Augusto II da Polônia

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Augusto II
Eleitor da Saxônia
Reinado 27 de abril de 1694
a 1 de fevereiro de 1733
Antecessor(a) João Jorge IV
Sucessor(a) Frederico Augusto II
Rei da Polônia e Grão-Duque da Lituânia
1º Reinado 15 de setembro de 1697
a 16 de fevereiro de 1704
Coroação 15 de setembro de 1697
Predecessor João III Sobieski
Sucessor Estanislau I Leszczyński
2º Reinado 8 de setembro de 1709
a 1 de fevereiro de 1733
Predecessor Estanislau I Leszczyński
Sucessor Estanislau I Leszczyński
 
Esposa Cristiana Everadina de Brandemburgo-Bayreuth
Descendência Augusto III da Polônia
Casa Wettin
Nome completo
Frederico Augusto
Nascimento 12 de maio de 1670
  Dresden, Saxônia, Sacro Império Romano-Germânico
Morte 1 de fevereiro de 1733 (62 anos)
  Varsóvia, Polônia
Enterro Catedral de Wawel, Cracóvia, Polônia
Pai João Jorge III, Eleitor da Saxônia
Mãe Ana Sofia da Dinamarca

Augusto II (Dresden, 12 de maio de 1670Varsóvia, 1 de fevereiro de 1733), chamado de Augusto, o Forte, foi o Rei da Polônia e Grão-Duque da Lituânia em dois períodos diferentes, primeiro de 1697 até sua deposição em 1704 e depois de 1709 até sua morte. A partir de 1694 também foi o Eleitor da Saxônia como Frederico Augusto I. Era o segundo filho de João Jorge III, Eleitor da Saxônia, e sua esposa a princesa Ana Sofia da Dinamarca.

Apesar de sua estatura mediana (cerca de 1,76 m) sua alcunha de “o forte”, advinha de sua grande força física, que lhe valeu também outros apelidos como “Hércules saxão” ou “mão-de-ferro”.

Como segundo filho, Augusto não tinha a expectativa de herdar o eleitorado, já que seu irmão mais velho João Jorge IV, assumiu o cargo após a morte de seu pai em 12 de setembro de 1691. Porém, numa viagem durante a temporada de carnaval em Veneza, seu irmão mais velho, o eleitor João Jorge IV, contraiu a varíola de sua amante Magdalene Sybille de Neidschutz, vindo a falecer em 27 de abril de 1694, sem deixar herdeiros diretos, legando a Augusto o Eleitorado da Saxônia.

Conversão ao catolicismo[editar | editar código-fonte]

Afim de tornar-se elegível ao trono da República das Duas Nações em 1697, Augusto teve de se converter ao catolicismo romano. Os duques saxões eram tradicionalmente chamados de "campeões da Reforma". A Saxônia havia sido uma fortaleza do protestantismo alemão e a conversão de Augusto era, portanto, considerada chocante na Europa protestante. Embora mantivesse o status quo religioso da Saxônia, a conversão pessoal de Augusto alienou muitos de seus aliados protestantes. Como resultado da enorme soma de dinheiro usada para subornar a nobreza e o clero poloneses, os contemporâneos de Augusto se referiam às ambições reais do duque saxão como sua "aventura polonesa".

Convertido ao catolicismo, Augusto II aproximou-se do Imperador, que lhe concedeu a Ordem do Tosão de Ouro, porém na política interna do Sacro Império Romano-Germânico, seguiu o luteranismo ortodoxo em contradição às suas novas convicções religiosas. Os príncipes protestantes do império e os dois eleitores protestantes remanescentes (de Hanôver e da Prússia) estavam ansiosos para manter a Saxônia integrada ao seu campo político. Conforme estabelecido na Paz de Augsburgo, Augusto teoricamente detinha o direito de reintroduzir o catolicismo romano (ver Cuius regio, eius religio ) em seus domínios, ou pelo menos conceder a liberdade religiosa completa aos católicos na Saxônia, mas isso nunca aconteceu.

A Saxônia permaneceu luterana e os poucos católicos que lá residiam não tinham nenhum direito político ou civil. Em 1717, ficou claro quão estranho era a situação, já que para realizar seus ambiciosos planos dinásticos na Polônia; era necessário que os herdeiros de Augusto também adotassem a religião católica. Depois de cinco anos converso; seu filho - o futuro Augusto III - declarou publicamente seu catolicismo romano. Os estados saxões ficaram indignados e revoltados, pois ficou claro que a conversão para o catolicismo romano não era apenas uma questão de forma, mas também de substância.

