Bradesco

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Bradesco
Bradesco logo.png
Razão social Banco Bradesco S.A.
Tipo Empresa de capital aberto
Slogan Pra frente
Cotação BM&F Bovespa: BBDC3, BBDC4
NYSE: BBD, BBDO
Latibex:XBBDC
Indústria Serviços financeiros
Gênero Sociedade Anônima
Fundação 10 de março de 1943 (74 anos)
Fundador(es) Amador Aguiar
Sede Osasco, São Paulo,  Brasil
Presidente Luiz Carlos Trabuco Cappi
Pessoas-chave Luiz Carlos Trabuco Cappi, Lázaro de Mello Brandão
Empregados 83.900 (em 2016)[1]
Produtos Banco
Banco de investimento
Private equity
Gestão de ativos
Private bank
Seguros
Banco de varejo
Subsidiárias Bradesco Seguros
Bradespar
Valor de mercado Aumento R$ 209,232 bilhões (Jan/2018)[2]
Ativos Aumento R$ 1,291 trilhão (2017)[3]
Lucro Aumento R$ 4,7 bilhões (2017)[3]
Faturamento Aumento R$ 1,9 trilhões (2017)[3]
Website oficial banco.bradesco

Bradesco é um banco brasileiro, atualmente é considerada a maior e mais valiosa marca da América Latina, consistindo no mais lucrativo banco privado do Brasil dos últimos anos, sendo o segundo maior banco privado do Brasil,[4] cresceu principalmente através de fusões e aquisições.

Foi fundado em 10 de março de 1943 na cidade de Marília, interior de São Paulo por Amador Aguiar,[5] sucedendo a Casa Bancária Almeida & Cia., fundador Coronel Galdino de Almeida e sócio Coronel José da Silva Nogueira, sendo renomeado para Banco Brasileiro de Descontos S.A., cuja sigla era "Bradesco", que passou a ser o nome fantasia, e, a partir de 1989 razão social, quando foi alterado para Banco Bradesco S.A.. [6]

Com mais de 4.600 agências[7], o Bradesco é o único banco privado brasileiro a estar presente em todos os municípios do país, com pelo menos uma agência em cada uma das 5.564 cidades do Brasil.[8]

História[editar | editar código-fonte]

Década de 1940[editar | editar código-fonte]

Sua estratégia inicial consistiu em atrair o pequeno comerciante, o funcionário público, pessoas de posses modestas, ao contrário dos bancos da época, que só tinham atenções para os grandes proprietários de terras. Foi um dos primeiros a estimular o uso de cheque aos seus correntistas, que foram orientados a preencher as folhas nas próprias agências. Em 1946, a matriz é transferida para a capital paulista, na rua Álvares Penteado, centro financeiro da cidade (Há divergências, pois alguns citam a vinda à São Paulo para outro endereço, na rua 15 de novembro). Suas agências passam a receber pagamento de contas de energia elétrica, então uma verdadeira inovação no país.

Um ano depois, tomou conhecimento da expansão do café no norte do Paraná e montou uma empresa colonizadora. Expandiu-se na região e já no começo da década de 1950, o ex-Banco da Lavoura (atual Banco Real do grupo Santander) era o maior banco brasileiro no conceito de depósitos à vista.

Década de 1950[editar | editar código-fonte]

Em 1951, com apenas oito anos de vida, o Bradesco torna-se o maior banco privado do Brasil. Nessa década, o Banco chega ao norte rural do Paraná e decide também erguer sua nova sede em Osasco. A construção da matriz inicia-se em 1953 e leva seis anos para ser concluída. Seu crescimento consistente na década de 1960 foi construído com base em um esquema misto de conservadorismo, reinvestimento de lucros e também de aquisições, quando são incorporados nada menos que 17 outros pequenos bancos.

