Bandeira nacional

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Bandeiras nacionais de países de todos os continentes, arvoradas em conjunto.

Uma bandeira nacional consiste numa bandeira que representa e simboliza uma nação. Além de representar a independência, a soberania e a unidade da nação, a bandeira nacional pode representar outras das suas características, tais como a língua. É frequentemente usada para demonstrar a posse de um território por parte de um país. A bandeira nacional de um país é primariamente usada pelo respetivo governo e outras autoridades públicas, mas geralmente é também permitido e comum o uso particular da mesma pelos cidadãos do país.

Uma bandeira nacional é projetada com significados específicos para suas cores e símbolos. As suas cores podem ser usadas pelo povo de uma nação para demonstrar o seu patriotismo. Uma parafernália relacionada, que mostre que os símbolos ou cores da bandeira nacional, pode também ser usada para esses propósitos. O desenho de uma bandeira nacional pode ser alterado após a ocorrência de importantes eventos históricos.

A maior parte das bandeiras nacionais têm formato retangular, embora também existam bandeiras quadrangulares, triangulares ou com outras formas mais complexas.

Pela sua importância como símbolo de uma nação, a queima ou destruição de uma bandeira nacional constitui um ato muito simbólico de protesto contra um país ou as suas políticas. Atos deste tipo constituem crimes em inúmeros países.

História[editar | editar código-fonte]

Nova tabela de emblemas nacionais de Johnson, publicado c. 1868, indicando as bandeiras nacionais existentes em meados do século XIX.
Bandeira nacional da Dinamarca, frequentemente considerada a mais antiga em uso contínuo.
Bandeira dos Países Baixos, a primeira bandeira nacional moderna do mundo.

Historicamente, as bandeiras tiveram origem em sinais militares destinados a identificar unidades e chefes militares no campo de batalha. Alguns destes chefes militares eram monarcas e as suas bandeiras passaram a ser gradualmente associadas e a identificar os estados dos quais os mesmos eram soberanos.

O uso generalizado de bandeiras como um distintivo específico de nacionalidade apareceu durante a era da navegação à vela, sobretudo a partir do início do século XVII. Este uso resultou da necessidade prática de existir um sinal que identificasse facilmente a nacionalidade de um navio, no âmbito do cumprimento das leis marítimas e tratados de navegação entre estados. Para além da identificação da sua nacionalidade, as bandeiras arvoradas num navio também poderiam dar outras indicações sobre o mesmo, tais como se o mesmo era um navio de guerra ou mercante. Ainda hoje, muitos países dispõem de diferentes modelos de bandeiras nacionais para uso marítimo, cada qual destinada a ser arvorada em cada um dos tipos de navios.

Com o surgimento do sentimento nacionalista a partir do final do século XVIII, apareceu a necessidade de emblemas nacionais que pudessem ser usados também em contextos civis e já não apenas no âmbito militar e náutico. Inicialmente, desenvolveram-se cocardes ou laços nacionais, que se tornaram no emblema nacional por excelência. Aos laços nacionais, seguiu-se o desenvolvimento de bandeiras nacionais, frequentemente inspiradas naqueles. Notáveis ​​exemplos iniciais são a bandeira dos Estados Unidos - que foi adotada pela primeira vez como bandeira naval em 1777, mas começou a ser exibida como um símbolo genérico dos Estados Unidos após a Revolução Americana - e a bandeira da França, que se tornou um símbolo da Primeira República Francesa na década de 1790.

A maioria dos países da Europa adotou uma bandeira nacional no decorrer do século XIX. Estas bandeiras nacionais baseavam-se frequentemente em antigas bandeiras marítimas, militares ou estatais, cujo uso foi alargado também para contextos diferentes dos originais, sendo-lhes atribuído um significado de emblema nacional. Outras bandeiras nacionais foram totalmente criadas de novo, frequentemente incorporando no seu desenho as cores dos laços nacionais já em uso nos respetivos países. Para além dos países europeus, também a maioria dos países da América Latina adotou bandeiras nacionais durante o início do século XIX, quando da sua independência. No final do século XIX, a tendência foi seguida por países de outros continentes, tais como o Japão e a China.

A questão de qual é a bandeira nacional mais antiga em uso não é de fácil resposta. A resposta depende de como definir a sua introdução como bandeira nacional, seja ela o seu simples uso ou a sua legitimação oficial através de um diploma legislativo. A Bandeira da Dinamarca - conhecida por Dannebrog (literalmente "Pano Dinamarquês") - é frequentemente referida como a mais antiga bandeira nacional do mundo. A lenda conta-nos que a mesma foi adotada pelo Rei Valdemar II, a 15 de junho de 1219, quando caiu do céu na Batalha de Lyndanisse. A mais antiga ilustração da bandeira data do século XIV. Foi oficialmente adotada em 1625, as suas especificações foram codificadas em 1748, mas só em 1854 foi declarada bandeira nacional.[1]

A Bandeira da Áustria também é reclamada como sendo a bandeira mais antiga do mundo ainda em uso. Segundo a lenda, a bandeira foi criada em 1191, depois da conquista de Acre, durante a Terceira Cruzada, tornando-se um símbolo da Casa de Habsburgo. A sua mais antiga imagem data de 1230. Em 1786, passou a ser usada como bandeira naval e, em 1918, passou a ser a bandeira nacional da República da Áustria.

