BRICS

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a organização composta por cinco países que também inclui a África do Sul. Para o termo usado para se referir ao Brasil, Rússia, Índia e China como grandes mercados emergentes, veja BRIC.


BRICS
logo da organização
BRICS.svg

Mapa dos países do BRICS
Fundação 2009
Propósito Organização econômica, política, regional de cooperação, militar
Membros
Línguas oficiais inglês, russo, chinês, hindi
Líderes de estado
Organização Ministros das finanças:
Banco central
Sítio oficial BRICS.org

Em economia, BRICS é um agrupamento de países de mercado emergente em relação ao seu desenvolvimento econômico. Trata-se de acrônimo da língua inglesa que é geralmente traduzido como "os BRICS" ou "países BRICS" ou, alternativamente, como os "Cinco Grandes".[carece de fontes?] O agrupamento começou com quatro países sob o nome BRIC, reunindo Brasil, Rússia, Índia e China), até que, em 14 de abril de 2011,[1] o "S" acrescido foi resultado da admissão da África do Sul (do inglês: South Africa) ao grupo.[2][3][4]

O grupo não é um bloco econômico ou uma associação de comércio formal, como no caso da União Europeia.[5] Diferentemente, os quatro países fundadores procuraram formar um "clube político" ou uma "aliança", e assim converter "seu crescente poder econômico em uma maior influência geopolítica."[6][7] Desde 2009, os líderes do grupo realizam cúpulas anuais.[8]

A sigla (originalmente "BRIC") foi criada por Jim O'Neill em um estudo de 2001 intitulado "Building Better Global Economic BRICs".[9][10][11] Desde então, a sigla passou a ser amplamente usada como um símbolo da mudança no poder econômico global, distanciando-se das economias desenvolvidas do G7 em relação ao mundo em desenvolvimento.

De acordo com um artigo publicado em 2005, o México e a Coreia do Sul seriam os únicos outros países comparáveis ​​aos BRICS, mas suas economias foram inicialmente excluídas por serem consideradas mais desenvolvidas, uma vez que já eram membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.[12] As relações bilaterais entre os países dos BRICS tem sido conduzidas principalmente com base nos princípios de não-interferência, igualdade e benefício mútuo.[13]

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: BRIC

Acreditava-se que o acrônimo "BRIC" tenha sido cunhado em 2001 pelo então presidente da gestora de ativos, Goldman Sachs, Jim O'Neill, em sua publicação Building Better Global Economic BRICs,[14] mas, na verdade, foi cunhado por Roopa Purushothaman, que era assistente de pesquisa no relatório original.[15] Os ministros das Relações Exteriores dos quatro primeiros Estados Gerais do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) se reuniram em Nova York em setembro de 2006, às margens do Debate Geral da Assembléia da ONU, começando em uma série de reuniões de alto nível.[16] Em 16 de junho de 2009, em Yekaterinburg, Rússia, foi realizada uma reunião diplomática em grande escala.[17]

Além disso, por causa da popularidade da tese "BRIC" da Goldman Sachs, este termo tem sido, por vezes, alterado ou ampliado para "BRICK"[18][19] (K para a Coreia do Sul - em inglês: South Korea), "BRIMC"[20][21] ("M" para México), "BRICA" ("A" para os países árabes do Conselho de Cooperação do Golfo: Arábia Saudita, Catar, Quaite, Barém, Omã e os Emirados Árabes Unidos)[22] e "BRICET" ("E" e "T" para incluir a Europa Oriental e a Turquia),[23] que tornaram-se termos de marketing mais genéricos para se referir a esses mercados emergentes.

Em agosto 2010, Jim O'Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs que criou a tese "BRIC", argumenta que a África pode ser considerada o próximo BRIC.[24] Analistas de bancos rivais têm procurado ir além do conceito dos BRICs, através da introdução de seus próprios grupos de mercados emergentes. As propostas incluem os CIVETS (Colômbia, Indonésia, Vietnã, Egito, Turquia e África do Sul), os EAGLEs (Emerging and Growth-Leading Economies) e o Clube 7 por cento (que inclui os países que apresentaram crescimento econômico de pelo menos 7 por cento ao ano).[25]

A Primeira cúpula do BRIC, também realizada em Ecaterimburgo, ocorreu em 16 de junho de 2009,[26] com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva, Dmitry Medvedev, Manmohan Singh e Hu Jintao, os respectivos líderes do Brasil, Rússia, Índia e China, todos presentes.[27] O foco da cúpula estava em meios de melhorar a situação econômica global e reformar a instituição financeira além de discutir como os quatro países podem cooperar no futuro.[26][27] Houve mais discussões sobre maneiras pelas quais países em desenvolvimento, como 3/4 dos membros do BRIC, podem se envolver nos assuntos globais.[27]

Admissão da África do Sul[editar | editar código-fonte]

Os líderes do BRICS em 2011
Vladimir Putin junto com os outros líderes dos BRICS durante a 8.ª reunião de cúpula do G20, em São Petersburgo, Rússia.

