Batalha de Tuiuti

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1ª Batalha de Tuiuti
Guerra do Paraguai ou Guerra da Tríplice Aliança
Tuyuti.jpg
Data 24 de maio de 1866
Local Tuiuti, Paraguai
Desfecho Decisiva vitória aliada
Beligerantes
Paraguai República do Paraguai Tríplice Aliança:
Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg Império do Brasil
Argentina República Argentina
Uruguai República Oriental do Uruguai
Comandantes
ParaguaiJosé Eduvigis Díaz Flag of Empire of Brazil (1870-1889).svg Manuel Luís Osório
ArgentinaBartolomé Mitre
UruguaiVenancio Flores
Forças
23.000 homens 32.200 homens
21.000 brasileiros
10.000 argentinos
1.200 uruguaios
Baixas
4.000 mortos
6.000 feridos
370 prisioneiros
996 mortos
3.071 feridos

A Primeira Batalha de Tuiuti foi travada em 24 de maio de 1866[1] e é um dos conflitos que integram a Guerra do Paraguai.[2] A disputa aconteceu nos pântanos[3] às margens do lago Tuiuti, no Paraguai. Estima-se que mais de 50 mil homens[4] participaram da batalha, considerada a mais sangrenta da América do Sul.[2] Ela é lembrada como a maior batalha campal travada no continente.[5][6] Na disputa, o exército paraguaio atacou os soldados da Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai.[2] A Batalha resultou em vitória dos Aliados.[7][2]

Contexto[editar | editar código-fonte]

A Guerra do Paraguai (também conhecida como Guerra da Tríplice Aliança) foi o maior conflito armado da América do Sul.[8][9] Ela teve início em dezembro de 1864, com a ordem do então líder do Paraguai, Solano López, de que seu exército invadisse a província brasileira de Mato Grosso.[8] Na ocasião, o Brasil aliou-se à Argentina e ao Uruguai, formando a tríplice aliança.[8] O Paraguai mobilizou quase toda sua população para o esforço de guerra.[2] Em meio aos conflitos, ocorreu a Batalha do Tuiuti.[4]

Batalha de Tuiuti: teatro da operação.

Na luta, elementos táticos de guerra do século XVIII foram usados. O embate contou também com armamentos modernos da era da 2ª Revolução Industrial.[10] Entre os recursos, encontravam-se infantarias lutando em quadrados, além de cavalaria utilizada como arma de choque e artilharia disparando a curta distância e com metralha.[10] Relata-se também que 4º de infantaria atirou sobre o inimigo à queima-roupa.[10] A batalha guiou os rumos da Guerra do Paraguai.[11]

A Guerra do Paraguai se encerrou com a morte de López em 1º de março de 1870.[2]

A Batalha[editar | editar código-fonte]

Depois de duas importantes batalhas (do Passo da Pátria e do Estero Bellaco), as forças aliadas seguiram em direção a Tuiuti,[10] onde chegaram no dia 20 de maio. Sob o comando do argentino Bartolomeu Mitre, presidente da Confederação Argentina,[12] os aliados avançavam cautelosamente em território inimigo, desconhecido, uma vez que não havia mapas confiáveis sobre o terreno.[13] As três nações posicionaram-se de forma desfavorável. Ao sul, estava Bellaco, onde acontecerá outro conflito. Ao norte, López havia organizado sua linha de trincheiras. Os aliados não conheciam os terrenos que estavam a leste e oeste — no último, havia a lagoa Pires, que se ligava ao rio Paraguai.[10] O terreno da batalha, pantanoso, era favorável à defesa, e não ataque. [11]

O comandante do Paraguai foi informado que os adversários se preparavam para um reconhecimento em força ao norte de Rojas no dia 25 de maio e, portanto, decidiu atacá-los um dia antes. No dia da disputa, a cavalaria brasileira estava reduzida a 4.600 homens, sendo que apenas 600 deles estavam montados. Isso porque a situação da guerra era insalubre para os animais.[10]

