Raquel Pacheco

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Bruna Surfistinha
Bruna Surfistinha em janeiro de 2009
Nome completo Raquel Pacheco
Nascimento 28 de outubro de 1984 (37 anos)
Sorocaba, SP
Residência Rio de Janeiro, RJ
Nacionalidade brasileira
Cônjuge Xico Santos
Ocupação escritora
DJ
roteirista
empresária
Principais trabalhos "O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa"
Religião umbanda

Raquel Pacheco, conhecida pelo pseudônimo de Bruna Surfistinha[1] (Sorocaba, 28 de outubro de 1984), é uma escritora, DJ, roteirista e empresária brasileira.

Antes da fama, trabalhou como prostituta e atriz de filmes pornográficos, profissões não mais exercidas. Tornou-se famosa em 2005 ao publicar diariamente em um blog detalhes de sua vida na prostituição. Além de produzir roteiros cinematográficos, Raquel atuou também em um longa metragem.

Ganhou notoriedade após a publicação de sua autobiografia, O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa, em que deu seu depoimento ao jornalista Jorge Tarquini, que escreveu esse livro, e o segundo, O que Aprendi com Bruna Surfistinha, que atingiu o posto de best-seller no Brasil.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Infância e adolescência[editar | editar código-fonte]

Raquel Pacheco nasceu em Sorocaba, fruto de um abuso sexual sofrido contra sua mãe biológica, que após diversas tentativas de fazer um aborto, não conseguiu, sofreu um parto prematuro, decidindo por abandoná-la no hospital, que a encaminhou a um orfanato.[3] Após seis meses, foi adotada por uma família paulistana de classe média alta. Em entrevistas, apontou que a descoberta da adoção foi um dos fatores decisivos para fugir de casa aos 17 anos, deixando uma carta de despedida. Também revelou, em entrevistas, ter sido uma criança e uma adolescente bastante depressiva, sempre se isolando socialmente, e que sofria muito bullying pelo seu jeito retraído de ser. Alega que, apesar de nunca ter lhe faltado bens materiais, e que gozava de boa educação em colégios particulares, não recebia muito carinho e atenção dos pais, ficando sempre em companhia da babá e das empregadas, e que sempre foi alvo de humilhações do irmão, que nunca aceitou o fato de seus pais terem-na adotado e o tirado do posto de filho único, e portanto único herdeiro. Além de tudo isto, a outra decisão que a levou a sair de casa foi o de não querer depender de ninguém e ganhar seu próprio dinheiro: Não queria esperar se formar em uma universidade para começar a trabalhar, como seus pais desejavam.

Posteriormente, revelou que foi abusada pelo pai adotivo.[4]

Prostituição[editar | editar código-fonte]

Durante esse período, morou nas ruas e passou necessidades. Não querendo continuar assim, e sem conseguir trabalho, viu o anúncio de um bordel nos classificados de jornal, e iniciou-se ali na prostituição. Seu nome, Raquel, foi considerado simples demais pela dona do estabelecimento, que sugeriu que ela escolhesse outro, e, sem pensar muito, escolheu Bruna. Nesta época, viajou até sua cidade natal para procurar informações sobre sua família biológica, quando, ao visitar o hospital em que nasceu, descobriu informações sobre seu nascimento, o que agravou suas crises de depressão. Com o tempo, para suportar a dor e a humilhação de estar vivenciando uma vida solitária e difícil, tornou-se usuária de bebidas alcoólicas, LSD, cannabis e cocaína. O irmão descobriu sua nova vida e contou para a família, motivo pelo qual, até hoje, eles não falam com Bruna, o que ainda a deixa muito mal.[5] Atendia seus clientes – em média quatro por dia - segundo ela mesma declarou no blog e no livro – e também tornou público que, no começo, trabalhou em um privê de péssima qualidade, porém, com os anos, e guardando dinheiro, iniciou tratamento psicoterápico para deixar as drogas e o álcool, obtendo êxito, e assim acabou conseguindo sair daquele privê, subiu de nível, alugando seu próprio apartamento em um bairro nobre de São Paulo, onde começou a atender seus clientes, novos e antigos. Foram quatro anos de atividade, onde ela afirmou ter feito em torno de 5 mil programas com homens, mulheres e casais. Nesta época, sentindo-se sozinha, passou a entreter-se em seu tempo livre escrevendo todas as suas experiências sexuais em um blog, uma espécie de diário virtual, contando sobre seu dia-a-dia, além das intimidades sexuais, tanto dela quanto de seus clientes, dando inclusive notas de zero a dez para o desempenho dos rapazes, sempre mantendo o anonimato deles. Um dia descobriu, através de suas colegas de profissão do primeiro cabaré em que trabalhou, que os clientes viviam procurando-na, e que sempre perguntavam onde estava a Bruna, aquela menina com cara de surfistinha. Gostando desta alcunha, Raquel, até então só conhecida como Bruna, passou a se auto intitular como Bruna Surfistinha, fazendo mais sucesso na internet, e arrecadando cada vez mais dinheiro e clientes.[2]