Por sua vez, a Bandeira dos Países Baixos é considerada a mais antiga bandeira nacional moderna do mundo, sendo a primeira bandeira cujas cores e desenho tinham um significado próprio, já não sendo um mero suporte de brasões ou outros emblemas heráldicos. A sua primeira representação conhecida data de 1575. A partir de final do século XVI, a inicial cor laranja da faixa superior começa a ser gradualmente substituída pela vermelha, mas só em 1937 se estabelece oficialmente que a bandeira é vermelha, branca e azul.

As bandeiras da Inglaterra (século XII), da Suíça (século XV), da Escócia (século XVI) e da Suécia (século XVI), são outros exemplos bandeiras nacionais com origens antigas ainda hoje em uso.

Processo de adoção[editar | editar código-fonte]

A bandeira nacional de um país é frequentemente - mas não sempre - mencionada na constituição do mesmo, mas a sua descrição detalhada é normalmente remetida para uma lei ordinária emanada do poder legislativo ou mesmo para um simples ato regulamentar emanado do poder executivo. Por exemplo, a bandeira nacional é brevemente mencionada no artigo 11º da atual Constituição da República Portuguesa, mas a descrição oficial do seu desenho, cores, proporções e outros detalhes encontra-se estabelecida por um decreto de 19 de junho de 1911.[2]. A Constituição da República de Angola, não só menciona genericamente a bandeira nacional no seu artigo 18º, mas vai bastante mais além, incluindo a imagem da bandeira, a sua descrição e os seus significados simbólicos no Anexo I.[3] Em contraste, a Constituição da República Federativa do Brasil não menciona a bandeira nacional, cujos detalhes se encontram oficialmente definidos pela Lei n.º 5700, de 1° de setembro de 1971.[4]

As pequenas alterações de pormenor às bandeiras nacionais são frequentemente aprovadas por uma lei ordinária, mas as alterações substanciais têm frequentemente carácter constitucional. Assim por exemplo, a remoção da estrela vermelha socialista da Bandeira da Sérvia resultou de uma decisão tomada após o referendo constitucional de 1992, mas já a colocação das armas nacionais na referida bandeira resultou de uma simples recomendação do governo de 2003, adotada legislativamente em 2009 e sujeita ainda a uma alteração de detalhe em 2010. A Bandeira dos Estados Unidos tem vindo a sofrer numerosas alterações de pormenor, com base no Ato da Bandeira de 1818, que estabeleceu que seja acrescentada uma nova estrela à bandeira, sempre que seja admitido um novo estado na União.

A mudança de uma bandeira nacional deve-se frequentemente à mudança de regime político no país, sobretudo decorrente de uma guerra civil ou revolução. Nestes casos, emblemas militaristas e políticos são frequentemente incluídos no desenho das bandeiras, o que origina que as mesmas assumam um estatuto de símbolo político, para além de simbolizarem o país. Exemplos de alterações de bandeiras nacionais deste tipo foram as que ocorreram em Portugal em 1830 (Guerra Civil) e 1910 (Implantação da República), bem como no Brasil em 1889 (Proclamação da República).

Tipos segundo o seu fim[editar | editar código-fonte]

As bandeiras nacionais podem ser usadas para fins civis, estatais ou militares, em ambiente terrestre, marítimo ou mesmo aeronáutico. No passado, praticamente todos os estados usavam bandeiras diferentes ou variações da forma básica da bandeira nacional para os diferentes fins e isso ainda se mantém para alguns países. No entanto, atualmente muitos países dispõem de um único modelo de bandeira nacional para ser usado em todos os fins.

No âmbito da vexilologia, segundo o seu fim, as bandeiras nacionais são classificadas em seis tipos básicos, correspondendo respetivamente ao seu uso civil (símbolo FIAV: FIAV 100000.svg), estatal (FIAV 010000.svg) ou militar (FIAV 001000.svg) em terra e ao seu uso civil (FIAV 000100.svg), estatal (FIAV 000010.svg) ou militar (FIAV 000001.svg) no mar.

Em terra[editar | editar código-fonte]

Içar da Bandeira de Timor-Leste durante a comemoração do aniversário da independência nacional.

As bandeiras nacionais para uso em terra são classificadas vexilologicamente em três tipos básicos. O primeiro tipo é a "bandeira civil" (tradução do termo vexilológico em inglês civil flag), a qual consiste na bandeira nacional destinada a ser livremente desfraldada por todos os cidadãos e instituições privadas de um país, sem as restrições que existem para os restantes tipos de bandeiras. Devido ao seu amplo e livre uso, a bandeira civil de um país é normalmente a mais conhecida e identificada pelo público como a "bandeira nacional" do mesmo. No âmbito de organizações e eventos internacionais (como provas desportivas, conferências e outros) são normalmente as bandeira civis as usadas para representar cada um dos países.