O governo sul-africano procurou os membros do BRIC em 2010, e o processo de admissão formal começou logo em agosto de 2010.[28] A África do Sul foi admitida oficialmente como uma nação do BRIC em 24 de dezembro de 2010 após ser convidada pela China e outros países do BRIC para participar do grupo.[28] A letra "S" em BRICS representa o 'South' de 'South Africa' (Africa do Sul em inglês)[2]

O presidente Jacob Zuma foi assistir à cúpula do BRICS em Pequim, em abril de 2011, como membro pleno. A África do Sul está em uma posição única e pode influenciar o crescimento econômico e o investimento da África. De acordo com Jim O'Neill, do Goldman Sachs, que originalmente cunhou o termo, o PIB atual combinado do continente africano é razoavelmente semelhante ao do Brasil e da Rússia e ligeiramente superior ao da Índia.[29] A África do Sul é um "portal" para o sul da África e para África em geral, já que o país africano mais economicamente desenvolvido.[29] A China, que é o maior parceiro comercial da África do Sul e da Índia, quer ampliar os laços comerciais com a África.[28] A África do Sul é também a maior economia da África, mas, 31º maior PIB do mundo, sua economia está muito aquém dos seus novos parceiros.[28]

Jim O'Neill, expressou surpresa quando a África do Sul se juntou ao BRIC, já que a economia da África do Sul é um quarto do tamanho da economia da Rússia (a nação com o menor poder econômico do BRIC).[30] Ele acreditava que o potencial estava lá, mas não previu a inclusão da África do Sul nesta fase.[29] Martyn Davies, um perito no mercado emergente sul-africano, argumentou que a decisão de convidar a África do Sul faz pouco sentido comercial, mas foi politicamente astuta, dadas as tentativas da China em estabelecer uma presença na África. Além disso, a inclusão da África do Sul no BRICS pode traduzir-se a um maior apoio Sul-Africano para a China em fóruns globais.[30]

As credenciais africanas são importantes geopoliticamentes, pois dá aos BRICS a oportunidade de influenciar e comercializar em quatro continentes diferentes.[28] A adição da África do Sul é uma hábil jogada política que reforça ainda mais o poder BRICS e de seu estatuto.[28] Na redação original, que cunhou o termo, o Goldman Sachs não argumenta que os BRICs teriam se organizado em um bloco econômico, ou uma associação comercial formal que este movimento significa.[5]

Países-membros[editar | editar código-fonte]

País Líder Ministro das Finanças Presidente do Banco Central PIB
(nominal·PPC)
$milhões de USD
PIB per capita
(nominal·PPC)
$USD
IDH População
 Brasil Presidente Jair Bolsonaro Paulo Guedes Roberto Campos Neto 2.423.518 2.881.677 13.471 20.289 0,761 215.967.714
 Rússia Presidente Vladimir Putin Anton Siluanov Elvira Nabiullina 1.476.912 2.218.764 10.521 15.807 0,824 141.927.297
 Índia Primeiro-ministro Narendra Modi Arun Jaitley Urjit Patel 1.430.020 4.001.103 1.176 3.290 0,647 1.180,251.000
 China Presidente Xi Jinping Jin Renqing Zhou Xiaochuan 5.878.257 10.085.708 4.382 7.518 0,758 1.338.612.968
 África do Sul Presidente Cyril Ramaphosa Pravin Gordhan Lesetja Kganyago 354.414 524.341 7.101 10.505 0,705 49.320.500

Líderes[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

A tabela a seguir contém a posição de cada um dos BRICS em relação aos demais países do mundo, considerando algumas variáveis selecionadas. A melhor colocação, no grupo, é destacada em negrito.

