Big Bang (banda)

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BIGBANG
빅뱅
Da esquerda para a direita: G-Dragon, T.O.P, Seungri, Taeyang e Daesung
Informação geral
Também conhecido(a) como Reis do K-Pop[1][2]
Boy Band da Nação[3]
Origem Seul
País Coreia do Sul
Gênero(s)
Período em atividade 2006 – atualmente
Gravadora(s) Coreia do Sul YG Entertainment
Japão Avex/YGEX
República da China Warner Music Taiwan
Afiliação(ões)
Integrantes T.O.P
Taeyang
G-Dragon
Daesung
Seungri
Página oficial www.ygbigbang.com
ygex.jp/bigbang/
Hangul, hanja.png Este artigo contém texto em coreano.
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Big Bang (hangul: 빅뱅, estilizado como BIGBANG) é um grupo masculino sul-coreano formado pela YG Entertainment, tendo sua estreia oficial datada em 19 de agosto de 2006. Seus membros são G-Dragon, T.O.P, Taeyang, Daesung e Seungri. O grupo, com suas raízes predominantemente no hip hop, obteve inicialmente um sucesso moderado. Em 2007, conquistou seu primeiro grande êxito através do lançamento de seu primeiro extended play (EP), Always, que produziu a canção "Lies" (hangul: 거짓말; rr: Geojitmal). Ela permaneceu na primeira colocação das principais paradas musicais sul-coreanas durante sete semanas consecutivas, estabelecendo um novo recorde.[6] Além disso, "Lies" venceu o prêmio de Canção do Ano no Mnet Korean Music Festival do mesmo ano.[7]

Seus EPs subsequentes apoiaram o crescente sucesso e popularidade do grupo, gerando canções que lideraram as paradas musicais, como Hot Issue (2007), que trouxe a faixa-título "Last Farewell" (hangul: 마지막 인사; rr: Majimak Insa), e Stand Up (2008), que produziu "Day by Day" (hangul: 하루하루; rr: Haru Haru).[8][9] Após receber diversos prêmios, dentre eles o de Artista do Ano no Mnet Asian Music Awards de 2008,[10] o Big Bang continuou a sua já iniciada expansão para o mercado fonográfico japonês, lançando seu primeiro álbum de estúdio japonês, intitulado Number 1, que consequentemente o levou a vencer três prêmios no MTV Video Music Awards Japan.[11] Desde então, lançou mais quatro álbuns de estúdio japoneses: Big Bang (2009), Big Bang 2 (2011), Alive (2012) e Made Series (2016). Em meio às suas promoções japonesas, os membros ramificaram-se em atividades individuais, com G-Dragon e Taeyang lançando álbuns, G-Dragon e T.O.P formando a subunidade GD&TOP, Seungri e Daesung atuando em musicais e apresentando programas de variedades e T.O.P passando a estrelar diversos filmes.

Após uma pausa de dois anos em suas atividades como um grupo na Coreia do Sul, os membros reuniram-se em 2011 para o lançamento do EP Tonight. Entretanto, suas promoções foram interrompidas quando alguns membros enfrentaram problemas legais. No final do ano, o Big Bang tornou-se o primeiro vencedor do prêmio de Melhor Artista Global do MTV Europe Music Awards.[12] Três meses depois, lançou seu álbum mais bem sucedido, o EP Alive (2012), que lhe rendeu seu segundo prêmio de Artista do Ano no Mnet Asian Music Awards daquele ano. Além disso, Alive tornou-se o primeiro álbum em língua coreana a entrar na parada estadunidense Billboard 200,[13] feito conquistado antes do início de sua primeira turnê mundial, concluída no início de 2013. Em 2015, venceu seu terceiro prêmio de Artista do Ano no Mnet Asian Music Awards, através do lançamento dos álbuns singles: M, A, D e E, que precederam o lançamento de seu terceiro álbum de estúdio coreano, Made, lançado em 2016. Suas faixas foram recebidas com sucesso comercial e de crítica, obtendo mais de quinze milhões de cópias digitais vendidas na Ásia.[14]

Considerados os "Reis do "K-Pop"[1][2][15][16][17] e a "Boy Band da Nação",[3] o seu envolvimento em compor e produzir suas próprias canções, ganhou o respeito e elogios por parte da indústria musical.[18] O quinteto tem sido aclamado como ícones do K-pop por sua participação na divulgação da onda coreana em todo o mundo, juntamente com sua influência no gênero. Suas vendas são de mais de 140 milhões de cópias, sendo o grupo masculino com maiores vendas da Ásia e um dos maiores do mundo.[19][20][21] Ao longo de sua carreira, o Big Bang recebeu numerosos prêmios e foi responsável por diversos recordes, incluindo o de artista com mais meses em número um na parada da Gaon e mais semanas em número um no serviço de música online Melon, além de ser o artista com maiores vendas do Cyworld. O grupo tornou-se o primeiro artista sul-coreano a entrar nas listas "Celebrity 100" e "30 under 30" da revista estadunidense Forbes. Citando sua popularidade global e contribuição para o K-pop, o jornal The Washington Post descreveu-o como "a maior banda da ásia"[22] e a revista The Hollywood Reporter como "a maior boy band do mundo".[23]

História[editar | editar código-fonte]

2000–2007: Formação e estreia[editar | editar código-fonte]

Antes da estreia do grupo, alguns dos membros já haviam participado da indústria do entretenimento. Com onze anos de idade, G-Dragon e Taeyang foram os primeiros a juntarem-se ao sistema de treinamento da YG Entertainment. T.O.P era um rapper underground[24] e utilizava o nome artístico de "Tempo". Uma de suas faixas mais populares foi "Buckwild", que contou com a participação de NBK Gray. Após G-Dragon ser abordado pela YG Entertainment a fim de ser um dos possíveis candidatos a iniciar um grupo masculino, ele contactou T.O.P, seu amigo de infância, levando-o a participar de uma audição.[25] Seungri apareceu pela primeira vez no programa de televisão chamado Let's Cokeplay: Mnet Battle Shinhwa, em que o grupo Shinhwa procurava membros para compor a "segunda geração Shinhwa". Assim, a formação original do Big Bang consistia em 6 membros, além dos supracitados G-Dragon, Taeyang, T.O.P e Seungri, foram adicionados Daesung e So-1 que também foram selecionados através de audições. A formação do grupo foi apresentada em um documentário para a televisão e antes de sua estreia oficial, So-1 foi retirado.[26][27]

O Big Bang realizou sua estreia oficial em 19 de agosto de 2006 no Olympic Gymnastics Arena em Seul, durante o concerto de dez anos da YG Family.[28] No mesmo mês lançaram Bigbang, seu primeiro álbum single, contendo as faixas "We Belong Together", com a participação da companheira de gravadora Park Bom; "A Fool's Only Tears" (hangul: 눈물 뿐인 바보; rr: Nunmulppunin Babo) e "This Love", uma adaptação da canção da banda de pop rock estadunidense Maroon 5, que foi reescrita e performada por G-Dragon.[26] Suas vendas foram de cerca de 40.000 cópias.[29] Em 23 de setembro de 2006, o grupo realizou sua apresentação de estreia na televisão seguido do lançamento do segundo álbum singleBig Bang is V.I.P, que obteve vendas de 32.000 cópias.[29] Seu último álbum single, Big Bang 03, obteve vendas finais próximas a 40.000 cópias.[29] No final de dezembro de 2006, o Big Bang lançou o seu álbum de estreia intitulado Bigbang Vol.1-Since 2007, que vendeu mais de 110,000 cópias,[30]e em seguida realizaram o seu primeiro concerto, de nome The Real.