O segundo tipo é a "bandeira do serviço do estado", "bandeira de estado" ou "bandeira governamental" (tradução do inglês state flag ou "government flag"), reservada para ser arvorada pelas instituições governamentais, sendo o seu uso vedado aos cidadãos e instituições privadas. Alguns países têm uma ou mais variantes desta bandeira para uso privativo de algumas instituições governamentais.

O terceiro tipo é a "bandeira de guerra" ou "bandeira militar" (tradução do inglês military flag ou war flag), destinada a ser arvorada em quartéis, bases e outras instalações militares.

Na prática, muitos países têm um único modelo de bandeira que serve para os três propósitos. Nestes, incluem-se todos os países de língua portuguesa. Vexilologicamente, uma bandeira deste tipo é tecnicamente referida pelo termo "bandeira nacional" (Símbolo FIAV: FIAV 111000.svg). Contudo, em bastantes países (nomeadamente na América Latina, Europa Central e Escandinávia), existe uma diferença clara entre as bandeiras civis e de estado. Na maioria dos casos, a bandeira civil resulta de uma simplificação da bandeira de estado, frequentemente obtida pela omissão do brasão de armas ou emblema nacional do país, o qual está presente na bandeira de estado. Nos países escandinavos, as bandeiras de estado distinguem-se das civis por serem farpadas.

Existem muitos poucos países que dispõem de uma bandeira de guerra para uso em terra distinta da bandeira de estado. Quando existe, a bandeira de guerra para uso em terra é normalmente idêntica à bandeira de guerra para uso no mar. O Japão, a Formosa e os países escandinavos são exemplos de países com bandeiras de guerra para terra idênticas às bandeiras de guerra para o mar. As Filipinas não dispõem de uma bandeira de guerra no seu estrito senso, mas a sua bandeira é legalmente única por poder ser içada invertida quando o país está em estado de guerra.

Exemplos[editar | editar código-fonte]

Etiqueta[editar | editar código-fonte]

Bandeiras estadual da Bahia, nacional do Brasil e municipal de Salvador, arvoradas à entrada da Câmara Municipal de Salvador, cumprindo a regra de que a bandeira nacional deve ser colocada no mastro mais alto e central.

O protocolo para o uso correto das bandeiras nacionais varia de país para país, mas existe um conjunto de regras de etiqueta que se aplicam em quase todos. A principal regra é a de que a bandeira nacional deve ser desfraldada na posição de maior honra, com precedência superior à de qualquer outra bandeira. Apesar da quase universalidade daquela regra, existem alguns países abrem exceções à mesma, dando precência superior a algumas bandeiras como estandartes reais ou bandeiras de certas organizações internacionais.

Quando as bandeiras são desfraldadas em terra, aplicam-se tipicamente as seguintes regras de etiqueta:

  • Quando arvorada juntamente com outras bandeiras, a bandeira nacional deverá ser a primeira a ser içada e a última a ser arriada;
  • Quando arvorada a meio mastro por ocasião de luto, a bandeira nacional deverá ser primeiro içadada até ao topo do mastro e só depois descida até meio, repetindo-se o processo inverso no ato de a arriar;
  • Quando existirem mastros de diferentes alturas, a bandeira nacional deverá ser desfraldada no topo do mastro mais alto;
  • Quando desfraldada no mesmo mastro que outra bandeira, a bandeira nacional deverá ocupar a posição superior;
  • Quando existirem dois mastros da mesma altura, a bandeira nacional deverá ser arvorada no mastro da direita (esquerda, do ponto de vista do observador);
  • Quando existirem três mastros da mesma altura, a bandeira nacional deverá ser arvorada no mastro do centro;
  • Quando existirem quatro ou mais mastros da mesma altura, a regra varia de país para país, podendo a mesma ditar que a bandeira nacional deverá ser arvorada no mastro mais à direita (esquerda do observador) ou ser arvorada no mastro do centro (ou no mastro imediatamante à direita do ponto central, quando o número de mastros é par);
  • Quando disposta em haste cruzada com a de outra bandeira, a bandeira nacional deverá ser colocada à direita (esquerda do observador) e a sua haste deverá cruzar pela frente da haste da outra bandeira;
  • Quando bandeiras nacionais de vários países são desfraldadas em conjunto, todas devem ter aproximadamente o mesmo tamanho, ocupar mastros distintos, ser arvoradas à mesma altura e colocadas por ordem alfabética do nome do país.