O terceiro salto foi com a aquisição, em 1957, do Banco Nacional Imobiliário - BNI, do banqueiro Orozimbo Roxo Loureiro, que enfrentou problemas de liquidez por ter investido muito em imóveis. Quando o Bradesco o adquiriu e reabriu as 46 agências bancárias que o BNI tinha em São Paulo descobriu o óbvio: em vez de expandir para outras regiões e cidades, havia um enorme mercado a ser conquistado na cidade mesmo.[9]

Internamente, Amador Aguiar sedimentava características na cultura do Bradesco. A mais importante foi o chamado "foco no cliente", quando a expressão ainda não era moda em marketing. O gerente passou a colocar sua "escrivaninha" na porta da agência – uma revolução para a época, quando os gerentes tinham "salas escondidas" no segundo ou terceiro piso dos prédios. A diretoria passou a trabalhar pioneiramente de forma colegiada - todos os diretores em torno de uma mesa retangular, compartilhando informações e decisões. Quando o banco aumentou, montou-se mais uma mesa. Só quando chegaram os computadores montaram-se mesas individuais, mas na mesma sala.

Década de 1960[editar | editar código-fonte]

Em 1967 adquire o Banco Porto-Alegrense, que havia se tornado praticamente em um banco familiar,[10] possuía a matriz e duas agências.

Década de 1970[editar | editar código-fonte]

Na década de 1970, o Bradesco resolveu montar cavalo em sua própria estrutura de processamento e apoio. Inicialmente, montou a sua própria gráfica, que foi fundamental para a reorganização dos formulários, naquela época extremamente importantes, pois ainda não existiam as transferências eletrônicas. O sistema de distribuição de impressos à época era maior que o dos próprios Correios.

O Bradesco também introduziu no mundo das operações bancárias os leitores de código dos cheques (chamados "CMC-7") em 1979, sendo o primeiro no mundo a desenvolver tais artefatos, depois da recusa das empresas estrangeiras líderes de desenvolverem um produto para o mercado local.

Outro passo importante foi a montagem da estrutura de microfilmagem de documentos, como os cheques; primeiro, o Bradesco comprou um sistema denominado Computer Output Microfilm - COM (desenvolvido nos Estados Unidos), no Brasil somente o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) tinha outro. O do Banco do Brasil veio somente dois anos depois.

Década de 1980[editar | editar código-fonte]

Também o Bradesco usou as aquisições para participar da segunda onda de inovações tecnológicas que levou à sedimentação da automação bancária como base de sustentação para a expansão do setor, contratando junto à então gigante italiana Olivetti Data Enter, uma máquina que exigiu a montagem de uma estrutura de manutenção para atender as agências fora de São Paulo. A partir dessa estrutura, em 1980, essa área passou a fazer toda a manutenção do banco, criando um embrião de toda uma estrutura de tecnologia que depois viria a não só a ser uma organização independente, como um modelo para o próprio setor bancário na América Latina. O primeiro terminal de operação eletrônica foi instalado na agência da praça Panamericana, em São Paulo – isto numa época em que não havia linhas de telecomunicação para tal fim, e até a interligação de algumas agências foi necessária uma intensa negociação com a então estatal Embratel; foram necessários quase dez anos para interligar tudo, porque a própria Embratel não tinha ainda essa expertise, e o ambiente da então vigente "reserva de mercado" da indústria de "informática" (que ainda não era de TI – "Tecnologia da Informação") não permitia que fossem importadas soluções.

Aproveitando o pioneirismo do setor tecnológico, em 1981 houve o lançamento do primeiro cartão magnético da América Latina, também na agência da praça Panamericana. Este lançamento significou nada menos que uma das bases para que no futuro o Bradesco e outros bancos percebessem o valor da tecnologia como elemento essencial para a expansão geográfica, geradora de escala e de lucratividade.

Na sequência, em 1985, foi instalado o primeiro terminal para o que na época ainda se chamava "telecompras", que de tanto pioneirismo criou um dilema: não havia experiência no sistema bancário de como creditar numa conta e debitar em outra em tempo real. A resposta estratégica mais uma vez foi rápida, com a compra da Digilab, empresa de eletrônica e de computação, que chegou a produzir mais de 40 mil terminais - para o Bradesco e outros bancos que à época eram concorrentes, mas que acabariam sendo adquiridos em parte pelo próprio Bradesco, como o Credireal e o BCN.

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

O fim da reserva de mercado de informática, em outubro de 1992, levou à desativação da Digilab, mas o Bradesco teve a visão de manter a Scopus, que sobreviveu e hoje está, juntamente com o ShopFácil, sob o controle do grupo, que comprou 100% das suas ações à holding Bradespar.

Em outro movimento estratégico no campo societário, sem utilizar-se inicialmente de uma aquisição direta, foi feita uma parceria com o portal Carsale, que passa a ser a loja-âncora exclusiva de automóveis do ShopFácil. Neste caso por exemplo, o grupo Bradesco agregou ao seu portfólio de negócios não financeiros, um sistema de compras com cerca de 800 mil acessos por dia, 900 lojas e 400.000 usuários cadastrados.

Em 1995, a Visa Internacional em conjunto com o Banco Bradesco, Banco Real, Banco do Brasil e o Banco Nacional, decidem criar a processadora dos cartões de crédito da bandeira VISA. Nasce a CBMP (Companhia Brasileira de Meios de Pagamento) ou Cielo, atualmente a empresa líder no mercado brasileiro de meios eletrônicos de pagamentos.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

O Bradesco iniciou a década de 2000 lançando o Bradesco Mobile Banking, tornando algumas operações bancárias possíveis através do celular.[11][12]

Um ano depois, estreou suas ações no pregão das Bolsas de Nova York (NYSE) e de Madri (LATIBEX). Assim, seus papéis passaram a ser negociados em 3 moedas: real, euro e dólar.[13][14]

Em 2002, o Bradesco adquiriu de volta os 75% da Scopus pertencentes à seu braço não financeiro Bradespar, voltando a ter 100% de controle sobre a empresa de tecnologia.[15][16]

Aconteceu em 2003 a primeira edição do Dia Nacional de Ação Voluntária, uma ação promovida por funcionários e alunos da Fundação Bradesco, que oferece às comunidades em torno das escolas, serviços de utilidade pública ligados às áreas de educação, saúde, cidadania, lazer e cultura.[17][18]

Em 2006, o Bradesco introduziu a biometria nos caixas eletrônicos. A tecnologia utilizada foi a Palm Secure, que substitui o uso da senha, pela captura de imagem do padrão vascular da palma da mão.[19][20][21]

Em 2009, Luiz Carlos Trabuco Cappi foi indicado pelo Conselho Superior de Administração para suceder Márcio Artur Laurelli Cypriano na Presidência da Diretoria Executiva do Bradesco, tornando-se o 3º presidente do Banco, desde a morte de seu fundador, Amador Aguiar.[22]

No final do mesmo ano, o Banco inaugurou uma agência fluvial à bordo de um barco - o Voyager III - que percorre o rio Solimões, no Amazonas. A agência flutuante, atendia a 50 comunidades e 11 municípios, com uma população de 250 mil pessoas. A iniciativa foi capa do jornal americano Wall Street Journal, em março de 2010.[23][24][25]

Em 2009, o Banco foi indicado como a marca mais valiosa do Brasil pela Brand Analytics. No ranking elaborado  pelo Financial Times e outras companhias, o Bradesco apareceu como a 98ª marca mais valiosa do mundo, com valor estimado de 6,57 bilhões de dólares, tornando-se a primeira companhia brasileira a integrar o ranking das cem mais valiosas marcas do mundo.[26]

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2010, o Banco Bradesco ganhou a concorrência nacional que escolheu os patrocinadores oficiais dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Com isso, foi a instituição responsável por todos os serviços financeiros e seguros relacionados aos jogos.[27][28]

No final do ano seguinte, através de uma parceria entre os bancos Bradesco, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, foi criada a bandeira Elo, de cartões. Até o final de 2014, havia mais de 15 milhões de cartões da bandeira circulando no Brasil, atrás apenas da Visa e da Mastercard.[29][30]

No final de 2016, passou a oferecer um sistema inédito em suas máquinas de atendimento da Rede Dia&Noite, que permitia aos deficientes auditivos, a realização de saques com auxílio de intérprete em LIBRAS.[31]

No mesmo ano, integrou pela 17ª vez a lista anual das 150 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, de acordo com pesquisa realizada pela revista Época em parceria com o Great Place to Work Institute.[32]

Em outubro de 2017, substituindo o banqueiro Lázaro de Mello Brandão, Luiz Carlos Trabuco se tornou Presidente do Conselho de Administração do Bradesco, acumulando o novo cargo ao de Presidente do Banco.[33][34]

Banco Digital Next[editar | editar código-fonte]

Após dois anos de investimentos e pesquisas, em junho de 2017, foi lançado o banco Next, primeiro banco 100% digital do Bradesco e dedicado ao público jovem. Composto por um time multidisciplinar de antropólogos, cientistas sociais e matemáticos, o Next oferece diversos serviços bancários sem que o cliente precise ir a uma agência.[35][36][37][38]

Anos 2000: aquisições e parcerias[editar | editar código-fonte]

Agência de Avaré-SP

Em continuação à estratégia para ganho de mercado em nichos específicos, os anos 2000 vêm sendo marcados por grandes investimentos do Banco em aquisições e parcerias. Ao longo de 17 anos, suas principais aquisições somaram mais de R$ 1,3 trilhão, em ativos.[39]

Em outubro de 2000, com a utilização do chamado goodwill e da estrutura societária do BCN, foram incorporadas as 73 agências bancárias do Banco Boavista[40] e, em 2002, adquirido o Banco do Estado do Amazonas, por R$ 182,9 milhões.[41]

Aquisição do Banco BCN e novo logotipo[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 1997, o passo inicial foi dado na aquisição do Banco de Crédito Nacional - BCN, presente no mercado brasileiro desde 1929.

No mesmo ano é lançado o novo logotipo, usado até os dias atuais.

Aquisições do Credireal, Baneb, BEA, Banco Boavista e Banco Continental[editar | editar código-fonte]

Na sequência, a ação estratégica de marketing para atender a um público específico direcionou-se ao processo de privatização dos bancos estaduais, fortes detentoras de contas de funcionários públicos. Primeiro, o mineiro Credireal (R$ 112 milhões), o Baneb, Banco do Estado da Bahia (R$ 260 milhões) em 1998, e o BEA, Banco do Estado do Amazonas (R$ 183 milhões) em 2000. No caso do BEA, a presença do Bradesco no estado do Amazonas passou de 12,5% para 40%, com cinquenta agências. O banco ainda ganhou na época 131 mil clientes, quatro vezes mais do que já possuía no estado.

Incorporação com o Banco Cidade e aquisição dos bancos Finasa e Deutsche Bank Investimentos[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2002, o Bradesco, através do BCN, incorporou o Banco Cidade, criado em 1965. Através de tal operação, foram acrescentados naquele momento mais 50 mil clientes, 24 agências no Brasil, com R$ 2,1 bilhões em ativos e R$ 500 milhões em depósitos, além de R$ 740 milhões em fundos de investimento e carteiras administradas.[42][43]

Logo na sequência, em março do mesmo ano, após longas negociações, o Bradesco adquiriu por R$ 1,36 bilhões o Finasa marca do (Banco Mercantil de São Paulo), fundado em 1938. A partir de então, passaram a ser administradas as empresas controladas pelo Finasa no Brasil e exterior como a Finasa Seguradora e Finasa Crédito, Financiamento e Investimento.[44][45]

Ainda em 2002, foram adquiridos os ativos do Deutsche Bank Investimentos, que transferiu à BRAM - Bradesco Asset Management a administração de R$ 2,16 bilhões em fundos de investimento e em carteiras administradas. Com a compra, a BRAM passou à época a administrar um volume superior a R$ 51 bilhões e, em seguida, a carteira de Crédito Direto ao Consumidor da Ford Credit. Por meio de um acordo firmado entre as duas instituições, o Banco BCN passou a ser o controlador da Ford Leasing S.A. e as novas operações passaram a ser feitas por outra empresa pertencente às Organizações Bradesco, o Continental Banco.[46]

Fusão com BBVA no Brasil[editar | editar código-fonte]

O ano de 2003 começou com novas ações estratégicas envolvendo ao mesmo tempo uma fusão parcial e mais uma aquisição. Em janeiro, o Bradesco adquiriu as operações do BBVA no Brasil, pertencentes ao espanhol Banco Bilbao Vizcaya Argentaria, por R$ 2,6 bilhões (630 milhões de dólares em dinheiro e mais a transferência de uma fatia de 4,5% do capital do Bradesco).[47]

Aquisição do Grupo Zogbi[editar | editar código-fonte]

No início de novembro de 2003, o Bradesco realizou, por meio do Banco Finasa S. A a compra da totalidade do capital social do Grupo Zogbi, pelo valor de R$ 650 milhões. A Zogbi atuava na atividade de financiamento, mantendo forte presença nas áreas de crédito direto ao consumidor, pessoal, cartão e veículos. A aquisição representou um importante passo estratégico do Bradesco em um setor com grande potencial de crescimento. Foram acrescentados ao grupo na ocasião: Ativos totais de R$ 833 milhões; Operações de Crédito de R$ 520 milhões; Patrimônio Líquido de R$ 335 milhões; cerca de 1,5 milhões de clientes ativos e de 4 milhões de clientes cadastrados; mais 1,2 milhões de cartões; 67 lojas próprias de financiamento ao consumidor e mais de 11 mil estabelecimentos afiliados aptos para operar os produtos de Crédito Direto ao Consumidor e Cartões.[48][49]

No terceiro trimestre de 2004, o Bradesco tomou a decisão de unir as marcas Finasa e Zogbi sob a bandeira Finasa, com o abandono da marca Zogbi, e também da BCN. Com a integração entre Zogbi e Finasa, a financeira do Bradesco passou a ter na época 121 filiais, espalhadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná; e 28,7 mil pontos de venda no varejo de automóveis e outros tipos de comércio. [50]

Aquisição do BEM[editar | editar código-fonte]

Agência de Poá-SP.

Em fevereiro de 2004, retomando a linha da aquisição de bancos estaduais, o banco também adquiriu da União Federal o controle acionário do Banco do Estado do Maranhão S.A. - BEM, e suas controladas BEM Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., BEM Vigilância e Transportes de Valores S.A. e BEM Serviços Gerais Ltda. A operação envolveu a compra de 89,957% do capital social do BEM, pelo valor de R$ 78 milhões.

Aquisição das atividades de gestão de recursos JP Morgan[editar | editar código-fonte]

No fim do primeiro semestre de 2003, o Bradesco adquiriu as atividades de gestão de recursos grupo norte-americano JP Morgan, envolvendo a transferência de recursos administrados da ordem de R$ 7 bilhões.[51]

Parceria com as Casas Bahia[editar | editar código-fonte]

Agencia Bradesco Palmácia

Já em novembro de 2004, um acordo de parceria garantiu ao Bradesco a exclusividade do financiamento das vendas feitas pela rede de varejo Casas Bahia. Pelo acordo, o banco passou a assumir o financiamento de pelo menos R$ 100 milhões em vendas por mês. Isso significou na época um aumento quase imediato de 20% nas operações de financiamento ao consumo do próprio banco, que já haviam saltado 38% entre setembro de 2003 e setembro de 2004, atingindo R$15,1 bilhões.[52][53][54]

Em uma segunda etapa, a partir de 2005, o Bradesco passou a vender produtos financeiros aos clientes da Casas Bahia, como cartões e seguros, com a instalação de quiosques na rede de varejo. Com a migração para o cartão de crédito, as vendas das Casas Bahia financiadas pela Finasa, braço de financiamento ao consumo do Bradesco, também caíram. Em setembro de 2006, a Finasa possuía uma carteira de cerca de R$ 1 bilhão de compras feitas por clientes da Casas Bahia, quando em setembro de 2005 esse valor chegou a ser de R$ 1,5 bilhão, com prazo médio dos recebíveis de seis meses.[52][53][54]

Em 2006, foi firmada uma nova parceria entre as partes, que deu ao Bradesco direito de operar produtos financeiros e serviços na rede Casas Bahia até 2021. Em 2015 essa parceria foi estendida até o ano de 2029.[55] [56][57][58]

Parceria com o United Financial of Japan[editar | editar código-fonte]

Em outra linha, desta vez de parcerias internacionais, em novembro de 2004, o Bradesco anunciou uma parceria com o banco United Financial of Japan - UFJ, que passou a ter 1,2% do capital do Bradesco.[59]

Através de tal parceria o Bradesco pôde adaptar sua Rede de Agências no país para atender a mais de 300 mil brasileiros que residiam e trabalhavam no Japão (dekasseguis).[59] Para habilitar os equipamentos de autoatendimento a atender em português, montar um call center, promover estudos de mercado e os novos serviços, entre outras coisas, os dois bancos investiram cerca de 20 milhões de dólares. Foram agregados 4500 equipamentos do tipo Automatic Teller Machine-ATM em português, disponíveis também para os clientes brasileiros do Bradesco em viagem ao Japão.[60]

Aquisição do Banco Morada[editar | editar código-fonte]

Agência em Belo Horizonte.

Em abril de 2005, o Bradesco comprou a rede e a carteira de clientes do Banco Morada, instituição carioca especializado em crédito pessoal e crédito direto ao consumidor (CDC), por R$ 80 milhões, aumentando sua atuação na área de financiamento ao consumo.[61][62]

Na época, o Finasa adquirido pelo Bradesco em 2002, possuía uma carteira de R$ 15 bilhões, dos quais 95% eram créditos para financiamento de veículos. Com a compra do Zogbi no ano seguinte, se consolidou ainda mais no setor, principalmente em São Paulo.

Bradesco de Mogi Guaçu Bairro da Capela.JPG

Já a negociação do Morada acrescentou, na ocasião, 1,1 milhão de clientes à carteira de 5,465 milhões do Finasa [63] e somou 33 lojas à rede de 123.[64] A expectativa é de que a aquisição ampliasse em 2005 em 28% a produção de crédito pessoal e em 15% a de CDC do grupo Bradesco.[65]

Aquisição do BEC[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2005 o Bradesco adquiriu em leilão o BEC (Banco do Estado do Ceará), por um preço de R$ 700 milhões, o que representou um ágio de 28,98% sobre o preço mínimo, fixado em R$ 542,7 milhões. Isto representou uma aquisição de 70 agências no Ceará — o que representava 20% agências bancárias presentes no Estado, e mais do dobro que o próprio Bradesco tinha —, mais de 278 mil contas e 866 funcionários ativos. Este conjunto representou na época R$ 1,9 bilhão em ativos; R$ 263 milhões em operações de crédito, R$ 16 milhões em depósitos a vista, R$ 336 em depósitos a prazo e R$ 507 milhões em poupança, e R$ 455 milhões administração de fundos.[66][67]

Aquisição das operações da American Express[editar | editar código-fonte]

Em março de 2006, o Bradesco, através de uma operação de US$ 490 milhões (R$ 1 bilhão) para assumir as operações brasileiras da empresa de cartões de crédito American Express, especializada no nicho de cartões pessoais para pessoas de alta renda, e cartões corporativos para grandes empresas. Passam a pertencer ao Bradesco as empresas brasileiras da American Express (Amex) que atuam no ramo de cartões de crédito, corretagem de seguros, serviços de viagens, de câmbio no varejo e operações de crédito direto ao consumidor; não foram incluídos na negociação o escritório de representação American Express Bank em São Paulo, o negócio local de Travelers Checks e os acordos de licenciamento de cartões existentes com outros bancos locais.[68]

A transação incluiu, entretanto, o direito de exclusividade por dez anos do Bradesco para a emissão de cartões de crédito da linha Centurion no Brasil, que inclui os tradicionais cartões Green, Gold e Platinum que apresentam o logotipo American Express Centurion. A empresa de cartões americana tinha cerca de 1,2 milhões de plásticos no Brasil, e no ano de 2005, esses cartões movimentaram R$ 8,9 bilhões, ou 6,9% do mercado brasileiro.

Para o Bradesco, que possuía na época 8,7 milhões de cartões no Brasil, a transação possibilitou importantes ganhos de escala e expansão da rede de estabelecimentos comerciais, agregando valor a ambas as instituições. Os portadores de cartões American Express passaram a ter acesso a rede de atendimento maior após a incorporação das unidades do Bradesco.[69][70]

Aquisição do Banco Ibi[editar | editar código-fonte]

Em 4 de junho de 2009, o Bradesco fechou a compra do Banco Ibi, ligado à rede varejista holandesa C&A, em um negócio de R$ 1,4 bilhão.[71] O Bradesco adquiriu as operações bancárias e financeiras do IBI México da C&A em 2010.[72][73]

Aquisição do BERJ[editar | editar código-fonte]

No dia 20 de maio de 2011 o Governo do Estado do Rio de Janeiro informou que o Bradesco arrematou o Banco do Estado do Rio de Janeiro (BERJ) e com isso passou a operar por três anos, a partir de 2012, a folha de pagamento dos servidores ativos e inativos do Governo do Estado.[74] Ao todo o Bradesco investiu R$ 1,8 bilhão, que incluíram a compra do Berj, a folha de pagamentos do Estado e outras despesas da operação.[75] Com o arremate, o Bradesco recebeu um crédito fiscal de R$ 3 bilhões.[76]

Desde então, à frente das operações da folha de pagamento dos servidores do Rio de Janeiro, em agosto de 2017, O Bradesco foi o único banco a apresentar uma proposta, garantindo o direito de manter o gerenciamento do negócio até o final de 2023.[77]

Venda da Scopus Tecnologia (Divisão de Serviços)[editar | editar código-fonte]

Em 2014, com o objetivo de focar em sua atividade principal, o Bradesco vendeu parte da Scopus, empresa de tecnologia da informação, para a IBM. A partir de então, a empresa americana ficou responsável pela estrutura operacional, executando por exemplo as atividades de suporte e manutenção de hardware e software.

O Banco manteve a gestão das atividades de consultoria e soluções em TI, bem como a propriedade da marca Scopus.[78][79]

Aquisição do HSBC[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 2015, foi decretado o acordo entre o Bradesco e a HSBC Holding, por R$ 17,6 bilhões, considerado o maior negócio realizado no ano de 2015 no Brasil.[80] Para que a operação fosse aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Bradesco teve que se comprometer a não adquirir qualquer outra instituição financeira pelo período de 30 meses após a assinatura do acordo.[81]

Com a execução da transação, ocorreu a migração todas as contas dos clientes do HSBC Brasil para o Bradesco,[82][83] que passou a ter 851 novas agências, 5 milhões de novos clientes e R$ 160 bilhões em ativos se aproximando ao tamanho de seu principal concorrente, o Itaú Unibanco.[84]

Em Julho de 2016, quando a operação foi concluída a compra do HSBC representou um aumento de 15,9% no total de ativos do Bradesco, somando um total de R$ 1,276 trilhão.[85]

No primeiro semestre, o HSBC registrou um lucro líquido de US$ 9,618 bilhões, 1,31% a menos que no mesmo período de 2014. No segundo trimestre, o lucro líquido caiu 3,8%, a US$ 4,359 bilhões. A queda do lucro foi provocada principalmente pelos custos totais de operação, que no primeiro semestre aumentaram 5% na comparação com o mesmo período de 2014, a 19,187 bilhões de dólares. O banco Bradesco atingiu, entre abril e junho, seu maior lucro trimestral na história, segundo levantamento da consultoria Economatica. A instituição financeira anunciou ter registrado lucro líquido contábil de R$ 4,473 bilhões no segundo trimestre de 2015, após atingir R$ 4,244 bilhões nos três meses anteriores – um aumento de 5,4%. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, o lucro mostrou crescimento de 18,4%.[86]

Fundação Bradesco[editar | editar código-fonte]

Com o objetivo de promover a inclusão e o desenvolvimento social através da educação, foi criada em 1956 a Fundação Bradesco, que viria a se tornar um dos mais importantes programas sociais do país.[87][88][89]

Amador Aguiar, idealizador do projeto, acreditava na capacitação de jovens para, posteriormente, atuarem dentro das agências e dessa forma, construir uma carreira no Banco. O projeto que completou 60 anos em 2016, teve a sua primeira escola aberta em 1962[90], em Osasco, e contava com 7 professores e 289 alunos. Em 1998, inovou ao lançar o primeiro curso de informática para deficientes visuais do Brasil.

Até 2017, a Fundação contava com 40 escolas próprias, além de projetos educacionais em paralelo, como a Escol@ Virtual, o projeto Educa + Ação, o Programa Jovem Aprendiz Técnico.[89]

Ao longo de 6 décadas, a instituição ofereceu educação a mais de 4 milhões de pessoas, levando em consideração os cursos presenciais e à distância.[89]

Comunicação[editar | editar código-fonte]

Ao completar 70 anos, em 2013, o Banco Bradesco lançou um vídeo, assinado pela agência WMcCann contando sua trajetória em um minuto e meio, amplamente divulgado na mídia durante o mês de seu aniversário.[91][92]

Durante as olimpíadas de 2012, o Bradesco começou a explorar o acrônimo BRA nas ativações da marca nos jogos de 2016, sediados no Brasil. O acrônimo, fazia referência à palavra Brasil e Bradesco. Em 2014, passou a utilizar o conceito "Tudo de BRA" em suas campanhas publicitárias. O tema foi escolhido como uma maneira de ressaltar o valor e as peculiaridades do Brasil, a começar pelo povo. As campanhas publicitárias sob o novo conceito destacaram atitudes do jeito brasileiro como abraçar, praticar esportes e celebrar as coisas boas da vida. [93][94][95][96]

