Buso Renkin

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Busou Renkin
武装錬金
(Busō Renkin)
Capa do primeiro volume japonês de Busou Renkin, publicado pela Shueisha em 5 de janeiro de 2004.
Gênero Ação, Aventura, Fantasia, Romance, Sobrenatural, Comédia
Mangá
Escrito por Nobuhiro Watsuki
Editora(s) Japão Shueisha
Editora(s)
lusófona(s)
Brasil Editora JBC
Revista(s) Weekly Shōnen Jump
Público-alvo Shōnen
Data de publicação 23 de junho de 2003 – 25 de abril de 2005
Volumes 10
Anime
Direção Takao Kato
Roteiro Akatsuki Yamatoya
Música Kohei Tanaka
Estúdio Xebec
Emissoras de TV Japão TV Tokyo
Exibição original 5 de outubro de 2006 – 29 de março de 2007
Nº de episódios 26 (Lista de episódios)
Light Novel
Buso Renkin Double Slash
Autor(es) Kaoru Kurosaki
Ilustrador(es) Nobuhiro Watsuki
Público-alvo Shōnen
Lançamento 31 de outubro de 2006
Volumes 1
Light Novel
Buso Renkin/Z Slash Zeta
Autor(es) Kaoru Kurosaki
Ilustrador(es) Nobuhiro Watsuki
Público-alvo Shōnen
Lançamento 25 de maio de 2007
Volumes 1
Wikipe-tan face.svg Portal Animangá

Buso Renkin (武装錬金, Busō Renkin?, lit. Alquimia das Armas) é o título de uma série de mangá escrita e ilustrada por Nobuhiro Watsuki. A história segue Kazuki Muto, que se torna um guerreiro alquímico na batalha contra monstros alquímicos conhecidos como homúnculos. Busou Renkin foi serializado na revista Weekly Shōnen Jump a partir de junho de 2003 até abril de 2005. Os capítulos individuais foram compilados em dez volumes tankōbon pela editora Shueisha. No Brasil, o mangá foi licenciado e publicado pela Editora JBC.

O mangá foi adaptado em uma série de anime, que foi produzido pelo estúdio Xebec e transmitido pela rede de televisão japonesa TV Tokyo de 2006 até 2007. A série também gerou dois CDs dramas, duas light novels, um jogo eletrônico de PlayStation 2 e diversos outros tipos de mídias de Buso Renkin.

No Japão, o mangá de Buso Renkin vendeu mais de 3 milhões de volumes e foi nominado para um Seiun Award. Ele recebeu uma recepção mista das publicações do mangá e do anime. A arte de Watsuki recebeu os comentários mais positivos dos críticos, enquanto que outros aspectos do mangá, tais como a sua ação e os personagens, dividiram opiniões dos críticos. O anime, que os críticos descrevem como uma série de luta shōnen genérica, recebeu uma recepção em sua maioria negativa.

História[editar | editar código-fonte]

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A narrativa de Buso Renkin segue Kazuki Muto, que salva Tokiko Tsumura e é morto por um monstro alquímico conhecido como um homúnculo. Tokiko, uma guerreira alquimista, que se sente responsável e o revive, substituindo o coração destruído com um kakugane (核 鉄?). O kakugane é um dispositivo alquímico que, quando ativado, toma uma forma de uma arma baseada na personalidade do seu usuário, formando um buso renkin, que é a única coisa que pode destruir um homúnculo. Kazuki cria sua própria buso renkin e junta-se a Tokiko na luta contra os homúnculos e seu mestre, Koushaku Chouno.

Diferenças entre o mangá e o anime[editar | editar código-fonte]

Acontecimentos[editar | editar código-fonte]

  • No primeiro episódio do anime, todos chegam no horário no colégio, quando que no mangá, Kazuki e sua irmã chegam atrasados o que os deixam em problemas com o Mita.
  • No mangá, Kazuki usa sua Busou Renkin pela primeira vez para salvar sua irmã do Homunculus Mita, no anime ela é salva pela Tokiko e o Kazuki usa sua Busou Renkin apenas contra o Homunculus Saruwatari.
  • No episódio 8 Kazuki conhece a Ouka enquanto dormia em pé no sapateiro do colégio, no mangá ele a conhece durante uma reunião do conselho estudantil.
  • No episódio 9 todos vão para uma casa de banho (inclusive as garotas), mas no mangá apenas os rapazes vão a essa casa, enquanto as garotas vão a uma lanchonete tomar café.
  • No episódio 17 os acontecimentos acontecem em ordem diferente do que no mangá, mas ainda são basicamente os mesmos, exceto por uma cena no mangá onde Bravo recebe uma ligação da Chitose.
  • Ainda no episódio 17, quando aparece a equipe de re-assassinato, ela é composta apenas pelo Ikusabe e o Negoro, enquanto que no mangá ela é composta pelo Ikusabe, Negoro, Itakai, Maruyama e Busujima.
  • O episódio 18 começa com o Bravo e a Chitose em reunião com os líderes da Renkin Sendan, nesta cena Chitose recebe ordens de formar um grupo para enfrentar Victor. Esta cena não existe no mangá e Chitose nunca recebe tal ordem.

