chego e vejo,

você cumprindo o meu desejo de vencer, vencer,

vencer!

dá gosto ver nosso esquadrão,

rolando a bola pelo chão e

dando um show e mais um gol...

Lê Lêlêoo

Lê Lêlêoo

Atlético!

Escudos[editar | editar código-fonte]

História do escudo[editar | editar código-fonte]

O escudo do Dragão passou por algumas transformações desde sua fundação, com letras garrafais no começo à um escudo inspirado ao do São Paulo F.C. atualmente.
Evolução do Escudo do Atlético Clube Goianiense
atual
Atlético-GOBR(7).png Atlético-GOBR(6).png Atlético-GOBR(4).png ACGoianiense.svg Atlético-GOBR(3).png AtleticoGoianiense.png AtleticoGO2017.png

Torcida[editar | editar código-fonte]

Atlético Goianiense.jpg
Durante cinco décadas (1940-50-60-70-80) o Atlético foi um dos clubes que detinham a maior torcida do estado de Goiás, só que devido a crises e problemas estruturais e má desempenhos em competições tanto nacionais como estaduais durante a década de 1990 e no começo do século XXI o Atlético perdera boa parte de sua torcida, mas os verdadeiros e fiéis torcedores rubro-negros nunca desistiram do Dragão, este laço entre estes torcedores e o time fizeram com que o clube ressurgisse das cinzas a uma ascensão incrível entre 2005 até os dias de hoje. Devido a esta ascensão o clube também vem tendo um maior número de torcedores em relação ao ano de 2005 e a década de 1990.

Segundo a Pluri Consultoria, o Atlético tem em torno de 182.000 torcedores concentrados no Estado de Goiás, e também em algumas partes do estado do Tocantins, Distrito Federal e Mato Grosso.

Torcida Dragões Atleticanos[editar | editar código-fonte]

A Torcida Organizada do Atlético é a "Torcida Dragões Atleticanos".
Logo da TDA.
Foi fundada em 2009 após a extinção da sua antiga torcida chamada "Máfia Atleticana". A Máfia foi extinta devido a uma ordem da Policia Militar do Estado de Goiás e do Ministério Público, onde afirmaram que o nome "Máfia Atleticana" fazia apologia a violência.

A Dragões Atleticanos foi fundada com o intuito de renovar a torcida do Atlético junto ao time. Se faz presente em todas zonas da região metropolitana e também, em muitas cidades do interior.Vem chamando a atenção com seu crescimento na qualidade da padronização e também de sua bateria. A TDA (acrônimo para Torcida Dragões Atleticanos) tem agora sua própria linha de materiais, com uma qualidade superior a da média.

A Torcida Dragões Atleticanos tem estado junto a o Atlético em todos os momentos, jogo após jogo, seja dentro ou fora de sua casa. É uma das organizadas que mais cresce na região centro oeste, sempre aumentando seu número de sócios e aliadas.

O lema da Dragões é:"movidos por uma só paixão"
TDA presente no Estádio Serra Dourada.

O mais querido dos goianos[editar | editar código-fonte]

No ano de 1973 a revista Placar, da editora Abril, criou o concurso “O mais querido do Brasil” espelhado por todo o território nacional na tentativa de descobrir qual era o time de futebol mais popular no Brasil e em cada estado brasileiro. Em cada edição da revista eram distribuídos cupons para os torcedores preencherem os campos com “nome” e “endereço”, além de responder as perguntas “Qual o clube mais querido no Brasil” e “Qual o clube mais querido no meu estado”?

A Placar criou uma espécie de parcerias com jornais de todo o Brasil para que todos os estados fossem contemplados na pesquisa. No caso de Goiás, o jornal escolhido foi “O Popular”, da Organização Jaime Câmara. Assim como ocorriam nas revistas, nos exemplares do jornal eram divulgados cupons a serem preenchidos pelos torcedores. Os participantes da pesquisa deveriam retornar os cupons preenchidos para a sede do jornal ou para afiliados no estado. No dia 7 de agosto seria sorteado um carro da Volkswagen entre todos os torcedores participantes do questionário no país.

