Cabinda (município)

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Cabinda
Localidade de Angola Angola
(Município e cidade)
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Igreja da Rainha do Mundo

Brasão
Dados gerais
Fundada em c. 1490 (532 anos)
Gentílico Cabindense
Província Cabinda
Município(s) Cabinda
Características geográficas
Área 1 823[1] km²
População 699.053[1][2][3] hab. (2018)
Densidade 102 hab./km²
Altitude 24 m

Cabinda está localizado em: Angola
Cabinda
Localização de Cabinda em Angola
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Projecto Angola  • Portal de Angola

Cabinda, também conhecida pelo nome Chioua,[4] é uma cidade e município de Angola localizada na costa do Oceano Atlântico, capital administrativa da província de Cabinda.[2]

Segundo as projeções populacionais de 2018, elaboradas pelo Instituto Nacional de Estatística, conta com uma população de 699.053 habitantes e área territorial de 1 823 km², sendo o município mais populoso da província e o nono mais populoso da nação.[3]

Cabinda foi elevada a categoria de cidade em 28 de maio de 1956, através do despacho legislativo nº 2.757, proposto pelo então governador português do distrito do Congo, Jaime Pereira de Sampaio Forjaz de Serpa Pimentel.[5]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Segundo alguns historiadores, o nome "Cabinda" tem origem da junção dos termos "Mafuca Binda", onde a aglutinação da última sílaba da palavra "Mafuca" — que nos antigos reinos de Loango, Cacongo e Nagoio era uma espécie de intendente geral do comércio e homem de confiança do rei, que em nome deste último tratava de todas as transações comerciais — e "Binda", que era o nome do "Mafuca" naquela época. Este intendente geral do comércio de nome Binda era, portanto, um importante funcionário público que tratava questões de interesse dos reinos nativos com os portugueses.[6]

No século XIX, a cidade foi denominada também como "Porto Rico", "Vila Amélia"[7] e "Palmar".[8]

Chioua Chimuisi, outra designação dada a cidade de Cabinda, provém de Tchowa, que significa "grande mercado de peixes",[4] nome registrado para a localidade no início da era colonial, quando ainda era somente um vilarejo de pescadores,[4] e; Tchimuisi, referente a uma lenda de uma sereia que habitava os arredores de Tchowa.[7]

História[editar | editar código-fonte]

Entre os séculos XV e XIX a região da cidade de Cabinda resumia-se a uma pequena colônia de pescadores e caçadores que vivia a beira-mar, sendo a mais importante saída marítima do reino de Cacongo,[4] um dos Estado confederados do reino do Congo.[9] No município de Cabinda, inclusive, foi que se estabeleceu a capital de Cacongo, em Caio-Caliado (atual comuna de Tanto-Zinze).

Em 1883 Cabinda já havia se formado como um importante povoado marítimo e comercial no Oceano Atlântico para a África Ocidental Portuguesa, em uma calma baía, que passa por ser a melhor de toda aquela costa.[4]

Até o final do século XIX a área que atualmente equivale ao interior do município era extremamente pobre e insalubre, fato que fazia agregar cada vez mais população na faixa costeira. O surgimento do porto favoreceu o desenvolvimento urbanístico, o comércio relacionado com a atividade portuária e outros serviços auxiliares.[7][10][11][12]

Em 1 de fevereiro de 1885, a sete quilômetros ao norte da cidade, onde hoje se encontra um monumento, foi assinado o Tratado de Simulambuco, onde a região de Cabinda foi reconhecida oficialmente como protetorado português.[10][13]

Em 31 de maio de 1887 a vila de Cabinda passa sediar, simultaneamente, a capital do recém-criado "distrito do Congo" (atual província do Uíge) e do "Protetorado do Congo Português", condição que mantém até 1917, quando ocorre a transferência da capital distrital para Maquela do Zombo e absorção jurídica completa do protetorado e sua subsequente extinção. Em 1919 a vila de Cabinda torna-se a capital do distrito de Cabinda (atual província de mesmo nome).