Desde a Paz de Vestfália, o eleitor da Saxônia liderava o corpo protestante no Reichstag. Para aplacar os outros estados protestantes no Sacro-Império, Augusto II nominalmente delegou a direção do corpo protestante à João Adolfo II, Duque de Saxe-Weissenfels; no entanto, quando seu filho (futuro rei Augusto III) também se converteu ao catolicismo, estabeleceu-se uma sucessão hereditária católica ao invés do pretenso retorno a um eleitor protestante.

Quando esta conversão tornou-se pública em 1717, Brandemburgo-Prússia e Hanôver tentaram expulsar a Saxônia da direção e se nomearam como diretores conjuntos, mas abandonaram a tentativa em 1720. A Saxônia manteria a direção do corpo protestante no Reichstag até o dissolução do Sacro Império Romano-Germânico em 1806, apesar de todos os eleitores seguintes da Saxônia terem-se tornado católicos.

A esposa de Augusto, Christiane Eberhardine, recusou-se a seguir o exemplo de seu marido e manteve-se uma protestante fervorosa. Ela não acompanhou a coroação do marido na Polônia e levou uma vida bastante tranquila fora de Dresden, ganhando popularidade entre os adeptos da reforma por sua tenacidade.

Rei da Polônia pela primeira vez[editar | editar código-fonte]

Após a morte do rei João III Sobieski; Augusto foi eleito Rei da República das Duas Nações em 1697 com o apoio da Rússia e da Áustria, que o financiou através do banqueiro Berend Lehmann. Na época, alguns questionaram a legalidade da elevação de Augusto, uma vez que outro candidato, Francisco Luis de Bourbon, Príncipe de Conti, recebeu mais votos. Cada candidato foi proclamado como rei por uma autoridade eclesiástica diferente: (o primado Miguel Radziejowski proclamou Conti e o bispo de Kujawy, Stanisłau Dąmbski proclamou Augusto, com Jacob Heinrich von Flemming jurando ao “pacta conventa” como representante de Augusto). No entanto, Augusto agiu rapidamente e dirigiu-se à Polônia com um exército saxão, enquanto Conti permaneceu em França por dois meses.

O reinado de Augusto II deu-se em tempos difíceis. Ele liderou a república polaco-lituana na Grande Guerra do Norte, sofrendo reveses militares frente aos suecos e viu crescer a partir de então a influência russa na Europa. Sua principal ambição foi de enfraquecer a nobreza local para reforçar o poder da realeza na Polônia-Lituânia, caracterizada pela ampla descentralização em comparação com outras monarquias europeias. Ele tentou alcançar esse objetivo aliando-se a potências estrangeiras (Áustria e Rússia) e assim desestabilizou o Estado.

Augusto continuou a Guerra da Santa Liga contra os otomanos, e depois de uma campanha na Moldávia, seu exército polonês derrotou a expedição tártara na Batalha de Podhajce em 1698. Essa vitória obrigou o Império Otomano a assinar o Tratado de Karlowitz em 1699, pelo qual a Podólia retornou ao domínio polonês.

Extremamente ambicioso, Augusto II esperava tornar o trono polonês hereditário dentro de sua família e utilizar seus recursos, como eleitor da Saxônia, para impor uma ordem absolutista na caótica comunidade polaco-lituana. Ele, no entanto, logo se distraiu de seus projetos internos de reforma pela possibilidade de conquista externa, formando uma aliança com o Frederico IV da Dinamarca e Pedro I da Rússia contra o jovem rei Carlos XII da Suécia (de quem era primo). A recompensa da Polônia pela participação na Grande Guerra do Norte viria a ser a anexação do território sueco de Livonia.

Carlos XII, embora muito jovem; provou ser um comandante militar extremamente capaz, forçando os dinamarqueses a sair da guerra e obtendo uma vitória expressiva sobre os russos em Narva em 1700, permitindo que ele se concentrasse na luta direta com Augusto II. Nota-se, porém, que esta guerra acabou por revelar-se tão desastrosa para a Suécia quanto para a Polônia.

Os suecos derrotaram o exército polaco-saxão em Riga, em julho de 1701, forçando-o a retirar-se da Livônia, seguindo-se a isso uma invasão da Polônia. A capital Varsóvia foi tomada em 14 de maio de 1702, verificando-se nova derrota na Batalha de Kliszów (julho de 1702) que levou à queda de Cracóvia. Os exércitos poloneses, sob o comando do marechal Adam Heinrich von Steinau, sofreram novo revés na Batalha de Pułtusk na primavera de 1703, o que acarretou o sitio e captura de Thorn (Toruń ).

Augusto II, nesta altura, estava propenso à negociar um acordo de paz; porém Carlos XII pretendia instalar alguém de sua confiança no trono polonês.