Era consenso na época que Vila Nova e Atlético tinham as maiores torcidas do estado, porém, o concurso serviu para acirrar ainda mais a rivalidade entre torcedores dos quatro grandes da capital e também para medir o crescimento de times como o Goiás que acabara de ser bicampeão.

A pesquisa virou mania em Goiânia, como em todo o Brasil, e assim como as discussões acaloradas sobre os confrontos entre Goiás, Vila, Goiânia e Atlético, torcedores goianos vibravam a cada resultado parcial divulgado.Ao todo foram doze etapas num total de três meses de pesquisa.

Se a nível nacional o Flamengo era maioria absoluta desde as primeiras apurações, no estado de Goiás houve várias mudanças entre “o mais querido”. Inicialmente o Vila Nova era o vencedor da disputa, depois foi a vez do Goiás, entretanto a partir da oitava parcial o Atlético assumiu a liderança e não perdeu mais.

Chama a atenção o número de adeptos atleticanos na pesquisa, pois o número alcançado pelo Atlético era mais do que a soma do que foi obtido por Vila Nova e Goiás. Como destaque negativo foi a presença do torcedor do Goiânia que ficou apenas na quinta colocação, prova de que o time já não era mais popular como na década de 50, apesar de ainda ser, naquela época, o principal vencedor de títulos no estado, contando a era amadora.

Resultado final da votação na época[editar | editar código-fonte]

  1. Atlético Goianiense: 68.125
  2. Goiás E.C: 26.737
  3. Vila Nova F.C: 25.887
  4. Independente de Goiás: 3.919
  5. Goiânia: 2.898
  6. Goiatuba: 2.085
  7. Itumbiara: 326
  8. Anápolis: 295
  9. Novo Horizonte: 167
  10. Santa Helena: 146
  11. Crac: 68
  12. América de Morrinhos: 59

Dos doze clubes apresentados na pesquisa no estado de Goiás, um já não existe mais. O Independente Esporte Clube da cidade de Goiás era, na época, o principal clube da região que foi o berço do futebol goiano. O último campeonato estadual da elite disputado por esta equipe foi em 1974 quando terminou na quinta colocação.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Atlético, Sentimento e Glória - Crônicas, por José Mendonça Teles (1994)

Referências

  1. CBF (13 de dezembro de 2016). «RNC - Ranking Nacional dos Clubes 2017» (PDF). Confederação Brasileira de Futebol. Consultado em 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 20 de dezembro de 2016 
  2. Atlético, Sentimento e Glória - Crônicas, por José Mendonça Teles (1994)
  3. GloboEsporte.com Goiânia (3 de junho de 2015). «Marcelo Martelotte deixa o Atlético-GO após quarto jogo sem vitória na Série B.». Globo,com. Consultado em 3 de junho de 2015 
  4. «BOLA N@ ÁREA - Campeonato Brasileiro - Série B 1987». www.bolanaarea.com. Consultado em 6 de julho de 2017 
  5. «Dragão, o mais tradicional e querido do Estado - Jornal Opção». www.jornalopcao.com.br. Consultado em 15 de fevereiro de 2017 
  6. RSSSF Brasil Torneio Integração da 1971
  7. Taça Cidade de Goiânia 1971 Futebol de Goyaz, acessado em 13 de outubro de 2016
  8. Goiânia City League - List of Champions RSSSF, acessado em 4 de setembro de 2014
  9. Maiores públicos de futebol da Região Centro Oeste do Brasil, página editada em 16 de dezembro de 2009 e disponível em 23 de dezembro de 2014
  10. [CD ROM Placar 2002, atualizado pelo site da CBF]
  11. «Sr. Goool - Futebol, Ranking e Estatísticas». www.srgoool.com.br. Consultado em 27 de novembro de 2016 
  12. «Elenco de Futebol». Site oficial do Atlético Goianiense 
  13. «Comissão Futebol Profissional». Site oficial do Atlético Goianiense 
  14. Clássico Vovô

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Torneios extintos Copa Centro-Oeste
Aumento Equipes promovidas de série em 2016 • Baixa Equipes rebaixadas de série em 2016
Predefinição:Campeonato Brasileiro de Futebol - Série C - Cronologia

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