Bernabé Cobo

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O padre Bernabé Cobo (nascido em Lopera na Espanha, 1582; morreu em Lima, Peru, 9 de outubro de 1657) foi um missionário jesuíta espanhol e escritor. Ele desempenhou um papel na história primitiva da quinina por sua descrição da casca da quina; ele trouxe um pouco para a Europa em uma visita em 1632.[1]

Ele era um estudante completo da natureza e do homem na América espanhola. Sua longa permanência (61 anos), sua posição como padre e, várias vezes, como missionário, deu-lhe oportunidades incomuns para a obtenção de informações confiáveis. O botânico espanhol Cavanilles deu o nome de Cobæa a um género de plantas pertencentes à Bignoniaceae do México, sendo a Cobaea scandens seu representante mais marcante.

Vida[editar | editar código-fonte]

Ele foi para a América em 1596, visitando as Antilhas e Venezuela e desembarcou em Lima em 1599. Entrando na Companhia de Jesus, em 14 de outubro de 1601, ele foi enviado por seus superiores em 1615 com a missão em Juli, onde e em Potosí, Cochabamba, Oruro e La Paz, ele trabalhou até 1618. Ele foi reitor da faculdade de Arequipa de 1618 até 1621, depois em Pisco, e, finalmente, em Callao com as mesmas funções, até 1630. Ele foi então enviado para o México, e lá permaneceu até 1650, quando retornou ao Peru.

Trabalhos[editar | editar código-fonte]

Ele escreveu duas obras, uma das quais está incompleta. Também afirma-se que ele escreveu um trabalho sobre botânica em dez volumes, que, ao que parece, está perdido.

De sua principal obra, a qual os biógrafos dão o título de Historia general de las Indias (em espanhol), e a qual ele terminou em 1653, apenas a primeira metade é conhecida e já apareceu impressa (quatro volumes, em Sevilha, em 1890 e anos posteriores).[2][3] O restante, no qual ele trata, ou alega de ter tratado, de cada subdivisão geográfica e política em detalhe, nunca foi terminada, ou está perdida.

Seu outro livro apareceu impresso em 1882, e faz parte da História do Império Inca mencionado, mas ele fez um manuscrito separado dele em 1639, e por isso foi publicado como Historia de la fundación de Lima[4], alguns anos antes da publicação dos principais manuscritos.

A História do Império Inca pode, na literatura americana, ser comparado com apenas um trabalho, General and Natural history of the Indies[5] de Oviedo. Sobre animais e plantas do continente, é mais completa do que Nieremberg, Hernandez e Monardes. Em relação ao passado pré-colombiano e vestígios, Cobo é, para a costa oeste sul-americana, uma fonte de primordial importância, para as observações precisas dos hábitos e costumes, e as descrições geralmente precisas sobre as principais ruínas da América do Sul.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Torres Saldamando, Antiguos Jesuitas del Peru (Lima, 1882);
  • Cabanilles, Discures sobre algunos botanicos españoles del siglo XVII in the Anales de historia natural (Madrid, 1804).

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Ronald H. Petersen (2001) New World Botany: Columbus to Darwin p. 157, A.R.G. Gantner Verlag; Königstein, Germany ISBN 978-3-9041-4475-9; OCLC 47857247
  2. Bernabé Cobo (1890) Historia del Nuevo mundo Vol. 1, Imp. de E. Rasco, Seville (Google eBook) (Spanish)
  3. Bernabé Cobo (1895) Historia del Nuevo mundo Vol. 4, Imp. de E. Rasco, Seville (Google eBook) (Spanish)
  4. Bernabé Cobo (1882) Historia de la fundación de Lima, Imprenta liberal, Lima, Peru (Google eBook) (Spanish)
  5. Valdés, Gonzalo Fernández de Oviedo y (1941-01-01). General and Natural History of the Indies: Islands and Mainland of the Ocean. [S.l.: s.n.]  Verifique data em: |ano= (ajuda)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Este artigo incorpora texto da Catholic Encyclopedia, publicação de 1913 em domínio público.