Blade Runner 2049

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Blade Runner 2049
Pôster promocional
 Estados Unidos
2017 •  cor •  163[1] min 
Direção Denis Villeneuve
Produção Andrew A. Kosove
Broderick Johnson
Bud Yorkin
Cynthia Sikes
Produção executiva Ridley Scott
Tim Gamble
Frank Giustra
Yale Badick
Val Hill
Bill Carraro
Roteiro Hampton Fancher
Michael Green
História Hampton Fancher
Baseado em Personagens de
Do Androids Dream of Electric Sheep?
de Philip K. Dick
Elenco Ryan Gosling
Harrison Ford
Ana de Armas
Sylvia Hoeks
Robin Wright
Mackenzie Davis
Carla Juri
Lennie James
Dave Bautista
Jared Leto
Gênero Ação
Suspense
Ficção Científica
Música Hans Zimmer
Benjamin Wallfisch
Direção de fotografia Roger Deakins
Edição Joe Walker
Companhia(s) produtora(s) Alcon Entertainment
Columbia Pictures
Scott Free Productions
Torridon Films[2]
16:14 Entertainment[2]
Thunderbird Entertainment
Distribuição Warner Bros. Pictures
Sony Pictures
Lançamento Estados Unidos 3 de outubro de 2017 (Dolby Theatre)
Estados Unidos 6 de outubro de 2017
Brasil 5 de outubro de 2017
Idioma Inglês
Orçamento US$ 150 milhões[3][4][5][6]
Receita US$ 159.843.960[6]
Cronologia
Blade Runner
(1982)
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

Blade Runner 2049 é um filme americano de ficção científica neo-noir dirigido por Denis Villeneuve e escrito por Hampton Fancher e Michael Green,[7] sendo a sequência de Blade Runner, de 1982. O longa é estrelado por Ryan Gosling e Harrison Ford (que reprisa o papel de Rick Deckard, protagonista do primeiro filme), contando também com Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Robin Wright, Mackenzie Davis, Carla Juri, Lennie James, Dave Bautista e Jared Leto em seu elenco. Decorrendo trinta anos após o filme original, a trama segue os passos do policial K, um novo "blade runner" criado por bioengenharia, que descobre um incrível segredo com o potencial de mergulhar no caos o que resta da sociedade. A descoberta de K o leva a uma missão para encontrar Rick Deckard, um antigo blade runner desaparecido há 30 anos.

As filmagens do filme ocorreram em Budapeste, Hungria, entre julho e novembro de 2016, vindo a estrear no dia 3 de outubro de 2017, em Los Angeles. Foi lançado oficialmente nos cinemas dos Estados Unidos em 6 de outubro de 2017, em 2D, 3D e IMAX, com sua estreia no Brasil se dando um dia antes. Por fim, Blade Runner 2049 recebeu aclamação universal de críticos, com alguns considerando-o como uma das melhores sequências cinematográficas já realizadas.[8][9][10][11]

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Em 2049, os replicantes – androides fabricados graças ao desenvolvimento da bioengenharia – foram integrados à sociedade para possibilitar a continuação da sobrevivência da espécie humana, sendo responsáveis por fazer trabalho pesado e em ambientes hostis. K (Ryan Gosling), um novo modelo criado para obedecer ordens, trabalha como "blade runner" para o Departamento de Polícia de Los Angeles, caçando e "aposentando" antigos modelos que ainda estão à solta. Sua vida pessoal resume-se a conversar com sua namorada virtual, Joi (Ana de Armas), fabricada pela Wallace Corporation.

A investigação de K sobre um grupo de replicantes rebeldes o leva a uma fazenda de proteína, onde ele aposenta Sapper Morton (Dave Bautista) e encontra uma caixa enterrada que parece ser uma urna com restos humanos. Uma análise forense revela que trata-se dos restos mortais de uma mulher que morreu por complicações no parto após uma cesariana de emergência. Isto deixa K perturbado, porque a gravidez em replicantes era até então tida como impossível.

A superior de K, a Tenente Joshi (Robin Wright), lhe dá ordens para destruir todas as evidências relacionadas ao caso e aposentar a criança, pois ela acredita que se outros replicantes souberem que é possível a gravidez, isto poderia levar a uma guerra civil. K fica perturbado com as ordens. Ele visita a sede da empresa de Niander Wallace (Jared Leto), a sucessora da Tyrell que fabrica replicantes, e descobre que os restos mortais são de Rachael (Sean Young), uma replicante experimental. No processo, ele descobre também que ela teve um romance com o blade runner veterano Rick Deckard (Harrison Ford). Wallace não consegue fazer com que os replicantes engravidem, mas acredita que o fato pode aumentar a produção deles e sua exploração de novos planetas, e por isto envia a replicante Luv (Sylvia Hoeks) para roubar os restos mortais de Rachael de dentro do Departamento de Polícia e seguir K enquanto ele investiga o paradeiro da criança.

