Bíblia Maldita

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Passagem de um exemplar da Bíblia Maldita. Em amarelo, escrito em inglês, a passagem: "cometerás adultério".

A Bíblia Maldita foi uma cópia da Bíblia feita com 1.000 exemplares em 1631, por ordens de Carlos I da Inglaterra que continha um erro tipográfico causado pelos amanuenses que a copiaram. No momento em que escreveram os dez mandamentos, os copistas pularam a palavra "não", fazendo com que, em vez de condenado, o adultério fosse incentivado, com os dizeres "cometerás adultério". Os leitores também puderam encontrar a frase "cometerás atos impuros" nestas bíblias. Estes erros causaram um grande problema para os editores responsáveis pela produção, assim como a queima de dezenas de cópias deste exemplar na fogueira.[1]

Estes erros foram associados ao demônio Titivillus, que sussurrava as palavras erradas no ouvido dos copistas, influenciando os erros e fazendo com que os amanuenses fossem condenados ao inferno, tendo suas almas submetidas a lúcifer.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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