A Ordem do Dia para 24 de maio de 1866 pedia que os integrantes dos batalhões estivessem a postos para o início da disputa.[14][15] Segundo o plano, começaria às nove horas, mas teve o início adiado em duas horas.[10] Neste momento, as tropas aliadas se preparavam para o almoço e o exército paraguaio demorou para assumir sua posição.[16]  A principio sem um comando definido e sem conhecer direito o terreno por conta da ausência de mapas,a Tríplice Aliança encontrou dificuldades no começo.[11]  O conflito estendeu-se por seis horas.[7]

O evento[editar | editar código-fonte]

Batalha de Tuiuti: Ataque do exército paraguaio às linhas argentinas (Quadro de F. Fortuny).

O efetivo paraguaio atacou, distribuído em três partes. Uma, no centro, e nas duas alas, cada uma com cerca de nove mil homens, tentaram realizar uma manobra de cerco sobre o Exército Imperial brasileiro (localizado à esquerda) e o Exército Argentino (à direita) nos flancos do acampamento aliado.[17] Eram 8.000 infantes e 1.000 cavaleiros para atacar a esquerda aliada; 5.000 infantes com quatro peças de artilharia pelo centro; 7.000 cavaleiros e 2.000 infantes deveriam cair sobre Yataiti-Corá, na direita aliada, totalmente guarnecida pelos argentinos.[10]

O tenente-coronel Salustiano Jerônimo dos Reis, da 14ª Brigada na Batalha de Tuiuti, vê o seu filho, alferes Salustiano Jeronymo Fernandes Reys, de 17 anos, cair ferido por um foguete à Congréve. Mesmo recebendo moralmente o golpe, o coronel dá ordens para avançar.

Devido ao grande número de pessoas e sepultamentos no local, a qualidade da água piorou, indicando que haveria uma epidemia no acampamento.[18]

Soldados uruguaios entrincheirados durante a batalha de Tuiuti.

Gustavo Barroso, professor e político brasileiro, descreve o ataque:

"Flores acampa com a vanguarda diante da mata [...]. Apóia-o o glorioso 1º regimento de artilharia a cavalo [...] comandado pelo tenente-coronel Emilio Mallet [...], com as baterias em posição por trás de um fosso largo e profundo, cavado no silêncio noturno e sem respaldo ou parapeito, de modo que não podia ser suspeitado pelo inimigo. Mais atrás, as divisões brasileiras de Vitorino e Sampaio. Depois as de Argolo e Guilherme Xavier de Souza. Enfim, a cavalaria, quase toda a pé [...]. Na retaguarda [...] a brigada do general Neto. Eram 21 mil homens prontos para a luta. Na frente, os orientais numeravam pouco mais de mil homens. A direita, os argentinos, mal passavam de 10 mil. São, ao todo, uns 32 mil homens. Contra eles, López vai atirar 24 mil soldados escolhidos, num ataque frontal secundado por dois ataques de flanco".[19]

Os aliados foram apanhados de surpresa, também devido à ausência do General Mitre. Porém, com o avançar dos combates e a iniciativa dos comandantes, a batalha começou a ganhar uma dimensão maior, tendo inclusive o General Osório lutado diretamente na luta, assumindo o comando-chefe.[20][7] Em maio de 1866, o exército de Lopez foi novamente derrotado, mas conseguiu retirar-se e recolher-se aos redutos de Curuzú, Curupaití e Humaitá.[21]

Consequências[editar | editar código-fonte]

A batalha culminou em uma expressiva vitória dos aliados.[22][2] Após cinco horas de combate, os paraguaios saem com muitas baixas. O grupo soma mais de 6.000 mortos, contra 3.011 dos adversários, entre eles o general Antônio de Sampaio, um dos líderes do combate e comandante da 3ª Divisão de Infantaria.[23][6] Algumas unidades, como o 40° Batalhão de Infantaria, foram totalmente aniquiladas. Sampaio foi atingido por uma por granada, que gangrenou-lhe a coxa direita. Ele morreu a bordo do vapor hospital Eponina, em 06 de julho de 1866, quando do seu transporte para Buenos Aires.[23]

