Blue Lines

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Blue Lines
Álbum de estúdio de Massive Attack
Lançamento Reino Unido8 de abril de 1991
Gravação 19901991
Estúdio(s) Coach House Studios (Bristol)
Abbey Road e Eastcote Studios (Londres)
Gênero(s) Trip hop
música eletrônica
Duração 45:04
Gravadora(s) Virgin Records
Circa
Produção Massive Attack, Cameron McVey, Jonny Dollar
Cronologia de Massive Attack
Protection
(1994)
Singles de Blue Lines
  1. "Daydreaming"
    Lançamento: 15 de outubro de 1990 (1990-10-15)
  2. "Unfinished Sympathy"
    Lançamento: 11 de fevereiro de 1991 (1991-02-11)
  3. "Safe from Harm"
    Lançamento: 27 de maio de 1991 (1991-05-27)
  4. "Hymn of the Big Wheel" / "Be Thankful for What You've Got"
    Lançamento: 10 de fevereiro de 1992 (1992-02-10)

Blue Lines é o álbum de estreia do grupo britânico de trip hop, Massive Attack, lançado em 8 de abril de 1991. Uma versão remasterizada foi lançada em 19 de novembro de 2012.[1]

O álbum foi considerado o primeiro do gênero trip hop,[2] embora o termo não fosse amplamente usado antes de 1994. O disco foi um sucesso no Reino Unido, chegando ao 10 lugar nas paradas da Inglaterra. A sonoridade do álbum contém toques de dub, hip-hop, soul e música eletrônica em geral.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

"Trabalhamos em Blue Lines durante oito meses, com pausas para o Natal e a Copa do Mundo", disse Robert "3D" Del Naja, "mas começamos com uma seleção de ideais que tinham sete anos. Músicas como 'Safe from Harm' e 'Lately' estavam conosco há um tempo, de quando fazíamos parte do The Wild Bunch, ou da nossa época nos sound systems de Bristol. Mas quanto mais trabalhávamos nessas músicas, mais começamos a ter novas ideias também – como 'Five Man Army' surgiu numa jam."[3] O grupo também se influenciou em álbuns conceituais de vários gêneros de artistas como Pink Floyd, Public Image Ltd., Billy Cobham, Wally Badarou, Herbie Hancock e Isaac Hayes.[4]

Daddy G comentou sobre a criação do álbum:

Éramos uns lerdos de Bristol. Foi a Neneh Cherry que nos colocou num estúdio. Gravamos muito na casa dela, no quarto do bebê dela. Fedia há meses e depois encontramos uma fralda suja atrás do aquecedor. Eu ainda era DJ, mas o que tentávamos fazer era criar música eletrônica para a cabeça em vez de para os pés. Acho que é nosso álbum mais criativo, éramos mais fortes naquela época.[5]

A fonte usada na capa do álbum é Helvetica Black Oblique. Del Naja reconheceu a influência do logotipo de material inflamável usado na capa do álbum Inflammable Material do Stiff Little Fingers.

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
allmusic 5 de 5 estrelas. [6]
Robert Christgau (sem nota) [7]
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Faixas[editar | editar código-fonte]

TítuloParticipação Duração
1. "Safe from Harm"  Shara Nelson 5:18
2. "One Love"  Horace Andy 4:48
3. "Blue Lines"  Tricky 4:21
4. "Be Thankful for What You've Got"  Tony Bryan 4:09
5. "Five Man Arm"  Horace Andy, Tricky e Claude "Willie Wee" Williams 6:04
6. "Unfinished Sympathy"  Shara Nelson 5:08
7. "Daydreaming"  Tricky e Shara Nelson 4:14
8. "Lately"  Shara Nelson 4:26
9. "Hymn of the Big Wheel"  Horace Andy e Neneh Cherry 6:36
Duração total:
45:04

Créditos dos samples[editar | editar código-fonte]

  • "Safe from Harm" contém samples de "Stratus", composta e performada por Billy Cobham.
  • "Blue Lines" contém samples de "Sneakin' in the Back", composta por Max Bennett, Larry Carlton, John Guerin, Joseph Sample, e Thomas Scott, and performada por Tom Scott e L.A. Express.
  • "Daydreaming" contém samples de "Mambo", composta e performada por Wally Badarou.
  • "Lately" contém samples de "Mellow Mellow Right On", composta por Larry Brownlee, Gus Redmond, Fred E. Simon, e Jeffrey Simon, e performada por Lowrell Simon.

Referências

  1. «Massive Attack announce specially remastered Blue Lines reissue». FACT Magazine (em inglês). 11 de setembro de 2012 
  2. Garcia, Guy (25 de outubro de 1998). «MUSIC; Trip-Hop Reinvents Itself to Take on the World». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 8 de setembro de 2020 
  3. «You know the score!» 19 ed. Janeiro de 1992: 51 
  4. REYNOLDS, Simon (1998). Generation Ecstasy: Into the World of Techno and Rave Culture. [S.l.]: Little, Brown and Company. ISBN 0-415-92373-5 
  5. «Blue Lines, Massive Attack» (em inglês). Londres: The Observer. 20 de junho de 2004 
  6. «Avaliação no allmusic». www.allmusic.com 
  7. «Avaliação de Robert Christgau». www.robertchristgau.com 
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