Batalha de Castelnuovo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2011). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Batalha de Castelnuovo
Campanha da Itália
Segunda Guerra Mundial
Data 5 de março de 1945 - 6 de março de 1945
Local  Itália
Desfecho Vitória dos Aliados
Beligerantes
Flag of Brazil (1889-1960).svg Brasil Alemanha Nazi Alemanha Nazista
Comandantes
Flag of Brazil (1889-1960).svg Mascarenhas de Morais
Forças
Flag of Brazil (1889-1960).svg FEB (Força Expedicionária Brasileira) Alemanha Nazi Exército alemão
Baixas
70 (aproximadamente) Desconhecidas

A Batalha de Castelnuovo foi travada ao final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas aliadas e as forças do Exército alemão, que tentavam conter o seu avanço no Norte da Itália.

Iniciando o Assalto[editar | editar código-fonte]

Tal como fora planejado pela 3ª Seção, o ataque contra Castelnuovo, aldeia na comuna de Vergato, devia ser desenvolvido sob a forma de um cerco. O cerco começou de manhã cedo (dia 5 de março), antes que os norte-americanos dessem o sinal para o início do ataque.

O 1º Batalhão do 11º Regimento de Infantaria, comandado por Manoel Rodrigues de Carvalho Lisboa, conquistou o controle de Precaria, ao Sul de Castelnuovo, enquanto o 2º Batalhão do mesmo Regimento, comandado por Orlando Ramagem, num movimento que lhe custou 22 baixas, alcançou o terreno a Sudeste de Castelnuovo.

Com o sinal dos norte-americanos, dado ao meio-dia, o 1º e 2º Batalhões do 6º RI, comandados por João Carlos Gross e Henrique Cordeiro Oeste, iniciaram sua primeira missão, que era a de dominar as eficientes posições de fogo dos alemães em Soprassano, ao Sudoeste de Castelnuovo. Ao redor de Precaria, o 1º Batalhão do 11º RI cobriu o flanco do 6º RI e, ao mesmo tempo, apoiou o principal ataque imediato a Castelnuovo, executado do leste, pelos homens de Ramagem.

Campos minados e pesado fogo inimigo retardaram o progresso do batalhão de Ramagem. Crittenberger (General Willis D. Crittenberger, Comandante Aliado do Teatro de Operações do Mediterrâneo), chegando a Riola, às 5 da tarde, queixou-se da demora pelos brasileiros e telefonou ao comandante do 6º RI, coronel Nelson de Mello, para enfatizar a tomada de Castelnuovo antes de cair a noite. O coronel então ordenou que o batalhão do major Gross continuasse rumo a Castelnuovo, sem esperar a tomada de Soprassano. Às 6 da tarde, com ajuda considerável da artilharia, Castelnuovo caia em poder da FEB. Ao mesmo tempo, o batalhão de Cordeiro, a Oeste, conquistava o controle de Soprassano.

A vitória e o reconhecimento americano[editar | editar código-fonte]

A relativa facilidade desses êxitos do 6º RI foi devida, em parte, à ação do 11º RI no sul e no leste. Foram aprisionados 98 alemães. Das quase 70 baixas brasileiras, cerca de metade foi sofrida pelo 2º Batalhão do 11º RI (o de Ramagem), que enfrentou dificuldades a leste, no início do dia.

Crittenberger, tal como já havia feito por ocasião da vitória brasileira em Monte Castelo, enviou uma mensagem de congratulações a Mascarenhas, dessa vez mencionando também o valioso trabalho de Zenóbio na proteção do flanco esquerdo da Divisão da Montanha.

Mascarenhas elogiou o trabalho de muitos, inclusive dos grupos de Artilharia de José de Souza Carvalho, Waldemar Levi Cardoso e Hugo Panasco Alvim, e os engenheiros do Cel. José Machado Lopes. O comandante da Divisão Brasileira declarou que a tomada de Castelnuovo foi notável pela precisão do planejamento e fidelidade da execução.

Ver também[editar | editar código-fonte]


Ícone de esboço Este artigo sobre Força Expedicionária Brasileira é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.