De observar que, em muitas instalações náuticas em terra, por tradição, seguem-se as regras de etiqueta usadas no mar, as quais diferem das de terra em bastantes aspetos. Por exemplo, quando existe um mastro com carangueja (mastro do qual nasce uma verga inclinada, imitando o mastro de ré de um navio), a bandeira nacional deverá ser arvorada no penol (ponta) da mesma e não no topo do mastro. Isto reflete a etiqueta marítima, na qual o local de maior honra do navio é na popa e não no topo do mastro mais alto.[5][4]

No mar[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Bandeira marítima
Bandeira naval civil da Itália, arvorada no pau da bandeira do navio de cruzeiros AIDAcara.
Bandeira de guerra da Colômbia, arvorada no penol da carangueja do veleiro ARC Gloria.

A bandeira nacional é tradicionalmente o principal distintivo de nacionalidade de um navio. Em alguns países, o termo "bandeira" (ex.: flag em inglês ou drapeau em francês) não é usado no mar, sendo uma bandeira para uso marítimo referida por um vocábulo distinto (ex.: ensign em inglês ou pavillon em francês). Nos países de língua portuguesa, a bandeira de um navio é frequentemente referida como "pavilhão", mas a terminologia oficial refere-se a ela quase sempre como "bandeira nacional".

Num navio, a bandeira nacional é arvorada o mais perto possível da popa, a qual constitui o local de maior honra a bordo. Por isso, é ocasionalmente referida como "bandeira de popa".

Atualmente, a vexilologia identifica três tipos básicos de bandeiras nacionais para uso marítimo. O primeiro tipo é a bandeira destinada a ser arvorada nos navios da marinha mercante, que inclui todos os navios e outras embarcações privadas de um país, incluindo os de comércio, pesca, recreio e auxiliares. Esta é a "bandeira mercante" ou "bandeira da marinha mercante", atualmente também referida frequentemente, no âmbito da vexilologia, como "pavilhão civil" (tradução do termo em inglês civil ensign). Alguns países dispõe da variantes da sua bandeira mercante, destinadas a ser arvoradas por alguns tipos específicos de navios, como são os casos das bandeiras para embarcações de recreio ou para navios fazendo serviço postal.

O segundo tipo é a bandeira destinada a ser arvorada nos navios governamentais não militares. Esta é a "bandeira de serviço do estado", também referida, no âmbito da vexilologia, como "pavilhão de estado" (tradução do inglês state ensign). Alguns países também têm variantes da sua bandeira de serviço de estado, que podem servir para identificar especificamente a instituição à qual o navio pertence, o tipo de serviço que o navio está a desempenhar ou o estatuto especial do navio (por exemplo, ser um navio mercante comandado por reservistas navais).

Finalmente, o terceiro tipo é a bandeira destinada a ser arvorada pelos navios da marinha de guerra. Esta é a "bandeira de guerra" ou "bandeira da marinha de guerra", também referida, no âmbito da vexilologia, como pavilhão naval (tradução do inglês naval ensign).

Hoje em dia, nem todos os países dispõem dos vários tipos de bandeiras, existindo muitos (como Brasil, EUA, França e Portugal) onde existe uma única bandeira nacional ara uso universal, que é arvorada em todos os navios, independemente de serem mercantes, governamentais ou de guerra.

Nos países que têm modelos específicos de bandeiras para uso marítimo, estas são frequentemente também arvoradas em portos e outras instalações náuticas localizadas em terra, em lugar da bandeira nacional para uso em terra. Nestes casos, são tradicionalmente içadas em mastros que imitam o modelo dos mastros dos navios, podendo incorporar vergas e caranguejas.

Exemplos[editar | editar código-fonte]

Etiqueta[editar | editar código-fonte]

Marinheiros da fragata NRP D. Francisco de Almeida preparam-se para arriar a bandeira nacional de Portugal ao pôr do Sol.

As regras de etiqueta ou cerimonial marítimo são bastante antigas e complexas, nomeadamente no que diz respeito ao uso de bandeiras. A principal é a de que, sendo a popa o lugar de maior honra a bordo de um navio, a bandeira nacional ou pavilhão deverá ser arvorada o mais perto possível da mesma. A regra de terra de que a bandeira arvorada a maior altura tem a maior precedência não se aplica a bordo, sendo que uma bandeira desfraldada à popa ocupa uma precedência mais elevada, mesmo que arvorada a uma altura menor.

Tradicionalmente, num navio, a bandeira nacional era arvorada num pequeno mastro à popa designado "pau da bandeira" quando fundeado e no penol da carangueja quando a navegar.

