Camaçari

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Município de Camaçari
"Cidade Industrial"
Rua do centro da cidade.

Rua do centro da cidade.
Bandeira de Camaçari
Brasão de Camaçari
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 28 de setembro
Fundação 1758 (257 anos)
Gentílico camaçariense
Lema Pax et labor
"Paz e trabalho"
Prefeito(a) Ademar Delgado (PT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Camaçari
Localização de Camaçari na Bahia
Camaçari está localizado em: Brasil
Camaçari
Localização de Camaçari no Brasil
12° 41' 52" S 38° 19' 26" O12° 41' 52" S 38° 19' 26" O
Unidade federativa  Bahia
Mesorregião Metropolitana de Salvador IBGE/2008[1]
Microrregião Salvador IBGE/2008[1]
Região metropolitana Salvador
Municípios limítrofes Lauro de Freitas, Simões Filho, Dias d'Ávila, Mata de São João
Distância até a capital 41 km[2]
Características geográficas
Área 784,658 km² [3]
População 281 413 hab. IBGE/2014[4]
Densidade 358,64 hab./km²
Altitude 36 m
Clima Tropical As
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,700 alto PNUD/2010[5]
Gini 0,53 PNUD/2010[6]
PIB R$ 12 313 916 mil (BR: 44º) – IBGE/2011[7]
PIB per capita R$ 49 412,60 IBGE/2011[7]
Página oficial
Prefeitura www.camacari.com.br

Camaçari é um município do estado da Bahia, no Brasil. Situa-se a 41 quilômetros da capital estadual, Salvador. O município é conhecido como "Cidade Industrial", por abrigar o Polo Industrial de Camaçari.[8] O seu gentílico é "camaçariense". Camaçari é a quarta cidade mais populosa do estado e segunda mais populosa cidade da Região Metropolitana de Salvador.

Possui uma área de 784,658 quilômetros quadrados,[3] com uma população de mais de 281 mil habitantes. Possui o segundo maior produto interno bruto municipal do estado (depois de Salvador, sendo também o 5º maior da Região Nordeste e o 38º maior do País), estimado em cerca de 12 bilhões de reais (dados do IBGE), em 2011.[7] Faz parte dos 71 municípios brasileiros integrados no Mercosul.

É sede da Ford Motor Company Brasil (inaugurada em 12 de outubro de 2001, sendo a primeira fábrica de automóveis a se instalar na Região Nordeste do Brasil)[9] e do Polo Petroquímico, o maior polo industrial do estado, abrigando diversas indústrias químicas e petroquímicas, mas, com o passar dos anos, começou a abrigar outros ramos da indústria, como: automotivo, de celulose, borracha, metalurgia do cobre, têxtil, fertilizantes, energia eólica, bebidas e serviços. É o primeiro complexo petroquímico planejado do País e o maior complexo industrial integrado do Hemisfério Sul, com mais de 90 empresas instaladas.[10]

No ramo da comunicação, o município era sede da extinta TV Camaçari, que entrou no ar em 1993, sendo afiliada à TV Cultura[11] até 20 de fevereiro de 2009, quando ocorreu o seu fechamento por causa de diversas irregularidades. Em 2008, a TV Aratu Camaçari, afiliada ao Sistema Brasileiro de Televisão, foi inaugurada no município, deixando suas atividades no município a partir do ano de 2011.

No esporte, o município é sede do Camaçari Futebol Clube e do Sport Clube Camaçariense, ambos atualmente (2015) com as atividades paradas. Na educação, o município é sede de um campus da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), do Instituto Federal da Bahia (IFBA), da Faculdade Metropolitana de Camaçari (FAMEC) e visa construir um campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Católica do Salvador (UCSal).[12] [13] O município também sedia o programa social Cidade do Saber, inaugurado em 22 de março de 2007 e reconhecido como o mais importante centro de conhecimento e inclusão social do estado da Bahia.[14]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Camaçari" deriva do tupi antigo kamasary, que designava a árvore atualmente conhecida como "cachaporra-do-gentio".[15]

História[editar | editar código-fonte]

Ocupação[editar | editar código-fonte]

Por volta do ano 1000, a região do Recôncavo Baiano foi invadida por povos tupis procedentes da Amazônia. Eles expulsaram os habitantes anteriores da região, falantes de línguas macro-jês, para o interior do continente. Quando os primeiros exploradores europeus chegaram à região, no século 16, a mesma era habitada pela tribo tupi dos tupinambás.[16]

A história da ocupação portuguesa do território de Camaçari começa em 1558, quando foi criada a Aldeia do Divino Espírito Santo pelos padres jesuítas, reunindo índios de várias aldeias tupinambás ao redor de uma capela de taipa sob o comando do padre João Gonçalves e do irmão Antônio Rodrigues às margens do Rio Joanes.