Carlos XII impôs ao parlamento (Sejm) a eleição de Estanisłau Leszczyński, em 1704, convertendo a Republica das Duas Nações num protetorado sueco, o que obrigou Augusto, o Forte, a solicitar a intervenção da Rússia (uma nova aliança foi concluída em Narva, no verão de 1704). A guerra civil resultante na Polônia (1704-1706) e a campanha de Grodno (1705-1706) não foram favoráveis à Augusto II. Após a Batalha de Fraustadt , em 1 de setembro de 1706, Carlos XII invadiu a Saxônia , forçando Augusto a entregar o trono polaco-lituanos a Estanislau Leszczyński pelo Tratado de Altranstädt (outubro de 1706).

Rei da Polônia pela segunda vez[editar | editar código-fonte]

Após a vitória sobre os polaco-saxões, Carlos XII da Suécia lançou suas forças numa invasão ao Império Russo, entretanto, o czar Pedro I, o Grande; havia reconstituído seus exércitos e obteve uma esmagadora vitória sobre os suecos na Batalha de Poltava (1709), colocando fim à invasão.

O novo rei Estanislau I Leszczyński, privado do apoio de seu poderoso aliado viu-se obrigado à abandonar a Polônia, retirando-se inicialmente para a Pomerânia Sueca.

Augusto II voltou ao trono polaco-lituano sob os auspícios russos, porém a Republica das Duas Nações, enfraquecida, tornara-se, na prática, um mero protetorado russo.

Após sua restauração no trono, tentou estabelecer uma monarquia absoluta, mas foi confrontado com a oposição da nobreza (szlachta). Pedro I o grande aproveitou essa oportunidade para se posicionar como “mediador”, ameaçando intervir militarmente e forçando Augusto e a nobreza a assinar um acordo favorável aos interesses russos (Sejm Niemy), em 1717.

Durante o resto de seu reinado, no âmbito de um relacionamento desconfortável, Augusto II era mais ou menos dependente da Rússia (e, em menor medida, da Áustria) para manter seu trono. Ele desistiu de suas ambições dinâmicas e concentrou-se em tentativas de fortalecer internamente os laços com a nobreza, afim de assegurar a sucessão para sua linhagem.

Nos últimos anos, sofreu de diabetes mellitus e tornou-se obeso, pesando cerca de 110 kg. Augusto II morreu em Varsóvia em 1733, sendo sepultado na Catedral de Cracóvia, na Polônia, tendo sido retirado seu coração remetido à Katholische Hofkirche de Dresden, onde repousa.

Embora ele não tivesse conseguido tornar o trono polonês hereditário em favor de sua casa, seu filho mais velho,Frederico Augusto II da Saxônia o sucedeu no trono como Augusto III da Polônia-Lituânia, sendo sua pretensão sustentada pelo exército russo na Guerra de Sucessão Polaca, em detrimento de Estanislau I, que foi apoiado por seu genro, Luis XV de França.

Legado:[editar | editar código-fonte]

Augusto II talvez seja melhor lembrado como patrono das artes e da arquitetura, pelas quais nutria grande paixão. Durante seu reinado, Dresden foi dotada de belos palácios e a cidade tornou-se conhecida pelo extraordinário brilho cultural. Ele patrocinou os primeiros museus públicos, como o Grünes Gewölbe (em 1723) e iniciou uma coleção sistemática de pinturas que hoje estão expostas na Gemäldegalerie Alte Meister.

Entre 1687 e 1689, Augusto visitou a França e a Itália. O Palácio de Versalhes - perfeitamente adaptado às necessidades de um monarca absoluto - o impressionou profundamente. De acordo com o espírito da era barroca, Augusto II investiu fortemente no esplendor representativo do Castelo de Dresden, sua residência principal, para demonstrar sua riqueza e poder.

Sob rigorosos regulamentos de construção e um certo sentimento de arte; grandes planos de desenvolvimento urbano, transformaram Dresden em um renomado centro cultural dotado de uma das melhores coleções de arte da Alemanha.

A maioria dos famosos locais e pontos de referência da cidade foram completados ao longo do reinado de seu filho e sucessor Augusto III. O edifício mais famoso foi o Zwinger. Também conhecido o Castelo de Pillnitz, sua residência de verão, o Castelo de Moritzburg e o Castelo de Hubertusburg, suas lojas de caça. Em Varsóvia, o Jardim Saxão (Ogród Saski) celebra o papel de Augusto II na expansão dos lugares públicos da cidade.

Dado ao luxo e ao prazer, Augusto II promoveu bailes luxuosos da corte, festas de estilo veneziano em “maschera”, encontros luxuosos, jogos e festividades de jardim. Sua corte adquiriu reputação de extravagância em toda a Europa. Ele realizou um famoso concurso de lançamento de animais em Dresden, no qual 647 raposas, 533 lebres, 34 texugos e 21 gatos selvagens foram jogados e mortos. O próprio Augusto participou, alegadamente demonstrando sua força.