Bruna Surfistinha no Campus Party 2009

Celebridade na internet[editar | editar código-fonte]

Raquel Pacheco iniciou seus esforços literários através de um blog, com o nome Bruna Surfistinha, onde comentava sua rotina como garota de programa. Esse blog se popularizou entre os internautas, atingindo cerca de dez mil visitas mensais ao site. Neste blog, Raquel referia-se sobre preferências e costumes de sua vida noturna de uma maneira análoga aos diários comuns dos adolescentes.[6]

Em pouco tempo, sua vida intensamente polêmica atraiu a atenção do Brasil inteiro, passando a ser convidada à participar de diversos programas de televisão, onde revelou ser bissexual, feminista e que não voltaria mais a sua antiga profissão, e que sua maior tristeza na vida foi seu pai ter falecido sem voltar a falar com ela, e que se ressente pela mãe não querer mais vê-la, mas que está muito feliz com sua vida atual.

O livro e a aposentadoria[editar | editar código-fonte]

Em 2005, ainda sob os auspícios da fama de seu blog, Surfistinha faz publicar um relato de sua vida. O livro, intitulado "O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa", seria uma descrição não-fictícia da vida como prostituta, escrito pelo jornalista Jorge Tarquini, que recolheu os depoimentos da garota para escrever a obra. A única página escrita pela própria Raquel foi a última, quando diz que resolveu largar a prostituição.[7] Ali, o leitor encontra descrições de uma jovem prostituta que entrou num mundo, segundo ela, desconhecido, mas que se lhe tornou rotineiro:

Depois de lançado, o livro rapidamente alcançou a lista dos mais vendidos, com concorridas noites de autógrafos e lançamento em Portugal e na Espanha, além de ter várias tiragens. As vendagens atingiram a soma de 250 mil exemplares.[9]

Nesta época, em 2006, no hall da fama de Raquel, ele chegou a fazer uma aparição pública no Programa do Jô.[10] Em 27 de abril de 2006, o jornal americano The New York Times publicou um artigo sobre o fenômeno, intitulado, em tradução livre, Aquela que controla seu corpo pode irritar seus compatriotas, assinado por Larry Rohter. O artigo comenta a popularidade do livro de Raquel Pacheco no Brasil.[1]

DVD erótico[editar | editar código-fonte]

Em 2006, a produtora de filmes adultos Sexxxy lançou o DVD 3X com Bruna Surfistinha onde Raquel Pacheco participa de três histórias pornográficas.[carece de fontes?] Em entrevista concedida ao Programa do Jô, Raquel relata que se arrependeu de ter gravado o DVD. Ela conta inclusive ter recebido um cachê de apenas R$500,00 por sua participação. Segundo ela, era um valor equivalente a quase 3 programas e parecia fazer sentido, na época.[11]

Novos Livros[editar | editar código-fonte]

Em 2006, um segundo livro de Raquel, "O que Aprendi com Bruna Surfistinha", lançado pela mesma editora Panda Books[12] com texto do mesmo jornalista Jorge Tarquini, alcançou vendagem de 18 mil exemplares, considerado bom para o mercado brasileiro.[13]

No ano de 2007 é lançado o terceiro livro da série escrita por Raquel Pacheco, intitulado "Na cama com Bruna Surfistinha"[14], na qual se tem material escrito especialmente para o público adulto, sendo que há inclusive a indicação etária na capa do mesmo.[15]

Em 2012, sai "100 Dicas de sedução de Bruna Surfistinha"[16], com cem dicas para os casais se divertirem e apimentarem a vida a dois.