Em 28 de maio de 1956 Cabinda foi elevada a categoria de cidade, através do despacho legislativo nº 2.757, proposto pelo então governador distrital Jaime Pereira de Sampaio Forjaz de Serpa Pimentel.[5]

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município tem 1823 km², sendo que sua principal referência geográfica é a enseada-baía de Cabinda, que cobre quase toda a faixa litorânea da cidade.[1] É limitado a norte pelo município do Cacongo, a leste e sul pela República Democrática do Congo, e a oeste pelo Oceano Atlântico. A cidade encontra-se situada nas coordenadas 5° 33' sul e 12° 12' leste, a 24 metros de altitude.[14]

O município possui um meio geográfico caracterizado pela savana e matas tropicais secas.[15]

Clima[editar | editar código-fonte]

Dados climatológicos para Cabinda
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 32 33 33 33 33 29 28 29 30 33 33 34 34
Temperatura máxima média (°C) 30 31 31 31 29 26 26 26 27 28 29 28 28
Temperatura mínima média (°C) 23 23 23 23 23 21 18 19 21 23 23 23 22
Temperatura mínima recorde (°C) 20 19 18 19 19 16 13 15 16 19 19 19 13
Precipitação (mm) 58,4 109,2 83,8 116,8 55,9 0 0 2,5 5,1 33 114,3 88,9 668
Fonte: [14] 6-9-2010

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

O município de Cabinda está dividido em três comunas:[16]

  • Cabinda, a sede do município, com 88,6% da população do município;
  • Malembo com 3,1%;
  • Tanto-Zinze com 8,3%.

O município é também dividido 12 regedorias: Regedoria do Antó, Cotra (a mais populosa com 74,8% da população do município), Liambo, Caio Litoral, Subantando, Chiadede, Malembo, Bumelambuto, Cácata, Chinsuá, Zenze do Lucula e Fútila.[16]

Demografia[editar | editar código-fonte]

O município tem 699.053 habitantes e área territorial de 1 823 km², sendo o município mais populoso da província e o oitavo mais populoso da nação.[3] Para efeitos de comparação da elevada explosão demográfica, no censo realizado em 15 de dezembro de 1970, a localidade possuía 21 124 habitantes.[17] Da população do município, 46,8% são homens e 53,2% são mulheres.[16]

A população de Cabinda é distribuída em oito tribos congos: bauóio, bacuacongo, balinge, baluango, basundi, baiombe, bavili e bacochi.[5]

A língua falada na cidade é o português, coexistindo com o ibinda ou fiote.[18]

Economia[editar | editar código-fonte]

A principal riqueza natural do município é o petróleo seguido pela madeira. O solo cabindense é rico também em manganês, titânio, argila, burgau, cal, potássio, ouro, urânio e fosfato.[10]

O transporte, a pesca, o comércio, a agricultura, a hotelaria, o turismo e a construção civil são outras atividades que começam a ganhar peso na economia da cidade.[7]

Cultura e lazer[editar | editar código-fonte]

Manifestações culturais[editar | editar código-fonte]

A população da cidade possui uma cultura peculiar, com usos e costumes especiais, desde a sua forma de se vestir e comer até os rituais tradicionais, principalmente o chicumbe e as célebres cerimônias dos Bacamas do Chizo,[5] um grupo ritual tradicional que possibilita a interação entre o povo vivo e os espíritos ocultos dos deuses e dos antepassados, assegurando assim a reconciliação entre os mortos e os vivos.[18]

O Museu de Cabinda é um dos maiores centros de pesquisa e coleta da tradição oral cabindense.[18] O museu expõe peças artesanais, tradições, usos e costumes da província.[7] A cidade possui também um centro cultural que desenvolve diversas atividades nas áreas da música, dança, artes cênicas e visuais.[7]

Uma das principais manifestações de cunho cultural-religioso é Procissão do Corpo de Deus, realizada pelos católicos todos os anos, no mês de junho. Outra festividade católica importante é a Festa de São José de Cabinda, realizada todos os anos, em março. Ambas as festividades são promovidas pela Diocese de Cabinda.[19]

