BRICS

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a organização composta por cinco países que também inclui a África do Sul. Para o termo usado para se referir ao Brasil, Rússia, Índia e China como grandes mercados emergentes, veja BRIC.
Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul
Mapa dos países BRICS

BRICS
 Brasil
Presidente (chefe de Estado e de Governo):
 Rússia
Presidente (chefe de Estado):
Primeiro-ministro (chefe de governo):
 Índia
Presidente (chefe de Estado):
Primeiro-ministro (chefe de governo):
 China
Presidente (chefe de Estado):
Primeiro-ministro (chefe de governo):
 África do Sul
Presidente (chefe de Estado e de Governo):

Em economia, BRICS é um acrônimo que se refere aos países membros fundadores (o grupo BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que juntos formam um grupo político de cooperação. Em 14 de abril de 2011,[1] o "S" foi oficialmente adicionado à sigla BRIC para formar o BRICS, após a admissão da África do Sul (em inglês: South Africa) ao grupo.[2][3][4] Os membros fundadores e a África do Sul estão todos em um estágio similar de mercado emergente, devido ao seu desenvolvimento econômico. É geralmente traduzido como "os BRICS" ou "países BRICS" ou, alternativamente, como os "Cinco Grandes".

Apesar de o grupo ainda não ser um bloco econômico ou uma associação de comércio formal, como no caso da União Europeia,[5] existem fortes indicadores de que os quatro países do BRIC têm procurado formar um "clube político" ou uma "aliança", e assim converter "seu crescente poder econômico em uma maior influência geopolítica."[6][7] Desde 2009, os líderes do grupo realizam cúpulas anuais.[8]

A sigla (originalmente "BRIC") foi criada por Jim O'Neill em um estudo de 2001 intitulado "Building Better Global Economic BRICs".[9][10][11] Desde então, a sigla passou a ser amplamente usada como um símbolo da mudança no poder econômico global, distanciando-se das economias desenvolvidas do G7 em relação ao mundo em desenvolvimento.

De acordo com um artigo publicado em 2005, o México e a Coreia do Sul seriam os únicos outros países comparáveis ​​aos BRICS, mas suas economias foram inicialmente excluídas por serem consideradas mais desenvolvidas, uma vez que já eram membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.[12] As relações bilaterais entre os países dos BRICS tem sido conduzidas principalmente com base nos princípios de não-interferência, igualdade e benefício mútuo. [13]

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: BRIC
Os líderes do BRIC em 2008.

Várias fontes[quem?] referem-se a um suposto acordo "original" dos BRICs que antecede a tese da Goldman Sachs. Algumas dessas fontes afirmam que o presidente da Rússia, Vladimir Putin foi a força motriz por trás dessa coligação original cooperativa dos países em desenvolvimento BRIC. No entanto, até agora, nenhum texto foi tornado público sobre qualquer acordo formal do qual todos os quatro países BRIC são signatários. Isso não significa, porém, que eles não chegaram a uma multiplicidade de acordos bilaterais ou mesmo quadrilaterais. A existência de acordos desse tipo são abundantes e estão disponíveis nos sites do Ministério das Relações Exteriores de cada um dos quatro países. Acordos trilaterais e as estruturas feitas entre os BRICs incluem a Organização para Cooperação de Xangai (Estados-Membros incluem a Rússia e a China, observadores incluem a Índia) e do Fórum Trilateral IBAS, que reúne Brasil, Índia e África do Sul em diálogos anuais. Também é importante observar que o G20, uma coalizão de países em desenvolvimento, inclui todos os BRICs.

Além disso, por causa da popularidade da tese "BRIC" da Goldman Sachs, este termo tem sido, por vezes, alterado ou ampliado para "BRICK"[14][15] (K para a Coreia do Sul - em inglês: South Korea), "BRIMC"[16][17] (M para México), "BRICA" (os países árabes do CCG - Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Bahrein, Omã e os Emirados Árabes Unidos)[18] e "BRICET" (incluindo a Europa Oriental e a Turquia),[19] que tornaram-se termos de marketing mais genéricos para se referir a esses mercados emergentes.