2007–2008: Avanço do sucesso e estreia no Japão[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Always (EP), Hot Issue (EP), For the World e Remember
Big Bang no MTV Fast Forward na Tailândia em dezembro de 2007.

Em 8 de fevereiro de 2007, o Big Bang lançou First Live Concert: The Real, o seu primeiro álbum ao vivo, que vendeu 30.000 cópias até o final do ano.[31] O grupo também iniciou a turnê Want You, visitando cinco cidades sul-coreanas.[32] Seu primeiro EP, Always (2007), que teve G-Dragon como o principal compositor e letrista,[33] marcou diversas mudanças para o grupo. Apesar de anteriormente já estarem escrevendo e compondo suas próprias canções, eles decidiram ter maior controle sobre sua música, afastando-se de suas raízes de hip hop. O referido EP, também foi o responsável por ter introduzido a música eletrônica as canções do grupo. Além disso, sua recepção foi bastante positiva, principalmente no que diz respeito a canção "Lies", descrita pelos críticos de música como "de alto nível".[34] Lançado como o primeiro single, tornou-se o seu primeiro sucesso número um e o EP em si, vendeu mais de 120,000 cópias.[35] Seu segundo EP, Hot Issue, lançado no mesmo ano, seguiu o sucesso de seu antecessor. A faixa-título "Last Farewell", conquistou a primeira posição em diversas paradas musicais, incluindo o Juke-On, onde permaneceu no topo por oito semanas consecutivas.[36] A canção também ganhou o prêmio de Canção do Mês (de música digital) do Cyworld, e impulsionou as vendas de mais de 120,000 cópias de Hot Issue na Coreia do Sul.[37] Paralelamente, o Big Bang realizou o concerto Big Bang is Great, com todos os seus ingressos vendidos em apenas dez minutos.[38][39]

Posteriormente, foi relatado que alguns membros haviam sido hospitalizados devido ao excesso de apresentações e exaustão,[40] interrompendo suas atividades promocionais. Mais tarde, foram divulgados relatórios em que seus álbuns e singles estavam com uma demanda muito alta, levando a gravadora a reimprimir e reembalá-los para relançamento.[41] Com o sucesso de seus EPs, o grupo recebeu diversos prêmios, incluindo o de Melhor Grupo Masculino e Canção do Ano no Mnet Asian Music Awards em 2007.[42] E posteriormente o de Artista do Ano no Seoul Music Awards.[43] O Big Bang ganhou um total de 12 bilhões de wones (cerca de US$11,5 milhões de dólares) no final do ano.[44]

Com o fim do ano de 2007, o Big Bang aventurou-se no mercado fonográfico do exterior, indo para o Japão. Seu primeiro EP japonês, For the World,[45] lançado no início de 2008, alcançou a posição de número dez na parada de álbuns da Oricon apesar da pouca promoção recebida.[46] O grupo também realizou um concerto no JCB Hall em Tokyo Dome City. O Big Bang retornou a Coreia do Sul após as suas promoções no Japão terminarem, e embora suas atividades tenham sido atrasadas ​​devido a projetos solo, o seu terceiro EP coreano, Stand Up (2008), foi lançado contendo a participação do DJ e produtor japonês Daishi Dance e da banda de rock sul-coreana No Brain. Stand Up ultrapassou a marca de 200,000 cópias em vendas.[47] "Day by Day", sua faixa-título, alcançou a primeira posição em diversas paradas musicais online sul-coreanas, durante seis semanas consecutivas.[48] Seguindo o seu êxito, outras cinco canções também entraram no Top 20, como "Heaven" (hangul: 천국; rr: Cheonguk) alcançando o segundo lugar, "Oh My Friend" em número nove, "A Good Man" (hangul: 착한 사람; rr: Chaghan Salam) em doze, e "Lady" em dezesseis.[49]

Durante o lançamento de seus materiais coreanos, o quinteto lançou a canção japonesa "Number 1" do álbum de mesmo nome (2008), apresentando-a em programas de rádio e televisão japoneses. O álbum alcançou a posição de número três na parada diária de álbuns da Oricon. O seu segundo álbum coreano, Remember, também lançado em 2008, trouxe como primeiro single "Sunset Glow" (hangul: 붉은 노을; rr: Byulkeun Noeul), seguido de "Strong Baby", uma faixa solo de Seungri. O álbum vendeu mais de 200.000 cópias,[49] e o grupo recebeu seu segundo prêmio de Artista do Ano no Mnet Asian Music Awards.[50] No final do ano, foi relatado que o Big Bang havia ganho um total de 36 bilhões de wones (cerca de US$ 34.500 milhões de dólares).[44]

2009–2011: Projetos solo, atividades no Japão e Tonight[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Big Bang 2, GD&TOP e Tonight (EP)
Big Bang em anúncio publicitário.

Enquanto o grupo estava em uma pausa no início de 2009, seus membros seguiram em atividades solo. Eles reuniram-se posteriormente para colaborar com o 2NE1, um novo grupo feminino de sua gravadora, apelidada na ocasião de "O Big Bang feminino",[51] para o lançamento da canção "Lollipop", utilizada para promover um telefone celular da empresa LG, além disso, um vídeo musical também foi filmado para a sua promoção.[52] Em seguida, o grupo lançou o single digitais promocional "So Fresh, So Cool", para a marca de cerveja Hite, sem a presença de Seungri, que não possuía idade para beber.[53] Em agosto de 2009, seu segundo álbum japonês foi lançado pela Universal Music Japan e promovido através de dois singles: "My Heaven" e "Gara Gara Go!!" (Japonês: ガ ラ ガ ラ GO !!).[54][55] Sendo "My Heaven", uma versão japonesa de seu single coreano "Heaven" do EP Stand Up (2008), composta em parceria com Daishi Dance.[32] A canção estreou na posição de número três na parada da Oricon.[56] "Gara Gara Go!" alcançou o quinto lugar[57] e o álbum em si posicionou-se em número três.[58]

Em janeiro de 2010, o Big Bang realizou o concerto 2010 Big Bang Concert Big Show,[59] no Estádio Olímpico de Seul.[60] No mês seguinte, foi ao Japão realizar a turnê Electric Love.[61] Seu terceiro álbum de estúdio japonês, Big Bang 2 (2011), foi precedido pelo lançamento de três singles: '"Koe wo Kikasete" (Japonês: 声をきかせて lit. Let Me Hear Your Voice?), "Tell Me Goodbye" e "Beautiful Hangover".[62] "Koe wo Kikasete" foi incluída no drama japonês Ohitorisama (Japonês: お ひ と り さ ま; One Person)[32][63][64] e atingiu a posição de número quatro na parada da Oricon.[65] "Tell Me Goodbye" foi incluída no relançamento do drama sul-coreano Iris no Japão.[66] A canção provou ser popular recebendo comentários favoráveis[66] e venceu o prêmio de Canção do Ano no Japan Record Awards.[67] Na Coreia do Sul, o grupo lançou dois singles com vínculos promocionais, o primeiro "Lollipop Part 2", para promover um telefone celular[68][69] e o segundo "Shout of the Reds", que contou com a participação da banda de rock Transfixion e da patinadora Kim Yuna, em apoio a Copa do Mundo de 2010.[70] Durante a maior parte do ano, os membros promoveram seus trabalhos individuais,[71] incluindo o lançamento da subunidade GD&TOP com seu álbum de colaboração.[72] O Big Bang também recebeu diversos prêmios notáveis, incluindo o de 5 Novos Artistas no Japan Gold Disc Awards,[73] bem como o prêmio de Melhor Novo Artista.[74] Próximo ao fim do mês de maio, o grupo recebeu os prêmios de Melhor Vídeo Pop e o de Melhor Novo Artista no MTV Video Music Awards Japan.[75]

Big Bang durante apresentação em 2011.