Personagens[editar | editar código-fonte]

  • No mangá, Kazuki usa camisa laranja e o tecido da Sunlight Heart é vermelho, enquanto que no anime é o contrário, sua camisa é vermelha e o tecido de sua Busou Renkin é alaranjado.
  • No mangá, Moonface tem a cabeça prateada, no anime ele tem a cabeça amarela.
  • No mangá, Negoro tem o cabelo branco, no anime ele é loiro.
  • No mangá, Hiwatari tem a pele clara, no anime ele tem uma bronzeada.
  • No mangá, quando Maruyama aparece pela primeira vez ele utiliza um disfarce de um homem gordo com uma cabeça igual às suas bombas, no anime ele nunca chega a usar esse disfarce.
  • No anime, Papillon usa a roupa roxa até o final da série, aparecendo com a laranja só no final do último capítulo enquanto que no mangá ele a usa durante toda a segunda parte.
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Elementos da série[editar | editar código-fonte]

Kakuganes[editar | editar código-fonte]

Kakugane é uma liga especial de metal desenvolvida pelos alquimistas que através do instinto de batalha do seu usuário se transforma numa Busou Renkin. Cada uma possui um número serial que vai de I a C (1 a 100 em numerais romanos). As Kakuganes se dividem em 3 tipos:

  • Kakugane Cinza: É o Kakugane comum.
  • Kakugane Negro: O Kakugane Negro I foi fabricado pela esposa de Victor, Alexandria, para revivê-lo. Porém, esse Kakugane é muito instável. Ela torna o usuário mais forte e dá a habilidade de absorção de energia pura. Com o Kakugane Negro ativado, o cabelo do usuário fica na cor verde-brilhante e sua pele muito morena.
  • Kakugane Branco: É o Kakugane criado, também por Alexandria, esposa de Victor, e depois por Papillon. É utilizado para neutralizar os efeitos do Kakugane Negro.

Busou Renkins[editar | editar código-fonte]

São as armas utilizadas pelos guerreiros alquimistas. A forma e aparência da Busou Renkin varia de usuário para usuário. Mas dependendo da Kakugane utilizada, a aparência pode se alterar um pouco. Por exemplo, no volume 2 o Kazuki utiliza sua Kakugane e a da Tokiko para criar duas Sunlight Hearts, embora ambas sejam lanças, as duas são diferentes uma da outra.

Homúnculos[editar | editar código-fonte]

São seres ainda incompletos, uma espécie de hospedeiro que quando em contato com outro ser vivo, toma controle desse e passa a ser tornar um monstro individual, e então passa a se alimentar de pessoas e de seres vivos para sanar a fome própria. Em sua grande maioria, os homúnculos são testes de cientistas em busca de uma perfeição ou imortalidade, que é o exemplo de Chouno que se transforma para não morrer devido a doença que tem; Não é explicado como ele continuam a crescer já que necessitam de um outro parasita para se criar um homúnculo, o que deixa um mistério no anime de se ainda existe alguém que continua criando os homúnculos.

Produção[editar | editar código-fonte]

Nobuhiro Watsuki começou a escrever Busou Renkin pensando que esse seria seu último mangá shōnen porque ele já tinha explorado ao máximo esse gênero. Embora, tenha pensado em desenhar boas cenas de luta, ele teve problemas para fazê-las. Ele também observou que ele "lutava contra os elementos cômicos".[1] Watsuki pegou várias referências como fontes para Buso Renkin; de suas obras anteriores Rurouni Kenshin[2] e Gun Blaze West[3] para quadrinhos americanos,[4] e para filmes e outros animes e mangás.[5] Apesar de lidar com a alquimia, Watsuki inicialmente evitou mencionar a pedra filosofal, porque ele pensou que poderia ser acusado de plagiar outra série.Durante a publicação da série, Watsuki teve quatro resfriados graves, tornando-o tão fraco que ele não pode terminar o capítulo que deveria enviar a Weekly Shōnen Jump.[6]

