Barítono (saxotrompa)

A trompa barítono, ou simplesmente barítono, é um instrumento de metal com válvulas, afinado em Si♭, pertencente à família dos saxhorns, usado principalmente em brass bands, bandas militares e bandas de concerto.[1] Possui três, ou às vezes quatro válvulas, geralmente válvulas de pistão, embora válvulas rotativas sejam comuns na Europa Central e Oriental, onde é chamado de Tenorhorn. Sua furação é moderadamente cônica, como a da tenor horn em Mi♭ e a do cornetim, embora mais estreita que a do eufônio, instrumento muito próximo, e também mais estreita que a de outros bugles com válvulas, como o flugelhorn e a tuba. Utiliza um bocal de copo com borda larga, de dimensões semelhantes aos bocais de trombone e de eufônio. Assim como o trombone e o eufônio, o barítono pode ser considerado tanto um instrumento transpositor, lendo em clave de sol em Si♭, quanto um instrumento não transpositor, lendo em clave de fá.
Nas brass bands britânicas, a instrumentação padrão inclui partes para dois barítonos, além de dois eufônios. Na música de banda de concerto dos Estados Unidos, muitas vezes há uma parte marcada baritone, mas essas partes costumam ser destinadas ao eufônio e tocadas nesse instrumento. Um barítono também pode executar música escrita para trombone devido às semelhanças de timbre e extensão.
Nome
[editar | editar código]O nome baritone foi aplicado a vários instrumentos de metal aparentados, com válvulas, em diferentes lugares, idiomas e momentos da história, geralmente afinados em dó de 8 pés (8′) ou Si♭ de 9′ e desenvolvidos no século XIX.[2] O eufônio, embora semelhante, possui um tudel e um corpo mais cônicos e um campânula maior, o que o aproxima mais da tuba.[3]
Nomes em outras línguas incluem o francês saxhorn baryton, do qual deriva o instrumento moderno usado nas brass bands britânicas, e, em italiano, flicorno tenore; flicorno baritono e flicorno basso referem-se ao eufônio, sendo que o basso tem sempre uma quarta válvula.[4] Na Alemanha, o barítono geralmente tem formato oval e válvulas rotativas, e é chamado de Tenorhorn (enquanto o menor tenor horn em Mi♭ é chamado de Althorn); Baryton ou Baritonhorn referem-se a um instrumento semelhante, mas com o diâmetro interno e o tamanho da campânula maiores, semelhantes aos do eufônio.[5] A tendência norte-americana de confundir o barítono e o eufônio pode ter sido causada pelo influxo de músicos e fabricantes de instrumentos alemães nos Estados Unidos no século XIX.[3]

O catálogo da Lyon & Healy de 1894 mostra instrumentos chamados B♭ tenor, B♭ baritone e B♭ bass (com apenas um “B”), com a mesma afinação e construção geral de três válvulas, diferindo apenas nas larguras do diâmetro interno e da campânula.[6]
O barítono de estilo americano, com três válvulas de pistão na parte frontal e uma campânula curva voltada para a frente, dominou as bandas marciais escolares norte-americanas ao longo de grande parte do século XX. Este instrumento, junto com o barítono vertical de estilo britânico, o eufônio de concerto e instrumentos de aparência semelhante, mas com furação mais cilíndrica, como o trombonium, eram quase universalmente colocados no mesmo grupo e rotulados como baritone tanto por regentes de banda quanto por compositores.[3] Partituras de banda e fabricantes às vezes os trataram como se fossem o mesmo instrumento.[2][3]
História
[editar | editar código]A trompa barítono encontrada nas brass bands britânicas derivou do saxhorn baryton francês, um membro mais grave da família dos saxhorns, embora medições do diâmetro interno de instrumentos históricos mostrem que ela está mais próxima do baritone saxotromba. Essas eram duas famílias de instrumentos de furação cônica com válvulas de pistão desenvolvidas na década de 1840 por Adolphe Sax. Outros membros se desenvolveram em instrumentos hoje comuns em bandas, como a tenor horn em Mi♭ e as tubas em Mi♭ e Si♭.[7]