Após quase dois anos de uma pausa de suas atividades como um grupo na Coreia do Sul, o Big Bang retornou ao país com seu concerto 2011 Big Show.[76] Onde apresentou canções de seu último EP Tonight (2011),[77] que obteve uma pré-venda de 10.000 cópias no Cyworld, superando o recorde estabelecido pelo grupo TVXQ de 6.500 cópias em 2008.[78] O EP que vendeu 100.000 cópias em uma semana,[79] obteve uma recepção positiva, com Choi Jun do Asiae elogiando a nova direção musical do grupo, reconhecendo que durante os seus dois anos de pausa, o "seu estilo e sensibilidade musicais tem se aprofundado".[80] Após sete dias do lançamento de Tonight, foi relatado que o grupo já havia ganho ₩ 7 bilhões de wons (cerca de US$ 6,6 milhões de dólares).[81] Ademais, sua faixa-título de mesmo nome, conquistou a primeira posição na parada da Gaon.[82] Logo após as promoções de Tonight se encerrarem, o Big Bang lançou um álbum de edição especial trazendo duas novas faixas: "Love Song" e "Stupid Liar". O vídeo musical de "Love Song" obteve dois milhões de visualizações no YouTube em apenas dois dias.[83] Posteriormente, o grupo iniciou a turnê intitulada Love & Hope Tour, em apoio ao álbum.[84]

Em 2011, o Big Bang venceu os prêmios de Melhor Artista Global do MTV Europe Music Awards, como os representantes da região Ásia-Pacífico, recebendo mais de 58 milhões de votos,[85] e o prêmio de Melhor Vídeo Musical com "Love Song", no Mnet Asian Music Awards.[86] Mais tarde o grupo celebrou o décimo quinto aniversário da YG Entertainment, participando do YG Family Concert Tour, que foi seguido do lançamento em 14 de dezembro, de sua terceira coletânea de maiores sucessos, contendo uma versão japonesa da canção "Haru Haru". O álbum liderou a parada da Oricon em seu primeiro dia de lançamento[87] e vendeu mais de 14.000 cópias em sua primeira semana. Foi relatado que o Big Bang ganhou ₩ 88 bilhões de wones (cerca de US$ 84.500 milhões de dólares) em 2011, apesar de sua promoção ter sido de apenas meio ano. Entre os ganhos inclusos, estão um concerto do grupo para a emissora SBS de nome Big Bang Show, bem como as turnês 2011 Big Show e Love & Hope Tour, esta última realizada no Japão.

2012–2014: Alive, primeira turnê mundial e atividades solo[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Alive (EP) e Alive Galaxy Tour
Big Bang no K-Collection Fashion Show em 2012.

Em janeiro de 2012, a YG Entertainment deu início a divulgação de Alive, o terceiro EP coreano do Big Bang, lançado em 29 de fevereiro nos formatos físico e digital. Sua pré-venda obteve 260.000 cópias em duas semanas.[88] "Blue" tornou-se o seu primeiro single, lançado uma semana antes do EP, e alcançou a primeira posição em todas as principais paradas nacionais.[89]Alive tornou-se um sucesso comercial, vendendo mais de 200.000 cópias em seu primeiro mês de lançamento.[90]Internacionalmente, o Big Bang obteve cinco posições na parada K-Pop Hot 100 da Billboard, e a posição de número 150 da Billboard 200, tornando o grupo o primeiro artista sul-coreano a ter um álbum em língua coreana na parada estadunidense.[91] Sua popularidade também impulsionou sua entrada na parada Billboard Social 50, na posição de número 24. Mais tarde, o grupo recebeu reconhecimento de sites locais notáveis, como a da revista Time[92] e uma imagem sua foi destaque na página inicial do Grammy Awards.[93]

O lançamento do álbum coincidiu com o seu concerto anual, Big Show 2012, realizado no Estádio Olímpico de Seul entre 2 a 4 de março para quarenta mil fãs com ingressos esgotados.[94] Isto marcou o início de sua primeira turnê mundial intitulada Alive Galaxy Tour, em parceria com a Live Nation,[95] que foi dirigida pela renomada coreógrafa Laurieann Gibson. A turnê levou o grupo a se apresentar em mais de 21 cidades em treze países.[94] Filmagens do Big Show foram transmitidas para 160 países através do programa MTV World Stage da MTV, o que auxiliou na promoção de sua turnê mundial. Em 6 de março de 2012, o vídeo da canção "Fantastic Baby" foi lançado no YouTube. Atualmente, esta é a canção mais conhecida do grupo, seu vídeo já recebeu mais de 200 milhões de visualizações no supracitado site, sendo o vídeo mais visto por um grupo sul-coreano.[96]

Uma versão japonesa de Alive foi lançada como álbum em 28 de março de 2012, nos formatos físico e digital. Sua versão física contêm a canção "Haru Haru" em japonês, além de duas faixas japonesas adicionais.[97] Suas vendas foram de mais de 23.000 cópias em seu primeiro dia de lançamento, alcançando a posição de número dois na parada da Oricon,[98]totalizando vendas de mais de 200.000 cópias,[99] o que levou o álbum a ser certificado como ouro pela RIAJ.[98] As promoções japonesas do Big Bang iniciaram-se com uma apresentação no Springroove Festival 2012, ao lado de artistas de hip hop estadunidenses e japoneses. O grupo foi o primeiro artista sul-coreano a ser convidado juntamente com suas companheiras de gravadora 2NE1.[100] Após o sucesso de seu retorno, em 3 de junho do mesmo ano, o Big Bang lançou um álbum de edição especial intitulado Still Alive, contendo a faixa-título "Monster". O álbum vendeu mais de 100.000 cópias em seu primeiro mês de lançamento.[99] Em 20 de junho, o álbum japonês Alive também recebeu o lançamento de uma edição especial, sob o nome de Alive -Monster Edition-, após seu homólogo coreano.