Variável  Brasil  Rússia  Índia  China  África do Sul
Área[31] 24º
População[32] 25º
PIB nominal[33] 11º 31º
PIB (PPC)[34] 25º
Exportações[35] 26º 15º 21º 40º
Importações[36] 30º 23º 12º 35º
Balança comercial[37] 190º 11º 203º 189º
Consumo de eletricidade[38] 22º
Automóvel per capita[39] 61º 57º 158º 111º 83º
Liberdade econômica[40] 122º 153º 123º 144º 80º
Produção de petróleo[41] 20º 41º
Índice de Desenvolvimento Humano[42] 79º 49º 130º 86º 113º

Economia[editar | editar código-fonte]

PIB do grupo entre 2003 e 2013

Entre 2003 e 2007, o crescimento dos quatro países representou 65% da expansão do produto interno bruto (PIB) mundial. Em paridade de poder de compra, o PIB dos BRICS, em 2013, já superava o dos Estados Unidos ou o da União Européia.[43]

Para dar um exemplo do ritmo de crescimento desses países, em 2003 os BRICs respondiam por 9% do PIB mundial; em 2009, a participação do grupo passou para 14%.[43]

Em 2010, o PIB em conjunto dos cinco países do BRICs totalizou US$ 11 trilhões ou 18% da economia mundial. Considerando o PIB pela paridade de poder de compra, esse índice é ainda maior: 19 trilhões de dólares ou 25%.[43]

País  Brasil  Rússia  Índia  China  África do Sul
PIB em trilhões (US$) 3.388(2017) 4.168(2017) 10.385(2017) 25.238(2017) 0,794(2017)[44]

Instituições financeiras[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Novo Banco de Desenvolvimento

Em 15 de julho de 2014, durante a Sexta cúpula do BRICS, em Fortaleza, Ceará, os presidentes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul assinaram um acordo, oficializando a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, NBD (em inglês New Development Bank, NDB), também referido como 'banco dos BRICS',[45] cujo principal objetivo é o financiamento de projetos de infraestrutura e desenvolvimento em países pobres e emergentes. O acordo foi firmado pela então presidente do Brasil, Dilma Rousseff, pelo premiê indiano, Narendra Modi, pelos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, da China, Xi Jinping, e da África do Sul, Jacob Zuma.

Putin, Modi, Rousseff, Xi e Zuma, líderes do BRICS, na 6ª cúpula do grupo, em 2014.

O banco dos BRICS terá sua sede em Xangai, na China, e pode começar a operar por meio de empréstimos em moeda chinesa.[46] Seu primeiro presidente será indiano. O Brasil deverá indicar o presidente do Conselho de Administração do banco. À Rússia caberá nomear o presidente do Conselho de Governadores, e a África do Sul sediará o Centro Regional Africano da instituição.[26][47] O NBD deverá também impulsionar ainda mais o comércio entre os cinco componentes do grupo, que já movimenta cerca de 54 bilhões de dólares anuais.[47] O capital inicial do banco será de 50 bilhões de dólares (podendo chegar, futuramente, a 100 bilhões de dólares), valor a ser integralizado pelos cinco países em partes iguais, em até sete anos. Os líderes também decidiram criar um fundo de reserva de 100 bilhões de dólares, o Arranjo de Reservas de Contingência. Esse fundo se destina a corrigir eventuais desequilíbrios de balanço de pagamentos dos países signatários. Desses 100 bilhões, 41 bilhões virão da China. O Brasil, a Rússia e a Índia contribuirão com 18 bilhões cada um e a África do Sul com 5 bilhões.[48]

Segundo a então presidente do Brasil, Dilma, o novo banco deve representar uma alternativa "para as necessidades de financiamento de infraestrutura nos países em desenvolvimento, compreendendo e compensando a insuficiência de crédito das principais instituições financeiras internacionais", que são o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial), instituições criadas em 1945, pelos Acordos de Bretton Woods. Essas instituições têm sido consideradas, pelos países emergentes, como pouco representativas dos seus interesses.[49]

Educação[editar | editar código-fonte]

Os países do BRICS revelaram, em 2015, planos para criar uma cooperativa de educação que vai ajudar esses países a avançar em ambas as atividades acadêmicas e econômicas. O acordo servirá como base para uma rede de organizações e instituições de ensino dos países participantes.[50]

Reuniões de cúpula[editar | editar código-fonte]

