Brasil Kirin

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Brasil Kirin
Razão social Brasil Kirin Participações e Representações S.A.
Empresa de capital fechado
Slogan Viva Sua Sede
Atividade Bebidas
Gênero Subsidiária
Fundação 1939 (adquirida em 2012 com o nome de Brasil Kirin)
Encerramento 2017
Sede Itu, SP
Área(s) servida(s) Brasil
Proprietário(s) Família Schincariol (1939—2012)
Kirin Company (2012—2017)
Heineken (2017—atualmente)
Presidente André Salles
Produtos cerveja, refrigerante, suco, água mineral, energético
Valor de mercado EUR 1,025 bilhão (2017)[1]
Faturamento Aumento R$ 3,706 bilhões (2016)[1]
Antecessora(s) Schincariol
Sucessora(s) Heineken Brasil
Website oficial www.brasilkirin.com.br
Fábrica da Brasil Kirin em Cachoeiras de Macacu
Caminhão carreta da Schin na BR-343.

A Brasil Kirin,[2] anteriormente Schincariol, foi uma empresa de bebidas com sede no Brasil. No mercado de cervejas, foi proprietária das marcas Schin, Glacial, Cintra, Baden Baden, Devassa e Eisenbahn. A empresa concorria com a AmBev e o Grupo Petrópolis, além de outras microcervejarias brasileiras.

Caminhão da Nova Schin singrando a rodovia federal, BR-343, em Campo Maior, no Piauí.

Foi uma indústria brasileira que iniciou suas atividades produzindo refrigerantes, posteriormente estendeu sua participação no ramo de cervejas. Em 2011, o Grupo Schincariol foi vendido para o grupo japonês Kirin Holdings Company[3] com sede mundial em Tóquio no Japão. Em fevereiro de 2017, a cervejaria Heineken anunciou um acordo com o Kirin Company para a compra da sua subsidiária brasileira, a Brasil Kirin.[4] Em 1 de junho do mesmo ano, a Heineken anunciou, ao mercado, a finalização da compra e o início da integração das duas empresas, mas também o início da divulgação dos produtos com a marca, e encerramento das publicações nas mídias sociais.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Logo da Schincariol

Fundada em 1939 a Schincariol iniciou suas atividades produzindo o refrigerante Itubaína com sabor tutti-frutti.[6] Atualmente com treze unidades fabris sendo que a matriz fica na cidade de Itu, no Estado de São Paulo.[7]

Além de atender o Brasil, a empresa exportava para os países do Mercosul, Europa e Ásia.

Compra do Grupo Schincariol pela Kirin[editar | editar código-fonte]

Em 2011, a Kirin Holdings, do Japão, anunciou a compra de parte majoritária, 50,45% das ações, da cervejaria brasileira Schincariol, por R$ 3,95 bilhões.[8][9][10]

No final do mesmo o CADE aprova a compra 100% da empresa pela empresa Kirin Holdings por R$ 7,3 bilhões.[11][12]

Em 2012 a Schincariol passa a se chamar Brasil Kirin.[13]

Em 2012, Gino Di Domenico substituiu Adriano Schincariol na presidência da empresa.[14]

Compra pela Heineken[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2017 a cervejaria Heineken anunciou um acordo com o Kirin Company para a compra da sua subsidiária brasileira, a Brasil Kirin.[4]

O valor do acordo e de 664 milhões de euros(equivalente a 704 milhões de dólares estadunidenses ou 2,2 bilhões de reais).[1] Segundo analista a expectativa que o acordo seja concluído ainda no primeiro semestre de 2017.[4]

Em maio de 2017 o CADE aprovou a venda da Brasil Kirin para Heineken, com isso esta última tornou-se a segunda maior cervejaria brasileira.[15]

Caixa de cerveja com a denominação antiga da marca.

Produtos[editar | editar código-fonte]

A Brasil Kirin possui em sua linha de produtos:[16]

  • Cervejas: Schin, Malta (Pilsen, Malzbier, Munich e Zero Álcool), Glacial, Cintra, Baden Baden, Devassa e Eisenbahn
  • Refrigerantes: Schin (citrus, uva, limão, laranja, guaraná, cola), Itubaína, Maçã, Tônica, Fibz Kirin (refrigerante com fibras) de cola e também de guaraná.
  • Refrigerantes light: Guaraná Zero e Cola Zero
  • Suco de frutas: Skinka e Fruthos
  • Água mineral Schincariol (com e sem gás)
  • Energéticos: ecco! "K" energy drink

Campanhas publicitárias[editar | editar código-fonte]

Em 2003, a companhia Schincariol lançou a campanha "Experimenta!", onde um fiel bebedor de cerveja tenta evitar provar a Nova Schin. Ele acaba sendo convencido pelo garçom e por uma multidão de gente que grita "Experimenta!". Ao final, aparece o cantor Zeca Pagodinho, que prova o novo produto e aprova.

Desde 2007, a Schincariol tem como garota-propaganda a cantora baiana Ivete Sangalo.

No futebol, patrocinou o Ituano, clube da cidade de Itu, onde ficava a matriz da empresa. Patrocinou a equipe em diversas vezes, de 1997 até o encerramento das atividades da empresa. Em 2002 patrocinou, a Portuguesa.

Entre os anos de 2014 a 2016 deu nome a um time de futsal na cidade de Sorocaba, na época conhecido como Futsal Brasil Kirin. Também foi responsável pelo time de voleibol da cidade de Campinas, entre os anos de 2013 a 2017, conhecido na época como Vôlei Brasil Kirin.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Cibelle Bouças (13 de Fevereiro de 2017). «Heineken compra dona da Schincariol por 664 milhões de euros». Valor Econômico. Consultado em 13 de Fevereiro de 2017 
  2. [1]
  3. [2]
  4. a b c «Heineken compra Kirin e se torna segunda maior cervejaria do Brasil». epocanegocios.globo.com 
  5. «Brasil Kirin». m.facebook.com. Consultado em 12 de junho de 2017 
  6. ABIR. «O timeline da indústria de refrigerantes». Consultado em 1 de junho de 2010 
  7. SCHINCARIOL. «Unidades fabris e regionais». Consultado em 1 de junho de 2010 
  8. [3]
  9. [4]
  10. [5]
  11. Daniela Barbosa (7 de dezembro de 2011). «Cade aprova compra da Schincariol pela Kirin». Veja.com. Consultado em 7 de dezembro de 2011 
  12. «Japonesa Kirin anuncia a aquisição de 100% da Schincariol». Veja.com. 4 de novembro de 2011. Consultado em 7 de dezembro de 2011 
  13. Marcela Ayres (12 de novembro de 2012). «Schincariol vira Brasil Kirin e quer faturar R$ 3,5 bilhões». exame.abril.com.br. Consultado em 2013 de janeiro de 177  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  14. [6]
  15. «Cade aprova negócio, e Heineken se torna a 2ª maior cervejaria no Brasil». Folha de S.Paulo 
  16. SCHINCARIOL. «Produtos». Consultado em 1 de junho de 2010 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]