Por volta da década de 1850, Sax havia convencido as bandas militares francesas a utilizarem exclusivamente saxhorns em suas formações, dando a esses instrumentos um de seus primeiros nichos estáveis no campo militar. Os saxhorns de Adolphe Sax tornaram-se padrão em bandas na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos em grande parte graças à família Distin, que ajudou a popularizar o movimento das brass bands britânicas, promovendo e se apresentando amplamente com instrumentos de metal de Sax. Em 1850, a Distin & Co. já os fabricava em Londres, e em Nova York e na Pensilvânia na década de 1870, depois que a empresa londrina foi adquirida pela Boosey & Co.[8]
Na Europa Central e Oriental, a Baß-Tuba, patenteada em 1835 pelo maestro militar prussiano Wilhelm Friedrich Wieprecht e pelo fabricante berlinense Johann Gottfried Moritz, inspirou diversos instrumentos aparentados. Estes acabaram por utilizar válvulas rotativas, e seu característico formato oval foi desenvolvido por Václav František Červený no final do século XIX.[8] O equivalente a esses instrumentos em termos de diâmetro interno, tamanho da campânula e sonoridade é chamado de Tenorhorn em alemão.[3]
Desenvolvimentos na América do Norte
[editar | editar código]
Nos Estados Unidos, no início da Guerra Civil Americana, havia apenas um pequeno número de bandas militares; as poucas existentes incluíam a United States Marine Band, a United States Military Academy Band, várias bandas de regimentos do Exército Regular e bandas associadas às milícias estaduais. A Ordem Geral nº 48 do Departamento de Guerra, emitida em 31 de julho de 1861, autorizava dois músicos de campo (corneteiros ou flautins e tamborileiros) por companhia de soldados e uma banda de 16–24 músicos para cada regimento.[9] Esses grupos adotaram cornetas e saxhorns, incluindo barítonos em Si♭ e eufônios.[3] Variedades “sobre o ombro” (over-the-shoulder) eram frequentemente utilizadas, pois a campânula voltada para trás permitia que as tropas que marchavam atrás da banda ouvissem a música com mais facilidade.[9]
Durante o decorrer da Guerra Civil Americana, de 1861 a 1865, fabricantes de instrumentos nos EUA produziram dezenas de milhares de instrumentos de metal, e muitos deles sobreviveram em museus. Após a guerra, as bandas e sua música permaneceram populares, e a demanda de fabricação de cornetas e saxhorns continuou forte. A partir desses conjuntos e músicos surgiu a tradição norte-americana dos drum and bugle corps, que, por volta da década de 1890, passou a se padronizar em instrumentos em sol (G).[10]
No início da década de 1930, a corneta baixa (bugle) de furação estreita em sol, utilizada até então, havia evoluído para a baritone bugle (originalmente conhecida como bass baritone), com furação mais larga, afinada em sol (G) com uma única válvula de pistão que abaixava a afinação uma quarta, para ré (D). A Ludwig (então subsidiária da C. G. Conn) chamou a sua de “Baro-tone” bugle. Na década seguinte, foi acrescentada uma válvula rotativa adicional de semitom, posteriormente substituída por uma segunda válvula em fá (F), conforme permitido por uma mudança nas normas em 1967.[10] Em 1990, a Drum Corps International (DCI), entidade reguladora dos drum and bugle corps competitivos na América do Norte, alterou as regras para permitir instrumentos com três válvulas em qualquer tonalidade, não apenas em sol. Isso possibilitou o uso no conjunto de instrumentos comuns em outros tipos de banda, incluindo tanto barítonos em Si♭ “regulares” quanto versões marciais de campânula voltada para a frente, além de eufônios.[11]
O instrumento moderno
[editar | editar código]A trompa barítono moderna foi desenvolvida na Grã-Bretanha a partir do saxhorn baryton francês. Na década de 1870, um sistema de compensação de três válvulas foi desenvolvido por David Blaikley, gerente de fábrica do fabricante londrino Boosey & Co.[8] Ele desenvolveu uma terceira válvula compensada, em que sua tubulação devolve a coluna de ar pelas duas primeiras válvulas uma segunda vez, adicionando pequenos laços de tubulação para corrigir a afinação. Projetos semelhantes haviam sido patenteados anteriormente por Gustave Auguste Besson em 1859, e pelo système équitonique de Pierre-Louis Gautrot em 1864.[7] O sistema de compensação de Blaikley foi o mais bem-sucedido e vem sendo utilizado continuamente na Grã-Bretanha, com poucas alterações, em instrumentos Boosey & Co. (posteriormente, Boosey & Hawkes) e Besson, após sua aquisição pela Boosey & Hawkes em meados do século XX.[12] O sistema de três válvulas ainda é produzido em barítonos da Besson, assim como o sistema de quatro válvulas compensadas de Blaikley, mais comum em eufônios.[13]