Em agosto 2010, Jim O'Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs que criou a tese "BRIC", argumenta que a África pode ser considerada o próximo BRIC.[20] Analistas de bancos rivais têm procurado ir além do conceito dos BRICs, através da introdução de seus próprios grupos de mercados emergentes. As propostas incluem os CIBETs (Colômbia, Indonésia, Vietnã, Egito, Turquia e África do Sul), os EAGLEs (Emerging and Growth-Leading Economies) e o Clube 7 por cento (que inclui os países que apresentaram crescimento econômico de pelo menos 7 por cento ao ano).[21]

Admissão da África do Sul[editar | editar código-fonte]

Os líderes do BRICS em 2011.
Vladimir Putin junto com os outros líderes dos BRICS durante a 8.ª reunião de cúpula do G20, em São Petersburgo, Rússia.

O governo sul-africano procurou os membros do BRIC em 2010, e o processo de admissão formal começou logo em agosto de 2010.[22] A África do Sul foi admitida oficialmente como uma nação do BRIC em 24 de dezembro de 2010 após ser convidada pela China e outros países do BRIC para participar do grupo.[22] A letra "S" em BRICS representa o 'South' de 'South Africa' (Africa do Sul em inglês)[2]

O presidente Jacob Zuma foi assistir à cúpula do BRICS em Pequim, em abril de 2011, como membro pleno. A África do Sul está em uma posição única e pode influenciar o crescimento econômico e o investimento da África. De acordo com Jim O'Neill, do Goldman Sachs, que originalmente cunhou o termo, o PIB atual combinado do continente africano é razoavelmente semelhante ao do Brasil e da Rússia e ligeiramente superior ao da Índia.[23] A África do Sul é um "portal" para o sul da África e para África em geral, já que o país africano mais economicamente desenvolvido.[23] A China, que é o maior parceiro comercial da África do Sul e da Índia, quer ampliar os laços comerciais com a África.[22] A África do Sul é também a maior economia da África, mas, 31º maior PIB do mundo, sua economia está muito aquém dos seus novos parceiros.[22]

Jim O'Neill, expressou surpresa quando a África do Sul se juntou ao BRIC, já que a economia da África do Sul é um quarto do tamanho da economia da Rússia (a nação com o menor poder econômico do BRIC).[24] Ele acreditava que o potencial estava lá, mas não previu a inclusão da África do Sul nesta fase.[23] Martyn Davies, um perito no mercado emergente sul-africano, argumentou que a decisão de convidar a África do Sul faz pouco sentido comercial, mas foi politicamente astuta, dadas as tentativas da China em estabelecer uma presença na África. Além disso, a inclusão da África do Sul no BRICS pode traduzir-se a um maior apoio Sul-Africano para a China em fóruns globais.[24]

As credenciais africanas são importantes geopoliticamentes, pois dá aos BRICS a oportunidade de influenciar e comercializar em quatro continentes diferentes.[22] A adição da África do Sul é uma hábil jogada política que reforça ainda mais o poder BRICS e de seu estatuto.[22] Na redação original, que cunhou o termo, o Goldman Sachs não argumenta que os BRICs teriam se organizado em um bloco econômico, ou uma associação comercial formal que este movimento significa.[5]

Países-membros[editar | editar código-fonte]

País Líder Ministro das Finanças Presidente do Banco Central PIB
(nominal·PPC)
$milhões de USD
PIB per capita
(nominal·PPC)
$USD
IDH População
 Brasil Presidente Michel Temer Henrique Meirelles Ilan Goldfajn 2.023.518 2.181.677 10.471 11.289 0,755 201.032.714
 Rússia Presidente Vladimir Putin Anton Siluanov Elvira Nabiullina 1.476.912 2.218.764 10.521 15.807 0,798 141.927.297
 Índia Primeiro-ministro Narendra Modi Arun Jaitley Urjit Patel 1.430.020 4.001.103 1.176 3.290 0,609 1.180,251.000
 China Presidente Xi Jinping Jin Renqing Zhou Xiaochuan 5.878.257 10.085.708 4.382 7.518 0,727 1.338.612.968
 África do Sul Presidente Jacob Zuma Pravin Gordhan Lesetja Kganyago 354.414 524.341 7.101 10.505 0,666 49.320.500

Líderes[editar | editar código-fonte]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

A tabela a seguir contém a posição de cada um dos BRICS em relação aos demais países do mundo, considerando algumas variáveis selecionadas. A melhor colocação, no grupo, é destacada em negrito.