A batalha resultou em uma derrota desastrosa para o exército paraguaio.[10] Segundo o general Resquin, “foram notáveis as baixas que o exército paraguaio sofreu. Dos vinte e três mil homens que entraram em ação, somente sete mil saíram sãos e três mil feridos levemente; os demais, ou foram mortos, ou feridos com gravidade”.[10][24]

Para o tenente-coronel inglês George Thompson, que trabalhava para o exército paraguaio, o resultado aconteceu porque:[10]

Os aliados levaram enorme vantagem, não só por terem sido atacados em suas próprias posições, e por soldados sem instrução militar, mas porque toda a sua artilharia foi empenhada na luta, enquanto a artilharia paraguaia estava inativa. Tinham também a vantagem de lutar na proporção de dois para um, e de suas armas, que eram melhores. Os paraguaios dispunham de pouquíssimos fuzis raiados, e a maior parte de seus mosquetes era de pederneira. Os aliados, por outro lado, não tinham uma única arma de foto portátil que não fosse raiada, e de toda a sua artilharia somente umas poucas peças, pertencentes aos argentinos, eram de alma lisa.[24]

As perdas aliadas chegaram a 3913 (2935 mortos e 996 feridos), sendo que a maioria das vítimas era de brasileiros, com 719 mortos e 2292 feridos.[10] As baixas no Exército Argentino elevaram-se a 126 mortos e 480 feridos. As do Uruguai, a 133 mortos e 299 feridos.[16]

Os próprio militares criticavam uma perseguição aos soldados que sobraram do exército paraguaio. Antonio de Sena Madureira, por exemplo, diz que[10]

Derrotado o inimigo a 24 de maio, era de esperar que os aliados marchassem imediatamente em sua perseguição, a fim de colherem as vantagens de tão grandioso triunfo. Contra toda expectativa, porém, conservaram-se imóveis as forças da aliança, e aplicaram-se a fortificar suas posições! [...] Napoleão dizia que a vitória estava quase sempre nas pernas dos seus soldados. [...] Por que, pois, não prosseguimos em 25 de maio, depois do necessário repouso das tropas, em perseguição do inimigo, destroçado na véspera, e que fugia em debandada?! Seria porque a nossa cavalaria achava-se a pé? Mas, desde quando tornou-se indispensável ter cavalaria para atacar posições fortificadas, e marchar quando muito três léguas, como era apenas necessário, para chegar a Humaitá: [...] É incrível a nossa imobilidade no dia subseqüente ao de uma vitória tão explêndida, esterilizada completamente por nossa própria culpa! Grande e grave responsabilidade perante a história pesa sobre a cabeça daquele que dirigia as operações da campanha [...] [25]

Bernadino Bormann, escrevendo em tom parecido, aponta que

Todos esperavam que no dia seguinte, 25 de maio, memorável na história da república argentina, o presidente e general em chefe do exército aliado, D. Bartolomeu Mitre, avançasse a frente dele e fosse armar as tendas dos soldados vencedores ao redor de Humaitá que ali estava perto. [...] O general em chefe viu a espantosa mortalidade do inimigo e, quando um exército é despedaçado como foi o exército paraguaio, custa a refazer-se, a reorganizar-se, a voltar a si, por assim dizer da sincope produzida pela hemorragia copiosa, abundante. Assim, cumpre avançar [...]. Os destroços do inimigo vagam pelas matas; aquelas linhas formidáveis estão desguarnecidas: avançar é enfrentar com Humaitá e apoderarmos de mais de 100 canhões [...] Porém, o general em chefe não avança; alega que não tem cavalaria e outros meios de mobilidade para o exército argentino, e ainda mais deficiência de víveres! A pouca cavalaria que temos é suficiente porque as posições que vamos tomar são nas matas e para isso temos baionetas e canhões de sobra. Ali não pode manobrar a cavalaria [..] Alega-se que se desconhece o terreno [...] Não há desculpa. Não avançar no dia 25 de maio não foi um erro; foi um crime.[26]

Batalha de Tuiuti: detalhe do quadro de Cândido López.