Lazer[editar | editar código-fonte]

Os principais locais turísticos da cidade são: o embarque de escravos de Chinfuca, Gruta de Malembo, Igreja Católica Nossa Senhora Rainha do Mundo, Igreja Católica Imaculada Conceição, Cemitério dos Nobres, Cemitério dos Franques, Igreja Evangélica Tendequela, Centro Turístico de Mabande, Largo Pedro Benge, Largo Deolinda Rodrigues, Largo Missão Católica, Parque Infantil, as ruínas do Forte de Santa Maria de Cabinda, Zona Paisagística de Iema e Zona Paisagística do Iabi.[20]

Desportos[editar | editar código-fonte]

O município de Cabinda possui três times que participam regularmente de competições provinciais e do Campeonato Angolano de Futebol, também conhecido como Girabola, são eles: Sporting Clube Petróleos de Cabinda, Sport Cabinda e Benfica e Futebol Clube de Cabinda.[21]

Cabinda foi a sede do grupo B do Campeonato Africano das Nações de 2010 (CAN 2010), cujos participantes foram Costa do Marfim, Gana e Burkina Faso. A seleção de Togo foi desclassificada da competição por não comparecer a partida contra Gana devido ao ataque sofrido por sua delegação de rebeldes separatistas de Cabinda, em 8 de janeiro.[22] Os jogos foram disputados no Estádio Nacional do Chiazi, localizado no Bairro Chiazi, com capacidade para 20 000 pessoas, cuja construção foi concluída em 2010.[23]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Abastecimento de água[editar | editar código-fonte]

O abastecimento de água potável na cidade é assegurado pela Empresa Provincial de Águas e Saneamento de Cabida (EPASC), que sustenta o sistema por captações subterrâneas e de rios e, principalmente, dos lagos Cuculo e Lombo e dos rios Lulongo e Lucola,[24] sendo a água bombeada por eletrobombas para os reservatórios.[24]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Do ponto de vista de comunicação, os serviços disponíveis são os telefónicos — telefonia fixa e móvel — ofertados pelas operadoras Angola Telecom, Movicel e Unitel;[25] serviços de rádio com frequência da Rádio Cabinda (retransmissora da Rádio Nacional de Angola),[26] da Rádio Ecclesia,[26] da Rádio Comercial de Cabinda[26] e da Rádio Mais;[26] televisivo, com repetidores da Televisão Pública de Angola[26] e da TV Zimbo;[27] Correios de Angola, com serviços de correio e telégrafo,[26] e; serviço de internet disponível pelas operadoras ZAP[28] e Multitel.[29] Nas mídias impressas, ainda há o tradicional Jornal de Angola e o jornal regional Nkanda.[30][31]

Educação[editar | editar código-fonte]

Em Cabinda está localizado o campus sede da Universidade 11 de Novembro[32] e do Instituto Superior de Ciências da Educação de Cabinda.[33]

Energia eléctrica[editar | editar código-fonte]

O fornecimento de energia eléctrica na cidade é garantido pela Central Termelétrica de Fútila[34] e pela Central Termelétrica de Cabinda-Malembo.[35][36] Prevê-se aumento da oferta com as linhas de transmissão Inga-Cabinda-Ponta Negra, que transmite da fonte Complexo Hidroelétrico de Inga.[37][38] A eletricidade é distribuída a nível residencial e comercial pela Empresa Nacional de Distribuição de Electricidade (ENDE).[39]

Saúde[editar | editar código-fonte]

No âmbito da saúde, a cidade dispõe do centro de referência Hospital Geral Central de Cabinda, Hospital Provincial 28 de Agosto, Hospital Militar de Cabinda, Hospital Municipal de Cabinda-Chinga e Disponsário Maternidade 1º de Maio, além de diversas clínicas e centros de saúde.[40][41]