Construção
[editar | editar código]A trompa barítono, assim como o eufônio, é afinada em Si♭ de 9 pés (9′), uma oitava abaixo do trompete ou do cornetim. Quando nenhuma válvula está acionada, o instrumento produz parciais da série harmônica de Si♭ resultantes da coluna de ar vibrante dentro de seus 9 pés (2,7 metros) de tubulação.[2]
Como o eufônio, o barítono possui furação predominantemente cônica, porém mais estreita, com menor expansão da campânula e, consequentemente, diâmetro de campânula menor. O enrolamento é mais compacto, de modo que o instrumento é menor e mais leve no geral.[14]Essas características favorecem os harmônicos de frequência mais alta no som, resultando em um timbre mais brilhante e próximo ao do trombone do que o do eufônio.[7] De modo semelhante à relação entre cornetim e flugelhorn, os dois instrumentos podem ser facilmente dobrados por um mesmo músico, com algum ajuste de respiração e embocadura, já que possuem essencialmente a mesma extensão e digitação.[15]
Como em outros instrumentos de metal com válvulas, cada válvula acrescenta comprimentos de tubulação para abaixar a altura do som do instrumento e produzir uma escala e uma extensão totalmente cromáticas.[16] Os barítonos comumente têm três válvulas de pistão em ação superior, operadas com os três primeiros dedos da mão direita. Alguns possuem uma quarta válvula, geralmente localizada no meio do lado direito do instrumento, tocada com o indicador ou o dedo médio da mão esquerda. Alguns podem ter uma quarta válvula de ação superior, ao lado das outras três, tocada com o quarto dedo da mão direita.[2] Os Tenorhorns europeus geralmente têm formato oval e três ou quatro válvulas rotativas não compensadas, operadas juntas com a mão direita.[8]
Válvulas compensadas
[editar | editar código]Muitos barítonos de três válvulas de estilo britânico e alguns instrumentos americanos mais antigos possuem uma terceira válvula compensada.[3] Elas conduzem a tubulação da terceira válvula de volta pelas duas primeiras, que acrescentam um segundo conjunto de pequenos comprimentos de correção para ajustar a afinação das notas mais graves, por exemplo, dó3 (C3) e si2 (B2).[7] Em modelos de alto padrão, a quarta válvula é compensada, corrigindo a afinação e estendendo a extensão para baixo de mi2 (E2).[13]
A quarta válvula abaixa o instrumento uma quarta, fornece uma digitação alternativa para as válvulas 1+3 e cumpre a mesma função de extensão de registro que o gatilho em fá (F) no trombone tenor.[16] Embora seja menos comum em barítonos, sua ausência não é uma característica definidora.[12]
Execução
[editar | editar código]
O barítono normalmente integra a seção de harmonia em registro de tenor da banda e pode ser utilizado para tocar partes escritas para o trombone tenor, de afinação semelhante, ou para o eufônio.[17]
Extensão
[editar | editar código]No barítono, a segunda parcial sem válvulas acionadas é o Si♭2 na segunda linha da clave de fá. A oitava parcial sem válvulas é o Si♭4 de concerto, no meio da clave de sol. O mi2 (E2), segunda parcial com as três válvulas acionadas, é a nota mais grave nominal do instrumento.[7] Notas mais agudas são possíveis acima de Si♭4, já que a extensão superior é limitada apenas pela condição da embocadura do músico; no entanto, notas acima da frequência de corte da campânula, por volta da décima parcial (ré5, D5), são difíceis de centrar, e glissandi contínuos são possíveis, tornando a digitação por válvulas em grande parte redundante.[16]

