Audiologia

Audiologia (do latim audīre"para ouvir"; e do grego -λογία, -logia) é um ramo da ciência que estuda a audição, o equilíbrio e os distúrbios relacionados.[1] [2]Os especialistas que possuem formação superior e que tratam pessoas com perda de audição e, de forma proativa, evitando danos relacionados, são os fonoaudiólogos (Brasil) / audiologista (Portugal).
Aplicando diversas estratégias de teste (como por exemplo testes de audição, medições por emissões otoacústicas[3], videonistagmografia e exames eletrofisiológicos[4]), esta especialização visa determinar se o paciente consegue ouvir dentro da faixa de normalidade e, se não, quais as partes da audição (alta, média ou baixa frequências) estão afetadas, em qual grau, e onde está a lesão causando a perda de audição (ouvido externo ouvido médio, ouvido interno, nervo auditivo e/ou do sistema nervoso central). Se um fonoaudiólogo ou um audiologista determina que uma perda de audição ou anomalia vestibular está presente, ele ou ela irá fornecer recomendações para o paciente em relação à quais opções que podem ajudar (por exemplo, aparelhos auditivos, implantes cocleares e/ou fornecer um adequado encaminhamento médico).
Além de testar a audição, fonoaudiólogos/audiologistas também pode trabalhar com uma ampla variedade de clientela em reabilitação (indivíduos com zumbido, processamento auditivo, usuários de implante coclear[5] e/ou usuários de aparelhos auditivos), desde populações pediátricas até idosos, podendo realizar avaliação do zumbido e do sistema vestibular (ligado ao equilíbrio).
Fonoaudiólogo/Audiologista
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Um fonoaudiólogo é um profissional de saúde especializado na identificação, diagnóstico, tratamento e monitoramento de doenças do sistema auditivo e vestibular de partes do ouvido. Fonoaudiólogos são treinados para diagnosticar, gerenciar e/ou tratar a audição, zumbido ou problemas de equilíbrio. Eles promovem, gerenciam e adaptam os aparelhos auditivos e avaliam a possível candidatura e mapeiam os implantes cocleares. Eles aconselham às famílias quando há um diagnóstico de perda auditiva em bebês, orientando-as sobre como lidar e com a compensação de competências para adultos que adquirem surdez. Eles também ajudam a desenvolver e implementar programas de segurança auditiva pessoal e industrial, programas de triagem auditiva em recém-nascidos (RN), programas de triagem auditiva em crianças com idade escolar e fornecer adaptação especial de plugues de ouvido e outros dispositivos de proteção auditiva para ajudar a prevenir a perda auditiva. Fonoaudiólogos são treinados para avaliar distúrbios vestibulares periféricos provenientes de patologias da orelha interno. Eles também oferecem tratamento para determinados distúrbios vestibulares e do equilíbrio, tais como Vertigem Posicional Paroxística Benigna (VPPB). Além disso, muitos fonoaudiólogos trabalham como cientistas com a habilidade de pesquisa. [6]
Fonoaudiólogos têm formação em anatomia e fisiologia, aparelhos auditivos, implantes cocleares, eletrofisiologia, acústica, psicofisiologia, neurologia, função e avaliação vestibular, distúrbios do equilíbrio, orientação e linguagem de sinais. Fonoaudiólogos também executam a triagem auditiva neonatal, programa que foi tornado obrigatório em muitos hospitais nos EUA, Reino Unido e Índia. Um fonoaudiólogo, geralmente, é formado com uma das seguintes qualificações: MSc (Audiologia), Au.D., STI, PhD, ou ScD, de acordo com o programa e o país em que praticam.
