Balé romântico

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The Three Graces: embodiment of the Romantic ballet, litografia de Chalon, circa 1840.

O Balé Romântico é definido inicialmente como um balé mais suave e com conotação romantica, um movimento ligado a arte e literatura dos mais antigos e que se consolidaram mais cedo na história do Balé.O balé romântico buscava através da técnica a expressão, a fluidez do corpo e do movimento. Temos como característica dele a idealização do amor, a elevação do espírito, a divisão entre Vivos X Espíritos. No balé romântico encontramos a mulher idealizada, etérea, inacessível, inalcançável. Usavam a sapatilha de ponta como instrumento técnico que deixava a mulher mais leve e mais expressiva. Tinha cenários sombrios e camponeses idealizados. A grande parte dos balés românticos era composta por dois atos, um em um mundo real e o outro no mundo espiritual que se chamava ato branco.

Esse tipo de dança tornou-se notório na época devido o movimento literários romântico que acontecia em boa parte da Europa na primeira metade do século XIV. Os balés que seguem a linha do romântico pregam a magia e a delicadeza. Nesses ballets se usavam os chamados tutus românticos, saias mais longas que o tutu prato. São geralmente floridas lembrando moças do campo.[1]

O auge do balé no século XV foi em um evento organizado por Balthasar del Beaujoyeulx chamado Ballet comique de la Reine que durava cinco horas e tinha carros alegóricos. Luís XIV criou as duas escolas: a de balé e a de música que tinha como diretor Jean Baptiste Lully. Jean Bapsiste em Cartas sobre Dança propunha que a dança poderia sozinha fazer a função de todas as outras artes, ele também organizou as 5 posições do balé.

Alguns exemplos de balé românticos:

Referências

  1. «Tutú romántico» (JPG). Mirella-dance.com 
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