Calixto Cordeiro

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Calixto Cordeiro
Nascimento 14 de outubro de 1877
Niterói
Morte 11 de fevereiro de 1957 (79 anos)
Cidadania Brasil
Ocupação caricaturista, ilustrador, litógrafo
Calixto Cordeiro caminha nas ruas do centro do Rio de Janeiro em 1909.

Calixto Cordeiro ou K. Lixto (Niterói, 1877 - Rio de Janeiro, 1957) foi caricaturista, desenhista, ilustrador, litógrafo, pintor e professor brasileiro.[1][2] Iniciou suas atividades artísticas em 1890 na Casa da Moeda, onde assistiu às aulas de modelagem ministradas por Artur Lucas (s.d. - 1929) e as de gravura, xilogravura e química, dadas pelo português José Vilas Boas (1857 - s.d.).

Em 1893 assumiu o cargo de professor assistente de gravura na instituição. Dois anos depois, matriculou-se na Escola Nacional de Belas Artes - Enba e trabalhou como litógrafo na Imprensa Nacional. Começou a atuar como caricaturista em 1898, quando colaborou com a revista Mercúrio, com o pseudônimo K. Lixto, utilizado a partir de então na assinatura de todos os seus trabalhos.

Depois de colaborar em diversos periódicos, fundou, com Raul Pederneiras (1874 - 1953), em 1902, a revista O Tagarela, em que iniciou, em 1904, uma série de charges questionando a campanha de vacinação obrigatória contra a varíola, instituída por Oswaldo Cruz (1872 - 1917).

Para a revista Kosmos, realizou, a partir de 1906, ilustrações para as crônicas de João do Rio (1881 - 1921), Olavo Bilac (1865 - 1918) e Gonzaga Duque (1863 - 1911). Em 1907 assumiu, ao lado do caricaturista Raul Pederneiras, a direção artística da revista Fon-Fon. Nesse periódico, além de publicar suas caricaturas, responsabiliza-se pela ilustração de grande número de capas.

A partir de 1917, começou a trabalhar como colaborador na revista D. Quixote, em que permanece até 1928. Dessa data em diante, colaborou em diversas publicações, entre elas, a revista O Cruzeiro e o jornal Última Hora. Em 1944, fundou, com outros artistas, a Associação Brasileira de Desenho.

Referências

  1. «Verbete K. Lixto». Enciclopédia Itaú Cultural. Consultado em 12 de março de 2016 
  2. Giovanna Dealtry. «Margens da Belle Époque carioca pelo traço de Calixto Cordeiro» (PDF). Revista Alceu/PUC-Rio. Consultado em 12 de março de 2016