As notas mais graves obtidas dependem do conjunto de válvulas do instrumento. Todos os instrumentos de três válvulas são cromáticos até mi2 (E2), e os de quatro válvulas estendem isso pelo menos até dó2 (C2). Instrumentos de quatro válvulas não compensadas sofrem com problemas de afinação nessa região e não conseguem produzir o si1 (B1) grave. Esses problemas são resolvidos com uma quarta válvula compensada. As notas pedais, de Si♭1 para baixo, são os fundamentais da série harmônica do instrumento. Elas são mais difíceis de produzir no barítono do que no eufônio, devido à furação mais estreita e ao bocal menor. A extensão do limite inferior da região de pedais depende da condição da embocadura do músico e da presença de uma quarta válvula.[16]
Notação
[editar | editar código]Nas brass bands britânicas, todos os instrumentos, exceto o trombone baixo, são instrumentos transpositores que usam a notação em clave de sol popularizada na França pelo fabricante de instrumentos Adolphe Sax para suas famílias de instrumentos. Esse sistema permite que os músicos de banda aprendam e alternem facilmente entre instrumentos, já que a digitação das válvulas é a mesma.[8] Como o trombone tenor e o eufônio (e também o saxofone tenor e o clarinete baixo), o barítono, quando notado em clave de sol, é um instrumento em Si♭ que soa uma nona maior abaixo do escrito, uma oitava abaixo do trompete ou do cornetim em Si♭.[5]
![\relative {
\cadenzaOn
\clef treble \key c \major
c'8[ ^ \markup \tiny "transposing" d e f] g4 c
s4 \bar "|"
\clef bass \key bes \major \time 4/4
bes,,!8[ ^ \markup \tiny "concert pitch" c d ees!] f4 bes!
}](http://upload.wikimedia.org/score/m/f/mf10ox43y7asc28hj3k1lwrxz0qis6n/mf10ox43.png)
Em bandas de concerto, o barítono, quando não confundido com o eufônio, pode ser tratado como um instrumento não transpositor, escrito em som real em clave de fá e, como o trombone orquestral, com passagens agudas frequentemente em clave de dó na 4ª linha (tenor). A música de banda de concerto muitas vezes apresenta as partes de barítono tanto em clave de fá quanto em clave de sol transposta em Si♭, para acomodar músicos oriundos de qualquer uma das duas formações, embora profissionais geralmente sejam familiarizados com ambas as notações.[18][16] Na música de banda da Europa continental, o barítono ou o eufônio são ocasionalmente escritos como instrumentos transpositores em Si♭ em clave de fá, soando uma segunda maior abaixo do escrito.[16]
Intérpretes
[editar | editar código]No início do século XX, nos Estados Unidos, o virtuose italiano de trombone, barítono e eufônio Simone Mantia (1873–1951) excursionou com as bandas de John Philip Sousa e Arthur Pryor, fez algumas das primeiras gravações solo e ajudou a popularizar o barítono e o eufônio nos Estados Unidos.[19][20] Leonard Falcone (1899–1985), também nascido na Itália, foi nomeado diretor de bandas da Michigan State University em 1927 e, como professor de eufônio, formou muitos artistas de eufônio e barítono até sua morte, em 1985. O Leonard Falcone International Tuba and Euphonium Festival, um dos principais eventos para instrumentos da família das tubas nos Estados Unidos, foi criado em sua homenagem.[21][22]
Alguns artistas dentro das tradições de bandas sinfônicas e brass bands têm defendido a trompa barítono. Katrina Marzella é uma artista britânica da Yamaha e ajudou a desenvolver o modelo “Neo” de barítono.[23] Ela gravou dois álbuns de música para barítono, Katrina (2009) e Spotlight (2019), ambos estreando obras recém-encomendadas.[24] Ela atuou como barítono solo na Black Dyke Band até sua nomeação, em 2024, como a primeira mulher regente titular da Scotland's champion brass band, a The Cooperation Band.[25] Mike Cavanagh é atualmente o barítono principal da Black Dyke Band e professor de trompa barítono no Royal Northern College of Music.[26]
Helen Harrelson é uma solista britânica de trompa barítono, educadora e defensora das brass bands radicada nos Estados Unidos; fundou, em 2019, a National Youth Brass Band of America e atua com a Fountain City Brass Band em Kansas City. Ela promove a música de brass band por meio do ensino, da performance e da pesquisa.[13] Robert Richardson é um músico escocês de barítono e eufônio que ocupou posições de destaque na National Youth Brass Band of Scotland, antes de se apresentar extensivamente com a US Brass Band of Columbus.[9] Ele foi um dos quatro solistas de barítono que gravaram o álbum da banda Baritones to the Fore! (2008), que incluiu várias novas composições.[27]