Segurança[editar | editar código-fonte]

O sistema de segurança pública de Cabinda é garantido por batalhões da Polícia Militar das Forças Armadas Angolanas,[42] por um destacamento permanente da Polícia Nacional[43] e por um quartel do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros.[44]

Embora não tenha papel de força de segurança pública convencional, na cidade está a sede da Região Militar Cabinda, que congrega a Base Costeira de Cabinda da Marinha de Guerra Angolana, onde está estacionado o Comando Naval de Cabinda e a Esquadrilha de Lanchas de Patrulha e Fiscalização de Cabinda.[45]

Transportes[editar | editar código-fonte]

As principais vias de ligação da cidade e do município de Cabinda são a rodovia EN-100, que a liga a vila de Iema, ao sul, e; a vila de Massabi, ao norte. Existe ainda a EN-201 que liga a cidade de Cabinda a vila de Tanto-Zinze e a vila de Zenze do Lucula, ao nordeste, e; a EN-202, que a liga o distrito urbano de Malembo a vila de Zenze do Lucula, ao nordeste.[46]

Dado que Cabinda é um exclave, sua mais rápida comunicação com o restante o território nacional se dá por via aérea, sendo que a principal facilidade desta natureza é o Aeroporto Maria Mambo Café.[47]

Porém as mais importantes e fundamentais facilidades de transporte do município estão no chamado Complexo Portuário de Cabinda, que inclui o Porto de Cabinda, o Porto Pesqueiro, o Porto de Caio, o Porto de Malongo e o Porto de Fútila, especializados em embarque de petróleos, equipamentos industriais, alimentos e pessoas.[48]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Angola - Cabinda - Administrative units GeoHive (em inglês)
  2. a b Instituto Nacional de Segurança Social - República de Angola - Cabinda - Estimativa Populacional
  3. a b c Schmitt, Aurelio. Município de Angola: Censo 2014 e Estimativa de 2018. Revista Conexão Emancipacionista. 3 de fevereiro de 2018.
  4. a b c d e LaGamma, Alisa (2015). Kongo – Power and Majesty. Nova Iorque: The Metropolitan Museum of Art. p. 47 
  5. a b c d «Cidade de Cabinda comemora 52 anos». Governo da Província de Cabinda. Consultado em 5 de setembro de 2010 
  6. «História do Porto de Cabinda». Empresa Portuária do Porto de Cabinda. Consultado em 6 de setembro de 2010 
  7. a b c d e f «Evolução Histórica». Governo da Província de ACabinda. Consultado em 11 de setembro de 2010 
  8. Barão de Reboredo, Antonio Lopes da Costa Almeida. Roteiro geral dos mares, costas, ilhas, e baixos reconhecidos no globo: Extrahido das descripções, e diarios dos mais celebres a acreditados navegadores, e hydrografos, por ordem da Academia Real das Sciencias de Lisboa - Parte 4. Lisboa: Typografia de Academia, 1846. p.369.
  9. A província. Portal Angop. 2012.
  10. a b c «Desenvolvimento do Município de Cabinda» (PDF). Governo da Província de Cabinda. Consultado em 9 de setembro de 2010 
  11. Sousa Monteiro, "Dicc. geogr. das posses port."
  12. "Resenha das Famílias Titulares e Grandes de Portugal", Albano da Silveira Pinto e Augusto Romano Sanches de Baena e Farinha de Almeida Portugal Silva e Sousa, 1.º Visconde de Sanches de Baena, Fernando Santos e Rodrigo Faria de Castro, 2.ª Edição, Braga, 1991, Volume I, p. 324
  13. Cabinda hoje
  14. a b «Estatísticas do clima em weatherbase.com» (em inglês). weatherbase.com 
  15. «Cabinda». Consuldo Geral da República de Angola - Rio de Janeiro - Brasil. Consultado em 7 de julho de 2010 
  16. a b c «Informação trimestral de Cabinda» (PDF). Governo da Província de Cabinda. Consultado em 9 de setembro de 2010 