Outras regras de etiqueta relacionadas com o uso da bandeira nacional a bordo são as seguintes:

  • A bandeira nacional deverá ser a maior bandeira desfraldada no navio;
  • O tamanho da bandeira deverá ser proporcional ao tamanho do navio, sendo que é usual considerar-se a regra da bandeira medir uma polegada por cada de comprimento do navio (ou seja 1/12 do comprimento do navio) ou, sobretudo em embarcações de recreio, que tenha um tamanho tal que - caída, sem vento - aflore a água sem lhe tocar;
  • A bandeira nacional deverá ser arvorada por um navio, sempre que entre ou saia de um porto;
  • Um navio mercante deverá arvorar a bandeira nacional quando cruze com um navio de guerra, podendo este responder içando também a sua bandeira;
  • A bandeira nacional é içada às 8h00 e arriada ao pôr do Sol (ou às 20h00), todos os dias em porto estrangeiro ou aos domingos e dias festivos nos portos do país do navio;
  • Ao entrar em porto estrangeiro, o navio deverá arvorar a estibordo uma bandeira de cortesia, que normalmente é a bandeira mercante do país visitado;
  • Uma embarcação em regata está dispensada de arvorar a bandeira nacional.[6]

No ar[editar | editar código-fonte]

Pavilhão da RAF, arvorado como bandeira nacional na torre de controle da base aérea de Leuchars.

Para além de variantes específicas das suas bandeiras nacionais para uso em terra e no mar, alguns países dispõem de um terceiro tipo de variantes para serem usadas em ambientes aeronáuticos. No âmbito da vexilologia, não existe um código específico para identificar este tipo de bandeiras.

As bandeiras nacionais para uso aeronáutico surgiram no seio da Real Força Aérea Britânica (RAF). Quando a RAF foi criada como ramo independente em 1918, os seus responsáveis sugeriram que lhe fosse atribuído um modelo específico de bandeira nacional para seu uso privativo, seguindo o modelo do Pavilhão Branco, usado pela Marinha Real Britânica. O Pavilhão da RAF foi finalmente aprovado em 1920, servindo de modelo para a criação posterior de um pavilhão aéreo civil (civil air ensign) para ser usado no âmbito da aviação civil. Posteriormente, outros países (sobretudo membros da Comunidade Britânica, mas não só) adotaram modelos de bandeiras nacionais para uso das suas aviações militares e civis, a maioria delas inspiradas nos pavilhões aéreos britânicos.

Apesar destas bandeiras se destinarem, em teoria, a ser desfraldadas em aeronaves, na prática isto é poucas vezes viável, sendo por isso as mesmas usadas sobretudo em aeroportos, aeródromos, bases aéreas e outras instalações aeronáuticas.

Exemplos[editar | editar código-fonte]

Disposições especiais[editar | editar código-fonte]

Suspensão vertical[editar | editar código-fonte]

Variante vertical da bandeira do serviço de Estado da Alemanha, arvorada num edifício governamental em Bona.

Em certas ocasiões, uma bandeira nacional pode ser suspensa verticalmente. Enquanto na maioria dos países, a suspensão vertical das bandeiras apenas é realizada em ocasiões festivas ou outras especiais, em outros países este tipo de suspensão é normal. Nos países da Europa Central, por exemplo, a suspensão vertical é a forma comum de arvorar as bandeiras em edifícios públicos e outros locais.

Em geral, para suspender verticalmente uma bandeira nacional, dispõe-se a bandeira de maneira que a sua parte superior fique na vertical à esquerda (à direita do observador). Contudo, alguns países têm um protocolo distinto, havendo ainda outros que têm mesmo uma variante especial da bandeira nacional para ser suspensa verticalmente.[7]

Exemplos de países com protocolos especiais que definem que o lado superior da sua bandeira nacional deve ficar à direita (esquerda do observador), quando suspensa verticalmente, são o Canadá, a República Checa, a Grécia, Israel, Filipinas, Arábia Saudita, África do Sul e Estados Unidos.

Alguns países dispõem de variantes especiais da sua bandeira nacional, sob a forma de pendões, para serem suspensas verticalmente. Em geral, nestas variante, o brasão ou emblema contido na bandeiras é rodado de modo a ser disposto de cabeça para cima e é aumentada a proporção entre o comprimento e a largura da bandeira. Exemplos de países com bandeiras especiais para suspensão vertical são a Áustria, Alemanha, Polónia, Eslováquia, Camboja, Dominica e Liechtenstein.

Disposição em veículos[editar | editar código-fonte]

Bandeira dos EUA aplicada numa janela do lado direito de um veículo de transporte público, com o lado da tralha corretamente orientado para a frente do mesmo.

A disposição de bandeiras nacionais em veículos tem como fim identificar a nacionalidade dos mesmos, assinalar que transportam uma autoridade governamental ou, meramente, como demonstração de patriotismo por parte dos seus usuários. Para além de poderem ser hasteadas bandeiras físicas, feitas em tecido ou outros materiais, poderão ser colocadas reproduções de bandeiras sob a forma de autocolantes, decalques ou pintura, aplicadas na estrutura exterior dos veículos.

No caso de embarcações, existem regras estritas para arvorar bandeiras, enquadradas nas normas de cerimonial marítimo. No caso dos outros tipos de veículos, apesar de não existirem regras bem definidas, entende-se que o uso de bandeiras nos mesmos deve obedecer, sempre que viável, a regras análogas às da etiqueta geral para as bandeiras.