Em 2021, lança o livro Autobiografia: Eterna Bruna Surfistinha, esta escrita totalmente por Raquel.[17][18]

O filme[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Bruna Surfistinha (filme)

O filme baseado na história de Bruna foi aprovado pelo Ministério da Cultura para receber subvenção estatal. O título seria o mesmo de seu primeiro livro, O Doce Veneno do Escorpião, e captaria cerca de quatro milhões de reais por renúncia fiscal.[19] O filme é dirigido por Marcus Baldini com argumento de Karim Aïnouz e Antonia Pellegrino e roteiro de José Carvalho, Homero Olivetto e Antonia Pellegrino e produzido pela produtora carioca TvZERO.[20] A seleção do elenco começou em outubro de 2007, com a gravação do filme inicialmente prevista para 2008[21] e a estreia para abril de 2010.[22] Quem interpreta Raquel no cinema é a atriz Deborah Secco. O primeiro teaser do filme foi divulgado dias 19 de julho de 2010.[23] Posteriormente, o título foi alterado somente para Bruna Surfistinha, e foi um sucesso de bilheteria.[24]

Em 2019, ela indica que há projetos para o lançamento de um novo filme, continuando o primeiro.[25]

Série de televisão[editar | editar código-fonte]

Em 2016, foi anunciada a exibição de uma série de televisão baseada na vida de Bruna Surfistinha, sob o título "#MeChamaDeBruna" sendo exibido no canal de TV por assinatura Fox1. A produção foi uma parceria da Fox Brasil com a TV Zero, a produtora do filme de 2011. O papel principal foi interpretado pela atriz Maria Bopp.[26][27]

Em junho de 2017, foi confirmado pela Fox o início das gravações da segunda temporada da série[28][29], que conta com a participação de Sérgio Malheiros e Maitê Proença.[30][31]

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

Relacionamentos[editar | editar código-fonte]

Depois de algum tempo como prostituta, Raquel conheceu seu ex-marido. Após realizarem cerca de sete programas, o empresário João Corrêa de Moraes (ao qual ela se referia publicamente como "Pedro" ou "João Paulo") abandonou a então esposa para viver com Raquel. Ele insistiu muito para que Bruna Surfistinha deixasse a profissão, mas ela não queria ser sustentada por ele, só aceitando casar-se após conquistar sua independência financeira, ao adentrar no ramo do empresariado, onde abriu um sex shop e tornou-se consultora virtual sobre como melhorar os relacionamentos afetivos e ter uma boa performance sexual, dando também palestras presenciais sobre empoderamento, autoestima e sexualidade, enfatizando a obtenção de prazer e o autocuidado.[32] Com os anos, passou a ser convidada para escrever roteiros de programas de televisão, e também a trabalhar como DJ em festas de ricos e famosos, e em seu tempo livre passou a escrever livros.[33] Foram casados entre 2005 e 2015.

Em 2006, a ex-esposa de João, Samantha Moraes, lançou o livro Depois do Escorpião: uma História de Amor, Sexo e Traição (ed. Seoman), cujo título é uma referência direta ao título do primeiro livro de Bruna.[34] Em apenas um mês após seu lançamento foram vendidos aproximadamente cinco mil exemplares.[35][36] Por sua vez, o livro de Surfistinha vendeu mais de 140 mil exemplares em 2006.[35]

Após sua separação, foi eventualmente vista na mídia acompanhada de homens famosos e anônimos.

