Bigode

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Estilo de bigode em 1878, foto de Militão Augusto de Azevedo, Museu Paulista.
Sir Claude Macdonald, um diplomata britânico, possuía um bigode pouco convencional.

Bigode é o conjunto de pelos faciais que crescem no lábio superior. Desde a antiguidade, o uso de bigodes, como, barbas, refletia uma ampla variedade de costumes, crenças religiosas e gostos pessoais. Era comum no passado não haver distinção entre um bigode ou outro pelo facial, como a barba, e eram geralmente usados juntos. No entanto, artefatos egípcios mostram um bigode delineado, sem barba.[1]

Através da história, controvérsias surgiram sobre o bigode. Quando o estilo sem barba era considerado mais estiloso, barba e bigode eram considerados excêntricos e frequentemente, eram raspados por força de lei. Em 1447, um ato inglês foi decretado forçando os homens a raspar o lábio superior, mas, 400 anos depois, soldadores ingleses foram proibidos de raspar seu lábio superior.[1]

O que é Bigode Chinês?[editar | editar código-fonte]

Bigode Chinês é uma linha de expressão conhecida como sulco nasogeniano. Ele é um dos sinais do envelhecimento mais comuns depois dos 30 anos, pois é quando a pele começa a perder o colágeno, causando assim a flacidez, além disso essas marcas aparecem devido à perda natural de gordura da região, que se estende desde o fim das narinas até os cantos da boca. [2]

Referências

  1. a b «Mustache | facial hair». Encyclopedia Britannica (em inglês) 
  2. «Bigode Chinês: Causas e Tratamentos Estéticos | Pró-Corpo». Pró-Corpo Estética Avançada. Consultado em 6 de junho de 2022 


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