Ato de Navegação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Em 1651, a assinatura dos Atos de Navegação contribuiu decisivamente para esse crescimento econômico, impulsionando o mercantilismo inglês, ao favorecer a indústria naval e mercadores. Constituiu-se em uma das mais importantes atitudes políticas tomadas pelo governo puritano de Cromwell, que havia derrubado a Monarquia em 1649 e que transformou a Inglaterra numa república ditatorial por cerca de dez anos.[1]

Os atos, que foram uma série de leis, buscavam restringir o uso de navios britânicos no comércio entre o Reino Unido e suas colônias pelo mundo.[2] O Ato de Navegação consistia que todo produto comercial que fosse transportado a países europeus via mar deveria ser feito o percusso por um navio pertencente a Inglaterra ou dos país de origem do produto exportado. A razão por ser criada essa lei foi principalmente a de eliminar a concorrência. Oque ocorria era que a Holanda estava conquistando um patamar alto no comércio marítimo graças ao uso das suas embarcações para serem levados e trazidos suprimentos do Novo Mundo. O poderio naval holandês era tanto que poderia alcançar qualquer lugar de todo o planeta, e claro que com isso ganhava muito lucro claramente reconhecido na capital da Holanda de nome Amsterdã, que várias vezes era representada como capital das finanças e sem citar que a Holanda era  a maior potencia mundial.

A Inglaterra também era um país em plena formação. Portugal e Espanha foram os primeiros a lançarem seus recursos ao mar, porém, não administraram bem os recursos encontrados e ficaram a merce de outros países. Por outro lado os britânicos desenvolveram  suas frotas marítimas de modo que estivesse forte tanto em características bélicas e características comerciais. Quanto aos recursos encontrados no Novo Mundo foram muito bem usados para o fortalecimento britânico. A Inglaterra se fortalecia principalmente pelo comércio internacional que alcançava idealismo em várias partes do mundo.

Obviamente os britânicos e os holandeses tiveram um choque, veja bem, tinham interesse igual e ganhavam  seu poder do mesmo jeito e além dos britânicos serem os únicos capazes de desafiar os holandeses e foi ai que houve o choque.

No ano de 1651, Olliver Cronwell tendo o governo em mão decretou o Ato de Navegação e alguns anos depois foi também dito que o capitão de um terço da tripulação dos navios que transportariam os produtos deveriam ser de origem britânica.

A reação da criação dessa nova lei teve seu processo rápido. Muitos países não concordaram mas tiveram que ceder pois não tinham poder para revidar. Foi então que o único país com poder para revidar o fez. A Holanda declarou guerra a Inglaterra que duraria desde  1652 a 1654 com a vitória da Inglaterra que assim seria coroada vencedora.

A Inglaterra graças a sua vitória teve maior industrialização, portanto, nem necessitou mais tarde dessa lei.

Referências

  1. Harper, Lawrence Averell (1959). The Effect of the Navigation Acts on the Thirteen Colonies [S.l.: s.n.] 
  2. Craven, Wesley Frank (1968). The Colonies in Transition [S.l.: s.n.] 
Ícone de esboço Este artigo sobre História ou um(a) historiador(a) é um esboço relacionado ao Projeto História. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.