Em setembro de 2020, passa a se relacionar com o ator e artista plástico Xico Santos[37], de quem engravidou 4 meses depois.[38] Em 3 de novembro de 2021[39], nasceram as filhas gêmeas se chamam Maria e Elis[40][41], esta homenageando a cantora Elis Regina.[42]

Religião[editar | editar código-fonte]

Em 2011, converteu-se a umbanda, revelando que, nesta religião, encontrou seu caminho de cura e evolução espiritual. Em entrevistas revelou ser filha de Obaluaiê com Oxum.[43][44][45] Informou que nesse mesmo ano teve um sonho premonitório com o falecimento do pai, e por isso uma amiga a levou a um terreiro, e lá uma entidade confirmou que o mesmo havia falecido, o que a deixou desesperada. Ela ligou para a mãe, que confirmou o falecimento. Isto a deixou abalada, chegando a tentar o suicídio, mas que atualmente conseguiu superar a perda com ajuda da espiritualidade.[43]

Obras relacionadas[editar | editar código-fonte]

  • Surfistinha, Bruna; O Doce Veneno do Escorpião: O diário de uma garota de programa; 1ª edição, 172 páginas; editora Panda Books; 2005; ISBN 8576950170
  • Pacheco, Raquel (Bruna Surfistinha); O que aprendi com Bruna Surfistinha - Lições de uma vida nada fácil; 1ª edição, editora Panda Books; 2006; ISBN 8576950340
  • Surfistinha, Bruna; Na cama com Bruna Surfistinha; 1ª edição, editora Original LTDA; 2007; ISBN 9788588948617
  • Moraes, Samantha; Depois do Escorpião: uma História de Amor, Sexo e Traição; 1ª edição, 120 páginas; editora Seoman; 2006; ISBN 859890306X

Trabalhos na televisão[editar | editar código-fonte]

Em 2011, fez parte do elenco da quarta edição do reality show A Fazenda da RecordTV, e conquistou o terceiro lugar da competição.[46]