O sucesso de seu álbum de edição especial impulsionou ainda mais o reconhecimento global do grupo, que alcançou a posição de número onze na parada Billboard Social 50.[101] O Big Bang excursionou extensivamente durante todo o resto do ano, abrangendo diversos países e regiões com a sua turnê Alive Galaxy Tour. Após sua apresentação nas Américas, o grupo retornou ao Japão a fim de realizar o concerto Special Final in Dome Tour, em alguns dos maiores estádios do país, incluindo o Osaka Dome, Tokyo Dome e Fukuoka Dome. O quinteto também realizou apresentações em Hong Kong e Inglaterra em dezembro de 2012. Sua turnê foi concluída com um período de três noites no Olympic Gymnastics Arena em Seul. Em novembro de 2012, o Big Bang recebeu os prêmios de Melhor Grupo Masculino e Artista do Ano no Mnet Asian Music Awards.[102] Além disso, venceu o prêmio na categoria de Melhor Fã, da premiação italiana TRLAwards.[103] Após as atividades promocionais do grupo se encerrarem, seus membros retornaram as suas respectivas atividades individuais.

2015–presente: Made, segunda turnê mundial, aniversário de 10 anos e serviço militar[editar | editar código-fonte]

Ver artigos principais: Made World Tour e Made
Big Bang durante a sua turnê Made World Tour em 2015.

Em 2015, o Big Bang reuniu-se para o lançamento de um projeto especial contendo quatro álbuns single: M, A, D e E.[104] Em 1 de maio, M foi lançado contendo as canções "Loser e "Bae Bae", que alcançaram as posições de número um e dois, respectivamente, na parada da Billboard de World Digital Songs. Tal feito de um artista sul-coreano, só havia sido realizado por seu companheiro de gravadora Psy, com suas canções "Gangnam Style" e "Gentleman".[105] "Bae Bae" venceu os prêmios de Melhor Canção Pop e de Canção do Ano no Korean Music Awards.[106] Em 1 de junho, A foi lançado contendo as canções "Bang Bang Bang" e "We Like 2 Party", que também ocuparam as posições de número um e dois, respectivamente, na parada da Billboard de World Digital Songs.[107] Além disso, na parada de vídeos musicais do QQ Music da China, os vídeos de "Bang Bang Bang" e "We Like 2 Party" alcançaram as posições de número um e dois, enquanto os vídeos de "Loser" e "Bae Bae" se estabeleceram nas posições de número três e seis.[108] Em 25 de junho, o projeto especial havia obtido mais de 100 milhões de visualizações no Youtube.[109] Posteriormente, "Bang Bang Bang" venceu o título de "Canção Internacional do Verão" pelo MTV Iggy.[110] Em 1 de julho, D foi lançado contendo as canções "If You" e "Sober", que alcançaram as posições de número dois e três, respectivamente, na parada da Billboard de World Digital Songs.[111] Ainda no mesmo mês, o grupo conquistou a marca de 200 milhões de visualizações de seus vídeos musicais referentes a M, A e D.[112] Em 5 de agosto, E foi lançado contendo as canções "Zutter" (hangul: 쩔어; rr: Jjeoreo), pertencente a subunidade GD&TOP e "Let's Not Fall in Love",[113] que alcançaram as posições de número dois e um, respectivamente, na supracitada parada.[114] As vendas combinadas dos singles, foram de mais de quinze milhões de cópias em toda a Ásia.[14] Para a sua promoção, o grupo iniciou a turnê Made World Tour, que recebeu sucesso tanto comercial quanto de crítica. Ela reuniu um público de 1,5 milhões de pessoas ao redor do mundo, tornando-se a maior turnê já realizada por um artista sul-coreano.[115][116] No final do ano de 2015, foi relatado que o Big Bang havia ganho um total de ₩ 140 bilhões de wones (cerca de US$ 120 milhões de dólares).[14]

Apesar do sucesso comercial dos singles lançados, o lançamento do álbum completo previsto inicialmente para o mês de setembro, foi adiado para que o grupo pudesse adicionar novas canções e descansar após quatro meses de promoções.[117] No final do ano, o Big Bang foi um dos maiores vencedores do Mnet Asian Music Awards vencendo quatro prêmios, incluindo o de Artista do Ano pela terceira vez.[118] Em 2016, o grupo continuou em turnê, desta vez se apresentando pelo Made V.I.P Tour na China e em Taiwan, para um público de 182,000 pessoas.[119][120] Em abril e março, apresentou-se no Japão através da turnê Fantastic Babys, reunindo 280,000 pessoas.[120][121] Posteriormente, o Big Bang recebeu o prêmio de Melhor Artista do Mundo no MTV Italian Music Awards, tornando-se o primeiro e único artista sul-coreano a vencer a premiação.[122] Em celebração a seu aniversário de dez anos, foram anunciados diversos projetos especiais como parte de suas comemorações.[123] O primeiro foi o filme Big Bang Made lançado em 30 de junho, que exibiu o grupo durante a turnê Made World Tour.[124][125] O segundo foi a série de concertos intitulados 0.TO.10, realizados no Yanmar Stadium Nagai em Osaka, entre 29 a 31 de julho e no Seul World Cup Stadium, na Coreia do Sul em 20 de agosto.[120][126][127] O terceiro foi a exposição intitulada A TO Z, realizada em Seul, entre 5 de agosto a 30 de outubro de 2016, que mostrou a história do grupo.[128]

Em dezembro de 2016, o Big Bang lançou Made, seu terceiro álbum de estúdio coreano, após um atraso de mais de um ano. O álbum foi lançado nos formatos físico e digital.[129][130] Seu lançamento foi precedido pelos singles "Fxxk It" (hangul: 에라 모르겠다, rr: Era Moreugedda) e "Last Dance".[130][131] As duas canções juntamente com "Girlfriend", alcançaram os primeiros lugares na parada da Gaon e venderam juntas, mais de um milhão de cópias digitais na Coreia do Sul em apenas cinco dias.[132][133] Além disso, as canções atingiram as posições de número dois, três e quatro, respectivamente, na parada da Billboard de World Digital Songs, vendendo juntas 13,000 cópias nos Estados Unidos.[134] A versão digital do álbum, vendeu um total de 1,113,494 cópias nas três principais plataformas de música chinesas.[135] Made levou o Big Bang a entrar pela segunda vez na parada Billboard 200, ao alcançar a posição de número 172. Adicionalmente, o álbum estreou em número um nas paradas de World Albums e Heatseekers Albums.[134] Mais tarde, com o intuito de encerrar as atividades promocionais de Made e sua turnê de dez anos, o Big Bang realizou sua última apresentação em Hong Kong em 21 e 22 de janeiro de 2017, como parte da turnê 0.TO.10.[136] Posteriormente, realizaram uma pausa de suas atividades, devido ao serviço militar obrigatório a ser realizado pelos membros, que iniciou-se com T.O.P em 9 de fevereiro de 2017.[137]

Características artísticas[editar | editar código-fonte]

Estilo musical e letras[editar | editar código-fonte]

Um dos primeiros singles lançados pelo Big Bang, "La La La" é primariamente uma canção de hip hop.

O grupo tomou uma nova direção musical com o lançamento de "Lies", incorporando música eletrônica a seu estilo. A canção tornou-se o seu primeiro grande sucesso.

