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Azul Linhas Aéreas Brasileiras

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Azul Brazilian Airlines logo
IATA
AD
ICAO
AZU
Indicativo de chamada
AZUL
Fundada em 4 de janeiro de 2008[1]
Iniciou atividades em 15 de dezembro de 2008[2]
Hub
Focus cities
Programa de milhagem Tudo Azul
Subsidiária(s)
Frota 151 (Operacional)[3]
Destinos 103[4]
Slogan Você lá em cima.

É o Brasil lá em cima.

Holding Azul TRIP S.A.
Sede Barueri, SP,  Brasil
Pessoa(s)
chave
Website www.voeazul.com.br

Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. é uma companhia aérea brasileira fundada e homologada em 2008 por David Neeleman.[1] [8] É a terceira maior companhia do Brasil em número de passageiros transportados e frota de aeronaves[9] e a maior em número de destinos oferecidos, operando em 101 aeroportos no território brasileiro e em 2 destinos internacionais.[4] Em 2013, a Azul fechou o ano com uma participação de mercado de 16% do total de assentos oferecidos em voos domésticos e é a companhia que mais cresce em termos de passageiros por quilometro voado.[9] [10] Em 2014, tornou-se uma companhia aérea de bandeira do Brasil (Flag Carrier) ao começar rotas internacionais.[11]

Seus principais centros de operações são os aeroportos de Viracopos em Campinas e Confins em Belo Horizonte. A sede administrativa da companhia fica no bairro de Alphaville na região da Grande São Paulo. A Azul é a única operadora brasileira a utilizar os E-Jets da Embraer e sua frota é formada basicamente por ATR-42, ATR-72, Embraer 190, Embraer 195 e Airbus A330, utilizados apenas em rotas longas e internacionais.[3] [9] Além disso, a empresa possui contratos com a Airbus para a compra de 35 aviões Airbus A320neo para rotas domésticas[12] e Airbus A350 para rotas internacionais.[13]

História[editar | editar código-fonte]

David Neeleman, brasileiro criado nos Estados Unidos que também foi o cofundador da WestJet e da Morris Air[14] após sofrer afastamento da presidência da companhia que ele mesmo fundou, a JetBlue Airways, começou a anunciar em março de 2008 seus planos de fundar uma nova companhia aérea Low-cost no Brasil.[15] [16] Mesmo sem nome definido a empresa já tinha uma encomenda de 36 aeronaves do tipo E-195 da Embraer com opção de 40 unidades em um contrato estimado de US$ 3 bilhões.[17]

Escolha do nome[editar | editar código-fonte]

Embraer 195 da Azul.

Para definir o nome da nova operadora aérea, Neeleman criou um website chamado "voceescolhe.com.br" onde o público poderia registrar sugestões de nomes. Depois de cadastrados quase 110 mil usuários, as melhores sugestões foram selecionadas e colocadas novamente para votação, entre os finalistas estavam Abraço, Alegria, Azul, Samba e uma grande variedade de nomes com a palavra Brasil que não puderam ser usados pois já estavam registrados.[18] Além do nome também foram colocadas enquetes para definir as cores das aeronaves, o tipo de serviço de bordo e o estilo dos uniformes da tripulação.[19] Para chamar a atenção do público, Neeleman anunciou que o primeiro internauta que sugerisse o nome escolhido ganharia passe vitalício na nova companhia com direito a um acompanhante.[20]

Após 1 mês com o site recolhendo sugestões e votos, o nome Azul Linhas Aéreas Brasileiras foi escolhido apesar de não ter sido a opção mais votada. Neeleman justificou a sua decisão dizendo que o nome Azul inspira sentimentos positivos, remete ao céu e é mais neutro do que Samba, nome que de fato recebeu mais votos. Neeleman concedeu o prêmio tanto para o internauta que sugeriu o nome Azul quanto ao que sugeriu o nome Samba.[18] [20]

Começo das operações[editar | editar código-fonte]

ATR 72 da Azul.

Em 7 de novembro de 2008, a empresa recebeu da ANAC o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo, assim pôde começar a solicitar os Horários de Transporte (HOTRAN),[8] que são autorizações para operação de transporte comercial aéreo no Brasil.[21] No quadro executivo inicial se encontrava entre outros, David Neeleman como CEO, Pedro Janot como presidente,[7] Gianfranco Beting como diretor de marketing[6] e John Rodgerson como vice-presidente financeiro.[22] A Azul iniciou a venda de passagens no dia 4 de dezembro de 2008.[2]

O voo inaugural aconteceu em 15 de dezembro de 2008 fazendo a rota entre Campinas e Salvador e posteriormente no mesmo dia entre Campinas e Porto Alegre. No primeiro dia de operação a taxa de ocupação das aeronaves foi de 62%, igualando a média de ocupação para voos nacionais de outras companhias aéreas daquele mesmo ano.[2] Em janeiro de 2009 a Azul já operava também rotas entre Campinas, Curitiba e Vitória[23] e planejava o início das operações para o Rio de Janeiro, no Aeroporto Santos Dumont.[24] Nesse mesmo mês a Azul iniciou o serviço de ônibus executivo para transladar passageiros entre o centro metropolitano de São Paulo e o aeroporto de Campinas, seu hub operacional.[25]

Aeroporto Santos Dumont[editar | editar código-fonte]

Embraer 195 da Azul, sobrevoando o Rio de Janeiro.

