Bárbara Graner

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Barbara Graner (Piracicaba, 25 de dezembro de 1973) é uma militante feminista pelos Direitos Humanos brasileiros.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Barbara Graner desde sua infância tem construído e vivenciado a sua identidade de gênero feminina, enfrentando inúmeras barreiras para assumi-la, inclusive junto à sua própria família. Buscando uma solução para o desafio de adequar seu corpo à sua identidade, e não tendo condições de realizar a cirurgia de adequação genital por falta de estrutura e acompanhamento hospitalar adequados na época, chegou a fazer sua própria orquiectomia (extração dos testículos).

Militante de defesa dos Direitos Humanos engajada na consolidação da cidadania consciente, ela propõe uma visão crítica sobre a chamada "transexualidade". Atuou por doze anos junto a diversos movimentos sociais e atualmente exerce um cargo na gestão pública federal do Ministério da Saúde, no Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. A militante atuou como educadora social e agente comunitária de saúde junto a diversas ações sociais desenvolvidas pelo Governo do Estado de São Paulo, bem como em organizações de sociedade civil e redes sociais, entre elas a Organização Não-Governamental CASVI - Centro de Apoio e Solidariedade à Vida (ONG de Direitos Humanos com enfoque na sexualidade) e o ARACÊ (Mobilização Social em Direitos Humanos, Feminismos e Transexulidade).[2][3][4][5]

Recentemente, conquistou o direito a corrigir seu nome para um condizente com sua identidade de gênero.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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