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Enquanto o K-Pop é conhecido por produzir grupos altamente fabricados, oriundos do gênero bubblegum, o Big Bang tem sido elogiado por sua individualidade e capacidade de fundir um som pop com elementos de rap, R&B e dance.[138] O quinteto é conhecido pelo experimentalismo[139] e por "dominar um estilo de música que ultrapassa as fronteiras de gênero".[140] Durante seus primeiros anos de carreira, sua música foi predominantemente baseada no hip hop e pop rap, embora também incorporasse em seus álbuns canções de R&B. Um jornalista do Yahoo! Japan, comparou seus trabalhos iniciais com a de artistas estadunidenses de hip hop como o grupo The Black Eyed Peas, afirmando que suas canções incluem "vocais cativantes, [...] rap e personalidade".[141] A canção "My Girl", um solo de Taeyang presente no primeiro álbum do grupo, foi descrita como "suave, sexy e intensa", em uma lembrança ao cantor Omarion.[142] Semelhantemente a "Next Day" (hangul: 다음날; rr: Daeum Nal), primeiro solo de Seungri e pertencente ao mesmo álbum, descrita como tendo uma "intensa vibração de Usher dos anos 90".[143] O EP Always (2007), trouxe uma mudança notável de estilos musicais a carreira grupo, com o Big Bang experimentando a música eletrônica e definindo-a como uma tendência musical na Coreia do Sul.[144] Do EP Hot Issue lançado no mesmo ano, a canção "Fool" (hangul: 바보; rr: Babo) "com influências do subgênero Shibuya-kei, trouxe uma "forte batida dance pareada com um suave disco".[145] "Day by Day" de Stand Up (2008), recebeu elogios por "construir perfeitamente seu ritmo, forçando um senso de ansiedade ao ouvinte através da batida corrente", além disso, foi aclamada como uma "obra-prima experimental".[140] Eles ainda gravaram a faixa "Oh My Friend", uma canção de rock em colaboração com a banda de punk rock sul-coreana No Brain.[146] Com Alive (2012), o Big Bang tornou-se reconhecido por sua demonstração vocal, ao contrário de seu autotune usual. O álbum foi descrito como tendo "um tipo de intensidade madura".[147] Com "Blue" sendo distinguida por incluir "amostras eletrônicas e técnicas de produção mais interessantes"[148] e "Bad Boy" como tendo um sentimento "nostálgico",[149] sendo aclamada como "a canção pop perfeita" que "transcende a linguagem".[150] Adicionalmente, "Monster" foi elogiada pelo uso de piano e som de orquestra,[151] e a composição de "Bingle Bingle" (hangul: 빙글 빙글; rr: Binggeul Binggeul), foi apontada como sendo eletrônica e retrô, similar ao trabalho de artistas como Katy Perry e Daft Punk.[152] Em Made (2016), o Big Bang realizou uma mistura de música eletrônica com soft rock,[153][154][155] com o qual foi descrito como um "exemplificativo de sua carreira".[156] "Loser" foi citada por "introduzir um estilo mais maduro" ao grupo "sem perder a imagem que construiu através de lançamentos anteriores", já "Bang Bang Bang" foi aclamada por seu som inspirado em EDM.[157] "Let's Not Fall in Love" foi observada como uma canção que possui uma "produção exuberante que evoca uma gama de emoções"[158] e "Girlfriend" como "um hip hop suave, em retorno aos seus primeiros dias".[159]

Os membros do Big Bang ramificaram-se em outros estilos musicais em seus projetos solo, levando-os a serem descritos como "ricos em variedade" pelos seus fãs.[141] O EP Hot de Taeyang, trouxe principalmente uma coleção de canções de R&B, com o cantor afirmando que este gênero era o seu "foco principal".[160] O primeiro single digital de Daesung, "Look at Me, GwiSoon" (hangul: 날 봐, 귀순; rr: Nal Bwa Gwisoon), foi uma canção de trot que atraiu críticas devido à imagem do grupo de "artistas do hip hop".[161] Para seu álbum de estreia, Heartbreaker, G-Dragon incorporou uma mistura de canções dance, hip hop e R&B.[162] Para Justin Mccurry do The Guardian, "cada um dos cinco membros tem seu próprio olhar individual e uma gama musical igualmente eclética, abrangendo R&B, hip hop, house, electro e pop".[163] Além disso, eles têm sido descritos como os "super-heróis artísticos" por mostrarem "versatilidade e sucesso em tudo o que fazem", de acordo com agências de entretenimento rivais.[22]

Big Bang (banda) Nós somos coreanos, então obviamente eles chamam a nossa música de K-pop. Mas nunca pensamos em nossa música como K-pop. Nossa música é apenas a nossa música. Big Bang (banda)

G-Dragon, sobre o rótulo de serem artistas de K-pop.[22]

As experimentações contínuas realizadas pelo grupo através de uma gama variada de estilos musicais, e suas personalidades distintas, foram apontadas como uma das principais razões para a sua popularidade e longevidade.[164] O jornal The Chosun Ilbo explicou sua "forte liderança entre os grupos de ídolos", como resultado da qualidade de sua música, observando que "sempre que o Big Bang lança novas canções, ele quer introduzir algo novo e nos contar novas histórias. Esta é a razão pela qual é diferente dos outros ídolos, tanto em termos de vestuário como em coreografia".[165] Internacionalmente, o Big Bang é muitas vezes referido como um grupo de "K-pop", um rótulo que eles não apreciam.[166] T.O.P observa que: "você não divide a música pop pelo grupo étnico de quem está fazendo. Nós não dizemos, por exemplo, "pop branco", quando são pessoas brancas que fazem a música".[22]

O grupo é conhecido por manter um firme controle sobre a sua carreira,[23] envolvendo-se fortemente na criação de suas músicas desde sua estreia, ao contrário de outros artistas sul-coreanos.[147] G-Dragon é o mais envolvido na produção de materiais para o Big Bang,[34] escrevendo letras e compondo músicas como "Lies", "Last Farewell" e "Day by Day". Temas recorrentes em suas letras são o amor e relacionamentos. Em "Bingle Bingle", um protagonista pede para seu interesse amoroso dar o próximo passo no relacionamento"[152] em oposição a "Let's Not Fall in Love", onde o crescimento de um relacionamento é interrompido, a fim de não se partir o coração da pessoa amada.[167] O Big Bang também aborda outros temas em suas canções. "Fantastic Baby" e "Bang Bang Bang" são frequentemente descritas como músicas de clube, devido a seu conteúdo lírico, com a primeira sendo descrita como tendo um tema "anarquista" e a última classificada como o "hino das festas de 2015".[157] "Fxxk It" e seu uso de letra considerada vulgar, foi vista como uma evidência de seu crescimento etário.[156] Sua música "Loser", foi uma tentativa de "humanizar o grupo" ao discutir suas falhas.[168] "Bae Bae" foi notada pela sua metáfora sobre sexo.[169][170] "Sober" aborda a perseguição de um sonho[171] enquanto "Last Dance" é um ode ao tempo do grupo juntos.[159] As contribuições de G-Dragon foram elogiadas pelo The Korea Times, que descreveu-o como um "cantor e compositor genial".[172] O próprio cantor descreve o Big Bang como um "um grupo idol que não nasceu do talento mas do esforço".[173] Um colunista do Yahoo! Japan elogiou o grupo por seu envolvimento com seu trabalho, afirmando que "talvez, contribuindo para seus próprios materiais, não somente tornaram-se em sincronia um com o outro, mas cada personalidade se destacou".[141]

Performances ao vivo[editar | editar código-fonte]

O Big Bang é conhecido por suas apresentações bem produzidas, que são completadas com coreografia, figurinos e adereços. O grupo é muitas vezes coreografado por Seungri[174] e Shaun Evaristo.[175] Enquanto inicialmente se baseasse fortemente na dança de rua para seus movimentos, o grupo realizou uma transição para outros estilos de coreografia, com muitas delas sendo amplamente copiadas e refeitas. Um de seus movimentos, em que se levanta suas camisas para expor seus abdomens, rapidamente ganhou popularidade online e tornou-se uma das principais pesquisas na internet.[176] Um outro movimento, em que o grupo incorpora a ideia de "pular corda" como um movimento de dança, também ganhou a atenção de seus fãs.[174] Em 2015, Parris Goebel foi a responsável por coreografar "Bang Bang Bang", que tornou-se uma das coreografias mais populares do ano.[177]

Big Bang durante a sua turnê Alive Galaxy Tour em 2012.