Exames realizados durante a consulta com o(a) fonoaudiólogo(a) audiologista
[editar | editar código]Depois do profissional ter feito a anamnese com o paciente, serão realizados, em seguida, alguns exames para verificar, de fato, como está a sua saúde auditiva. Tais exames possuem algumas semelhanças, mas cada um contribui com uma finalidade diferente.[7]
Audiometria Tonal Liminar
[editar | editar código]Seu objetivo é apontar os limiares auditivos do paciente e, com eles, definir tipo, grau e configuração da perda auditiva. Os dados da audiometria são colocados no audiograma, no qual contém as informações dos limiares auditivos (dB) em cada frequência (Hz). [7]
Nesse exame, o paciente vai receber um estímulo auditivo em cada orelha separadamente e, precisa gesticular (ao levantar a mão, por exemplo) ou apertar um botão dentro da cabine, para que o profissional saiba quando ele escutou. Dessa forma, o profissional vai conseguir dar algum diagnóstico.[7]
Inicialmente, os estímulos são direcionados por Via Aérea (VA) e, se ela estiver alterada, os estímulos serão realizados por Via Óssea (VO). A VA irá avalia todo o caminho, ou seja, orelha externa, média e interna, já a VO irá averiguar apenas orelha interna.[7]
Logoaudiometria
[editar | editar código]Esse exame é realizado para testar a habilidade que o paciente tem em reconhecer e detectar a fala. Diferente da audiometria, que o paciente apenas ouvia o estímulo e informava se havia escutado ou não, nesse exame ele precisará ouvir o que foi dito pelo profissional e repetir em seguida. A logoaudiometria é subdividida em Limiar de Reconhecimento de Fala (LRF), Índice Percentual de Reconhecimento de Fala (IPRF) e Limiar de Detecção de voz (LDV).[7]
Limiar de Reconhecimento de Fala (LRF)
[editar | editar código]O objetivo dele é confirmar os limiares obtidos na audiometria. Ele é realizado utilizando uma lista de palavras trissílabas e, o limiar, vai ser a menor intensidade em que o paciente consegue reconhecer até 50% dos estímulos proferidos.[7] Além disso, o LRF vai servir como uma confirmação dos limiares e informações que foram obtidos na audiometria, é muito importante que o seu resultado concorde com exame anterior, a audiometria[7].
Índice Percentual de Reconhecimento de Fala (IPRF)
[editar | editar código]Vai testar a inteligibilidade de fala que o paciente possui, ou seja, o quanto ele consegue compreender. É utilizada uma lista com 25 palavras, cada uma valendo 4%. Para ser considerado dentro da normalidade, é esperado uma resultado na faixa dos 92% aos 100%, então, o paciente pode errar só até três palavras, mais que isso o seu reconhecimento de fala está alterado.[7]
De início, é apresentado uma lista de 25 palavras monossílabas, que são consideradas mais difíceis. Sendo assim, se o paciente fica dentro da faixa da normalidade, está tudo bem. Entretanto, caso ele erre 4 ou mais palavras, é necessário apresentar outra lista de 25 palavras, sendo esta de dissílabos. [7]
Limiar de Detecção de Voz (LDV)
[editar | editar código]Esse é utilizado apenas em casos que não há como realizar o LRF e o IPRF, como em pessoas com perda profunda, por exemplo. O profissional vai emitir sons repetitivos (pá pá pá) e o paciente apenas vai sinalizar se está ouvindo.[7]
A audiologia e o desenvolvimento da linguagem oral
[editar | editar código]O fonoaudiólogo-audiologista deve ter conhecimento aprofundado sobre o desenvolvimento auditivo e de linguagem oral, seja voltado para a avaliação ou reabilitação. O desenvolvimento auditivo e a aquisição da linguagem oral estão intimamente relacionados, uma vez que a audição constitui o principal meio pelo qual a criança percebe os sons da fala, discrimina fonemas e constrói, gradualmente, suas habilidades comunicativas.[8]
Desde o período gestacional, o sistema auditivo já inicia seu processo de maturação, e, após o nascimento, a exposição aos estímulos sonoros permite que o bebê reconheça a voz humana, diferencie padrões sonoros e desenvolva as bases necessárias para a linguagem. Ao longo dos primeiros anos de vida, a criança aprimora progressivamente suas habilidades auditivas, como localizar sons, perceber variações de intensidade e frequência, reconhecer entonação e acompanhar o ritmo da fala. Essas competências são fundamentais para a ampliação do vocabulário, para a compreensão oral e para a posterior produção de palavras e frases.[9][10]
A audição também exerce papel essencial no feedback da fala, pois possibilita que a criança monitore a própria voz e ajuste aspectos como articulação, ritmo e fluência. Quando ocorrem alterações auditivas não identificadas, o desenvolvimento da linguagem oral pode ser comprometido, com impactos na comunicação, na aprendizagem escolar e na interação social. [11]
Por isso, o acompanhamento do desenvolvimento auditivo e de linguagem deve ocorrer de forma contínua ao longo da infância, com atenção aos marcos esperados para cada faixa etária. Além disso, a atenção a esses marcos é essencial para a identificação precoce de possíveis alterações e para o encaminhamento oportuno à avaliação especializada, garantindo melhores condições para o desenvolvimento global da criança.[12][13]

Em caso de dúvidas sobre a audição, a fala ou a linguagem, é fundamental buscar um fonoaudiólogo especialista em audiologia, que possa realizar o diagnóstico, orientar a família e indicar, quando necessário, estratégias de habilitação e/ou reabilitação. Para referência ao acompanhamento do desenvolvimento, a Caderneta da Criança,[14] do Ministério da Saúde, descreve marcos importantes da evolução auditiva e da linguagem oral ao longo da infância, servindo como um guia para famílias e profissionais.

