Círculo polar

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Astronomicamente denominam-se círculos polares as linhas definidas pelos pontos de interseção entre a superfície da esfera planetária e uma reta imaginária que passe pelo centro do planeta de forma a posicionar-se sempre perpendicular ao plano que contém sua órbita ao redor de sua estrela central, provida no mínimo uma rotação completa do planeta (um dia sideral).

Por simetria tais linhas justapõem-se a dois dos paralelos geográficos do planeta. Ao paralelo assim selecionado no hemisfério norte dá-se o nome de Círculo Polar Ártico, e ao paralelo assim selecionado no hemisfério sul dá-se o nome de Círculo Polar Antártico.

Nas regiões entre os dois círculos polares verifica-se sempre um nascer e um ocaso da estrela central (o Sol no caso da Terra) a cada dia. Sobre cada um dos círculos polares, em uma data do ano não se verifica o nascer, e em outra não se verifica o poente da estrela, havendo pois um dia sem iluminação e outro sem umbra estelar ao longo do ano. Para regiões entre cada um dos círculos polares e seu respectivo polo, quanto mais juntas ao polo, maior o número de dias consecutivos sob iluminação contínua (sem ocaso) e maior o número de dias sob umbra contínua (sem o amanhecer), verificando-se o extremo para tais períodos justamente nos polos.

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Referências[editar | editar código-fonte]

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