Após a batalha, foi necessário recontar os falecidos dos 1º e 2º Corpos de Exército brasileiro, que somente somando das batalhas do Tuiuti, Curuzu e Curupaiti, atingiram a ordem de 2.700 homens.[16][10] Sem condições de continuar um conflito em campo aberto, Solano López colocou sua tropa em trincheiras— Fortaleza de Curupaiti e Fortaleza de Humaitá —, com a esperança de poder desgastar as forças inimigas. López buscou reforçar suas trincheiras e reformar os combalidos quadros de seu exército. Segundo Fragoso, a batalha “havia lhe patenteado de modo exuberante não lhe ser possível afrontar em campo aberto o exército inimigo”.[10][16]

López estabeleceu conexões entre suas principais entrincheiradas por meio de telégrafos elétricos.[27] As disputas na região aconteceram entre maio e julho daquele ano.[16] Thompson afirma que as forças aliadas foram drasticamente reduzidas pela doença causa pela água. Os argentinos tiveram uma redução de 15 mil para 9 mil homens e que os brasileiros teriam sofrido tanto quanto.[10]

A Guerra do Paraguai estendeu-se por anos, apesar da superioridade econômica e demográfica dos países aliados,[2] e encerrou-se em março de 1870[20] com cerca de 370 mil mortos, entre militares e civis.[8]

Exército Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Nas quatro décadas após a Guerra do Paraguai, conflito de maior amplitude enfrentado pelo exército brasileiro,[28] a Batalha do Tuiuti se tornou a principal comemoração militar brasileira, principalmente por ser a mais sangrenta das batalhas travadas na América do Sul.[29] Durante a campanha, a capacidade militar do Exército Brasileiro foi evoluindo. Por fim, os soldados destreinados do início da campanha tornaram-se uma força eficiente.[30]

O Exército exaltava a bravura de seus generais e soldados na Batalha do Tuiuti e, assim, usavam datas importantes da disputa como comemorações. Isso porque, além da memória gloriosa, devido a vitória, a batalha é um marco do ingresso da instituição na vida política brasileira.[3]

Muitos militares brasileiros destacaram-se na disputa, dentre eles, o general Manuel Luís Osório, comandante das forças brasileiras, escolhido por D. Pedro II com o título de Marquês de Herval, devido a seus feitos na campanha.[29] Além disso, os patronatos das armas do Exército, a partir da década de 1940, foram ocupados por chefes militares que atuaram na Batalha de Tuiuti.[28] Osório, figura decisiva para rechaçar o ataque paraguaio,[31] por exemplo, se tornou o patrono da cavalaria. Além dele, Antônio de Sampaio, patrono da infantaria e Emílio Mallet, patrono da artilharia. Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, também se sagrou Patrono do Exército. Caxias e Osório receberam diversas homenagens, entre elas estátuas na cidade do Rio de Janeiro, em 1894.[28]

Era em frente à estátua de Osório, na praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro, que se comemorava anualmente a batalha.[5] Por anos, comemorava-se no 24 de Maio "O Dia do Exército" ou "A Festa do Exército". Osório era retratado como o maior herói de Tuiuti.[5]

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Destaques[editar | editar código-fonte]

Referências

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  2. a b c d e f g h «Veja a cronologia da Guerra do Paraguai». Mundo. 13 de dezembro de 2014 
  3. a b Rodrigo, Marcelo (2009). «Guerra do Paraguai: Os caminhos da memória entre a comemoração e o esquecimento». Consultado em 1 de novembro de 2017 
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  31. Ribeiro, Cristiano Prado (2011). «Gustavo Barroso e a Construção do Exército Brasileiro» (PDF). Consultado em 1 de novembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]