O grupo tem sido admirado pela forma de apresentação de suas canções, por sua entrega precisa no palco e ainda por sua força individual.[178] No auge da popularidade de Psy com "Gangnam Style", o jornalista do New York Times, Jon Caramanica, observou como o concerto do Big Bang em Nova Jersey foi o "verdadeiro coração selvagem do K-pop" em oposição a Psy, destacando seus trajes coloridos, coreografia e performance de palco.[179] Em 2012, seu concerto conquistou a primeira colocação em um ranking das Filipinas, referente aos três melhores concertos realizados no Mall of Asia Arena daquele ano[180] e o de melhor concerto de K-pop da América do Sul, por sua apresentação em Lima.[181] Quando comparados a artistas ocidentais como Justin Bieber e One Direction, a apresentação do Big Bang foi notada por "ser mais [...] fresca, o som mais alto, a dança mais afiada".[182] Além disso, o grupo classificou-se em terceiro lugar na lista de melhores concertos de 2012 do New York Times, pela sua turnê Alive Galaxy Tour no Prudential Center em Nova Jersey.[183] Em março de 2012, Krista Mahr, correspondente do sul da Ásia para a revista Time, escreveu um artigo sobre o seu primeiro concerto de K-Pop no Olympic Gymnastics Arena, em Seul, descrevendo o grupo como os "Deuses do K-pop" pela sua presença de palco.[92] A sua Made World Tour de 2015, foi um sucesso tanto comercial como de crítica, com o Los Angeles Times descrevendo o Big Bang como "um dos mais inventivos e esteticamente visionários de seu gênero" e especificando seu concerto em Anaheim como um "momento extremamente significativo para o K-Pop", elogiando ainda a diversidade de suas canções e performances.[184] Ao incluir o grupo em sua lista de melhores concertos do ano pela segunda vez, o New York Times observou como seu concerto é "elétrico, elegante e atordoantemente agitado, realizado por um dos artistas mais vitais do K-pop, fazendo até mesmo seus maiores homólogos americanos se parecerem com amadores".[185]

Imagem e moda[editar | editar código-fonte]

Citando o grupo Shinhwa como sua influência e modelo,[186] o próprio Big Bang estende-se como influência para além da indústria da música, moldando as tendências da indústria da moda.[187] Apelidado de "a moda Big Bang", seu estilo tem ganho inúmeros seguidores em toda a Ásia[24] e tornou-se um fenômeno cultural na Coreia do Sul.[165] O conceito de imagem adotado em sua estreia, foi o do hip hop, porém, com o lançamento do EP Always (2007), houve uma mudança de sua imagem, onde tendeu-se para um estilo mais preppy-punk, incluindo o uso de jeans skinny com tênis converse ou de cano alto, que tornou-se moda na Coreia do Sul. Taeyang também trocou o uso do penteado de cornrows (em português: tranças enraizadas) pelo falso moicano,[188] seguindo a tendência do grupo de alterar constantemente seus penteados e cores de cabelo ao longo dos anos.[189] Sendo vistos usando marcas como Bape, 10 deep, Louis Vuitton, Jeremy Scott e Phenomenon, o Big Bang também veste moletons personalizados, em muitas de suas apresentações e vídeos musicais.[24] Eles também foram creditados por trazerem de volta a moda "old school" para a moda popular, com o uso de sapatos de cano alto Nike e Reebok.[190] Descrito como o "mais fashionista" do grupo,[191] G-Dragon é conhecido por usar lenços esportivos triangulares, que foram posteriormente apelidados de "lenços Big Bang".[24] T.O.P também destacou-se pelo uso de óculos escuros durante as suas apresentações.[24] As roupas que os membros vestem no palco tem ganho um status de cult entre seus fãs e são vendidos em lojas de butique como o DongDaeMun.[44] Em 2011, o grupo colaborou com a marca japonesa de roupas Uniqlo, para lançar camisetas em promoção ao seu retorno ao mercado japonês, sendo relatado que "as vendas esgotaram-se após quinze minutos de abertura da loja".[192] O Sun-Times descreveu-os como "os cinco membros mais bem vestidos e estilosos do mundo" e elogiou seu estilo por ser sempre "audacioso, inovador e definidor de tendências".[193] Seu impacto na indústria da moda sul-coreana foi destaque na exibição da Vogue Coreia em Seul, sobre os cem anos da história da moda no país.[194] O quinteto estabeleceu-se como um ícone da moda, atraindo também a atenção de estilistas ocidentais[195] e sendo nomeado como um dos grupos masculinos mais estilosos de todos os tempos pela mídia ocidental.[196]

Impacto e legado[editar | editar código-fonte]

Ver também: Onda Hallyu

O Big Bang foi o primeiro artista ídolo, a ser creditado pelo hip hop coreano ter se expandido pelo mundo como representantes da onda coreana.[197] O jornal The Korea Times descreveu-os como "os ícones do pop coreano".[172] E a Yonhap News Agency afirmou que o quinteto ajudou a "difundir o K-pop como uma marca cultural que abrange os Estados Unidos, Europa, América Latina e Oriente Médio".[198] Em 2011, a BBC declarou que "bandas de K-pop, incluindo o Big Bang, estão deixando sua marca no mundo", citando a contribuição do grupo para o crescimento econômico de sua agência, a YG Entertainment.[199] Após o grupo vencer em 2011 o prêmio de Melhor Artista Global, do MTV Europe Music Awards,[12] o Google anunciou que a sua subsidiária Youtube, iria lançar seu próprio canal de K-Pop em reconhecimento a popularidade e sucesso do gênero.[200] O jornal britânico The Guardian, publicou um artigo que discute a importância de como a vitória do Big Bang, "lança uma luz sobre o surgimento e ascensão da música coreana em toda a Europa".[85] Para Jacques Peterson, do The Sydney Morning Herald, o sucesso do grupo se dá por eles darem um "toque idiossincrático" a seu gênero, rompendo o molde que fabrica um grupo idol.[201] O The Michigan Daily descreveu-os como um raro grupo que "inova e define a direção de um gênero", afirmando que tanto o grupo como seus membros de forma individual "deixaram uma marca musical que afetou o mercado global de música".[202] Mark James Russell, um jornalista de entretenimento residente em Seul, elogiou o Big Bang por desafiar a categorização, declarando como "de todos os artistas comerciais, eles é que estão fazendo o máximo para empurrar os limites do que é considerado o K-pop".[22] Anna Fifield do The Washington Post observou que o quinteto "tem definido e redefinido a música pop sul-coreana". Para ela, "Eles desafiaram a ideia de que o chamado K-pop é inevitavelmente revestido de açúcar, de produção industrial e que boy bands são somente sobre rostos bonitos e sincronização labial".[203] O Los Angeles Times elogiou sua constante renovação musical e de imagem, o nomeando como "um dos artistas mais inventivos e esteticamente visionários de seu gênero".[184] Para a Billboard, "nenhum artista cativou o mundo da música coreana na última década como o Big Bang",[140] e acrescentou que eles tem "moldado a indústria musical coreana", tendo sido capazes de "ultrapassar as fronteiras internacionais e evitando as limitações da indústria do K-pop focada na juventude".[159]

Big Bang durante pré-estreia de seu filme Made em 2016.