Retornando à fazenda de Sapper Morton, K encontra um objeto com uma data que é a mesma de uma memória de infância artificial que ele tem implantada: uma data encravada em um pequeno cavalo de madeira. Logo K encontra este cavalo em um orfanato, o que sugere que suas memórias são reais, e não implantes artificiais. Joi insiste que isto prova que K é especial, uma pessoa de verdade, e passa a chamá-lo de "Joe". Enquanto vasculha registros de nascimento daquele ano, K descobre uma anomalia: dois gêmeos nasceram naquele dia e possuem DNA idêntico – algo impossível – exceto pelo cromossomo que determina o sexo; apenas o menino consta como vivo. K procura a Dra. Ana Stelline (Carla Juri), uma designer de memórias que lhe informa que é ilegal implantar memórias reais em replicantes, levando K a crer que ele é o filho de Rachael. Após falhar num teste de comportamento para replicantes, K é suspenso por Joshi, mas ele explica que falhou no teste por ter cumprido sua ordem de aposentar a criança. Joshi, sabendo que K será perseguido por ter falhado no teste, lhe dá 48 horas para desaparecer. K, antes da fuga, transfere Joi para um dispositivo móvel – se este for danificado, Joi será perdida para sempre.

Perseverante, K leva o cavalo de madeira para uma análise e descobre sinais de radiação que o levam às ruínas de Las Vegas onde ele acha Deckard, que revela que os registros de nascimento foram deliberadamente manipulados para ocultar a criança, e ele teve que deixar Rachael com os outros replicantes para protegê-la. Luv mata Joshi e consegue encontrar K e Deckard, sequestrando este e deixando K à beira da morte, após destruir o dispositivo que continha Joi. K é salvo por um grupo de replicantes que luta pela liberdade, e a líder Freysa (Hiam Abbass) lhe conta a história de Rachael, que morreu sem seus braços após dar à luz a uma menina, e não um menino. K deduz que Stelline é a filha de Deckard, pois ela é a única capaz de criar a memória implantada nele. Freysa pede a K que impeça Wallace de descobrir o segredo da gravidez, se necessário matando Deckard. K, caminhando pela rua, vê uma propaganda da acompanhante Joi, que chama qualquer um de "Joe" – isto reafirma o fato que ele não é especial.

De volta a Los Angeles, Deckard é interrogado por Wallace, que sugere que os sentimentos de Rachael por ele foram deliberadamente programados visando uma compatibilidade reprodutiva. Wallace oferece uma cópia de Rachael a Deckard caso ele colabore, mas ele rejeita a oferta. Luv então recebe ordens para levar Deckard a uma das colônias fora da Terra para que ele seja torturado. K os intercepta e mata Luv, resgatando Deckard enquanto o veículo onde eles estavam é submerso pela água, de modo que Wallace pense que Deckard morreu. K leva Deckard para conhecer Stelline, sua filha; ele entra no prédio cautelosamente e encontra Stelline, enquanto K deita na entrada do prédio e morre[12] por causa de seus ferimentos.

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Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O elenco e o diretor de Blade Runner 2049 na San Diego Comic-Con de 2017

O desenvolvimento de uma continuação para o clássico Blade Runner começou em 1999 quando o cineasta britânico Stuart Hazeldine escreveu uma sequência baseada no romance Blade Runner 2: The Edge of Human, de K. W. Jeter, a qual foi intitulada Blade Runner Down; o projeto no entanto foi arquivado devido a questões relacionadas com os direitos deste romance.[13]

Em 2007, Ridley Scott, que dirigiu o filme original, considerou desenvolver uma sequência provisoriamente intitulada Metropolis, anunciando seu interesse no desenvolvimento do projeto na San Diego Comic-Con deste mesmo ano.[14] O co-escritor de Eagle Eye, Travis Wright, trabalhou com o produtor Bud Yorkin por vários anos no projeto. Seu colega John Glenn, que deixou o projeto em 2008, afirmou que o roteiro exploraria a natureza das colônias fora do mundo, bem como o que acontece com a Tyrell Corporation após a morte de seu fundador.[15]