No caso de um veículo terrestre ou aeronave, uma bandeira nacional deverá ser arvorada no lado direito ou central do veículo. Os automóveis oficiais tradicionalmente dispõem de uma pequena haste, colocada no centro do capô ou no para-lamas frontal direito, onde é hasteada a bandeira nacional. Num avião só é viável arvorar uma bandeira quando o mesmo se encontra no solo. Neste caso, a bandeira nacional é normalmente hasteada na janela direita da cabine de pilotagem. Em desfiles aéreos e outros eventos aeronáuticos, é comum a passagem de helicópteros com bandeiras de grandes dimensões, suspensas da parte inferior da fuselagem dos mesmos.

Outra forma de uso de bandeiras nacionais em veículos é a sua aplicação, sob a forma autocolantes, decalques ou outras, nos elementos das suas estruturas exteriores, como carroçarias de automóveis e fuselagens de aeronaves.

Quando a imagem de uma bandeira nacional é fixada nas laterais de um veículo de qualquer tipo, a mesma deve ser colocada de modo a que o lado da tralha esteja orientado para a frente do veículo. Isto significa que, no lado direito do veículo a bandeira deve aparecer invertida em relação à representação habitual, com o lado da tralha da bandeira orientado para o lado direito do observador. Essa orientação destina-se a simular o efeito que uma bandeira física desfraldada no veículo teria, disparando para trás, quando o veículo se movesse para frente.

Aplicação em vestuário[editar | editar código-fonte]

Bandeira da Finlândia, colocada por meio de velcro na manga de um uniforme militar.
A cantora Geri Halliwell usando um vestido constituído por uma estilização da Bandeira do Reino Unido.

A aplicação de bandeiras nacionais em uniformes - normalmente sob a forma de distintivos de tecido colocados nas mangas, junto aos ombros - desenvolveu-se durante a Segunda Guerra Mundial, como forma de identificar a nacionalidade dos militares, substituindo nessa função os laços nacionais usados até então. A ostentação de bandeiras nacionais alargou-se posteriormente aos uniformes de forças policiais, bombeiros e de outras organizações não militares.

A colocação de bandeiras nacionais em peças de vestuário segue regras semelhantes à da sua disposição em veículos, devendo o lado da tralha estar orientado para a frente. Esta disposição destina-se a simular o efeito de uma bandeira transportada por um porta-bandeira, a qual flutuaria para trás, em virtude do movimento de avanço daquele.

Nos uniformes camuflados atuais, as bandeiras ostentadas são frequentemente colocadas através de dispositivos velcro, de modo a serem removidas sempre que necessário. Para além disso, frequentemente as bandeiras são representadas apenas através dos seus traços, desenhados em cor preta, eliminando as outras cores, de modo a não comprometer a camuflagem.

Para além do uso em uniformes, a moda levou a que mais recentemente as peças de vestuário civil também ostentem bandeiras nacionais.

As regras de utilização das bandeiras em roupas civis são muito menos rígidas do que aquelas para os uniformes. Assim, para além da mera aplicação de bandeiras com o seu exato formato e desenho original, é frequente a reprodução de bandeiras tratadas e alteradas artisticamente, incluindo a sua estilização e simplificação, a alteração de cores e desenho e a aplicação de apenas alguns dos seus elementos.

O uso em vestuário das bandeiras dos EUA e do Reino Unido é especialmente popular, não só nos respetivos países de origem das bandeiras, mas também em outros, levando a que as mesmas se tenham tornados ícones da moda.

Bandeiras monumentais[editar | editar código-fonte]

O gigantesco mastro de Jidá e a Bandeira da Arábia Saudita nele arvorada, respetivamente o maior mastro e a maior bandeira desfraldada do mundo.

No âmbito de comemorações de eventos de importância nacional ou simplesmente para prestigiar os seus símbolos nacionais, vários países mantêm bandeiras monumentais de grandes dimensões - algumas delas gigantescas - desfraldadas em locais simbólicos. Para as suportar foram construídos mastros de grandes dimensões, alguns deles constituindo notáveis obras de engenharia e arquitetura.

Talvez a primeira bandeira monumental do mundo tenha sido a Bandeira do Brasil arvorada no Mastro Nacional de Brasília, inaugurado em novembro de 1972. O mastro tem 100 m de altura e a respetiva bandeira tem uma área de pano de 286 m2, tendo sido até final da década de 1990, a maior bandeira desfraldada do mundo.

O México destaca-se por o seu governo ter mesmo lançado um programa de bandeiras monumentais em 1999, desde então investindo na instalação de dezenas delas em várias cidades ao longo do país. As bandeiras monumentais mexicanas têm uma dimensão padrão de 357,5 m2 de pano, sendo arvoradas em mastros com 50 m de altura. Em alguns locais, foram contudo instaladas bandeiras ainda maiores, as quais têm 1430 m2 de pano e são arvoradas em mastros de 100 m de altura.