Em sua homenagem, o seu concerto Big Show foi escolhido pelo Comitê Turístico Sul-Coreano, como parte da campanha "Visit Korea 2010—2012", sendo creditado como o grupo de "grande impacto econômico para o país".[204] O Big Bang continua a ser um rosto proeminente na Coreia do Sul no que se refere ao turismo,[205] sendo escolhido pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo como o embaixador do slogan: "Creative Icon" em 2016.[206] No mesmo ano, classificou-se em segundo lugar em pesquisa realizada pela revista Time, que elegeu "As pessoas mais influentes do mundo", atrás apenas do político estadunidense Bernie Sanders.[207] Mais tarde, a revista Forbes o listou na posição de número 54, em sua lista anual das "100 celebridades mais bem pagas do mundo", ao arrecadar de junho de 2015 a junho de 2016, o equivalente a US$ 44 milhões de dólares, tornando-o assim, o primeiro artista sul-coreano a entrar na lista, e o terceiro grupo masculino com o maior lucro anual, atrás apenas de One Direction e Backstreet Boys.[208][209] O Big Bang também foi nomeado como um dos artistas mais influentes de impactar a onda coreana, ao longo dos últimos vinte anos,[210] sendo creditados como os artistas que melhor representam o K-pop.[211] Além disso, estabeleceu-se na primeira colocação em pesquisa realizada pelo jornal Dong-a Ilbo, que elegeu os "Melhores grupos de ídolos masculinos dos últimos 20 anos", realizada com o público sul-coreano em geral e críticos musicais.[212] Adicionalmente, posicionou-se na classificação mais alta entre músicos na lista de "Figuras mais poderosas do entretenimento coreano", realizada pelo jornal JoongAng Ilbo.[213] Em 2017, o grupo tornou-se o primeiro artista coreano a ser incluído na lista "30 Under 30" da revista Forbes, que lista os músicos que revolucionaram o mercado da música moderna.[214]

Seu trabalho artístico influenciou diversos artistas, incluindo Jill Scott,[215] Pixie Lott,[216] A*M*E,[217] Nelly Furtado,[218] Cho PD,[219][220] Astro,[221] BTS,[222] Teen Top,[223] Monsta X,[224] Chang Kiha,[225] Sonamoo,[226]Topp Dogg,[227] Nu'est,[228] iKON,[229] Glaiza de Castro[230] e BewhY.[231] A boy band chinesa Ok-Bang, foi criada especificamente após o Big Bang. Eles foram citados como tendo "muitas semelhanças com o grupo em termos de estilo musical, roupas e penteados".[232] Além de receberem reconhecimento como um grupo, suas canções tornaram-se algumas das mais emblemáticas do K-pop. "Lies" foi creditada como seu primeiro grande sucesso e sua canção de assinatura,[233] além disso, a mesma foi escolhida como a "Canção da década" pelo programa musical M!Countdown da Mnet em 2014[234] e foi votada como a "Melhor canção de um ídolo masculino dos últimos 20 anos" pelo público em geral e especialistas da música, que também classificaram "Bae Bae", "Fantastic Baby" e "Day by Day" na supracitada lista.[212] "Fantastic Baby" foi nomeada ainda como um dos "Maiores sucessos do K-pop"[235] e figurou nas listas de "50 maiores canções de boy bands de todos os tempos" da revista Rolling Stone[236] e das "21 melhores canções de K-pop de todos os tempos", realizada pela revista Spin, com "Bad Boy" sendo classificada na posição de número treze e "High High" da dupla GD&TOP, em sete.[237] "Bad Boy" também foi a primeira canção de K-pop a ser incluída nas listas anuais da Fuse, referente as melhores canções do ano.[238] Adicionalmente, "Loser" foi nomeada pela Billboard como a melhor canção de K-pop de 2015.[239]

Fã-clube[editar | editar código-fonte]

Fã-clubes coreanos desempenham um papel essencial na indústria de K-pop, sendo a sua estrutura e operação diferentes de fã-clubes ocidentais,[240] cada um possui seu próprio nome e cor, os fãs do Big Bang apelidaram-se de V.I.P (nomeado após a canção de mesmo nome), e seguram bastões luminosos (chamados de lightsticks) amarelos em formato de coroa durante os concertos do grupo.[241] Creditados por propagar o "fan rice" (em português: "arroz de fãs"), o grupo tem encorajado seus fãs a comprarem sacos de arroz e trazê-los a seus concertos, que então são doados para uma causa de caridade. Para sua primeira apresentação em meses, 12.7 toneladas de arroz foram doados de cinquenta fã-clubes ao redor do mundo.[92] Apesar de sua herança coreana, o Big Bang é conhecido por ter uma comunidade internacional de fãs multicultural.[182] Celebridades em toda a Ásia também se identificam como V.I.Ps, incluindo Angelababy, Jiro Wang, Shu Qi, G.E.M, Song Hye-kyo,[242] Cho Yeo-jeong,[243] Ailee[244] e Glaiza de Castro.[230] Em 2016, os V.I.Ps foram nomeados como a maior base de fãs do ano, contra base de fãs de artistas populares como Selena Gomez, Demi Lovato e Britney Spears através de pesquisa online.[245] O jornal Philippine Daily Inquirer, adicionou os V.I.P.s em sua lista dos dez maiores fandoms de K-pop das Filipinas.[246]

  • Nome oficial: V.I.P (Very Important Person)
  • Cor oficial: Amarelo     [241]

Prêmios e reconhecimento[editar | editar código-fonte]

O Big Bang tem acumulado inúmeras conquistas e prêmios, estabelecendo diversos recordes em seu país de origem e no exterior. Suas letras e composições tem ressoado entre fãs e críticos, levando o grupo a vencer múltiplos prêmios de Canção do Ano de diversas premiações.[42][67] Além disso, também tornou-se o vencedor dos prêmios de Artista do Ano no Seoul Music Awards de 2008[247] e no Melon Music Awards de 2015.[248] Atualmente, o Big Bang detêm o recorde de artista que mais venceu o referido prêmio no Mnet Asian Music Awards, nos anos de 2008, 2012 e 2015.[249] Seu sucesso na Coreia do Sul também se expandiu ao Japão, onde venceu diversos prêmios de Melhor Novo Artista em seus primeiros anos de carreira no país.[67][73][75] Emergindo como o vencedor do prêmio de Melhor Artista Global do MTV Europe Music Awards em 2011, o grupo tornou-se um ícone internacional.[85] Vencendo posteriormente três prêmios no World Music Awards, incluindo o de Vídeo do Ano para "Fantastic Baby".[250] Eles também tornaram-se o primeiro e único artista sul-coreano a receber um prêmio no MTV Italian Music Awards na categoria de Melhor Artista do Mundo em 2016.[122] O quinteto foi homenageado ainda com os prêmios de Grupo Mais Influente da Ásia no Gaon Chart K-Pop Awards[251] e o de Realização Especial no Japan Record Awards.[252]

Big Bang na premiação Gaon Chart K-Pop Awards de 2016.