Augusto II patrocinou também com sucesso os esforços para descobrir o segredo da fabricação de porcelana. Em 1701, ele resgatou o jovem alquimista Johann Friedrich Böttger, que fugira da corte do rei da Prússia, Frederico I, que esperava que ele produzisse ouro para ele, como este se gabava de poder.

Augusto aprisionou Böttger e tentou forçá-lo a revelar o segredo da fabricação de ouro. A transição de Böttger do alquimista para o oleiro foi orquestrada como uma tentativa de evitar as exigências impossíveis do rei. Ser um alquimista de profissão em vez de um oleiro, deu a Böttger uma vantagem. Ele percebeu que as abordagens praticadas então, que envolviam a mistura de substâncias brancas finas, como cascas de ovos trituradas em argila, não funcionariam. Em vez disso, sua abordagem era tentar assar argila a temperaturas mais elevadas do que aquelas que haviam sido atingida em fornos europeus. Essa técnica produziu uma evolução que escapou de ceramistas europeus daquele período, dando início à fabricação continua de porcelana fina na fábrica de porcelana Meissen.

Em novembro de 1705, Augusto II fundou a Ordem da Águia Branca, a primeira e preeminente ordem de cavalaria da Polônia.

Casamento e Descendência:[editar | editar código-fonte]

Augusto II da Polônia era casado desde 20 de Janeiro de 1693 com Christiane Eberhardine Brandenburgo-Bayreuth (1674-1727), filha de Christiano Ernesto de Brandenburgo-Bayreuth.

A princesa permaneceu protestante e recusou-se a mudar para a Polônia com seu marido, preferindo passar seu tempo na mansão em Pretzsch, no Elba, onde morreu. O casal teve um único filho:

Frederico Augusto II (1696-1763), eleitor da Saxônia e rei (Augusto III) da Polônia.

Famoso por ser um mulherengo voraz, passou seu tempo com uma série de amantes e teve um grande número de filhos naturais. Augusto II reconheceu oficialmente apenas uma pequena fração desse número como seus bastardos (as mães desses "escolhidos” pertenciam a aristocracia europeia, com a possível exceção de Fátima Kariman):

De sua ligação com a Condessa Maria Aurora von Königsmarck:

Mauricio de Saxe (1696-1750);

Anna Carolina Orzelska (in) (1707-1769), casou-se em 1730 o Duque Carlos Luis de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Beck (1690-1774), filho de Frederico Luis , Duque de Beck .

De sua ligação com Ursula Catarina de Altenbockum , mais tarde Princesa de Teschen:

João Jorge, Chevalier de Saxe (1704-1774).

De sua ligação com Fátima Kariman, dama turca mais tarde nominada Maria Aurora de Spiegel:

Frederico Augusto (Varsóvia / Dresden [?], 19 de junho de 1702 - Pillnitz, 16 de março de 1764), Conde de Rutowsky.

Maria Anna Catharina (1706-1746), condessa Rutowska; Casou-se primeiro em janeiro de 1728 com Miguel, conde Bieliński, divorciado no início de 1732; Em segundo lugar, em fevereiro de 1732, a Claudio Maria Noyel, Conde de Bellegarde e d'Entremont.

De sua ligação com Anna Constância de Brockdorff, mais tarde Condessa de Cosel :

Augusta Anna Constância (24 de fevereiro de 1708 - 3 de fevereiro de 1728), condessa de Cosel; Casou-se em 3 de junho de 1725 com Henrique Frederico, Conde de Friesen Frederica Alexandrina (27 de outubro de 1709 - 1784), condessa de Cosel; Casou-se em 18 de fevereiro de 1730 com João Antônio, conde Moszyński

Frederico Augusto (27 de agosto de 1712 - 15 de outubro de 1770), Conde de Cosel; Casou-se em 1 de junho de 1749 com a condessa Friederia Christiane de Holtzendorff. Eles tiveram quatro filhos. Os dois filhos, Gustavo Ernesto e Sigmund, morreram solteiros. Uma das duas filhas, Constancia Alexandrina, casou-se com João Henrique, Lehnsgraf Knuth. A outra, chamada Charlotte, casou-se primeiro com o Conde Rodolfo de Bünau e posteriormente com Carlos de Riviere.

De sua ligação com Henriette Rénard:

Anna Carolina (26 de novembro de 1707 - Avinhão, 27 de setembro de 1769), condessa Orzelska; casou-se em 10 de agosto de 1730 com Karl Ludwig Frederick de Schleswig-Holstein-Sonderburg-Beck. Eles se divorciaram em 1733.

Augusto II, pela linhagem de seu filho Mauricio de Saxe, é ancestral da Baronesa de Dudevant, Aurore Dupin (1804-1876), célebre escritora e dramaturga francesa, conhecida por seu pseudonimo de George Sand.


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