Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil

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Convenção Geral das Assembleia de Deus do Brasil
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Logotipo da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.
Classificação Protestante
Orientação Pentecostal
Política Congregacional[nota 1]
Líder José Wellington Costa Junior
Área geográfica Brasil
Fundador Daniel Berg e Gunnar Vingren
Origem 1930 (88 anos)[4]
Separações Ministério de Madureira
Ministério Betesda
Assembleia de Deus Vitória em Cristo
Convenção da Assembleia de Deus no Brasil
Congregações 283.413
Membros 3,5 milhões[5]
Site oficial http://cgadb.org.br/

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) é uma sociedade civil de natureza religiosa, sem fins lucrativos[6] com a finalidade de agregar e coordenar as igrejas Assembleias de Deus no território brasileiro. Suas escolas são regidas por legislação do CEC (Conselho de Educação e Cultura), bem como outras (inclusive Faculdades - MEC) credenciadas por ela. Mantém a CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus) como editora oficial da denominação. É presidida pelo pastor José Wellington Costa Junior desde 03 de julho de 2017[7].

História[editar | editar código-fonte]

A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) foi fundada em 1930, embora só tenha sido registrada em 1946, com sede no Rio de Janeiro.[4]

Participação política[editar | editar código-fonte]

Em 2015 a Convenção mobilizou mais de 40 mil pastores para a coleta de assinaturas que possibilitem a criação de um novo partido político que reúna todos os políticos da denominação. O nome proposto do partido é Partido Republicano Cristão - PRC, cujo objetivo é envolver todas correntes políticas dentro da igreja.[8][9]

Diferenças entre Assembleias de Deus[editar | editar código-fonte]

Tópico Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Convenção da Assembleia de Deus no Brasil
Membros (ano) 3.500.000 (2003)[5] 2.000.000[5]
Divórcio É permitido em caso de adultério, tráfico e consumo de drogas, prática de terrorismo homicídio doloso. Nessas hipóteses admite-se novo casamento.[10] É permitido em caso de violência, abuso físico e/ou psicológico, adultério, abandono emocional e espiritual, incluindo pastores e líderes. Nessas hipóteses admite-se novo casamento.[11][12]
Ordenação Não admite mulheres como pastoras.[13] Ordena mulheres em todas as funções.[13] Ordena mulheres em todas as funções.[14]
Governo Convenção de pastores, cujo Presidente é eleito por Assembleia Geral em maioria absoluta, para mandato de 2(dois) anos.[15] Os ministérios que integram a convenção são independentes entre si. Governo episcopal, exercido pelo Bispo Primaz vitalício. Além do Bispo Primaz, a igreja possui um colégio de bispos.[16]

Notas

  1. As Assembleias de Deus são igrejas locais autônomas, independentes, com autogoverno e sem interferência externa, em conformidade com o governo congregacional oriundo de sua origem batista.[1] Contudo, algumas dessas igrejas locais são formadas pelo o que é denominado "Ministério", uma formação de igreja local constituída por "igreja-sede", "igrejas filiais", "congregações" e "pontos de pregação" sem restrição geográfica ou "Campo", a mesma formação estrutural apresentado pelos "Ministérios", mas com a diferença de possuírem uma determinada restrição geográfica.[1][2] Tais igrejas locais, "ministérios" e "campos" podem desenvolver um governo congregacional com elementos episcopais ou presbiterianos.[3]

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Almeida, Abraão de. História das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 1982.
  • Conde, Emílio. História das Assembleias de Deus no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 2000.
  • Freston, Paul. "Breve Historia do pentecostalismo brasileiro". Antoniazzi, A. (org.). Nem anjos nem demônios interpretações sociológicas do pentecostalismo. Petrópolis: Vozes, 1994.
  1. a b Kessler, Nemuel; Câmara, Samuel (2015). Administração Eclesiástica 22ª ed. Rio de Janeiro: CPAD. 256 páginas 
  2. «Principais Modelos Eclesiásticos». Assembleia de Deus Vitória em Cristo. 2011. Consultado em 8 de março de 2017. Cópia arquivada em 8 de março de 2017 
  3. «Gestão de Igreja: uma reflexão sobre bases antigas e modernas.». Revista Evangélica Fé Cristã. 2002. Consultado em 8 de março de 2017 
  4. a b «Estatuto da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil» (PDF). Consultado em 5 de dezembro de 2017 
  5. a b c JACOB, C.R.; HEES, D.R.; WANIEZ, P.; BRUSTLEIN, V. (2003). Atlas da Filiação Religiosa e Indicadores Sociais no Brasil. São Paulo: PUC-Rio - Edições Loyola. ISBN 85-15-02719-4 
  6. User, Super. «Quem Somos». www.cgadb.org.br. Consultado em 10 de abril de 2018 
  7. «Nova Diretoria da Assembleia de Deus toma posse; Samuel Câmara perdeu de novo». Radar Amazônico. 3 de julho de 2017 
  8. Tiago Chagas (18 de fevereiro de 2015). «Assembleia de Deus mobiliza 40 mil pastores na coleta de assinaturas para fundar seu partido». Gospel Prime 
  9. Tiago Chagas (8 de setembro de 2014). «Convenção das Assembleias de Deus organiza coleta de assinaturas para criar partido político próprio». Gospel Prime 
  10. «Divórcio na Convenção Geral das Assembleias de Deus». 22 de setembro de 2015. Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  11. «Consciência Cristã:Assembleia de Deus Ministério Madureira: Divórcio e Novo Casamento». 14 de setembro de 2015. Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  12. «Centro Apologética Cristão de Pesquisa: Divórcio na Assembleia de Deus Ministério Madureira». 10 de setembro de 2015. Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  13. a b «Ordenação feminina nas Assembleias de Deus». 9 de novembro de 2011. Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  14. «Ordenação feminina na Convenção da Assembleia de Deus no Brasil». Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  15. «Estatuto da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil» (PDF). 25 de janeiro de 2016. Consultado em 16 de dezembro de 2017 
  16. «Bispo Primaz da Assembleia de Deus Ministério Madureira». 25 de janeiro de 2016. Consultado em 16 de dezembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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