Barata-americana

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Como ler uma caixa taxonómicaBarata americana
Barata americana (Periplaneta americana)

Barata americana (Periplaneta americana)
Estado de conservação
Status iucn3.1 LC pt.svg
Pouco preocupante
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Subclasse: Pterygota
Infraclasse: Neoptera
Ordem: Blattaria
Família: Blattidae
Género: Periplaneta
Espécie: P. americana
Nome binomial
Periplaneta americana
Linnaeus, 1758

A barata-americana (Periplaneta americana) é uma espécie de barata (geralmente de 2,5 a 4 cm) dotada de asas. Elas são comuns em países de clima tropical, como o Brasil e países da América do Sul. Podem ser achada em diversos lugares do mundo, devido ao fato de serem transportadas acidentalmente em viagens de comércio. Por conta disso são consideradas como espécie cosmopolita.

Foram relatadas aparições destes insetos no nordeste dos EUA (Nova Iorque), e no sul do Canadá (Montreal), geralmente perto de habitações humanas, por não tolerarem o frio. A barata-americana também pode ser achada em vários portos pelo mundo. É considerada uma espécie cinantrópica, ou seja, que vive perto das habitações humanas, utilizando de restos de alimentos para sua própria alimentação, e as construções e entulhos como abrigo.

Acredita-se que o inseto se originou na África, mas já estava estabelecido no sul dos EUA na época em que foi dado um nome para a espécie.

São conhecidas por serem muito ágeis e rápidas, alem de terem asas, o que as ajudam a voar.

Essa espécie de barata é geralmente considerada como peste, já que invade casas e pode transmitir doenças.

As baratas-americanas produzem células que causam efeito regenerativo, dando a elas a capacidade de renovação das células. A regeneração celular depende do tipo de célula afetada, da capacidade de multiplicação da célula e do tipo de célula em questão. O epitélio se regenera rápido e facilmente quando destruído. Células hepáticas e o tecido ósseo têm alto poder regenerativo. As células do músculo liso são capazes de regenerar em resposta a fatores quimiotáticos e mitogênicos. Todas as variedades de tecido conjuntivo são capazes de se regenerar, mas em diferentes níveis de capacidade. O tecido nervoso periférico tem baixo poder de regeneração, mas pode recompor- se diante de agressões.

Ver também[editar | editar código-fonte]