Cúpula Participantes Data País anfitrião Líder anfitrião Localização
1.ª Cúpula do BRIC BRIC 16 junho de 2009  Rússia Dmitry Medvedev Ecaterimburgo
2.ª Cúpula do BRIC BRIC 15 de abril de 2010  Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Brasília[51]
3.ª Cúpula do BRICS BRICS 14 de abril de 2011  China Hu Jintao Sanya
4.ª Cúpula do BRICS BRICS 29 de março de 2012  Índia Manmohan Singh Nova Déli[52]
5.ª Cúpula do BRICS BRICS 26 de março de 2013  África do Sul Jacob Zuma Durban
6.ª Cúpula do BRICS BRICS 15 de julho de 2014  Brasil Dilma Rousseff Fortaleza[53]
7.ª Cúpula do BRICS BRICS 9 de julho de 2015  Rússia Vladimir Putin Ufa[54][55]
8.ª Cúpula do BRICS BRICS 16 de outubro de 2016  Índia Narendra Modi Goa
9.ª Cúpula do BRICS BRICS 5 de setembro de 2017  China Xi Jinping Xiamen
10.ª Cúpula do BRICS BRICS 26 de julho de 2018  África do Sul Cyril Ramaphosa Joanesburgo
11.ª Cúpula do BRICS BRICS 13 a 14 de novembro de 2019  Brasil Jair Bolsonaro Brasília[56]
12.ª Cúpula do BRICS BRICS Julho de 2020  Rússia Vladimir Putin São Petesburgo[57]

BRIC[editar | editar código-fonte]

Os países BRIC reuniram-se para a sua primeira cúpula oficial em 16 de junho de 2009, em Ecaterimburgo, Rússia,[26] com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva, Dmitry Medvedev, Manmohan Singh, e Hu Jintao, respectivos líderes de Brasil, Rússia, Índia e China.[27] Durante a cúpula foram discutidos vários temas relacionados à crise econômica de 2008, tais como comércio internacional, o papel do dólar como moeda de reserva e sua possível substituição, a participação nos organismos internacionais, entre outros.[58]

Os ministros de Relações Exteriores dos países BRIC já tinham se reunido anteriormente no dia 16 de maio de 2008, também em Ecaterimburgo.[59]

Uma semana antes da cúpula, o Brasil havia oferecido 10 bilhões de dólares ao Fundo Monetário Internacional. Era a primeira vez que o país oferecia um empréstimo desse tipo.[60] Anteriormente, o Brasil já recebera empréstimo do FMI, e este anúncio foi tratado como uma importante demonstração da mudança de posição econômica do país. A China e a Rússia também fizeram anúncios de empréstimos ao FMI, de 50 bilhões e 10 bilhões de dólares respectivamente.

A Segunda cúpula do BRIC aconteceu nos dias 15 e 16 de abril de 2010, em Brasília, e contou com a participação da África do Sul. Na reunião preparatória do dia 14, realizada no Rio de Janeiro, foram discutidas, pela primeira vez, oportunidades de negócios e investimentos nos setores de energia, tecnologia da informação, infraestrutura e agronegócio. A Rússia anunciou demandas para investimentos em rodovias e aeroportos; o Brasil, em ferrovias, aeroportos, hidrovias e estrutura urbana. A China sugeriu a troca de informações para a segurança alimentar, de modo a evitar grandes altas nos preços dos alimentos.[61][62]

BRICS[editar | editar código-fonte]

No fórum de 2011, em Sanya, na província de Hainan, na China a África do Sul participou do encontro pela primeira vez como membro do grupo, o qual foi então renomeado para BRICS, de modo a representar também o novo membro.[63]

A África do Sul havia recebido um convite formal da China para participar do grupo em 2010.[64][65][66]

Na Cúpula de Durban (2013), foi decidido que as próximas reuniões serão realizadas em cada um dos países segundo a ordem do nome do país na sigla BRICS, sendo o Brasil o país a realizar a cúpula em 2014; a Rússia, em 2015, e assim por diante.[67]

Presidência Pro Tempore[editar | editar código-fonte]