História
[editar | editar código]No Brasil, a formação em audiologia é parte do curso de Fonoaudiologia. Os movimentos pelo reconhecimento dos cursos e da profissão de fonoaudiologia levaram a que em 9 de dezembro de 1981 a profissão fosse regulamentada pelo então presidente João Figueiredo (a Lei n° 6965). Foram criados, os cursos em nível de bacharelado, sendo o curso da Universidade de São Paulo o primeiro a ter seu funcionamento autorizado, em 1977. O uso dos termos "Audiologia" e "Audiologista" em publicações tem sido rastreada somente até 1946. O criador original do termo permanece desconhecido, mas Berger[15] identificou as possíveis origens como Mayer BA Schier, Willard B Hargrave, Stanley Nowak, Norman Canfield, ou Raymond Carhart. Em um perfil biográfico feito por Robert Galambos, Hallowell Davis é creditado com a criação do termo na década de 1940, dizendo que o então termo mais utilizado "treinador auricular" soava como um método de ensinar as pessoas a mexer suas orelhas.[16]
A audiologia nasceu de colaboração interdisciplinar. O prevalência substancial de perda auditiva observada nas população de veteranos após a II Guerra Mundial inspirou a criação do campo, como é conhecido hoje. O primeiro curso oferecido em uma universidade nos EUA para audiologistas foi oferecido pela Carhart na Northwestern University, em 1946.[17]
Requisitos
[editar | editar código]Os requisitos para formação de fonoaudiólogos e o perfil do profissional variam muito entre países. Abaixo descrevemos alguns exemplos.
Brasil
[editar | editar código]O trabalho dos audiologistas no Brasil foi descrito de forma resumida em 2007 por Bevilacqua e colaboradoras.[18] A prática profissional é exercida em vários tipos de instituições, como instituições privadas (clínicas médicas e clínicas dedicadas a fala e a audição) e em uma ampla gama de instituições públicas, incluindo clínicas comunitárias, unidades de saúde, escolas primárias, faculdades e universidades. Tanto no setor privado quanto no público, os audiologistas podem realizar avaliações diagnósticas dos distúrbios auditivos e vestibulares, selecionar e ajustar aparelhos de amplificação sonora individual (AASI) e fornecer terapia fonoaudiológica para a habilitação e reabilitação auditiva. No nível público, eles também contribuem com os programas de saúde dos trabalhadores, dispensam aparelhos auditivos e reabilitação auditiva. No Brasil, o Conselho Federal de Fonoaudiologia identifica os cursos de ensino superior por região do país e também identifica as diretrizes curriculares para a formação do fonoaudiólogo.