Após o início das operações, a Azul entrou com o pedido para fazer a rota entre Campinas e o Rio de Janeiro utilizando o aeroporto Santos Dumont[24] mas o pedido foi negado pela ANAC[26] porque havia uma portaria do antigo Departamento de Aviação Civil, ainda em vigor na época, limitando o tráfego de aeronaves no aeroporto. Poderiam pousar ali apenas aeronaves vindas de dentro do estado do Rio ou que decolaram do aeroporto de Congonhas e só poderiam decolar do Santos Dumont apenas aeronaves do tipo turboélice com 50 assentos ou menos, portanto, devido a configuração de suas aeronaves a Azul só poderia operar no Rio dentro do aeroporto do Galeão.[27]

Com a recusa da ANAC a Azul entrou com um processo na justiça para obter o direito de operar no aeroporto uma vez que ela seguia todas as normas de segurança vigentes[28] e a ANAC, de acordo com a lei que a criou, não poderia impedir a exploração comercial do aeroporto dentro dessas condições.[29] A agência foi obrigada por decisão judicial a reavaliar o pedido de operação[26] e em seguida acabou revogando a portaria que limitava o aeroporto pois considerou que a indústria aeronáutica e os passageiros do Rio se beneficiariam mais sem as limitações.[30] [31]

A decisão da ANAC gerou forte oposição do então governador do Rio, Sérgio Cabral Filho. Na tentativa de proteger as operações no aeroporto Galeão que estava visado para privatização,[32] chegou a ameaçar a aumentar o ICMS do combustível[33] e não renovar a licença ambiental do aeroporto para inibir a operação das companhias aéreas. Sérgio Cabral, em entrevista, ridicularizou David Neeleman pelo seu sotaque americano e o chamou de "gringo" e "lobista".[32]

Tudo Azul e Azul Cargo[editar | editar código-fonte]

Em junho de 2009 a Azul completou seis meses de operação, transportou mais de 600 000 passageiros[34] e operava em 13 destinos,[25] [34] a companhia virou a terceira maior operadora de transporte aéreo no Brasil em número de passageiros[35] e registrava 4% de participação de mercado com uma ocupação média de 76%.[36] Neeleman referenciou o sucesso empresarial da Azul ao compara-la com sua companhia anterior, a JetBlue que atingiu a mesma participação de mercado somente após 10 anos de operação.[37] No mesmo mês a Azul lançou o seu programa de fidelidade, o Tudo Azul, diferente dos outros programas existentes na época por não acumular milhas e sim pontuação com base no valor pago pela passagem.[34]

Em agosto de 2009 a Azul começa a operar a Azul Cargo, unidade de negócios destinada a fretar carga aérea de pequenas encomendas transportadas no porão das aeronaves nos voos de passageiros e otimizando a utilização das aeronaves.[38]

A expansão das operações da Azul no aeroporto de Viracopos fez com que outras companhias aumentassem também a oferta de assentos, acirrando a concorrência[25] e no mesmo ano o aeroporto registrou alta de 146%,[39] atingindo marca histórica em quantidade de passageiros.[25] No final de 2010 o movimento de passageiros no aeroporto triplicou e virou a terceira opção para passageiros da área metropolitana de São Paulo, logo após Guarulhos e Congonhas.[40] [41]

Azul e TRIP[editar | editar código-fonte]

À esquerda, um Embraer 175 da TRIP Linhas Aéreas, à direita, um ATR 72-600 da Azul. Ambas empresas se fundiram em 2012.
Embraer 195 da Azul, com a pintura da Trip mantida.
Airbus A330 da Azul, usado nas rotas internacionais.