Em 1562, na Igreja de "Santos Spiritus", ajuntaram sete aldeias, com mil almas cristãs. Há indícios que esses índios tenham participado da "guerra do Paraguaçu", apesar de serem tupinambás, assim como os índios do Vale do Paraguaçu (região onde é hoje o povoado de São Francisco de Iguape, pertencente a Cachoeira). Mais tarde, já entre 16241640, os índios da aldeia do Espírito Santo participaram da luta contra a invasão holandesa, juntamente com o pessoal da Casa da Torre (hoje pertencente ao município de Mata de São João), o que fez crescer o índice de mortalidade por sucessivas epidemias e fome, antes mesmo da expulsão dos jesuítas no governo do Marquês de Pombal em 1755.

Após a expulsão dos jesuítas, a aldeia passou à categoria de Vila por provisão do Conselho Ultramarino, Alvará Régio de 27 de setembro de 1758, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes - Vila de Abrantes - com a inauguração da Casa da Câmara e Cadeia Municipal (Senado da Câmara e Pelourinho).

A vila foi extinta em 1846 pela Resolução provincial nº 241, de 16 de abril, sendo integrada ao município de Mata de São João. Em 1848, foi restabelecida pela Resolução nº 310, de 3 de junho, tendo o território desmembrado de Mata de São João.

Séculos 18 e 19[editar | editar código-fonte]

Entre os séculos XVIII e XIX, tem-se a administração da Marquesa de Niza através de Tomas da Silva Paranhos, que lhe enviou juros e rendas (enfiteuses e laudêmios) até, finalmente, adquirir a propriedade. Este latifundiário deixou 9 herdeiros: entre eles, Maria Joaquina da Silva Paranhos, casada com José Garcez Montenegro, de quem descende o desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro.

No final do século XIX, houve a expansão da malha ferroviária baiana: suas principais diretrizes eram a integração com o recôncavo e a região do São Francisco. Camaçari está estrategicamente situada entre as duas bifurcações (uma em Simões Filho em direção ao recôncavo, e outra em Alagoinhas, onde a estrada toma outras duas direções – Médio São Francisco e Litoral Norte).

Abrantes, cuja importância se devia à ocupação pelos jesuítas e à limitada exploração agrícola nas terras da Marquesa de Niza, perdeu importância econômica em relação ao desenvolvimento que o interior passou a oferecer: a sede do município passou, então, a ser em Parafuso (sendo, posteriormente, construída a estação de trem). Por força política, no entanto, houve o retorno da sede para Abrantes em 1892.

Primeira administração municipal[editar | editar código-fonte]

A primeira composição administrativa (municipal) de Vila de Abrantes (sede) abrangia os distritos de Abrantes, Monte Gordo e Ipitanga (atual Lauro de Freitas). A lei municipal de 22 de março de 1920 criou o distrito de Camaçari, com território desmembrado de Abrantes, criação essa, confirmada pela Lei estadual nº 1422, de 4 de agosto desse mesmo ano.

A lei estadual 1 809, de 28 de julho de 1925, modificou-lhe o topônimo para Montenegro (em homenagem ao desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro) e transferiu-lhe a sede para o arraial de Camaçari, elevado à categoria de vila. Mas, em 1938, em razão do decreto-lei estadual 10 724, de 30 de março de 1938, em que todos os municípios passaram a ter o nome de suas respectivas sedes, o município passou a denominar-se Camaçari, constituindo-se dos distritos de Camaçari, Abrantes e Monte Gordo. Incluindo as localidades Parafuso e Dias d'Ávila, que foi elevada à categoria de vila e distrito em 1953 (lei 628, de 30 de dezembro de 1953).

Lauro de Freitas, em 1880, passou integrar o distrito de Montenegro, atual Camaçari. Em 1932, retornou a Salvador.

Período recente[editar | editar código-fonte]

Unidade de Hidrogênio da Peroxy Bahia, no Polo Industrial de Camaçari.

Em 1957, estimava-se uma população de 4 300 habitantes, o que caracterizou-se como a principal cidade de veraneio da região pela excelência de suas águas minerais.

A separação do distrito de Dias d'Ávila, transformado em município segundo a Lei Estadual 4 404, ocorreu em 25 de dezembro de 1985, reduzindo a área de Camaçari para 773 quilômetros quadrados. Existem tendências separatistas para a desagregação do distrito de Vila de Abrantes.