Atualmente e desde 23 de setembro de 2014, o maior mastro de bandeira auto sustentado do mundo situa-se em Jidá, na Arábia Saudita. Este mastro tem uma altura de 182 m, no qual se mantém desfraldada uma Bandeira da Arábia Saudita com uma área de pano de 1633 m2.[8]

O mastro de bandeira de Jidá bateu os anteriores recordes anteriormente detidos pelo Mastro Nacional do Azerbaijão com 162 m de altura, pelo mastro de bandeira de Panmunjeom, Coreia do Norte com 160 m (que na verdade é uma torre de rádio com a Bandeira da Coreia do Norte arvorada no topo), o mastro de bandeira de Asgabate, Turquemenistão com 133 m, o mastro de bandeira de Aqaba, Jordânia com 130 m, o mastro de bandeira de Amã, Jordânia com 126.8 m e o mastro de bandeira de Abu Dabi, Emirados Árabes Unidos com 122 m.[9][10][11]

Apenas no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, o Mastro Nacional de Brasília e a Bandeira do Brasil nele arvorada são ainda, respetivamente, o maior mastro de bandeira e a maior bandeira desfraldada. Em termos de dimensão de bandeira, segue-se a Bandeira de Portugal arvorada no alto do Parque Eduardo VII em Lisboa, com 240 m2 de pano, cujo mastro tem contudo apenas 35 m de altura. A Bandeira de Portugal arvorada no topo dos 145 m da Torre Vasco da Gama é a bandeira arvorada a maior altura, sendo que este monumento não é na sua totalidade um mastro de bandeira. O segundo maior mastro de bandeira dos países de língua portuguesa é o mastro da Bandeira-Monumento de Luanda, com 75 m de altura, onde é arvorada uma Bandeira de Angola com 216 m2 de pano.[12][13]

Desenho[editar | editar código-fonte]

A arte e a prática de desenhar bandeiras é conhecida como vexilografia.

Cores e formatos[editar | editar código-fonte]

A observação dos desenhos das várias bandeiras nacionais faz sobressair uma série de características comuns entre elas.

Todas as atuais bandeiras nacionais são quadriláteros, com exceção da Bandeira do Nepal, a qual tem um formato irregular resultante da sobreposição parcial de dois triângulos retângulos. As versões navais das bandeiras nacionais de alguns países, apesar de serem quadriláteros, têm o lado do batente farpado, terminando em duas ou três pontas.

A proporção entre a altura e o comprimento varia entre as várias bandeiras nacionais, mas nenhuma delas é mais alta que comprida, com a exceção da Bandeira do Nepal. As bandeiras da Suíça e do Vaticano são as únicas cuja forma é quadrada. Todas as restantes bandeiras têm um formato retangular, sendo que a proporções entre altura e comprimento de 2:3, de 3:5 e de 1:2 são as mais comuns. Com uma proporção de 11:28, a Bandeira do Catar é aquela cujo comprimento é maior proporcionalmente à sua altura.

Apesar da diversidade de proporções oficiais, quando arvoradas várias bandeiras nacionais em conjunto é frequente que seja adotada uma proporção única e idêntica para todas elas, com o objetivo todas as bandeiras terem o mesmo tamanho.

Bandeira do Nepal
(formato irregular)
 
Bandeira do Vaticano
(proporção 1:1)
 
Bandeira de Moçambique
(proporção 2:3)
 
Bandeira de Cabo Verde
(proporção 3:5)
 
Bandeira da Irlanda
(proporção 1:2)
 
Bandeira do Catar
(proporção 11:28)
 

Atualmente, todas as bandeiras nacionais contêm, pelo menos, duas cores diferentes. Até 2011, a Bandeira da Líbia constituía uma exceção, sendo totalmente da cor verde. Em muitos casos, as diferentes cores são apresentadas em bandas horizontais ou em bandas verticais. É bastante comum as cores serem apresentadas em três faixas verticais ou horizontais.

As cores mais comuns em bandeiras nacionais são o vermelho, o branco, o verde, o azul escuro, o amarelo, o azul claro e o preto.[14] A percentagem da ocorrência de cada cor em todas as bandeiras está listada na tabela abaixo.[14] A tabela mostra que as cores castanho claro, castanho escuro e cinzento apenas ocorrem em muitas pequenas quantidades, aparecendo só nos símbolos contidos em algumas bandeiras.

Distribuição de cores em bandeiras nacionais
Cor Área (%) Número de bandeiras
Vermelho 30,32 155
Branco 18,26 144
Verde 14,94 97
Azul escuro 11,01 68
Amarelo 9,56 102
Azul claro 9,20 44
Preto 5,12 69
Laranja 0,92 12
Púrpura 0,53 6
Castanho claro 0,07 12
Castanho escuro 0,04 10
Cinzento 0,03 7

Semelhanças entre bandeiras[editar | editar código-fonte]

Embora a bandeira nacional se destine a ser um símbolo único que identifique inequivocamente um país, muitos deles adotaram bandeiras muito semelhante entre si. Exemplos destas semelhanças são as bandeiras do Mónaco e da Indonésia (que diferem apenas nas suas proporções), as bandeiras dos Países Baixos e do Luxemburgo (que diferem apenas nas proporções e no tom de azul usado) e as bandeiras da Roménia e do Chade (que diferem apenas no tom de azul). As bandeiras da Moldávia e de Andorra e as da Croácia e Paraguai, são também, respetivamente, semelhantes às bandeiras do Chade e Roménia e dos Países Baixos e Luxemburgo, diferenciando-se pelos emblemas contidos na sua parte central.

