Bella Abzug

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Bella Abzug

Bella Savitzky Abzug (Nova Iorque, 24 de julho de 1920 — Nova Iorque, 31 de março de 1998) foi uma advogada, líder feminista e política judia estadunidense.

Formou-se em Direito nos anos 1940, numa época e que muito poucas mulheres o faziam, e foi uma franca defensora dos direitos civis no sul dos Estados Unidos. Advogada de causas liberais, lutou pela emenda da igualdade dos direitos e fez forte oposição à guerra no Vietnã, o que a levou a ser considerada uma das maiores opositoras do presidente Nixon.

Foi representante do estado de Nova Iorque na Congresso, de 1971 a 1977, pelo Partido Democrata, tendo ficado famosa pela franqueza das suas intervenções e pelos chapéu que usava. Foi também um dos primeiros membros do Congresso a apoiar os direitos dos gays.

Em 1990, co-fundou a Organização das Mulheres para Desenvolvimento e Meio Ambiente, organização criada para mobilizar as mulheres a participarem de conferências internacionais, e da qual foi também presidente.

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Inseriu a IDELOGIA DE GENERO na ONU - Quando Bela Abzug conseguiu introduzir a ideologia de gênero nos documentos da ONU, os anarcofeministas que assumiram postos de decisão nos governos dos Estados-membros da ONU, começaram a exigir que os governos incluíssem também a perspectiva de gênero em suas legislações e diretrizes e metas educacionais, configurando em nível local, regional e nacional, a agenda controlista, antivida, anticristã e anti-família por estes grupos internacionais. Por isso, mais uma vez, o Brasil e outros países vêem sua soberania aviltada por esses pérfidos interesses. Daí o trabalho, de levar informações aos deputados senadores, e pressionar o legislativo brasileiro a não ceder diante desta ideologia totalitária que querem implantar no País.

O que é o PNE e quais os riscos de sua aprovação ? O Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece as diretrizes e metas da educação brasileira para os próximos dez anos, norteando o conteúdo e as metodologias de ensino em todo o País, com instrumentos legais para exigir dos professores, diretores e também donos de escolas particulares a cumprirem o que está determinado no referido PNE. O governo do PT (a exemplo do que já expôs no PNDH3 ) visa disseminar a agenda do feminismo radical, assumida pela ONU, para intensificar o processo de desmonte civilizacional, de modo especial os princípios e valores da cultura ocidental, de tradição judaico-cristã. É, portanto, uma agenda anticristã inclusa no PNE, com a ideologia de gênero.

Os ideólogos de gênero "tem a pretensão de modificar a estrutura íntima do ser humano por meio de uma transformação cultural levada a cabo pela manipulação da linguagem e pelo controle dos meios de comunicação". O governo do PT sabe que para fazer a revolução cultural que pretende, precisa instrumentalizar toda a rede de ensino para seus fins de perversão, fazendo dos professores escravos de uma ideologia, obrigados a ensinar e doutrinar as crianças, desde a mais tenra idade, de que a identidade sexual não pode estar condicionada a um determinismo biológico, pois que seria uma construção sócio-cultural, e não pode haver diferenças também nesta dimensão relacional, pois as diferenças acentuam lógicas de dominação e poder.O próprio relator do PNE na Câmara, deputado Angelo Vanhoni, afirmou em entrevista à TV Canção Nova, de que a escola é o espaço privilegiado para a transformação dos valores. Espaço este que o governo quer tomar de vez para promover a sua revolução cultural, anti-cristã e inteiramente desumana. A ideologia de gênero nega a natureza humana e fere profundamente a humanidade do homem e da mulher, que deixam de ser complementares, pois, para os ideólogos de gênero, a identidade sexual não é um dado natural, mas uma construção sócio-cultural, que pode ser manipulada, atingindo assim o âmago do que é ser homem e mulher, e destruindo assim a dimensão humana da família monogâmica e heterossexual (realidade caracterizada pela dualidade, complementaridade e fecundidade).

Marx – odiava a estrutura familiar, para ele a família deveria ser abolida.

Resumindo e [1] Traduzindo em linguagem vulgar: Ninguém tem sexo definido, os pais não poderão dizer que tem um filho homem ou mulher. A “cria” decidirá quando ficar maior. Uma família: pai e mãe e filhos é fora de moda. Bom é todo mundo copulando com todo mundo, pagando impostos e vivendo individualmente. Isso está certo? O governo dá aquela pílula abortiva e legaliza o aborto. Afinal a mulher tem o direito de matar. O governo, com tudo isso quer o controle populacional através da destruição da família. E quem não faz nada, está escrevendo a história.

Como pretendem implantar no Brasil -[2]

Através da aprovação da PNE (em nível de materiais, conteúdos, etc.) a ideologia de gênero seria apresentada aos estudantes brasileiros. A medida afetaria também as escolas particulares? Escolas católicas, por exemplo, teriam que, obrigatoriamente, incluir a ideologia de gênero em seus materiais e planejamento de classes?

O MEC passaria a produzir materiais didáticos, livros, cartilhas, DVDs, etc. (inclusive já fazem atualmente), promover atividades, workshops, capacitações, para que todos aceitassem o anarquismo da ideologia de gênero, sob o amparo da lei. Com isso, os professores serão obrigados a concordar com uma ideologia eivada de equívocos, e de efeitos sociais danosos, e terão de repetir a cartilha igualitária do MEC se quiserem sobreviver. E as escolas particulares que questionarem o conteúdo ideológico imposto, sofrerão sanções. A forma de fechar o cerco e acuar todos na redoma será criar e consolidar o Sistema Único de Educação, para garantir a uniformização do pensamento na rede de ensino. Não se admitirá quem destoe do discurso oficial. E o governo do PT (de modo especial as mulheres empoderadas por Dilma Roussef) continuará dizendo que tudo isso é democracia.
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