Passou a existir, na região, um padrão de ocupação a partir da agricultura de sobrevivência, roças, arruados, chácaras e sítios. Existe, também, no município, hoje, aglomeração de populações de remanescentes de quilombo.

O município possui sobrevivências africanas na capoeira de Angola, candomblés e artesanatos, onde percebem-se as influências indígenas numa fusão com as africanas. Estão presentes, no município, as etnias banta e iorubá na sede e na orla.

As mais intensas transformações das paisagens e populações do município se dão a partir da década de 1970, quando se inicia o processo de implantação do Polo Petroquímico, e, mais tarde, com a implantação do polo de Apoio (2000) e Ford (2001), além da construção da estrada litorânea que liga o estado da Bahia a Sergipe.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Camaçari e os outros municípios da região metropolitana.

Localiza-se a uma latitude 12º41'51" sul e a uma longitude 38º19'27" oeste, estando a uma altitude de 36 metros.[17] Com área territorial de 784 658 quilômetros quadrados, distância cerca de 41 quilômetros da capital Salvador, sendo parte da Região Metropolitana de Salvador (RMS) limitando-se ao norte com Mata de São João, ao sul com Lauro de Freitas, ao sudoeste com Simões Filho, a oeste com Dias d'Ávila e leste com o Oceano Atlântico. Camaçari possui quatro distritos: Vila de Abrantes, Monte Gordo, Sede (Camaçari), Parafuso e Remanescentes quilombolas (Cordoaria).

Clima[editar | editar código-fonte]

Vista aérea da Praia de Guarajuba.

O clima de Camaçari é tropical úmido, com uma temperatura média de 26 graus Celsius.[17]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

As vegetações encontradas na cidade são dunas, manguezais, restingas, mata ciliar e atlântica. A cidade ainda possui três áreas de proteção ambiental (APA): Joanes/Ipitanga, Rio Capivara e Lagoas de Guarajuba.[17] Além das unidades de conservação: Cinturão Verde de Proteção do Complexo Petroquímico de Camaçari, Parque das Dunas de Abrantes e Parque Garcia D'Ávila.[2]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Com população estimada para 2014 de 281 413 habitantes, a cidade é a quarta mais populosa do estado (depois de Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista).

Economia[editar | editar código-fonte]

Setor secundário[editar | editar código-fonte]

Fábrica da Alstom Brasil.

A economia do município é quase totalmente baseada no polo industrial de Camaçari, inaugurado em 1978 no município e em atividade até os dias atuais, figurando como um dos mais importantes da América Latina. Foi o primeiro complexo petroquímico planejado do país. Tem mais de 60 empresas químicas, petroquímicas e de outros ramos de atividade como automotiva, destacando-se a fábrica da Ford, de celulose, metalurgia do cobre, têxtil, bebidas e serviços, entre outras.

Possui faturamento anual de 16 bilhões de dólares estadunidenses e contribuição anual de 1 bilhão de reais em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços para o estado da Bahia. Responde por mais de 90 por cento da arrecadação tributária de Camaçari. Emprega 13 000 pessoas diretamente e 20 000 pessoas através de empresas contratadas (80 por cento da mão de obra local). Além disso, gera 45 mil empregos, sendo 15 mil diretos e 30 mil indiretos. Representa mais de 30 por cento do total exportado pelo estado da Bahia. Sua participação no Produto Interno Bruto baiano é de 20 por cento.

Setor terciário[editar | editar código-fonte]

Em Camaçari, são mais de 42 quilômetros de praias paradisíacas, o que contribui de forma acentuada para o turismo na cidade. Em Camaçari, existe a mais tradicional aldeia hippie do Brasil; o projeto Tamar de preservação das tartarugas-marinhas; e – na direção do interior – o Parque da Dunas de Abrantes e o Mirante do Cruzeiro. Também em Vila de Abrantes está a igreja mais antiga do município; construída pelos jesuítas há mais de 400 anos e, – entre muitas outras riquezas – as nascentes protegidas das quatro principais bacias hidrográficas responsáveis pelo abastecimento de água de toda a Região Metropolitana de Salvador.

Além de sua riqueza industrial, o litoral de Camaçari possui praias, como Guarajuba, Arembepe e Jauá, todas muitos frequentadas. Algumas das principais, além das mencionadas, são:

Cultura[editar | editar código-fonte]

Entrada do Terreiro de Jauá.