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 1ª Região | |||||
| FACULDADE REDENTOR DE CAMPOS | Rio de Janeiro | www.redentor.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE – UFF | Rio de Janeiro | www.uff.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – UFRJ | Rio de Janeiro | www.ufrj.br | |||
| CENTRO UNIVERSITÁRIO FLUMINENSE – UNIFLU | Rio de Janeiro | www.uniflu.edu.br | |||
| UNIREDENTOR (Faculdade Redentor) | Rio de Janeiro | www.redentor.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ | Rio de Janeiro | www.portal.estacio.br | |||
| UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA – UVA | Rio de Janeiro | www.uva.br | |||
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 2ª Região | |||||
| FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS – UNESP MARÍLIA | São Paulo | www.marilia.unesp.br | |||
| UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE BAURU | São Paulo | www.fob.usp.br | |||
| FACULDADE DE MEDICINA DA USP – FMUSP | São Paulo | www.usp.br | |||
| PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO | São Paulo | www.pucsp.br | |||
| PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS | São Paulo | www.puc-campinas.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE DE FRANCA – UNIFRAN | São Paulo | www.unifran.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO/ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA – UNIFESP | São Paulo | www.unifesp.br | |||
| CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS – UNIFMU | São Paulo | www.fmu.br | |||
| FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA SANTA CASA DE SÃO PAULO | São Paulo | www.fcmscsp.edu.br | |||
| UNICAMP – FCM – CEPRE | São Paulo | www.unicamp.br | |||
| FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE FERNANDÓPOLIS | São Paulo | www.fef.br | |||
| FACULDADE DE FONOAUDIOLOGIA DE PRESIDENTE PRUDENTE – UNOESTE | São Paulo | www.unoeste.br | |||
| FACULDADE DE MEDICINA DA USP – RIBEIRÃO PRETO | São Paulo | www.usp.br | |||
| UNILUS – CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADAS | São Paulo | www.lusiada.br | |||
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 3ª Região | |||||
| UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ – UNOPAR | Paraná | www.unopar.br | |||
| UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ – UTP – | Paraná | www.utp.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ – UNIVALI | Santa Catarina | www.univali.br | |||
| CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE MARINGÁ | Paraná | www.unicesumar.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE DE MARINGA – UNINGÁ | Paraná | www.uem.br | |||
| UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE – CAMPUS IRATI - 26/05 | Paraná | www.unicentro.br | |||
| FACULDADE ASSIS GURGACZ – FAG | Paraná | www.fag.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA – UFSC | Santa Catarina | www.ufsc.br | |||
| FACULDADE BOM JESUS – IELUSC - SAGUAÇU III | Santa Catarina | www.ielusc.br | |||
| FACULDADE UMUARAMA | Paraná | www.uniesp.edu.br/sites/umuarama/ | |||
| FACULDADE SANT`ANA | Paraná | www.iessa.edu.br | |||
| UDC – ANGLO AMERICANO | Paraná | www.udc.edu.br | |||
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 4ª Região | |||||
| UNIVERSIDADE DE CIÊNCIA DA SAÚDE DE ALAGOAS (UNCISAL) | Alagoas | www.uncisal.edu.br | |||
| FACULDADE REGIONAL DA BAHIA (UNIRB) | Bahia | www.unirb.edu.br | |||
| CENTRO UNIVERSITÁRIO JORGE AMADO(UNIJORGE) | Bahia | www.unijorge.edu.br | |||
| UNIÃO METROPOLITANA DE ENSINO E CULTURA (UNIME) | Bahia | www.unime.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA(UNEB) | Bahia | www.uneb.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA) | Bahia | www.ufba.br | |||
| FACULDADE DE CAMPINA GRANDE (UNESC) | Paraíba | www.unescfaculdade.com.br | |||
| CENTRO UNIVERSITÁRIO DE JOÃO PESSOA (UNIPÊ) | Paraíba | www.unipe.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA(UFPB) | Paraíba | www.ufpb.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (UFPE) | Pernambuco | www.ufpe.br | |||
| UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO (FUNESO) | Pernambuco | www.funeso.com.br | |||
| UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO (UNICAP) | Pernambuco | www.unicap.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DO SERGIPE (Campus de Lagarto) | Sergipe | www.lagarto.ufs.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DO SERGIPE (UFS) | Sergipe | www.ufs.br | |||
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 5ª Região | |||||
| CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALDO DO DISTRITO FEDERAL – UNIPLAN | Distrito Federal | www.uniplandf.edu.br | |||
| CENTRO UNIVERSITÁRIO VÁRZEA GRANDE – UNIVAG | Mato Grosso | www.univag.com.br | |||