Em maio de 2012, a Azul e a TRIP anunciaram uma fusão.[42] [43] A TRIP era até então a maior empresa aérea regional na América Latina[42] [44] e somada com a Azul tinham participação no mercado doméstico de mais de 14%.[42] [43] [44] Enquanto aguardavam a aprovação da fusão pela ANAC e pelo CADE, as companhias operaram de forma independente com Code Share, unindo suas malhas e o serviço de bordo.[45] Como resultado a Azul passou a ter um mercado maior na região norte e alguns aeroportos regionais, como o Aeroporto da Pampulha em Belo Horizonte, assim como passou a ter voos saindo do Aeroporto Internacional de Guarulhos.[46]

A fusão foi aprovada pela ANAC em novembro de 2012[47] e pelo CADE em março de 2013,[48] a companhia resultante permaneceu com o nome Azul e englobou algumas marcas visuais da TRIP, que deixou de operar com este nome. Para referenciar a fusão das companhias, um Embraer e um ATR foram deixados com as pinturas originais da TRIP.[49]

Em outubro de 2012, enquanto a TRIP e a Azul juntavam suas operações, o aeroporto de Campinas que na época tinha 85% de suas operações efetuadas pela Azul ficou fechado por quase 46 horas em função de um MD-11 de carga operado pela empresa Centurion Air Cargo que estourou um pneu durante o pouso no aeroporto. Como em Viracopos só havia uma pista, as operações tiverem que ser interditas até a retirada do avião danificado e a reconstrução de partes danificadas na pista. Estima-se que 25 mil passageiros foram prejudicados nos 495 voos que foram cancelados. A Azul chegou a interromper a venda de passagens próximas ao dia do ocorrido.[50] [51] [52] [53] [54]

Voos internacionais[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2014, a Azul passou a vender passagens para Fort Lauderdale (Miami) e Orlando. As operações começaram em 1 de dezembro e 15 de dezembro, respectivamente. Para as rotas internacionais a companhia começou a utilizar Airbus A330 aeronaves consideravelmente maiores que as utilizadas nos seus voos domésticos.[55] Azul então se tornou a companhia aérea de bandeira do Brasil (Flag Carrier), ostentando em algumas aeronaves o título "Brazil's Flag Carrier" abaixo do logo da Azul e o nome "Brazil" em destaque.[56]

TAP e United[editar | editar código-fonte]

Airbus A330 da Azul, com a pintura da bandeira do Brasil, bem como a frase "Brasil's Flag Carrier".

Em 11 de junho de 2015, o consórcio "Gateway" liderado por David Neeleman, em parceria com Humberto Pedrosa do Grupo Barraqueiro, foi o vencedor à privatização da TAP Portugal, assumindo o controle de 61% do capital da companhia portuguesa.[57] A Azul não estava envolvida no processo do seu fundador, mas chegou a parabenizá-lo em informativo oficial para imprensa brasileira.[58] [59]

Em 26 de junho de 2015 A United Airlines anunciou a compra de 5% da Azul. O negócio custou US$ 100 milhões, deu o direito a United de um assento no conselho administrativo da Azul e juntou as malhas das companhias através de acordo codeshare que juntas somam 450 destinos e mais de 6 000 voos diários. O acordo ainda aguarda aprovação pelo CADE.[60] [61] [62]

Frota[editar | editar código-fonte]

Destinos[editar | editar código-fonte]

Acordos interline e codeshare[editar | editar código-fonte]

Interline[editar | editar código-fonte]

Codeshare[editar | editar código-fonte]

Recordes[editar | editar código-fonte]

Interior de um Embraer 195 da Azul

A Azul é a empresa aérea que mais rapidamente chegou a um milhão de passageiros transportados no mundo com menos de oito meses de operações, em de agosto de 2009. O recorde anterior pertencia à JetBlue Airways que havia conquistado essa marca com 10 meses de operação.[68] [69]

A Azul possui o recorde de transportar mais de 2 milhões de passageiros durante seu primeiro ano em 2009 e foi a primeira companhia aérea a atingir a marca de 5 milhões de passageiros em menos de dois anos de operação. Nos anos de 2009 e 2010 a Azul foi eleita a empresa aérea mais pontual do Brasil.[68]

Dados históricos[editar | editar código-fonte]

Ano Passageiros[70] Market Share (ASK)
2008 11.155 00,04%[71]
2009 1.790.092 03,20%[71]
2010 4.129.359 06,82%[72]
2011 7.526.947 08,46%[72]
2012 10.149.505 10,17%[73]
2013 13.354.144 15,82%[73]
2014 20.035.324 16,15%[74]

Entretenimento[editar | editar código-fonte]

No primeiro semestre de 2012, um sistema de entretenimento foi implantado nas aeronaves da companhia. O sistema é oferecido em parceria com a SKY e a programação é transmitida via satélite para as aeronaves. Ter entretenimento nas aeronaves era uma das promessas do fundador David Neeleman desde a criação da empresa.[75] Em outubro de 2012 foi lançado o pacote de entretenimento completo. O sistema foi instalado em todas as aeronaves Embraer 190 e 195 num investimento total de R$ 100 milhões.[76]

Ônibus[editar | editar código-fonte]