Mídias[editar | editar código-fonte]

Mangá[editar | editar código-fonte]

O mangá Busou Renkin foi escrito e ilustrado por Nobuhiro Watsuki, os capítulos foram serializados na revista semanal Weekly Shōnen Jump a partir de 23 de junho de 2003 até 25 de abril 2005.[7][8] Somente os 79 primeiros capítulos foram publicados pela Weekly Shonen Jump, o último capítulo foi publicado em duas partes por outra revista da Shueisha, a Akamaru Jump.[9][10] Os capítulos foram compilados pela Shueisha em 10 volumes tankōbon, que foram lançados entre 5 de janeiro de 2004 e 4 de abril de 2006.[11][12] Na América do Norte, VIZ Media licenciou e publicou os 10 volumes tankōbon entre 1 de agosto de 2006 e 5 de fevereiro de 2008.[13][14] Na França, o mangá foi licenciado e publicado pela Glénat,[15] na Alemanha pela TokyoPop,[16] na Itália pela Panini Comics,[17] e na Espanha por Planeta DeLibros.[18]

No Brasil, o mangá foi licenciado e publicado pela Editora JBC entre junho de 2010 e maio de 2011.[19]

Anime[editar | editar código-fonte]

No Japão, o mangá Busou Renkin foi adaptado em uma série de anime transmitido pela TV Tokyo; que foi dirigido por Takao Kato e produzido pelo estúdio Xebec.[20] O anime Buso Renkin foi ao ar entre 4 de outubro de 2006 e 28 de março de 2007.[21][22] Os episódios foram lançados mais tarde pela Geneon Universal Entertainment em nove compilações entre 25 de janeiro de 2007 e 21 de setembro de 2007.[23] Uma coletânea de DVDs contendo todos os episódios foi lançada em 26 de novembro de 2009,[24] e relançada em alta definição (HD) em 27 de fevereiro de 2013.[25] A Geneon Universal Entertainment lançou um CD da trilha sonora do anime em 25 de janeiro de 2007.[26]

CDs[editar | editar código-fonte]

A Shueisha lanço dois CD dramas de Buso Renkin. O primeiro CD foi lançado em 26 de maio de 2005,[27] e o segundo CD foi lançado em 6 de outubro de 2006.[28] Ela também lançou "Expert CDs", que apresenta uma radionovela, que contia as músicas temas de abertura e encerramento. O primeiro CD, Expert CD 1, foi lançado em 28 de março de 2007.[29] O segundo CD, Expert CD 2, foi lançado em 8 de junho de 2007.[30]

Light novels e guidebook[editar | editar código-fonte]

Duas light novels foram escritas por Kaoru Kurosaki, e ilustradas por Watsuki, e publicadas sob a linha Jump J Books pela Shueisha. A primeira, Buso Renkin Double Slash (武装錬金//?),[31] foi publicado em 31 de outubro de 2006, e Buso Renkin Slash Zeta (武装錬金/Z?) foi lançado em 25 de maio de 2007.[32] Um guidebook nomeado Buso Renkin Infinity foi publicado pela Shueisha em 2 de maio de 2007.[33]

Jogos eletrônicos[editar | editar código-fonte]

Dois jogos eletrônicos de luta para Nintendo DS, Jump Super Stars e Jump Ultimate Stars, caracterizam os personagens da série.[34][35] Um jogo eletrônico para PlayStation 2 desenvolvido e publicado por Marvelous Entertainment foi lançado em 28 de junho de 2007, sob o título Buso Renkin Youkoso Papillon Park e (武装錬金 ようこそパピヨンパークへ?).[36] No Japão, action figures, camisas, uma série de jogos de cartas, chaveiros, pulseiras, e uma variedade de outros produtos eram vendidos como mercadorias para a série.[37]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Recepção do mangá[editar | editar código-fonte]

No Japão, Buso Renkin vendeu um total de 30 milhões de volumes.[38] Na América do Norte, o primeiro volume teve destaque no ranking dos best-selling de romances gráficos da Nielsen BookScan,[39] e o quarto volume da série foi o sétimo best-selling de histórias em quadrinhos de março de 2007, de acordo com a Publishers Weekly.[40] No mesmo ano, ele foi nominado para o Seiun Award para o "Melhor Quadrinho de Ficção científica do Ano".[41]