| PONTIFÍCA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS – PUC | Goiás | www.pucgoias.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA- UNB | Distrito Federal | www.unb.br | |||
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 6ª Região | |||||
| FUNORTE – Faculdades Unidas do Norte de Minas | Minas Gerais | www.funorte.edu.br | |||
| Instituto Metodista Izabela Hendrix | Minas Gerais | www.izabelahendrix.edu.br | |||
| PUC MINAS – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais | Minas Gerais | www.pucminas.br | |||
| UFES – Universidade Federal do Espírito Santo | Espírito Santo | www.ufes.br | |||
| UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais | Minas Gerais | www.ufmg.br | |||
| ÚNICA – Faculdade Única de Ipatinga | Minas Gerais | www.faculdadesunica.com.br | |||
| UNICERP – Centro Universitário do Cerrado Patrocínio | Minas Gerais | www.unicerp.edu.br | |||
| UVV – Universidade Vila Velha | Espírito Santo | www.uvv.br | |||
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 7ª Região | |||||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE – UFCSPA | Rio Grande do Sul | www.ufcspa.edu.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL – UFRGS | Rio Grande do Sul | www.ufrgs.br/ufrgs/inicial | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA- UFSM | Rio Grande do Sul | www.ufsm.br | |||
| UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL- ULBRA | Rio Grande do Sul | www.ulbra.br | |||
| UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO – UPF | Rio Grande do Sul | www.upf.br | |||
| INSTITUTO PORTO ALEGRE DA IGREJA METODISTA – IPA | Rio Grande do Sul | www.ipametodista.edu.br | |||
| FACULDADE FÁTIMA EDUCAÇÂO – FÁTIMA | Rio Grande do Sul | www.fatimaeducacao.com.br] | |||
| Conselho Regional de Fonoaudiologia 8ª Região | |||||
| UNIFOR – UNIVERSIDADE DE
FORTALEZA |
Ceará | www.unifor.br | |||
| FATECI – FACULDADE DE TECNOLOGIA
INTENSIVA |
Ceará | www.fateci.com.br | |||
| UNIVERSIDADE POTIGUAR | Rio Grande do Norte | www.unp.br | |||
| UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE | Rio Grande do Norte | www.ufrn.br | |||
| NOVAFAPI-SOCIEDADE DE ENS SUP E
TECN DO PIAUI |
Piauí | www.uninovafapi.edu.br | |||
| FAESPI – FAC DE ENSINO SUPERIOR DO PIAUÍ | Piauí | www.grupomagister.com.br/portalfatepi/ | |||
| Maranhão | www.ceuma.br | ||||
Austrália
[editar | editar código]Na Austrália, os audiologistas devem possuir um Mestrado em Audiologia, Mestrado em Audiologia Clínica ou Mestrado em Estudos da Audiologia ou, em alternativa, um diploma internacional de bacharel certificado pelo VETASSESS. Não é necessário ser membro de qualquer órgão profissional, mas para adaptar aparelhos de audição para pensionistas e veteranos de guerra que necessitam, como parte do programa do Departamento de Serviços de Audição, o audiologista deve manter um número de praticante clínico que é obtido através de um certificado de prática clínica (ou equivalente) e ser registrado por uma organização aprovada, como Audiologia Austrália (AudA) ou o Colégio Australiano de Audiologia (ACAud). O mínimo de um ano de estágio supervisionado de prática e o desenvolvimento profissional é necessário após a qualificação para obter essa certificação. Na Austrália, por definição geral, um "Audiologista" - é um graduado na Universidade, com qualificações em pós-graduação em Audiologia ou formação equivalente. Esses profissionais têm ampla responsabilidades e experiências em todas as áreas de serviços de audição que não são particularidades médicas, incluindo de avaliação audiológica criteriosa e reabilitação da perda auditiva (o que inclui a prescrição, adaptação e acompanhamento de aparelhos auditivos). Um 'Audiometrista' - teve certificação TAFE concluída e audiometria e/ou recebeu de formação in-loco de indústrias de aparelhos auditivos.
Estados Unidos
[editar | editar código]Os parâmetros da formação profissional de audiologistas e seu perfil profissional nos Estados Unidos encontram-se descrita pela Academia Americana de Audiologia
Programas a Distância na AUD:
- A. T. Still Universidade através do Arizona Escola de Ciências da Saúde
- Universidade da Flórida
Programas Presenciais na AUD:
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Portugal
[editar | editar código]O exercício da profissão de audiologista em Portugal implica, necessariamente, a qualificação com diploma em audiologia ou equivalente legal, conforme definido no Decreto-Lei 320/99 de 11 de agosto o Artigo 4.º. As principais saídas profissionais, em Portugal, consistem em hospitais, clínicas públicas/privadas e centros de reabilitação auditiva.
Na atualidade, a formação em audiologia é administrado em duas escolas superiores:
- Escola Superior de Tecnologia da saúde de Coimbra - Instituto Politécnico de Coimbra;
- Escola Superior de Saúde - Instituto Politécnico do Porto.