Jazz
[editar | editar código]No jazz, trompetistas às vezes fazem dobradinhas em instrumentos valvulados mais graves, incluindo o trombone de válvulas e a trompa barítono. Maynard Ferguson era conhecido por tocar trombone de válvulas (inclusive sua variante superbone) e trompa barítono, por exemplo na música “Gospel John”.[28][29]
A trilha sonora do filme Fremont (2023), do compositor iraniano-canadense Mahmood Schricker, traz Leandro Joaquim na trompa barítono, acompanhado por contrabaixo e pelo setar persa.[30][31]
Repertório
[editar | editar código]Na música orquestral, a contribuição da trompa barítono é rara. O compositor alemão Gustav Mahler, em sua Sinfonia nº 7, escreve para Tenorhorn, mas a parte é frequentemente executada no eufônio.[32]
Compositores italianos ocasionalmente pedem flicorni nas partes de banda (banda) em óperas italianas, e as partes de metais fora de cena do poema sinfônico Pini di Roma (1924), de Ottorino Respighi, incluem partes de barítono marcadas flicorno tenore in Si♭, destinadas a serem tocadas, se possível, em réplicas da antiga buccina romana.[33]
Em bandas, o barítono é usado para preencher a textura de tenor e barítono, e às vezes recebe linhas solo para fazer a ponte entre trombones e eufônios. Para performances solo, a falta de repertório original escrito especificamente para a trompa barítono tem prejudicado sua aceitação como instrumento “sério”.[34] Solistas frequentemente têm de recorrer a concertos e outras obras escritas para trombone ou eufônio. Em 1939, Leonard Falcone publicou um artigo no Music Educators Journal defendendo a criação de mais composições solo para barítono, afirmando que “qualquer pessoa bem familiarizada com o instrumento não pode negar que o barítono é um dos, se não o mais, expressivo dos instrumentos de metal.”[35]
Em 1948, o compositor norte-americano Alan Hovhaness escreveu seu Divan Concerto No. 3 para trompa barítono e orquestra. No século XXI, houve um interesse renovado em compor obras para trompa barítono solo, incluindo a Rhapsody (1991), de Philip Sparke, e concertos com banda de Boris Diev (1997), Roger Thorne (2003), Andrew Duncan (2004), Darrol Barry (2006) e Martin Ellerby (2007).[36] Peter Graham escreveu Turbulence, Tide & Torque (2018), em três movimentos, estreada e gravada por Marzella.[37]
Referências
- ↑ Donington, Robert (1970). The instruments of music 3d ed., rev. and enl. ed. London: Methuen. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ a b c d Yeo, Douglas; Peterson, Lennie (2021). An illustrated dictionary for the modern trombone, tuba, and euphonium player. Col: Dictionaries for the modern musician. Lanham, Maryland: Rowman & Littlefield Imprint of The Rowman & Littlefield Publishing Group, Inc. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ a b c d e f g Bevan, Clifford (2001). "Euphonium". Grove Music Online (8th ed.). Oxford University Press. doi: 10.1093/gmo/9781561592630.article.09077. ISBN 978-1-56159-263-0.
- ↑ "Flicorno". Grove Music Online (8th ed.). Oxford University Press. 2001. doi:10.1093/gmo/9781561592630.article.51233. ISBN 978-1-56159-263-0.
- ↑ a b Baines, Anthony; Herbert, Trevor (2001). "Baritone (ii)". Grove Music Online (8th ed.). Oxford University Press. doi:10.1093/gmo/9781561592630.article.02064. ISBN 978-1-56159-263-0.
- ↑ «Wayback Machine» (PDF). www.horn-u-copia.net. Consultado em 22 de novembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 7 de abril de 2012
- ↑ a b c d e Herbert, Trevor; Myers, Arnold; Wallace, John, eds. (2019), The Cambridge Encyclopedia of Brass Instruments, OCLC 1038492212, OL 20520497W, Wikidata Q114571908
- ↑ a b c d e O'Connor, Michael (2007). "A Short History of the Euphonium and Baritone Horn". In Bone, Lloyd E.; Paull, Eric; Morris, R. Winston (eds.). Guide to the Euphonium Repertoire: The Euphonium Source Book. Bloomington: Indiana University Press. pp. 1–18. ISBN 0-253-34811-0. Wikidata Q135963380.