  17. Angola em www.citypopulation.de
  18. a b c «Uma excursão virtual a Cabinda». Teia Portuguesa. Consultado em 8 de setembro de 2010 
  19. Procissão do Corpo de Deus é uma demonstração que jesus esta presente na eucaristia. Rádio Ecclesia. 24 de junho de 2014.
  20. «Cabinda do Maiombe e do petróleo». Jornal dos Desportos. Consultado em 11 de setembro de 2010 
  21. «Girabola 2010». girabola.com. Consultado em 8 de setembro de 2010 
  22. «Sobre a Competição». www.can-angola2010.com. Consultado em 8 de setembro de 2010 
  23. «Estádio Nacional do Chiazi». www.can-angola2010.com. Consultado em 8 de setembro de 2010 
  24. a b Estudo de mercado sobre a província de Cabinda. Associação Industrial Portuguesa - Confederação Empresarial. 2015.
  25. Mapa de cobertura 3G / 4G / 5G em Cabinda, Angola. nPerf.com. 2022.
  26. a b c d e f «Ministro Manuel Homem avalia infra-estruturas em Cabinda». Televisão Pública de Angola. 7 de maio de 2021 
  27. Primeira televisão privada TV Zimbo arranca hoje e pretende ser referência. RTP. 14 de dezembro de 2008.
  28. Onde estamos. Zap. 2021.
  29. Multitel: aposta em tecnologia de ponta leva qualidade e segurança ao mercado. Ver Angola. 13 de setembro de 2019.
  30. Xavier António (26 de junho de 2021). «Edições Novembro lança hoje Jornal "Nkanda" em Mbanza Congo». Jornal de Angola 
  31. Victor Mayala (28 de junho de 2021). «"Nkanda" ultrapassa expectativas». Jornal de Angola 
  32. Universidade 11 de Novembro - Catálogo Angola Formativa
  33. Decreto presidencial nº 285, de 29 de outubro de 2020 - Estabelece a reorganização da Rede de Instituições Públicas de Ensino Superior. Diário da República - I Série - nº 173. 29 de outubro de 2020.
  34. Projetos: Usina Térmica de Futila (Angola) - Angola / África. Isolux Corsán. 2022.
  35. Instrumentação / Automação. AVANCE Consultoria e Engenharia Ltda. 2022.
  36. Plano de emergência para reforço de eletricidade ao enclave de Cabinda custa 146ME. Sapo/Lusa. 26 de janeiro de 2015.
  37. Cabinda com perspectiva de ter electricidade da barragem do INGA em 2024. Portal Angop. 11 de fevereiro de 2021
  38. Cabinda recebe energia de Inga. Jornal de Angola. 4 de outubro de 2019.
  39. Potência energética aumenta na periferia de Cabinda. Jornal de Angola. 17 de setembro de 2019.
  40. Oliveira, Miguel dos Santos de; Artmann, Elizabeth. Características da força de trabalho médica na Província de Cabinda, Angola. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 25(3):540-550, mar, 2009.
  41. Oliveira, Ana Cristina. Perfil do Município de Cabinda - Província de Cabinda. Ministério da Administração e Território/Programa de Desenvolvimento Municipal. Julho de 2007.
  42. António, Alfredo Luindula. A Polícia Militar das Forças Armadas Angolanas: Criação, Implementação e Emprego. Academia Militar - Direção de Ensino. 1 de julho de 2013.
  43. Polícia em cabinda tem novas instalações. Jornal de Angola. 2 de março de 2019.
  44. Chuva desaloja famílias na cidade de Cabinda. Jornal de Angola. 10 de abril de 2018.
  45. Organização da MGA. FAA. 2022
  46. Estudo sobre o estado das rodovias de Cabinda. República de Angola - Ministério dos Transportes. 2018
  47. TAAG retoma voos noturnos para Aeroporto Maria Mambo Café. News Avia. 2018.
  48. Complexo Poruário. Jornal de Angola. 6 de maio de 2017.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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