Calil Simão

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Calil Simão
Nascimento
Taquaritinga, São Paulo
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Advogado, escritor e professor

Calil Simão (Taquaritinga, São Paulo) é advogado, professor, escritor e jurista brasileiro.[1] [2][3] [4][5][6][7] [8][9]

Atualmente é Presidente do Instituto Brasileiro de Combate à Corrupção (IBCC)[10], membro da Ordem dos Advogados, secção de São Paulo, professor associado do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional (IBDC) e pesquisador vinculado à Pontifícia Universidade Católica de São Paulo[11] e ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.[12]

As suas principais contribuições para a comunidade jurídica decorrem de seus estudos sobre Corrupção, especificamente Corrupção política, Corrupção do Estado e da Sociedade e Improbidade administrativa. Outros estudos do autor também ganharam destaque no mundo jurídico, como estudos sobre minoria, Minorias Parlamentares, minorias étnicas (Estatuto da Igualdade Racial), cotas universitárias e controle de constitucionalidade. Mais recentemente dedicou-se aos estudos do tema Fundações Governamentais.

Qualificação Acadêmica[editar | editar código-fonte]

Qualificou-se como mestre em Direito Constitucional, com área de concentração em Sistema Constitucional de Garantia de Direitos pela Instituição Toledo de Ensino e em Direito Administrativo pela Universidade de Coimbra (P.h.D/ADB). Ocupou e ocupa cargos de membro efetivo nas Comissões de Direito Constitucional[13], de Direito Administrativo[14] e de Ensino Jurídico da [15] Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP).

Obras[editar | editar código-fonte]

Algumas obras do jurista segundo a Biblioteca Nacional do Brasil: [16]

Referências

  1. «Site pessoal do autor». www.calilsimao.com.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  2. http://www.mppr.mp.br/arquivos/File/SantaTerezinhaItaipuAcordaoCondenacaoPrefeita1110.pdf
  3. «Revista do Tribunal Regional Federal (5ª Região – Pernambuco, Alagoas, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe), nº 99, p. 1-384, Setembro/Outubro – 2012.» (PDF). Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  4. «Instituto Brasileiro de Direito Público – Pós-Graduação.» (PDF). Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  5. «Diário da Justiça Eletrônico (Jus Brasil)». Consultado em 15 de fevereiro de 2014. 
  6. «Via Jus: Da Inconstitucionalidade so § único do art. 527 do CPC ao mandado de segurança.». Consultado em 15 de fevereiro de 2014. 
  7. http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:vzlrgM9ZsDQJ:aplicativos.tjes.jus.br/sistemaspublicos/consulta_12_instancias/temp_pdf_jurisp/11383425533.pdf+&cd=20&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=safari
  8. http://fatodigital.com.br/aulas_avulsas-61/policia_civil_2014-117/aula_02_-_direito_constitucional_-_prof_carlos_teixeira-id632.
  9. «Discurso do Presidente da Republica de Algola. Réplica do Presidente da UNITA ao discurso do PR sobre o Estado da Nação. Diário Angolano.». Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  10. «Site do IBCC». www.calilsimao.com.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  11. «Núcleo de Estudo e Pesquisa de Direito Educacional». www.pucsp.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  12. «Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra». Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  13. «Comissão de Direito Administrativo». www.oabsp.org.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  14. «Comissão de Direito Constitucional». www.oabsp.org.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  15. «Comissão de Ensino Jurídico». www.oabsp.org.br. Consultado em 18 de fevereiro de 2014. 
  16. «Biblioteca Nacional do Brasil». Consultado em 15 de fevereiro de 2014.