Em junho de 2009, O The New York Times informou que Scott, junto com seu irmão Tony Scott, estavam trabalhando em um prólogo de Blade Runner que se passaria em 2019. O prólogo, Purefold, foi planejado como uma série de curtas com 5 a 10 minutos, com o objetivo de estrear primeiro na web e depois, talvez, na televisão. Devido a questões de direitos legais a série proposta não deveria ser muito conectada aos personagens ou eventos do filme de 1982.[16] Em 7 de fevereiro de 2010 anunciaram que a produção de Purefold parara devido a problemas de financiamento.[17] Em 4 de março de 2011, o blog io9 informou que Bud Yorkin estava desenvolvendo um novo filme de Blade Runner.[18] Também anunciaram nesse mês que o diretor Christopher Nolan era a escolha desejada para fazer o filme.[19]

Anunciaram em 18 de agosto de 2011 que Scott estava encabeçando um novo episódio, com as filmagens prontas para começar não antes de 2013. As indicações do produtor Andrew A. Kosove eram que seria improvável Harrison Ford ser envolvido no projeto.[20][21] Scott disse mais tarde que o filme era "susceptível de ser uma sequência", mas sem o elenco anterior, e que ele estava perto de encontrar um escritor que "pode ​​ser capaz de ajudar a [ele] entregar".[22] Em 6 de fevereiro de 2012, Kosove negou que quaisquer considerações de elenco que teriam sido dadas em resposta ao boato de que Harrison Ford poderia retomar seu papel, dizendo: "É absolutamente, evidentemente falso que tenha havido qualquer discussão sobre Harrison Ford estar em Blade Runner. Para ser claro, o que estamos tentando fazer com Ridley agora é passar pela dor processo de tentar quebrar a espinha dorsal da história... o elenco do filme não poderia estar mais longe nossas mentes neste momento".[23] Quando questionaram Scott em outubro de 2012 sobre a possibilidade de uma sequência, ele disse: "Não é um boato - está acontecendo. Com Harrison Ford? Eu não sei ainda. Ele é muito velho? Bem, ele era um Nexus-6, então nós não sabemos quanto tempo ele pode viver. E isso é tudo que eu direi neste estágio".[24]

Scott informou à Variety em novembro de 2014 que ele não era mais o diretor para o filme e só cumpriria o papel de produtor. Scott também revelou que as filmagens começariam em algum momento no final de 2014/2015, e que o personagem de Ford só apareceria "no terceiro ato" da sequência.[25] Em 26 de fevereiro de 2015 foi anunciada oficialmente a sequência de Blade Runner, com a direção de Denis Villeneuve, e com o retorno do roteirista do primeiro filme Hampton Fancher, co-escrevendo o roteiro com Michael Green; no elenco confirmaram apenas o ator Harrison Ford, que repetirá o seu papel como Rick Deckard; a produção do filme ficou prevista para começar no verão de 2016.[26]

Pré-produção[editar | editar código-fonte]

Em 16 de abril de 2015, Ryan Gosling entrou em negociações para entrar no elenco.[27] Em 20 de maio confirmaram Roger Deakins como diretor de fotografia.[28] Marcaram o começo da fotografia principal para julho de 2016, com a Warner Bros. distribuindo o filme no mercado estadunidense e a Columbia Pictures na distribuição internacional.[29] Em 18 de fevereiro de 2016 anunciaram a data de lançamento oficial do filme para 12 de janeiro de 2018.[30] Quando entrevistado no Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2015, Villeneuve revelou que a trama incluiria a ambiguidade de saber se Deckard é um humano ou um replicante.[31]

Em 31 de março de 2016, Robin Wright entrou em negociações finais para entrar no elenco do filme;[32] em 2 de abril, Dave Bautista postou um imagem de um origami de um unicórnio, indicando que estaria no elenco do filme.[33] Bautista e Wright foram confirmados no elenco em 4 de abril, e definiram o início das filmagens para julho.[34] No fim de abril adiantaram a data de lançamento do filme para 6 de outubro de 2017,[35] e no mesmo mês Ana de Armas e Sylvia Hoeks entraram no elenco.[36][37] Em maio de 2016, confirmaram Carla Juri no elenco.[38]

Em junho Mackenzie Davis e Barkhad Abdi entraram no elenco,[39][40] e David Dastmalchian, Hiam Abbass e Lennie James também.[41][42] Em agosto confirmaram Jared Leto no filme.[43]

Em uma entrevista ao Entertainment Weekly, Villeneuve discutiu brevemente sobre o filme, revelando que é ambientado algumas décadas após o original. Ocorrerá em Los Angeles novamente, e a atmosfera da Terra será diferente. "O clima tem enlouquecido - o oceano, a chuva, a neve é ​​tudo tóxica". O papel de Ridley Scott no filme foi revelado como sendo um produtor executivo.[44]

Filmagens[editar | editar código-fonte]