A cada ano, a cúpula elege um dos chefes de estado dos países integrantes, para ocupar o cargo de Presidente Pro Tempore do BRICS, que é o mandatário do país que sedia o encontro. Em 2019, a presidência pro tempore é exercida pelo presidente do Brasil.[68]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Almanaque Abril 2012 - Retrospectiva 2011, pág 27.
  2. a b S. Africa Joins; BRIC Now BRICS, 13 de abril de 2011
  3. BRICS Gain Global Influence as South Africa Joins, President of Russia Medvedev, 13 de abril de 2011
  4. Emerging Bloc Adds South Africa, 13 de abril de 2011
  5. a b «Brazil, Russia, India And China (BRIC)». Investopedia. Consultado em 11 de maio de 2008 
  6. BRICs helped by Western finance crisis: Goldman | Reuters
  7. Russia shows its political clout by hosting Bric summit - Times Online
  8. Halpin, Tony (2009-06-17). "Brazil, Russia, India and China form bloc to challenge US dominance". The Times, 17 June 2009. Retrieved from http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6514737.ece.
  9. Kowitt, Beth (17 de junho de 2009). «For Mr. BRIC, nations meeting a milestone». CNNMoney.com. Consultado em 18 de junho de 2009 
  10. Global Economics Paper No. 99, Dreaming with BRICs and Global Economics Paper 134, How Solid Are the BRICs?
  11. Economist's Another BRIC in the wall 2008 article
  12. «How Solid are the BRICs?» (PDF). Global Economics. Consultado em 21 de setembro de 2010 
  13. «The Sino-Brazilian Principles in a Latin American and BRICS Context: The Case for Comparative Public Budgeting Legal Research» (PDF). Wisconsin International Law Journal. 13 de maio de 2015. Consultado em 16 de junho de 2015 
  14. Jim O' Neill (2001). "Building Better Global Economic BRICs" Arquivado em 14 de julho de 2014 no Wayback Machine. . Goldman Sachs. Obtido em 13 de fevereiro de 2015. jai shree ram
  15. Uday Kotak In Conversation With 'Bridgital Nation’ Author N Chandrasekaran (em inglês), consultado em 1 de janeiro de 2020 
  16. «Information about BRICS». Brics6.itamaraty.gov.br. 27 de março de 2013. Consultado em 4 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 10 de julho de 2015 
  17. "Cooperation within BRIC" Arquivado em 19 de junho de 2009 no Wayback Machine. . Kremlin.ru. Obtido 16 de junho de 2009.
  18. 27 de agosto de 2008 12:00AM (27 de agosto de 2008). «The Australian Business - Emerging markets put China, India in the shade». Theaustralian.news.com.au. Consultado em 15 de outubro de 2010 
  19. Martens, China, "IBM Targets Russian Developers: Could overtake India, China in number of developers, says senior executive" Arquivado em 7 de outubro de 2008, no Wayback Machine., OutSourcing World, 11 de fevereiro de 2006
  20. Le Figaro, newspaper, interview with expert Jim 0'Neill (em francês)
  21. «Opinion Page» (PDF). Consultado em 15 de outubro de 2010 
  22. «Study: Energy-rich Arab countries are next emerging market». Thestar.com.my. 23 de fevereiro de 2007. Consultado em 15 de outubro de 2010 
  23. «Welcome to Huaye Iron&Steel Group». Consultado em 15 de novembro de 2006. Arquivado do original em 27 de setembro de 2007 
  24. How Africa can become the next Bric, Jim O'Neill, Financial Times
  25. Acronym alert: the Eagles rock, beyondbrics blog
  26. a b c d «First summit for emerging giants». BBC News. 16 de junho de 2009. Consultado em 16 de junho de 2009. Cópia arquivada em 18 de junho de 2009  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "BBC" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  27. a b c d Bryanski, Gleb (26 de junho de 2009). «BRIC demands more clout, steers clear of dollar talk». Reuters. Consultado em 16 de junho de 2009. Cópia arquivada em 19 de junho de 2009  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "reuters" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  28. a b c d e f Graceffo, Antonio (21 de janeiro de 2011). «BRIC Becomes BRICS: Changes on the Geopolitical Chessboard». Foreign Policy Journal. Consultado em 14 de abril de 2011 
  29. a b c «How Africa can become the next Bric». Ft.com. 26 de agosto de 2010. Consultado em 14 de abril de 2011 
  30. a b «South Africa | Economy | BRIC». Globalpost.com. 8 de janeiro de 2011. Consultado em 14 de abril de 2011 
  31. «Report for Selected Country Groups and Subjects (Gross domestic product, current prices/Purchasing power parity; international dollars) Listing: Area». The World Factbook/Central Intelligence Agency (em inglês). IMF. Consultado em 10 de maio de 2018 