Africa do Sul
[editar | editar código]O trabalho de audiologistas na Africa do Sul foi descrito de forma resumida em 2009[19]
Ver também
[editar | editar código]- Audiologia computacional
- Fonoaudiologia
- Perda Auditiva
- Escuta segura
- Dia Mundial da Audição
- Telessaúde
Referências
- ↑ Gelfand, Stanley A. (2009). Essentials of Audiology 3 ed. New York: Thieme Medical Publishers, Inc. p. ix. ISBN 978-1-60406-044-7. Consultado em 17 de março de 2015
- ↑ «Multiple drugs». Reactions Weekly (1): 385–385. 28 de setembro de 2024. ISSN 1179-2051. doi:10.1007/s40278-024-67574-x. Consultado em 26 de setembro de 2025
- ↑ Macul, Rose (10 de março de 2019). «Você sabe o que são as Emissões Otoacústicas? - CCAF». CCAF - Clínica de Cuidados da Audição e da Fala. Consultado em 6 de março de 2024
- ↑ www.einstein.br https://www.einstein.br/especialidades/cardiologia/exames-tratamento/estudo-eletrofisiologico. Consultado em 6 de março de 2024 Em falta ou vazio
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- ↑ «Quem é o fonoaudiólogo?»
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- ↑ Porcar-Gozalbo, Nadia; López-Zamora, Miguel; Valles-González, Beatriz; Cano-Villagrasa, Alejandro (27 de novembro de 2024). «Impact of Hearing Loss Type on Linguistic Development in Children: A Cross-Sectional Study». Audiology Research (em inglês). 14 (6): 1014–1027. ISSN 2039-4349. PMC 11673131
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- ↑ MINISTERIO DA SAUDE, BRASIL (2023). «CADERNETA DE SAUDE DA CRIANCA». Consultado em 23 de agosto de 2026
- ↑ «Genealogy of the words "audiology" and "audiologist"». Journal of the American Audiology Society. 2. PMID 789309
- ↑ «Hallowell Davis (1896—1992)» (PDF). A Biographical Memoir by Robert Galambos (National Academy of Sciences)
- ↑ Raymond Carhart (1912-1975) Papers, 1938-1975. Northwestern University Archives, Evanston, Illinois. http://www.library.northwestern.edu/archives/findingaids/raymond_carhart.pdf Accessed 2006-07-31.
- ↑ Cecilia Bevilacqua, Maria; Novaes, Beatriz Caiuby; Morata, Thais C. (janeiro de 2008). «Audiology in Brazil». International Journal of Audiology (em inglês). 47 (2): 45–50. ISSN 1499-2027. doi:10.1080/14992020701770843
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Ligações externas
[editar | editar código]- Projeto Saúde Auditiva
- Curso aberto - Introdução à Audiologia Básica
- Academia Brasileira de Audiologia
- International Society of Audiology
- Academia de Médicos da Audiologia
- Academia americana de Audiologia
- Audiologia Recursos - Recursos de audiologia profissionais e estudantes, incluindo um especialista em fórum de discussão.
- Audiologia Austrália ®
- Academia britânica de Audiologia
- Conselho Federal de Fonoaudiologia
- Academia canadense de Audiologia
- Global Audiology, International Society of Audiology
- Instituto nacional de Surdez e Outros Distúrbios de Comunicação (NIDCD)
- Nacional dos Estudantes Idioma de Fala e Audição Associação
- Associação Portuguesa de Audiologistas
- Audiology education and practice: an international perspective[1]
- Early British contributors to the development of Audiology[2]
- Audiology in Latin America: hearing impairment, resources and services[3]
- ↑ Goulios, H.; Patuzzi, R.B. (janeiro de 2008). «Audiology education and practice from an international perspective». International Journal of Audiology (em inglês). 47 (10): 647–664. ISSN 1499-2027. doi:10.1080/14992020802203322
- ↑ Stephens, S. D. G. (janeiro de 1974). «Some Early British Contributors to the Development of Audiology». British Journal of Audiology (em inglês). 8 (4): 125–129. ISSN 0300-5364. doi:10.3109/03005367409079100
- ↑ Madriz, Juan J (janeiro de 2001). «Audiology in Latin America: hearing impairment, resources and services». Scandinavian Audiology (em inglês). 30 (2): 85–92. ISSN 0105-0397. doi:10.1080/010503901750166781