Variável  Brasil  Rússia  Índia  China  África do Sul
Área[25] 24º
População[26] 25º
PIB nominal[27] 13º 32º
PIB (PPC)[28] 25º
Exportações[29] 25º 15º 20º 38º
Importações[30] 16º 11º 22º
Balança comercial[31] 195º 188º 181º
Consumo de eletricidade[32] 19º
Automóvel per capita[33] 61º 57º 158º 111º 83º
Liberdade econômica[34] 122º 153º 123º 144º 80º
Produção de petróleo[35] 20º 41º
Índice de Desenvolvimento Humano[36] 75º 50º 130º 90º 116º

Economia[editar | editar código-fonte]

PIB do grupo entre 2003 e 2013.

Entre 2003 e 2007, o crescimento dos quatro países representou 65% da expansão do produto interno bruto (PIB) mundial. Em paridade de poder de compra, o PIB dos BRICS, em 2013, já superava o dos Estados Unidos ou o da União Européia.[37]

Para dar um exemplo do ritmo de crescimento desses países, em 2003 os BRICs respondiam por 9% do PIB mundial; em 2009, a participação do grupo passou para 14%.[37]

Em 2010, o PIB em conjunto dos cinco países do BRICs totalizou US$ 11 trilhões ou 18% da economia mundial. Considerando o PIB pela paridade de poder de compra, esse índice é ainda maior: 19 trilhões de dólares ou 25%.[37]

País  Brasil  Rússia  Índia  China  África do Sul
PIB em trilhões (US$) 2,70(2013) 2,50(2012) 4,78(2012) 8,28(2012) 0,58(2012)[38]

Instituições financeiras[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Novo Banco de Desenvolvimento

Em 15 de julho de 2014, durante a Sexta cúpula do BRICS, em Fortaleza, Ceará, os presidentes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul assinaram um acordo, oficializando a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, NBD (em inglês New Development Bank, NDB), também referido como 'banco dos BRICS',[39] cujo principal objetivo é o financiamento de projetos de infraestrutura e desenvolvimento em países pobres e emergentes. O acordo foi firmado pela então presidente do Brasil, Dilma Rousseff, pelo premiê indiano, Narendra Modi, pelos presidentes da Rússia, Vladimir Putin, da China, Xi Jinping, e da África do Sul, Jacob Zuma.

Putin, Modi, Rousseff, Xi e Zuma, líderes do BRICS, na 6ª cúpula do grupo, em 2014.

O banco dos BRICS terá sua sede em Xangai, na China, e pode começar a operar por meio de empréstimos em moeda chinesa.[40] Seu primeiro presidente será indiano. O Brasil deverá indicar o presidente do Conselho de Administração do banco. À Rússia caberá nomear o presidente do Conselho de Governadores, e a África do Sul sediará o Centro Regional Africano da instituição.[41][42] O NBD deverá também impulsionar ainda mais o comércio entre os cinco componentes do grupo, que já movimenta cerca de 54 bilhões de dólares anuais.[42] O capital inicial do banco será de 50 bilhões de dólares (podendo chegar, futuramente, a 100 bilhões de dólares), valor a ser integralizado pelos cinco países em partes iguais, em até sete anos. Os líderes também decidiram criar um fundo de reserva de 100 bilhões de dólares, o Arranjo de Reservas de Contingência. Esse fundo se destina a corrigir eventuais desequilíbrios de balanço de pagamentos dos países signatários. Desses 100 bilhões, 41 bilhões virão da China. O Brasil, a Rússia e a Índia contribuirão com 18 bilhões cada um e a África do Sul com 5 bilhões.[43]

Segundo a presidenta do Brasil, o novo banco deve representar uma alternativa "para as necessidades de financiamento de infraestrutura nos países em desenvolvimento, compreendendo e compensando a insuficiência de crédito das principais instituições financeiras internacionais", que são o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial), instituições criadas em 1945, pelos Acordos de Bretton Woods. Essas instituições têm sido consideradas, pelos países emergentes, como pouco representativas dos seus interesses.[44]

Educação[editar | editar código-fonte]