  32. «World Population Prospects The 2015 Revision» (PDF) (em inglês). Nações Unidas. 2015 
  33. (em inglês). Banco Mundial. 2018 https://pt.tradingeconomics.com/country-list/gdp  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  34. «Lista de países por PIB» (em inglês). Fundo Monetário Internacional. 2018 
  35. «Country Comparison: Exports» (em inglês). The World Factbook (Central Intelligence Agency). 2018 
  36. «Country Comparison trade: leading exporters and importers, 2012» (em inglês). Central Intelligence Agency. 2018 
  37. «Country Comparison: Current Account Balance» (em inglês). The World Factbook (Central Intelligence Agency). 2018 
  38. «Country Comparison: Electricity - Consumption» (em inglês). The World Factbook (Central Intelligence Agency). 2018 
  39. «Motor vehicles per 1000 people: Countries Compared» (em inglês). NationMaster. 2015 
  40. «2016 Index of Economic Freedom» (em inglês). Heritage Foundation. 2016 
  41. «International Energy Statistics: Total Petroleum and Other Liquids Production 2014» (em inglês). U.S. Energy Information Administration (EIA). 2015 
  42. «IDH 2018: Brasil ocupa a 79ª posição. Veja a lista completa». noticias.uol.com.br. Consultado em 18 de junho de 2019 
  43. a b c Wasmália Bivar, Alexander Surinov, S.K. Das, MA Jiantang e Pali Lehohla (2013). «BRICS - Joint Statistical Publication 2013» (PDF). STATISTICAL SYSTEM OF SOUTH AFRICA. Consultado em 30 de dezembro de 2013 
  44. [1]
  45. Vídeo: Ministro da Fazenda exalta criação do Banco dos Brics e de fundo de reserva. Blog do Planalto, 15 de julho de 2014
  46. BRICS bank to begin borrowing in yuan "TV-Novosti” (2015)
  47. a b El País, ed. (15 de julho de 2014). «O banco dos BRICS começa a andar» 
  48. Banco dos BRICS dará proteção a outros países, afirma Dilma. Exame, 15 de julho de 2014.
  49. Mantega: EUA e Europa jogam com "legitimidade e credibilidade" do FMI. EFE, 20 de abril de 2013.
  50. BRICS Countries Agree to Research Collaboration por Elizabeth Koprowski - "Keystone Academic Solutions" (2015)
  51. «Cúpula do BRIC será em Brasília, em abril. Último Segundo». Consultado em 19 de abril de 2010. Arquivado do original em 15 de fevereiro de 2010 
  52. Cúpula do BRICS é em Nova Déli. "UOL"
  53. Cúpula de Durban e o Futuro dos BRICS. 'Post-Western World
  54. «Ufa to host SCO and BRICS summits in 2015». UfaCity.info. Consultado em 7 de Novembro de 2013. Arquivado do original em 25 de março de 2014 
  55. Russia to Host BRICS Summit in 2015 Abril 20014 [2]
  56. «Brasília recebe XI Reunião do Brics nos dias 13 e 14 deste mês». Jornal de Brasília. 10 de novembro de 2019. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  57. «Rússia divulga calendário do BRICS para 2020 e diz que bloco é 'navio' que resiste às tempestades». SPUTNIK. 20 de janeiro de 2020. Consultado em 23 de janeiro de 2020 
  58. BRICs vão discutir proposta brasileira de comércio sem dólar. Por Sílvia Salek. BBC Brasil/ Folha Online, 17 de junho de 2009.
  59. «Russia shows its political clout by hosting Bric summit» (em inglês). The Times. 16 de maio de 2008. Consultado em 29 de junho de 2009  |nome1= sem |sobrenome1= em Authors list (ajuda)
  60. «Brazil to make $10bn loan to IMF». BBC News. 11 de junho de 2009. Consultado em 11 de junho de 2009 
  61. Empresários do Bric e África do Sul discutem oportunidades de negócios em reunião preparatória Arquivado em 4 de abril de 2010, no Wayback Machine.. Agência Brasil, 14 de abril de 2010
  62. Empresas de países do Bric discutem negócios. Valor Econômico, 14 de abril de 2010).
  63. Blanchard, Ben and Zhou Xin, reporting; Ken Wills, editing, "UPDATE 1-BRICS discussed global monetary reform, not yuan", Reuters Africa, April 14, 2011 9:03am GMT. Retrieved 2011-04-14.
  64. «South Africa joins BRIC as full member». News.xinhuanet.com. 24 de dezembro de 2010. Consultado em 14 de abril de 2011 
  65. «BRICS countries need to further enhance coordination: Manmohan Singh». Times Of India. 14 de abril de 2011. Consultado em 14 de abril de 2011 
  66. «BRICS should coordinate in key areas of development: PM». Indianexpress.com. 14 de abril de 2011. Consultado em 14 de abril de 2011 
  67. Declaração de e-Thekwini Itamaraty
  68. «Presidência brasileira do BRICS em 2019». 12 de março de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre BRICS