O mangá recebeu uma recepção mista. A maioria dos críticos chegaram a um consenso em relação à alta qualidade da arte do mangaká, descrevendo-a como "viva", "sólida" e "limpa e bem feita".[42][43][44][45] Outros aspectos da série têm dividido opiniões dos críticos. Michael Aronson elogiou os design dos inimigos,[46] enquanto Carlo Santos do Anime News Network (ANN) os criticou, descrevendo a série que "não é muito divertida de ler, e certamente nenhum divertimento a olhar".[47] Escrevendo para o Active Anime, Sandra Scholes encontrou pontos interessantes na história da série, e elogiou a sua ação.[48] Santos disse que a ação, "tem toda a movimentação e emoção de uma ação shōnen",[49] e Leroy Douresseaux do Comic Book Bin chamou a série de "uma mistura de Dragon Ball Z com Naruto, mas cheio de ainda mais estranhezas".[50]

Aronson disse que a narrativa e a ação precisa de "clareza".[51] Leigh Dragoon do Sequential Tart descreveu Buso Renkin como "derivado" e "banal", e chamou os personagens de "completamente esquecíveis".[52] Por outro lado, Patti Martinson escreveu para o mesmo site afirmando "que são distintos e interessantes". Martinson notou a "complexidade do enrendo", embora ela disse que não é difícil de seguir. Ela acrescentou que havia "uma grande quantidade de material" que poderia ser desenvolvido ao longo da série.[53] Holly Ellingwood elogiou o volume final, indicando que Watsuki fez "um fabuloso trabalho de cobrir todas as frentes e os vários personagens, fazendo malabarismos com eles" e que ele termina a história "de uma forma incrível".[54]

Recepção do anime[editar | editar código-fonte]

O anime foi recebido com recepção da crítica na maior parte negativa. O crítico do ANN Zac Bertschy disse que Buso Renkin "não tem nada de especial", criticando a "exposição de uma trama esfarrapada" e seus clichês, mas elogiou a forma como "é inserida a ação".[55] Escrevendo para o ANN, Luke Carroll afirmou que a série é genérica e que se tornou "Um pouco mais tolerável... durantes os seus momentos de luz no coração".[56] Carl Kimlinger do ANN disse que o anime segue "uma formula de luta shōnen"; ele elogiou a caracterização de Tokiko, dizendo que é uma das características que distinguem a série.[57] Kimlinger também elogiou a maneira como ele "melhora consideravelmente" por causa de suas reviravoltas na trama.[58] Andy Hanley do UK Anime Network também chamou de "genérico" o início da série, mas disse que "tem uma sacada bastante interessante" no segundo volume do DVD.[59][60] Chris Beveridge do Mania elogiou o equilíbrio entre o humor e o "lado mais leve", e afirmou que Buso Renkin "pegou os clichês e as óbvias ideias e as colocou de uma forma envolvente e divertida".[61][62]

Referências

  1. Watsuki, Nobuhiro (5 de fevereiro de 2008). «Afterward». Buso Renkin, Vol. 10 (em inglês) Viz Media [S.l.] pp. 182–183. ISBN 1-4215-1542-3. 
  2. Watsuki, Nobuhiro (1 de agosto de 2006). «Character File No. 1». Buso Renkin, Vol. 1 (em inglês) Viz Media [S.l.] ISBN 1-4215-0615-7. 
  3. Watsuki, Nobuhiro (5 de fevereiro de 2008). «Buso Renkin File No. 20». Buso Renkin, Vol. 10 (em inglês) Viz Media [S.l.] ISBN 1-4215-1542-3. 
  4. Watsuki, Nobuhiro (5 de fevereiro de 2008). «Buso Renkin File No. 22». Buso Renkin, Vol. 10 (em inglês) Viz Media [S.l.] ISBN 1-4215-1542-3. 
  5. Watsuki, Nobuhiro (5 de junho de 2007). «Liner Notes #46 ~ 49». Buso Renkin, Vol. 6 (em inglês) Viz Media [S.l.] ISBN 1-4215-0842-7. 
  6. Watsuki, Nobuhiro (5 de fevereiro de 2008). «Afterward». Buso Renkin, Vol. 10 Viz Media [S.l.] pp. 182–183. ISBN 1-4215-1542-3. 
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  9. Watsuki, Nobuhiro (4 de dezembro de 2007). «Liner Notes #74 ~ Last Chapter». Buso Renkin, Volume 9 Viz Media [S.l.] ISBN 1-4215-1047-2. 
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