Os países do BRICS revelaram, em 2015, planos para criar uma cooperativa de educação que vai ajudar esses países a avançar em ambas as atividades acadêmicas e econômicas. O acordo servirá como base para uma rede de organizações e instituições de ensino dos países participantes.[45]

Reuniões de cúpula[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Primeira cúpula do BRIC
Reunião de líderes dos BRICS durante a 9ª reunião de cúpula do G20, realizada em Brisbane, Austrália.
Líderes dos BRICS durante a 8ª cúpula do grupo, em Goa.
Cúpula Participantes Data País anfitrião Líder anfitrião Localização
1ª Cúpula do BRIC BRIC 16 junho de 2009  Rússia Dmitry Medvedev Ecaterimburgo
2ª Cúpula do BRIC BRIC 15 de abril de 2010  Brasil Luiz Inácio Lula da Silva Brasília[46]
3ª Cúpula do BRICS BRICS 14 de abril de 2011  China Hu Jintao Sanya
4ª Cúpula do BRICS BRICS 29 de março de 2012  Índia Manmohan Singh Nova Déli[47]
5ª Cúpula do BRICS BRICS 26 de março de 2013  África do Sul Jacob Zuma Durban
6ª Cúpula do BRICS BRICS 15 de julho de 2014  Brasil Dilma Rousseff Fortaleza [48]
7ª Cúpula do BRICS BRICS 9 de julho de 2015  Rússia Vladimir Putin Ufa [49][50]
8ª Cúpula do BRICS BRICS 16 de outubro de 2016  Índia Narendra Modi Goa

BRIC[editar | editar código-fonte]

Os países BRIC reuniram-se para a sua primeira cúpula oficial em 16 de junho de 2009, em Ecaterimburgo, Rússia,[41] com a presença de Luiz Inácio Lula da Silva, Dmitry Medvedev, Manmohan Singh, e Hu Jintao, respectivos líderes de Brasil, Rússia, Índia e China.[51] Durante a cúpula foram discutidos vários temas relacionados à crise econômica de 2008, tais como comércio internacional, o papel do dólar como moeda de reserva e sua possível substituição, a participação nos organismos internacionais, entre outros.[52]

Os ministros de Relações Exteriores dos países BRIC já tinham se reunido anteriormente no dia 16 de maio de 2008, também em Ecaterimburgo.[53]

Uma semana antes da cúpula, o Brasil havia oferecido 10 bilhões de dólares ao Fundo Monetário Internacional. Era a primeira vez que o país oferecia um empréstimo desse tipo.[54] Anteriormente, o Brasil já recebera empréstimo do FMI, e este anúncio foi tratado como uma importante demonstração da mudança de posição econômica do país. A China e a Rússia também fizeram anúncios de empréstimos ao FMI, de 50 bilhões e 10 bilhões de dólares respectivamente.

A Segunda cúpula do BRIC aconteceu nos dias 15 e 16 de abril de 2010, em Brasília, e contou com a participação da África do Sul. Na reunião preparatória do dia 14, realizada no Rio de Janeiro, foram discutidas, pela primeira vez, oportunidades de negócios e investimentos nos setores de energia, tecnologia da informação, infraestrutura e agronegócio. A Rússia anunciou demandas para investimentos em rodovias e aeroportos; o Brasil, em ferrovias, aeroportos, hidrovias e estrutura urbana. A China sugeriu a troca de informações para a segurança alimentar, de modo a evitar grandes altas nos preços dos alimentos.[55][56]

BRICS[editar | editar código-fonte]

No fórum de 2011, em Sanya, na província de Hainan, na China a África do Sul participou do encontro pela primeira vez como membro do grupo, o qual foi então renomeado para BRICS, de modo a representar também o novo membro.[57]

A África do Sul havia recebido um convite formal da China para participar do grupo em 2010.[58][59][60]

Na Cúpula de Durban (2013), foi decidido que as próximas reuniões serão realizadas em cada um dos países segundo a ordem do nome do país na sigla BRICS, sendo o Brasil o país a realizar a cúpula em 2014; a Rússia, em 2015, e assim por diante.[61]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Almanaque Abril 2012 - Retrospectiva 2011, pág 27.
  2. a b S. Africa Joins; BRIC Now BRICS, 13 de abril de 2011
  3. BRICS Gain Global Influence as South Africa Joins, President of Russia Medvedev, 13 de abril de 2011
  4. Emerging Bloc Adds South Africa, 13 de abril de 2011
  5. a b «Brazil, Russia, India And China (BRIC)». Investopedia. Consultado em 2008-05-11. 
  6. BRICs helped by Western finance crisis: Goldman | Reuters
  7. Russia shows its political clout by hosting Bric summit - Times Online
  8. Halpin, Tony (2009-06-17). "Brazil, Russia, India and China form bloc to challenge US dominance". The Times, 17 June 2009. Retrieved from http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6514737.ece.
  9. Kowitt, Beth (17/06/2009). «For Mr. BRIC, nations meeting a milestone» CNNMoney.com [S.l.] Consultado em 18/06/2009. 
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  11. Economist's Another BRIC in the wall 2008 article
  12. «How Solid are the BRICs?» (PDF). Global Economics. Consultado em 21/09/2010. 
  13. «The Sino-Brazilian Principles in a Latin American and BRICS Context: The Case for Comparative Public Budgeting Legal Research» (PDF). Wisconsin International Law Journal. 13.05.2015. Consultado em 16 de junho de 2015. 
  14. 27 de agosto de 2008 12:00AM (27/08/2008). «The Australian Business - Emerging markets put China, India in the shade» Theaustralian.news.com.au [S.l.] Consultado em 15/10/2010. 
  15. Martens, China, "IBM Targets Russian Developers: Could overtake India, China in number of developers, says senior executive", OutSourcing World, 11 de fevereiro de 2006
  16. Le Figaro, newspaper, interview with expert Jim 0'Neill (em francês)
  17. «Opinion Page» (PDF). Consultado em 15/10/2010. 
  18. «Study: Energy-rich Arab countries are next emerging market». Thestar.com.my. 23/02/2007. Consultado em 15/10/2010. 
  19. Welcome to Huaye Iron&Steel Group[ligação inativa]
  20. How Africa can become the next Bric, Jim O'Neill, Financial Times
  21. Acronym alert: the Eagles rock, beyondbrics blog
  22. a b c d e f Graceffo, Antonio (21/01/2011). «BRIC Becomes BRICS: Changes on the Geopolitical Chessboard». Foreign Policy Journal. Consultado em 14/04/2011. 
  23. a b c «How Africa can become the next Bric». Ft.com. 26/08/2010. Consultado em 14/04/2011. 
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  27. «Gross domestic product 2015» (PDF) (em inglês). Banco Mundial. 2016. 
  28. «Lista de países por PIB» (em inglês). Fundo Monetário Internacional. 2016. 
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  30. «Merchandise trade: leading exporters and importers, 2012» (em inglês). Organização Mundial do Comércio. 2013. 
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  33. «Motor vehicles per 1000 people: Countries Compared» (em inglês). NationMaster. 2015. 
  34. «2016 Index of Economic Freedom» (em inglês). Heritage Foundation. 2016. 
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  38. Os países emergentes do BRICS
  39. Vídeo: Ministro da Fazenda exalta criação do Banco dos Brics e de fundo de reserva. Blog do Planalto, 15 de julho de 2014
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  43. Banco dos BRICS dará proteção a outros países, afirma Dilma. Exame, 15 de julho de 2014.
  44. Mantega: EUA e Europa jogam com "legitimidade e credibilidade" do FMI. EFE, 20 de abril de 2013.
  45. BRICS Countries Agree to Research Collaboration por Elizabeth Koprowski - "Keystone Academic Solutions" (2015)
  46. Cúpula do BRIC será em Brasília, em abril. Último Segundo
  47. Cúpula do BRICS é em Nova Déli. "UOL"
  48. Cúpula de Durban e o Futuro dos BRICS. 'Post-Western World
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  50. Russia to Host BRICS Summit in 2015 Abril 20014 [1]
  51. «BRIC demands more clout, steers clear of dollar talk». Reuters. 2009-06-26. Consultado em 2009-06-16. 
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  59. «BRICS countries need to further enhance coordination: Manmohan Singh». Times Of India. 14/04/2011. Consultado em 14/04/2011. 
  60. «BRICS should coordinate in key areas of development: PM». Indianexpress.com. 14/04/2011. Consultado em 14/04/2011. 
  61. Declaração de e-Thekwini Itamaraty

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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