Ano Título Função Notas
2011 A Fazenda Participante (3.º lugar) Temporada 4

Referências

  1. a b ROHTER, L. She Who Controls Her Body Can Upset Her Countrymen. The New York Times. 27/4/2006
  2. a b Bate-papo UOL. «Bate papo com Raquel Pacheco». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  3. https://natelinha.uol.com.br/televisao/2019/09/23/ao-conexao-reporter-bruna-surfistinha-faz-revelacao-inedita-do-seu-passado-134286.php
  4. «Raquel Pacheco, ex Bruna Surfistinha, revela ter sido abusada pelo pai». ISTOÉ Independente. 11 de fevereiro de 2021. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  5. SOS Notícias. «Raquel Pacheco foi adotada e fugiu de casa». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  6. Jornal O Tempo Betim. «Jornal O Tempo Betim». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  7. Peixoto, Mariana (9 de Fevereiro de 2014). «Ghost writers atraem celebridades e empresários que querem 'autobiografia'». Estado de Minas 
  8. Bruna Surfistinha. «Frases de Bruna Surfistinha». Grandes Mensagens. Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  9. «Ex-prostituta Bruna Surfistinha deve lançar filme sobre sua vida». Folha Online. 8 de abril de 2007 
  10. «Ela é a Bruna Surfistinha». Época. 7 de novembro de 2009 
  11. Bala Busca. «Entrevista antiga de Bruna Surfistinha». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  12. Tecnologia, Tray. «O que aprendi com Bruna Surfistinha - Panda Books». www.pandabooks.com.br. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  13. http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u70086.shtml, pesquisado em 2 de maio de 2007, 22:20
  14. Tecnologia, Tray. «Na cama com Bruna Surfistinha - Panda Books». www.pandabooks.com.br. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  15. Folha UOL. «Leia trechos do novo livro de Bruna Surfistinha». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  16. Tecnologia, Tray. «100 Dicas de sedução de Bruna Surfistinha - Panda Books». www.pandabooks.com.br. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  17. «Bruna Surfistinha divulga capa de novo livro autobiográfico». www.uol.com.br. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  18. «Autobiografia: Eterna Bruna Surfistinha». www.mdecoisas.com.br. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  19. Carla Meneghini (18 de julho de 2007). «Filme sobre Bruna Surfistinha poderá captar R$ 4 milhões». G1. Consultado em 29 de setembro de 2008 
  20. TvZERO (7 de Outubro de 2010). «Bruna Surfistinha». TvZERO. Consultado em 7 de Outubro de 2010 
  21. «Começa seleção de atores para filme sobre Bruna Surfistinha». O Globo Online. 11 de outubro de 2007. Consultado em 29 de setembro de 2008 
  22. «CINEMA - Peçonha erótica». BR Press. 11 de agosto de 2009. Consultado em 12 de agosto de 2009 
  23. «Divulgado o primeiro teaser do filme "Bruna Surfistinha». UAI. 20 de julho de 2011. Consultado em 20 de julho de 2010 
  24. Eu via, li. «Bruna Surfistinha bate Justin Bieber nas bilheterias». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  25. «Bruna Surfistinha confirma projeto de continuação de filme, e Deborah Secco diz que não faria». Extra Online. 20 de julho de 2019. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  26. «Inspirada em Bruna Surfistinha, série "#MeChamaDeBruna" estreia neste sábado no canal Fox1». ZH 2014 
  27. «Série inspirada na vida de Bruna Surfistinha estreia neste sábado». Folha de S.Paulo 
  28. «#MeChamaDeBruna | Começam as gravações da nova temporada». Filmes e Séries. 6 de junho de 2017 
  29. Xavier, Victória (5 de junho de 2017). «FOX confirma segunda temporada de #MeChamaDeBruna». Mais Mídia 
  30. «Fox contrata Sérgio Malheiros para nova série da Bruna Surfistinha» 
  31. @annystonreal, Endrigo Annyston (9 de junho de 2017). «Maitê Proença no elenco de Me Chama de Bruna | Observatório da Televisão». Observatório da Televisão 
  32. «Bruna Surfistinha oferece curso com dicas de sexo por R$ 350». Extra Online. 13 de outubro de 2020. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  33. [1]
  34. Terra. «Após ser trocada por Surfistinha, Samantha Moraes vira filme». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  35. a b Revisa FALE!: Revanche literária contra o escorpião
  36. Câmara Brasileira do Livro: Diários de ex-prostitutas viram fenômenos de venda - Folha de S. Paulo - 03/09/2006
  37. «Bibi Perigosa conta que foi cupido de Bruna Surfistinha e ator e será madrinha de uma das gêmeas». Extra Online. 28 de maio de 2021. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  38. «Grávida de gêmeas, Bruna Surfistinha lamenta ataques e diz que ser mãe é 'missão de vida': 'Recomeço'». Extra Online. 23 de maio de 2021. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  39. «Raquel Pacheco, ex-Bruna Surfistinha, dá à luz gêmeas». ISTOÉ Independente. 7 de setembro de 2021. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  40. «Bruna Surfistinha relata em autobiografia parto emergencial para salvar uma das filhas: 'Foi o meu renascimento'». Extra Online. 18 de janeiro de 2022. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  41. Ferreira, Kelly (6 de janeiro de 2022). «Bruna Surfistinha posa com o noivo e suas gêmeas idênticas, de 4 meses». Bebê Mamãe. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  42. «Grávida de gêmeas, Bruna Surfistinha homenageia Elis Regina em nome de uma das filhas». Extra Online. 11 de maio de 2021. Consultado em 23 de janeiro de 2022 
  43. a b GRUPO LEIA NOTÍCIAS. «Raquel Pacheco, conhecida como Bruna Surfistinha, revela vocação religiosa inusitada». Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  44. «Bruna Surfistinha se diz médium, após encontro na Umbanda». IG. Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  45. «'No terreiro, nunca me trataram como Bruna Surfistinha', diz Raquel Pacheco». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de janeiro de 2012 
  46. Estrelando. «Raquel Pacheco fica com o terceiro lugar de A Fazenda». Consultado em 10 de janeiro de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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