Na área da cultura, destaca-se a Cidade do Saber, pois promove diversos eventos movimentando o calendário com exposições, concertos, espetáculos de dança e teatro, competições esportivas. A instituição, inaugurada em março de 2007, mantém uma orquestra pró-sinfônica e uma companhia de balé somadas às atividades oferecidas de educação não formal a crianças e adultos, como música, teatro, dança (em parceria com a Ebateca), artesanato, artes plásticas, judô, caratê, natação, ginástica rítmica, hidroginástica, futebol, cursos de inglês e espanhol (em parceria com as Escolas Fisk), hidroginástica. São 10 mil alunos nessas atividades, e mais 40 mil pessoas que circulam anualmente no complexo. Mantido anualmente com R$ 15 milhões da Prefeitura, além de recursos da Braskem e Cofic, é administrado pelo Instituto Professor Raimundo Pinheiro funcionando com cerca de 300 colaboradores.[18]

A estrutura de 22 mil metros quadrados é composta por dois prédios com salas de aula distribuídas em três pavimentos, o Teatro Cidade do Saber (segundo maior teatro da Bahia e público de 19 mil espectadores em 2014), o Museu Interativo de Química, Física e Mecânica (em parceria com a Braskem), ginásio de esportes e piscina semiolímpica, além de uma unidade móvel para oficinas de leitura e contação de histórias que percorre áreas da zona rural. A importância se percebe também nos cinco prêmios de reconhecimento recebidos, dos quais três são internacionais.[18]

Eventos[editar | editar código-fonte]

Em Camaçari, acontece a tradicional festa do Boi Janeiro de Parafuso, a mais antiga da cidade, onde é celebrada com apresentações de dança e de música, em ramificação ao bumba meu boi. Surgida na década de 1930, no distrito de Parafuso, a festa veio a ocorrer através de Dona Palmira, falecida moradora da região.

Existe também o Boi Mirim de Parafuso, surgida através do Boi Janeiro, como uma forma de não deixar a tradição acabar. Essa surgiu em 1997, por iniciativa de Dona Adélia, moradora da região, na qual reúne crianças em sua casa e elas imitam os personagens do Boi Janeiro.

Esportes[editar | editar código-fonte]

O esporte mais popular da cidade é o futebol. Os principais clubes são o Camaçari Futebol Clube e Sport Clube Camaçariense, com o qual formam o derby Clássico do Polo. Atualmente, o primeiro está na Segunda Divisão do Campeonato Baiano e o segundo sem divisão.

O Estádio Armando Oliveira é a principal praça esportiva da cidade.

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

São feriados municipais na cidade, conforme a lei municipal nº 283/93 de 22 de dezembro de 1993, que os fixa:

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. a b Camaçari: Uma área de preservação ambiental (em português) EcoViagem. Visitado em 27 de abril de 2013.
  3. a b IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  4. Estimativa dos Municípios 2014 (PDF) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Visitado em 28 de agosto de 2014.
  5. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 07 de agosto de 2013.
  6. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). Perfil do município de Camaçari - BA Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Visitado em 4 de março de 2014.
  7. a b c Produto Interno Bruto dos Municípios - 2011 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 1 jun. 2014.
  8. Sidelvan Nóbrega (26 de setembro de 2012). Moção Nº 14.727/2012 (RTF) Assembléia Legislativa da Bahia. Visitado em 25 de abril de 2013.
  9. Complexo Industrial Ford Nordeste/BA (em português) Ford para todos. Visitado em 24 de abril de 2013.
  10. O Polo Industrial de Camaçari (em português) Cofic (2009). Visitado em 2 de abril de 2011.
  11. Observatório da Imprensa. Dossiê das concessões de TV (PDF). Visitado em 28 de fevereiro de 2013.
  12. Presidente Dilma Roussef assina termo para criação novas universidades federais (em português) Universidade Federal da Bahia. Visitado em 27 de abril de 2013.
  13. UCSAL EM CAMAÇARI: Aulas começam no segundo semestre (em português) Prefeitura Municipal de Camaçari (27 de maio de 2014). Visitado em 28 de maio de 2014.
  14. Quem Somos Página oficial da Cidade do Saber. Visitado em 28 de maio de 2014.
  15. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 551.
  16. BUENO, E. Brasil: uma história. 2ª edição revista. São Paulo. Ática. 2003 . p. 19.
  17. a b c Área territorial do Município (em português) Prefeitura Municipal de Camaçari. Visitado em 27 de abril de 2013.
  18. a b Ronaldo Jacobina (20/12/2014). Cidade do Saber: janela para o futuro A Tarde. Visitado em 13 de Janeiro de 2015.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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