Bancada da Liberdade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Na política do Brasil, a Bancada da Liberdade é um termo usado para referir à frente parlamentar composta por uma coalização suprapartidária composta por associados do Livres, MBL,[1] RenovaBR[2] e principalmente no Partido Novo[3] com alguns outros membros que exercem mandato eletivo em outros partidos.[4]

Histórico[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2018, com o anúncio da filiação do deputado federal Jair Bolsonaro, feito por Luciano Bivar, então presidente do PSL, o Livres anunciou que iria se desvincular do partido, alegando incompatibilidade ideológica com o deputado federal.[5] Em nota oficial, o grupo afirmou que a filiação de Bolsonaro era "inteiramente incompatível com o projeto do Livres de construir no Brasil uma força partidária moderna, transparente e limpa".[6]

No segundo turno das eleições de 2018, o Novo declarou em nota que não apoiaria Bolsonaro, nem Haddad, mas enfatizou críticas ao PT,[7] enquanto Zema, candidato ao governo de Minas, declarou apoio a Bolsonaro.[8] Logo após o início do mandato parlamentar, o até então candidato à presidência da Câmara, o deputado Marcel Van Hattem, do Novo, afirmou que o partido manteria a posição de independência em relação ao governo Jair Bolsonaro.[9]

Posicionamento[editar | editar código-fonte]

Bancada Liberal[10] também é um termo que pode ser usado para definir a ideologia de todos os membros como base do pensamento liberal dos envolvidos que compartilham muitas características com movimentos criados na mesma época, como o RenovaBR, sendo as diferenças apenas muito secundárias. Muitos integrantes de um movimento também fazem ou já fizeram parte de outros movimentos de lideranças políticas jovens.[11]

Sem Partido[editar | editar código-fonte]

Fernando Holiday: Vereador reeleito em São Paulo foi expulso do PATRIOTA com a noticia da migração da família Bolsonaro para o partido.[12]

Gabriel Azevedo: Vereador eleito em Belo Horizonte foi expulso do PATRIOTA com a noticia da filiação de parte da família Bolsonaro no partido.[13]

Rubinho Nunes: Vereador eleito em São Paulo foi expulso do Patriota 51 com a noticia da confirmação da entrada da família Bolsonaro no partido.[14]

Eleitos[editar | editar código-fonte]

[15]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências