Brancura

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Sílvio Fernandes, mais conhecido como Brancura (Rio de Janeiro, 1908 — Rio de Janeiro, 1935), foi um compositor e flautista brasileiro.[1]

Brancura ganhou seu apelido dos amigos da Turma do Estácio por conta de sua preferência por mulheres brancas em suas investidas amorosas, segundo conta Sérgio Cabral em seu livro Escolas de Samba do Rio de Janeiro.

Com sambistas como Ismael Silva, Bide, Mano Aurélio, Baiaco e Heitor dos Prazeres, fundou a Deixa Falar, primeira escola de samba do país. Também costumava frequentar o Café Apolo e o Café Compadre, no bairro carioca do Estácio, reduto de sambistas nas décadas de 1920 e 1930, onde conheceu vários artistas, como Noel Rosa, Mário Reis e Francisco Alves.

Referências

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