- ↑ a b c «Brass Bands of the Civil War». JV Music - Musical Arrangements (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ a b «DCX - Drum Corps Xperience». dcxmuseum.org. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «G Bugles». Tiffany Johns (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ a b «The History & Development of the Euphonium - David Childs». www.davechilds.com. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ a b c "Baritones". Besson. London: Buffet Crampon. Retrieved 20 October 2025.
- ↑ Apel, Willi (1969). Harvard dictionary of music 2nd ed., rev. and enlarged ed. Cambridge, Mass: Belknap press of Harvard university press. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «Baritone Horn or Euphonium?». www.dwerden.com. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ a b c d e f Adler-McKean, Jack (2020). The Techniques of Tuba Playing (in multiple languages). Kassel: Bärenreiter. ISBN 978-3-7618-2421-4. OCLC 1201192145. Wikidata Q134349391.
- ↑ Bone, Lloyd E.; Paull, Eric (2007). Guide to the euphonium repertoire: the euphonium source book. Col: Indiana repertoire guides. Bloomington, Ind: Indiana university press. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ Miller, R. J. (2015). Contemporary orchestration: a practical guide to instruments, ensembles, and musicians. New York, NY ; Abingdon, Oxon: Routledge, Taylor & Francis Group. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ Bierley, Paul E. (2006). The Incredible Band of John Philip Sousa. Urbana: University of Illinois Press. ISBN 978-0-252-03147-2. OCLC 67345796. OL 21421603M. Wikidata Q136342539.
- ↑ «Euphoniumist Simone Mantia Remembered (2008) - by Euphoniumist Arthur Lehman». www.dwerden.com. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ "Leonard V. Falcone". Leonard Falcone Collection. Michigan State University. Archived from the original on 9 May 2008. Retrieved 24 April 2011.
- ↑ Welch, Myrna Delford (1973). The life and work of Leonard Falcone, with emphasis on his years as director of bands at Michigan State University, 1927 to 1967 (DMA thesis). University of Illinois.
- ↑ «Katrina Marzella - Yamaha - UK and Ireland». uk.yamaha.com (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «CD review: Katrina | 4barsrest.com». www.4barsrest.com. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «Marzella-Wheeler takes principal baton role at cooperation band». 4barsrest (em inglês). 7 de dezembro de 2024. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «Michael Cavanagh». Besson (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «CD review: Baritones to the Fore! | 4barsrest.com». 4barsrest.com. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ malawolf85 (31 de julho de 2008), Maynard Ferguson - Gospel John, consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ Ferguson, Maynard (1974). Chameleon (album credits). Columbia Records. KC-33007.
- ↑ «Review: Fremont Tells the Story of a Lonely Afghan Woman Who Seeks Connection Through Fortune Cookies». Third Coast Review (em inglês). 8 de setembro de 2023. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «Fremont - Original Soundtrack, by Mahmood Schricker». Mahmood Schricker. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ Bone, Lloyd E.; Paull, Eric; Morris, R. Winston, eds. (2007). Guide to the euphonium repertoire: the euphonium source book. Col: Indiana repertoire guides. Bloomington: Indiana University Press. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «Pini di Roma (Respighi, Ottorino) - IMSLP». imslp.org. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ «CD review: Baritones to the Fore! | 4barsrest.com». 4barsrest.com. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ Falcone, Leonard (1 de dezembro de 1939). «An Appeal for Solos for Baritone Horn». Music Educators Journal (em inglês) (3): 38–38. ISSN 0027-4321. doi:10.2307/3385556. Consultado em 22 de novembro de 2025
- ↑ Richardson, Robert (2022). The baritone horn: an exploration of historical and contemporary repertoire (MPhil thesis). University of Salford. pp. 68–69. Retrieved 4 November 2025.
- ↑ «Review: CD review: Spotlight». 4barsrest (em inglês). Consultado em 22 de novembro de 2025