Em 2017, o Banco mudou seu posicionamento e lançou uma nova campanha com o mote "Pra Frente", que refletia a busca do brasileiro em alcançar suas metas, mesmo diante de um momento econômico difícil. [97][98]

Sustentabilidade[editar | editar código-fonte]

A partir dos anos 2000, o Banco passou a ter um foco efetivo em iniciativas e práticas de sustentabilidade corporativa. O Pacto do Equador, os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), Princípios para Investimento Responsável (PRI) e Objetivos do Desenvolvimento Sustentável foram algumas das diretrizes que o Banco adotou, visando melhores práticas de sustentabilidade.[99]

Em 2007, a foi lançado o conceito "Banco do Planeta" que trata de projetos sócio-ambientais e de cunho social administrados pelo Banco. As ações vão desde o uso de papéis reciclados na emissão de talões de cheque ao plantio de milhares de árvores para compensar a emissão dos 8 mil funcionários de sua matriz, na Cidade de Deus.[100]

Através de uma parceria com o Governo do Amazonas, o Bradesco passa a ser co-fundador da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), iniciativa sem fins lucrativos cujos objetivos são a preservação da Floresta Amazônica e a contribuição para o seu desenvolvimento sustentável.[101]

Foi nessa época que suas ações passaram a fazer parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da Bovespa, e o Índice Down Jones de Sustentabilidade.

Canais de Conveniência[editar | editar código-fonte]

Na década de 1970 o Bradesco criou S.O.S Bradesco, que realizava saque ou consulta sem ter que entrar na agência. O Bradesco teve o primeiro Internet Banking do Brasil e inclusive na década de 1990 quem tinha uma linha telefônica e um Mega Drive/Genesis poderia ter um cartucho elaborado em parceria com a TecToy que acessava sua conta.

  • Autoatendimento (Bradesco Dia&Noite)
  • Fone Fácil Bradesco
  • Internet Banking Bradesco
  • Bradesco Celular

Dados[editar | editar código-fonte]

Agência do Bradesco em Caruaru, PE.
  • Os ativos totais do Bradesco totalizaram R$ 1,291 trilhões em 2017;[102]
  • R$ 110,4 bilhões de patrimônio líquido (último balanço disponível: 4T2017); [103]
  • R$ 14,6 bilhões de lucro líquido em 2017, totalizando um ROE de 13%;[103]
  • 16,8 milhões de clientes;
  • 5.068 agências;[102]
  • Líder privado em Internet Banking, com 7,5 milhões de usuários;
  • 1,4 milhões de acionistas;
  • Maior rede privada de autoatendimento, com 36.148 máquinas Bradesco Dia & Noite e acesso a Rede Banco 24 Horas, composta por 20.875 máquinas;[102]
  • R$ 140,2 bilhões em recursos administrados pela BRAM;
  • 53,3 milhões de Cartões de Débito e Crédito Bradesco;
  • Maior empregador de mulheres do Brasil.

O controle do banco pertence à Cia Cidade de Deus com 47% e à Fundação Bradesco com 17%.

O presidente do conselho e atual diretor-presidente do banco é Luiz Carlos Trabuco Cappi[104] e o vice-presidente do conselho é Carlos Alberto Rodrigues Guilherme.

O banco foi indicado como a marca mais valiosa do Brasil pela Brand Analytics.[105] No ranking elaborado em 2009 pelo Financial Times e outras companhias, o Bradesco aparece como a 98ª marca mais valiosa do mundo, com valor estimado de 6,57 bilhões de dólares, tornando-se a primeira companhia brasileira a integrar o ranking das cem mais valiosas marcas do mundo.[106]

Foi eleita pelo Great Place to Work Institute (GPTW) como uma das cem melhores empresas para se trabalhar no Brasil.[107] Em 2012, foi considerado a marca mais valiosa da América Latina, pelo segundo ano consecutivo.[108][109]

Em 2017, foi eleito, pelo sexto ano consecutivo, como a “Marca Mais Valiosa do Brasil” do setor financeiro.[110]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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