Para além de diferenças de proporções e de tons de cor, as bandeiras da Irlanda e da Costa do Marfim, bem como as bandeiras do Mali e da Guiné (Conacri) são versões espelhadas verticalmente uma da outra. Isto significa que o reverso de uma das bandeiras corresponde ao anverso da outra. Nestes casos, a direção na qual essas bandeiras são desfraldadas ou suspensas é crucial para identificá-las. Por outro lado, a Bandeira da Polónia é uma versão horizontalmente espelhada das bandeiras da Indonésia e Mónaco.

Ainda que dispostas de maneira diversa e formando desenhos diferentes, um elevado número de bandeiras nacionais de diversos países do mundo contém como cores principais a combinação do vermelho, do branco e do azul.

Para salientaram as suas características históricas, étnicas e políticas comuns, vários países adotaram propositadamente bandeiras nacionais semelhantes entre si, dando origem a famílias de bandeiras. Assim, a família pan-eslava inclui uma série de bandeiras de países eslavos que se inspiram na Bandeira da Rússia, incluindo as bandeiras da Eslováquia, Eslovénia, Sérvia, Croácia, Bulgária e Chéquia. As bandeiras da maioria dos países da África Subsariana contêm as cores pan-africanas (vermelho, amarelo e verde), inspirando-se na Bandeira da Etiópia. Todos os países escandinavos têm bandeiras contendo a cruz nórdica, replicando o desenho que surgiu originalmente na Bandeira da Dinamarca. Os países escandinavos também partilham a característica das versões das respetivas bandeiras nacionais para uso estatal, militar e naval serem bandeiras farpadas com duas ou três pontas. Todas ou apenas parte das cores pan-árabes (vermelho, branco, preto e verde), originadas as cores da Bandeira da Revolta Árabe estão contidas nas bandeiras da maioria dos países árabes. As bandeiras da Colômbia, Equador e Venezuela são variantes da bandeira da antiga Grande Colômbia e as bandeiras das Honduras, Salvador e Nicarágua são variantes da bandeira das antigas Províncias Unidas da América Central. As bandeiras de Guatemala e Costa Rica também derivam da bandeira da América Central, mas com alterações mais significativas ao seu desenho. Por outro lado, a Bandeira da Argentina é também semelhante àquela bandeira, mas essa semelhança é aparentemente acidental. O desenho da Bandeira da França foi a inspiração para as bandeiras de vários países, entre as quais as da Itália, Bélgica, Roménia, Mali, Senegal e Chade, bem como a Bandeira dos Estados Unidos inspirou os desenhos das bandeiras da Libéria, Malásia, Grécia, Cuba, Uruguai e Togo. As bandeiras de vários dos países da Commonwealth contêm uma miniatura da Bandeira do Reino Unido no seu cantão, incluindo as da Austrália e da Nova Zelândia. A bandeira da antiga União Soviética serviu de inspiração para as bandeiras de vários países que mantiveram ou ainda mantêm regimes comunistas, incluindo as atuais bandeiras da China, Vietname e Bielorrússia. Vários países que outrora pertenceram ao antigo Império Otomano ou com outro tipo de ligações étnicas e históricas à Turquia dispõem de bandeiras inspiradas na da Turquia, incluindo a Tunísia, Argélia, Líbia, Azerbaijão e Turquemenistão.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Dannebrog (em Danish). [S.l.]: Den Store Danske. 2014. Consultado em 13 de junho de 2014. Cópia arquivada em 14 de julho de 2014 
  2. Decreto da Assembleia Nacional Constituinte de 19 de Junho de 1911, Presidência da República Portuguesa
  3. Constituição de Angola
  4. a b Lei nº 5700, de 1º de Setembro de 1971 (Dispõe sobre a forma e apresentação dos Símbolos Nacionais do Brasil)
  5. Regras de Uso da Bandeira Nacional de Portugal
  6. Regulamento da Náutica de Recreio de Portugal
  7. Nelson, Phil (31 de dezembro de 2005), Hanging Flags Vertically, Flags of the World, cópia arquivada em 17 de dezembro de 2010 .
  8. «Jeddah Flagpole inaugurated». arabnews.com. Consultado em 23 de setembro de 2014 
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  12. Bandeira nacional do Alto do Parque Eduardo VII está em manutenção
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  14. a b Bartneck, Christoph; Adrian Clark (2014). «Semi-Automatic Color Analysis For Brand Logos». Color Research and Application. 40: 72–84. doi:10.1002/col.21853 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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