Balaústre

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Diferentes tipos de balaústres.

Os balaústres são elementos de ornamentação muito usados na arquitetura que têm como base uma tendência estética, seja ela por exemplo romana, francesa, grega ou outra. Consequentemente a sua forma pode ser em pilastra abaulada, em estilo ou estampa grego Pan-helênico, Jônico com entalhes romanos ou uma forma eclética contemporânea com um toque Gótico, etc. Também existe a tipologia formal composta por pilastra reta, sem entalhes ou só abaulada lisa, ou seja, sem referência a um estilo estético específico.[1] [2]

Modo de preparo[editar | editar código-fonte]

O processo moderno consiste em criar uma forma de plástico rígido, dividida em duas partes ou única, pré-moldada, onde é adicionado uma mistura de cimento, areia e pedra britada em tamanho pequeno, por vezes enxertado em seu interior com uma armação de ferro a fim de dar estabilidade ao conjunto.

É fechada e lacrada e após cerca de 24 horas é desenformada com cuidado pois rompe-se facilmente. Pode ser usada em seguida ou estocada por até 5 anos conforme normas internacionais a respeito.

Deve-se tomar cuidado na mistura do cimento, caso contrário pode levar a que, pela exposição constante ao ar livre (sol, ventos, chuva), apareçam rachaduras danificando a obra. Também conhecido como Barra-ostra.

Uso[editar | editar código-fonte]

O balaústre pode ser usado como peça ornamental, por exemplo num terraço, refletindo o seu estilo o do conjunto arquitetônico onde se insere. O balaústre é composto também pelo muro de proteção ou apoio em cima de um piso próprio.

Também têm uso na construção de enfeites, parapeitos e escadas em residências, Igrejas e Construção civil.

Náutica[editar | editar código-fonte]

Nas embarcações a vela antigas, as balustradas eram chamadas paveses.

Referências

  1. What Is a Balustrade? What is a Baluster? (em inglês). Página visitada em 12 de agosto de 2013.
  2. Balaustrada é: (em português). colegiodearquitetos.com.br. Página visitada em 12 de agosto de 2013.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Rudolf Wittkower, «The Renaissance baluster and Palladio» en Palladio and English Palladianism (Londres, ed. Thames and Hudson, 1974.)
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