Em 2011, o grupo alcançou a marca de artista mais vendido de todos os tempos no Cyworld.[253] Em 2014, dados do mercado de música digital sul-coreana, revelaram que o Big Bang era o segundo artista, que mais produziu canções digitais com êxito comercial na história do país.[254] Com o lançamento dos singles de Made em 2015, o grupo posicionou-se em número um.[255] Além disso, alguns de seus álbuns também foram citados como os álbuns digitais mais bem sucedidos da história.[256] Seu EP Tonight (2011), tornou-se o primeiro álbum de K-pop a entrar no top 10 de álbuns do iTunes Estados Unidos.[257] Com Alive (2012), o Big Bang tornou-se o primeiro artista a ocupar cinco posições na parada K-pop Hot 100 da Billboard.[148] Seus álbuns singles: M, A, D e E, todos lançados em 2015, fizeram do grupo o segundo artista sul-coreano, a conquistar as posições de número um e número dois, simultaneamente, da parada de World Digital Songs da Billboard, repetindo o feito por três vezes.[105] Além disso, também foram os primeiros artistas a terem três canções no top 5 da parada anual digital da Gaon, com duas delas posicionadas em primeiro e segundo lugar.[258] Com o lançamento de Made (2016), quebraram o próprio recorde de artista estrangeiro de venda mais rápida na China, ultrapassando um milhão de cópias em um dia.[259] Eles também são o grupo asiático mais assistido no Youtube,[260] com mais de 3,9 bilhões de visualizações combinadas. O vídeo musical de "Fantastic Baby" levou o Big Bang a ser o primeiro grupo sul-coreano a ultrapassar a marca de mais de 200 milhões de visualizações,[261] além disso, eles são o primeiro grupo masculino de seu país, a possuir cinco vídeos com mais de 100 milhões de visualizações.[262]

Sua primeira turnê mundial, obteve o recorde de maior venda de ingressos em Taiwan,[263] enquanto as apresentações em Londres, reuniram o maior público para um concerto de K-Pop no Reino Unido.[264] Sua Japan Dome Tour em 2013, tornou-se a turnê mais rentável de um artista estrangeiro no Japão.[265] A sua segunda turnê mundial, foi a maior já realizada por um artista sul-coreano,[266] e trouxe diversos feitos ao grupo, que incluem, o de concerto online de K-pop mais visto na história,[267] o primeiro artista estrangeiro a se apresentar nas arenas de cúpula do Japão por três anos consecutivos,[268] o único artista estrangeiro a realizar três concertos consecutivos no Shanghai Arena,[269] o primeiro artista sul-coreano a realizar um concerto de dois dias no Kuala Lumpur,[270] a maior turnê de arena de K-pop realizada na história dos Estados Unidos,[271] o primeiro artista estrangeiro a vender três concertos em Hong Kong em duas ocasiões distintas,[272] o maior público de um artista sul-coreano em Chengdu, China,[273] a maior turnê chinesa de um artista sul-coreano[274] e a maior apresentação de K-pop realizada no Canadá.[275] A Made World Tour, também gerou o documentário Big Bang Made, que tornou-se o documentário de música mais visto na Coreia do Sul.[276] Seu concerto em comemoração ao aniversário de dez anos, realizado no Seul World Cup Stadium, reuniu um público de 65 mil pessoas, estabelecendo o recorde de maior público em um concerto na Coreia do Sul.[277][278]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

BIGBANG[279]
Nome artístico Nome de nascimento Data de nascimento Posição no grupo
Romanizado Hangul Japonês Romanizado Hangul
T.O.P T.O.P Choi Seung-hyun 최승현 4 de novembro de 1987 (30 anos) Rapper Principal e Visual.[1]
Taeyang 태양 SOL Dong Young-bae 동영배 18 de maio de 1988 (29 anos) Vocalista Principal, Dançarino Principal e Rapper Guia.
G-Dragon 지드래곤 GD Kwon Ji-yong 권지용 18 de agosto de 1988 (29 anos) Líder, Rapper Líder, Dançarino Guia e Face.[2]
Daesung 대성 D-Lite Kang Dae-sung 강대성 26 de abril de 1989 (28 anos) Vocalista Líder.
Seungri 승리 V.I. Lee Seung-hyun 이승현 12 de dezembro de 1990 (26 anos) Vocalista Guia, Dançarino Líder e Maknae.[3]

Notas

1.  : Visual, é um termo utilizado para o integrante mais bonito de um grupo de K-Pop.

2.  : Face, é um termo geralmente utilizado para o integrante mais popular de um grupo de K-Pop.

3.  : Maknae, é um termo utilizado para o membro mais novo de um grupo de K-Pop.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Big Bang

Discografia em coreano[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio
Extended plays (EP)

Discografia em japonês[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio
Extended plays (EPs)

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Turnês[editar | editar código-fonte]

Referências

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  3. a b «Korea's boy band BigBang rule MTV TRL Awards». gulfnews.com. Consultado em 10 de janeiro de 2016 
  4. «Big Bang to Perform 'Alive Galaxy Tour' in New Jersey, 'Most Potential to Succeed in the U.S.'». KpopStarz. 8 de novembro de 2012. Consultado em 16 de novembro de 2012 
  5. Fujimori, Sachi (8 de novembro de 2012). «Leading up to its Newark shows, is Big Bang ready to bring K-pop to the U.S.?». NorthJersey. The Record. Consultado em 16 de novembro de 2012 
  6. «Big Bang's "Lies" lingered in Melon chart for 54 weeks!». Daily Kpop News. 15 de fevereiro de 2011 
  7. «2007 Mnet KM Music Festival (MKMF)». Kpopped!. 18 de novembro de 2007. Consultado em 5 de fevereiro de 2017 
  8. «빅뱅 쥬크온차트 8주 연속 1위 기염, JOO도 2주만에 7위 진입» (em coreano). Newsen. Consultado em 25 de março de 2016. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2008 
  9. «Big Bang's 'Day by Day' Sweeps K-POP Charts for Four Weeks» (em inglês). KBS. Consultado em 5 de junho de 2016. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2008 
  10. «2008 Mnet KM Music Festival». Mwave. Consultado em 10 de junho de 2016 
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  13. «BIGBANG's "Alive" Continues to Set Records Charts on Billboard's 200». Soompi. 8 de março de 2012. Consultado em 10 de junho de 2016 
  14. a b c «Big Bang's Album Sales, World Tour Earn Them A Cool $128 Million In 2015». KpopStarz. 15 de dezembro de 2015. Consultado em 10 de junho de 2016 
  15. Maria, Sherman (12 de outubro de 2015). «K-Pop Kings BIGBANG Fly Seoul's Soul to NYC». The Village Voice. Consultado em 29 de janeiro de 2017 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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