Ônibus Azul

Para conectar a aérea metropolitana de São Paulo ao seu principal hub de operação, o aeroporto de Viracopos em Campinas a Azul iniciou em 14 de janeiro de 2009 o serviço de translado por ônibus executivo, primeiro conectando o aeroporto ao Shopping Villa-Lobos e depois expandindo e alterando para vários pontos da capital paulista. Os serviços de Viracopos eram inicialmente operados pela empresa Leads, mas em 2013 a Azul trocou o contrato para a Viação Lira que opera com nome fantasia Lirabus. As linhas de Navegantes (SC) são operadas por outra empresa de ônibus. As linhas contemplam atualmente:[77]

São Paulo (Capital e grande São Paulo)

São Paulo (Interior)

Santa Catarina

Incidentes[editar | editar código-fonte]

A companhia ainda não teve nenhum acidente com fatalidade, apenas alguns incidentes.

  • Em 24 de novembro de 2009, no voo 4061 que transportava 94 pessoas de Salvador para Campinas, uma despressurização na cabine do avião Embraer 190 ocasionou o acionamento das máscaras de oxigênio e levou a tripulação a iniciar uma descida de emergência para 10 000 pés (3 050 metros) acima do nível médio do mar. O avião retornou a Salvador e pousou em segurança. Ninguém se feriu.[79]
  • No dia 26 de julho de 2013, num turboélice do modelo ATR 72 realizando voo 5591 de Maceió para Salvador com 58 passageiros e 4 tripulantes a bordo, foram detectadas graves vibrações em ambos os motores. A tripulação, intencionalmente, desligou os 2 motores afim de recuperar o controle da aeronave. Alguns minutos depois conseguiram ligar os motores novamente. A aeronave alternou para Salvador para pousar em segurança. O CENIPA do Brasil está investigando o caso com apoio da Azul e ATR.[81]
  • Em 14 de dezembro de 2013, um jato modelo Embraer 195 decolou do aeroporto de Viracopos com destino ao aeroporto de Uberlândia, realizando o voo 6913, derrapou e atolou após o pouso. O piloto não conseguiu frear a aeronave antes do fim da pista, que estava molhada e escorregadia por causa da chuva. Havia mais de 90 passageiros a bordo, mas ninguém se feriu.[82]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Categoria no Commons

Referências

  1. a b Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Comprovantes de Inscrição e de situação cadastral (HTML) (em português) Ministério da Fazenda. Visitado em 15 de janeiro de 2015. "Coloque CNPJ da Companhia para verificar a data de abertura (09.296.295/0001-60)"
  2. a b c Valor Online (16 de dezembro de 2008). Azul estréia operações com ocupação de 62% (HTML) (em português) Globo.com. Visitado em 16 de janeiro de 2015.
  3. a b Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) (XLSX) (em português) Agência Nacional de Aviação Civil (Dezembro de 2014). Visitado em 19 de janeiro de 2015.
  4. a b Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) (Janeiro de 2015). Horário de Transporte (HOTRAN) (XLS) (em português). Visitado em 19 de janeiro de 2015. "Os Horários de Transporte são autorizações de exploração regular do espaço aéreo mas isso não significa que a companhia não pode interromper de forma temporária e programada as operações em algum destes aeroportos. Consulte a tabela antes de adicionar ou remover qualquer destino."
  5. G1 - São Paulo (23 de janeiro de 2014). Azul anuncia Antonoaldo Neves como novo presidente (HTML) (em português) Globo.com. Visitado em 4 de junho de 2015.
  6. a b Cirilo Junior (17 de setembro de 2008). Azul Linhas Aéreas quer administrar aeroportos no país (HTML) (em português) Folha Online. Visitado em 11 de março de 2015.
  7. a b Folha Online (4 de julho de 2008). Ex-diretor do Pão de Açúcar assume presidência da Azul na segunda (HTML) (em português) Folha de S.Paulo. Visitado em 17 de janeiro de 2015.
  8. a b Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) (7 de novembro de 2008). Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo (PDF) (em português). Visitado em 14 de janeiro de 2015.
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  10. Dan Horch (1 de dezembro de 2014). Azul, Brazil Airline Started by JetBlue Founder, Files for I.P.O. (HTML) (em inglês) The New York Times. Visitado em 16 de janeiro de 2015.
  11. Marina Gazzoni (11 de setembro de 2014). Azul inicia hoje venda de passagem aos EUA (HTML) (em português) O Estado de S. Paulo. Visitado em 17 de janeiro de 2015.
  12. France Presse (1 de dezembro de 2014). Azul fecha a compra de 35 Airbus A320 Neo por US$ 3,6 bilhões. (HTML) (em português) Globo.com. Visitado em 9 de fevereiro de 2015.
  13. Aeromagazine (24 de abril de 2014). Azul encomenda A330 e A350XWB (HTML) (em português). Visitado em 9 de fevereiro de 2015.
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