As filmagens começaram em 6 de julho de 2016 em Budapeste, Hungria.[45][46] Em 25 de agosto de 2016, um trabalhador da construção civil foi morto ao desmantelar um dos sets do filme no Origo Studios.[47] A Warner Bros. revelou no início de outubro de 2016 que o filme seria intitulado Blade Runner 2049.[48] As filmagens se encerraram em novembro de 2016 na Hungria.[49]

Pós-produção[editar | editar código-fonte]

A edição de Blade Runner 2049 ocorreu em Los Angeles e começou em dezembro de 2016; Ele foi classificado como R-rating.[50]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Jóhann Jóhannsson, que trabalhou com Villeneuve em Prisoners, Sicario e Arrival, foi anunciado como compositor. Hans Zimmer e Benjamin Wallfisch juntaram-se em julho de 2017. Em setembro, o agente de Jóhannsson confirmou que ele não estava mais envolvido com o filme, mas estava contratualmente proibido de comentar.[51]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

A Alcon Entertainment fez parceria com a empresa de tecnologia Oculus VR para distribuir o filme exclusivamente para o formato de realidade virtual e lançá-lo ao lado da versão teatral de 6 de outubro de 2017.[52] Como parte de um acordo entre a IMAX Corporation e a Warner Bros., Blade Runner 2049 é definido para lançamento em cinemas IMAX.[53]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Bilheteria[editar | editar código-fonte]

Até o dia 18 de outubro de 2017, Blade Runner 2049 arrecadou US$ 64,5 milhões nos Estados Unidos e no Canadá, e US$ 95,5 milhões em outros países, com uma arrecadação mundial de US$ 160 milhões, contra um orçamento de produção de US$ 150 milhões.[6]

Nos Estados Unidos e Canadá, projetou-se inicialmente que o filme arrecadaria US$ 43-50 milhões nos 4058 cinemas em que seria exibido no seu fim de semana de abertura. Em setembro de 2017, uma pesquisa realizada pela Fandango indicou que o filme era um dos lançamentos mais esperados do ano.[54] Acabou por arrecadar US$ 4 milhões nas pré-estreias de quinta-feira, incluindo US$ 800.000 de sessões IMAX, mas apenas US$ 12,6 milhões em seu primeiro dia oficial, reduzindo as estimativas do fim de semana para US$ 32-35 milhões.[55] No sábado, arrecadou US$ 11,4 milhões, e encerrou seu fim de semana de estreia com US$ 31,5 milhões arrecadados, bem abaixo das projeções iniciais. Entretanto, acabou ficando em primeiro nas bilheterias e tornou-se a maior estreia das carreiras de Villeneuve e Gosling. O Deadline.com atribuiu o fraco desempenho comercial do filme ao seu tempo de duração, de 163 minutos, limitando o número de exibições diárias nos cinemas, além de ser pouco atraente para o público e o marketing sendo vago, confiando demasiadamente na nostalgia e na base de fãs do primeiro filme para sustentar a arrecadação do novo longa.[56]

No exterior, era esperado que estreasse arrecadando US$ 60 milhões ou mais nos 62 países em que o filme seria exibido, com um fim de semana de abertura mundial de cerca de US$ 100 milhões.[4] Terminou por arrecadar US$ 50,2 milhões internacionalmente em seu primeiro dia, ficando na primeira colocação das bilheterias de 42 mercados e fechando seu fim de semana de estreia mundial com US$ 81,7 milhões. Em sua semana inicial, arrecadou R$ 5,7 milhões no Brasil,[57] US$ 8 milhões no Reino Unido, US$ 4,9 milhões na Rússia e US$ 3,6 milhões na Austrália.[58]

Crítica[editar | editar código-fonte]

Blade Runner 2049 vem recebendo avaliações extremamente favoráveis por parte da crítica especializada. No site Rotten Tomatoes, que agrega diversas análises de profissionais, o filme atualmente possui 88% de aprovação, com base em 293 avaliações, e uma classificação média de 8,2/10. O consenso crítico do site diz: "Visualmente fascinante e narrativamente satisfatório, Blade Runner 2049 aprofunda e expande a história de seu antecessor, enquanto que, por direito próprio, se consolida como uma impressionante realização cinematográfica."[59] No site Metacritic, outro agregador de análises, o filme atualmente possui uma pontuação média de 81/100, com base em 51 críticas, indicando "aclamação universal".[60] Os críticos que viram o filme antes de seu lançamento foram solicitados por Villeneuve para que não revelassem certos personagens e pontos da trama.[61] Em uma pesquisa do CinemaScore, espectadores deram ao filme uma nota média "A-" em uma escala de A+ para F.[55]

Referências

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Ligações Externas[editar | editar código-fonte]